Além da Eternidade - 1° temporada
62 De volta à realidade
Notas iniciais
Do aeroporto elas foram direto para o apartamento, pois estavam cansadíssimas. Chegando lá, jogaram as coisas em qualquer canto e foram dormir. Lá pelo meio dia, o pai de Thay ligou.
Henrique: Oi filha, como foi a viagem?
Thayane: Deu tudo certo, Pai.
Henrique: E o negócio?
Thayane: É nosso!
Eles conversaram durante alguns minutos, Thay contou detalhes da viagem, o que ocorreu nas reuniões, o que apresentou para ser escolhida, enfim, tudo o que aconteceu. Depois de contar tudo, ela voltou a dormir, com Beta ao seu lado.
Eram umas quatro horas da tarde, quando bateram na porta e May foi atender.
Mayane: Mas quem será à uma hora dessas? – Ela abriu a porta.
Diego: Oi May, tudo bom?
Mayane: Tudo e com você, Diego?
Diego: Melhor agora. – Sorriu.
Mayane: Entra. – Ele entrou.
Diego: E as meninas?
Mayane: Estão dormindo. – Eles se sentaram no sofá, um em cada um.
Diego: Dormindo? Chegaram faz tempo?
Mayane: Algumas horas, mas a viagem foi cansativa.
Diego: Entendo. – Levantou-se. – Eu venho outra hora pra saber como foi a viagem.
Mayane: Não, tudo bem. Eu já ia levantar mesmo. – Ele voltou a se sentar.
Diego: E o negócio da Thay, deu certo?
Mayane: Deu sim. O velho escolheu a empresa dela. – Ele sorriu.
Diego: Era um velho?
Mayane: Não sei, deve ser. Todo poderoso de empresa é velho. – Eles riram.
Angel: Boa tarde Diego. – Entrou na sala.
Diego: E aí Angel. Que cara de sono, velho.
Angel: Disfarce, por favor. – Sentou quase no colo de May. – E o Christian, cuidou ele pra mim?
Diego: Como prometi!
Angel: E ele se comportou?
Diego: Feito um anjo!
Angel: Conta outra! Cadê ele?
Diego: Não chegou do trabalho ainda.
Angel: Safado! – Ele sorriu.
Diego: To indo nessa,meninas. – Levantou-se.
Diego: Eu vim só pra ver como estavam. Talvez mais tarde eu apareça com o Chris.
Mayane: Eu te levo até a porta. – Levantou-se e foi com ele até a porta.
Diego: Vocês vão sair?
Mayane: Acho que hoje ninguém tá em condições de sair.
Diego: Beleza Você voltou mais linda, sabia? – May sorriu tímida.
Mayane: Obrigada. – Ele retirou-se e ela fechou a porta.
Angel: E as meninas, estão acordadas?
Mayane: Não sei. Se estiverem não saíram do quarto ainda.
Angel: Vamos lá ver?
Mayane: Vamos.
May e Angel foram até o quarto de Thay e viram ela deitada de conchinha com Beta, e resolveram não acordá-las.
Mayane: Ta vendo? É um amor como o delas que eu quero pra mim.
Angel: Deixar o bonitão lá te deixou carente, né?
Mayane: Ah, não começa!
As duas ficaram conversando e a hora passou, lá pelas sete da noite, Thay e Beta acordaram.
Roberta: Huuuuuuuuuuuuuum! – Espreguiçou-se. Thay sorriu.
Thayane: Bom dia preguicinha! – Beta sorriu.
Roberta: Bom dia. – Ela olhou em volta. – Bom dia? Já é dia?
Thayane: É, não é? – Ela olhou o relógio. – Não, são sete da noite.
Roberta: Putz, pensei que eu tinha dormido a noite toda já. Carai, de onde vou arranjar sono depois?
Thayane: Mais tarde eu te canso. – Sorriu maliciosa.
Roberta: Vou cobrar isso! – Deu um selinho em Thay.
Thayane: Vamos levantar?
Roberta: Vamos.
Elas tomaram um banho rapidinho e foram ver se as meninas estavam acordadas também.
Angel: As dorminhocas resolveram acordar.
Mayane: Mas é um sono, hein!
Roberta: Demais.
Angel: Querem jantar?
Roberta: Eu to sem fome.
Thayane: É um milagre. – Sorriu. – Também to sem fome.
Elas ficaram jogando papo fora e logo chegou Christian.
Christian: Cadê a minha bolachinha de chocolate branco?
Roberta: Não! Eu não ouvi isso!
Angel: Amooooooor! – Saiu correndo e se agarrou nele.
Mayane: Respingou mel em mim!
Christian e Angel se curtiram um pouco e logo se juntaram as meninas na conversa e no vinho. Logo, o celular de Thay tocou e pela expressão de seu rosto, Beta pode perceber que era Vitor. Thay pediu licença e foi atender no quarto.
Roberta: De volta a realidade!
O pessoal apenas se olhou e Beta serviu mais um pouco de vinho. Mais uns minutos de conversa, e Angel e Christian resolveram ir matar a saudade no apartamento dele.
Roberta: E como sempre, restou apenas nós. – May sorriu.
Mayane: Preciso arranjar um namorado.
Roberta: Não esquece de mim. – May a encarou.
Mayane: O que?
Roberta: Ué, apesar de não ter namorado, tem a mim que sempre sobra com você.
Mayane: Você não está tentando me animar, né? Porque se estiver, não esta funcionando nem um pouco. – Beta começou a rir.
Roberta: To zoando você. Quer mais vinho?
Mayane: Quero, faz tempo que não bebo.
Roberta: É...- Serviu a taça da May -...faz algumas horas que você não bebe.
Mayane: Não entremos em detalhes, ok? – Beta sorriu novamente.
Roberta: Só você pra me fazer rir.
Elas conversam mais um pouco e logo Thay se juntou na conversa.
Thayane: E aí...- Ela sentou-se quase no colo de Beta -...estão sem sono?
Mayane: Eu to. Dormi demais.
Roberta: Somos duas May.
Thayane: Ainda bem que amanhã não preciso acordar cedo. – Serviu mais um pouco de vinho.
As três ficaram jogando papo fora pela madrugada. Era umas duas e meia quando elas resolveram ir se deitar, o sono demorou um pouco, mas logo veio e elas adormeceram. Lá pelas oito, Beta já estava em pé e ela não era a única.
Roberta: Caiu da cama também? – Sentou-se no banco próximo ao balcão.
Mayane: Meu sono ta descontrolado.
Roberta: É a viagem. Faz tempo que você preparou o café?
Mayane: Acabei de fazer.
Roberta: Ta com uma cara linda.
Mayane:Eu?
Roberta: Não, o café. – May sorriu.
Mayane: Anta! E a Thay?
Roberta: Dormindo.
Mayane: Nada abala o sono daquela lá. – A campainha tocou. – Vai você!
Roberta: Eu vou. Faz um favor pra mim enquanto isso?
Mayane: O que?
Roberta: Serve um pouco de café pra mim?
Mayane: Sirvo. – Beta foi até a porta.
Roberta: Pois não?
xXx: Bom dia. Tenho uma entrega de flores.
Roberta: Flores? – Ela admirava o lindo buquê.
xXx: A senhora Thayane se encontra? – Beta não gostou de ouvir aquilo.
Roberta: Ela ta dormindo. Pode ser outra pessoa?
xXx: Pode. Só preciso da sua assinatura. – Beta assinou o tal papel e pegou o buquê. — Obrigado. Tenha um bom dia.
Roberta: Bom dia pra você também. – Ela fechou a porta.
Mayane: Quem era? Nossa, que flores lindas. Pra quem são?
Roberta: Pra sua prima. – Colocou as flores na mesa.
Mayane: Pra Thay? – Ela se arrependeu de ter feito a pergunta.
Roberta: É do Vitor.
Mayane: Seu café está pronto.
Roberta: Não quero mais.
Mayane: Aonde você vai? – Thay se junta a elas.
Thayane: Bom dia. – Sorriu. May e Beta estavam um tanto sérias.
Mayane: Bom dia prima.
Roberta: Bom dia.
Thayane: Vai sair amor?
Roberta: Vou. Tenho umas coisas pra fazer, não sei que horas vou chegar.
Thayane: E essas flores? Nossa, que lindas!
Roberta: São pra você. – Ela retirou-se e foi até o quarto pegar sua bolsa.
Thayane: Quem recebeu as flores?
Mayane: Ela.
Thayane: Merda!
Mayane: Ela não gostou nadinha da surpresa.
Thayane: Falei com ele ontem e ele não comentou nada.
Mayane: Homem não avisa quando vai mandar flores. A menos que ele tenha aprontado, claro.
Thayane: Ela disse pra você aonde vai?
Mayane: Não. – Beta voltou.
Roberta: Até mais tarde. – Beta foi dar um selinho em Thay, mas ela desviou do beijo.
Thayane: Espera! Aonde você vai?
Roberta: Resolver uns lances pendentes aí.
Thayane: Que lances?
Roberta: Da boate, do meu apartamento, essas coisas.
Thayane: Eu não sabia que ele ia mandar as flores.
Roberta: Até onde eu sei, eu não comentei nada a respeito.
Thayane: Com esse bico, nem precisa falar nada! – May resolveu sair dali.
Mayane: Com licença, vou arrumar minha cama. – Retirou-se.
Roberta: Ele te mandou flores, e daí?
Thayane: Eu que te pergunto!
Roberta: Tudo bem. É teu noivo, não é? Ele tem direito.
Thayane: Então por que você muda comigo assim?
Roberta: Mudo como?
Thayane: Fica fria, mal me olha, acha uma desculpa pra ficar longe de mim.
Roberta: Não viaja, Thay! Eu realmente tenho umas coisas pra fazer.
Thayane: Por que não faz mais tarde?
Roberta: Ta bom cara, ta bom! Eu não gostei dele ter te mandado flores, satisfeita?
Thayane: E eu tenho culpa disso?
Roberta: Não, mas quando eu to chateada com alguma coisa, de cabeça quente, pra não falar merda prefiro ficar sozinha. – Thay a encarou.
Thayane: Então vai!
Roberta: O que?
Thayane: Você não queria sair? Ficar longe de mim? Então vai!
Roberta: Não é ficar longe de você! – Ela aproximou-se de Thay e acariciou seu rosto. — É ficar um pouco quieta na minha, pra não falar sem pensar. – Thay se afastou.
Thayane: Pode se retirar.
Roberta engoliu quieta o que Thay disse e saiu. Já Thay correu e pediu colo pra May, elas ficaram conversando até Thay se acalmar. A manhã passou voando, Beta resolveu tudo o que tinha pra resolver e foi caminhar um pouco na praia, para ‘relaxar’.
Depois de muito caminhar pela areia, ela resolveu sentar-se e admirar o mar. Em meio a bela paisagem, ela pensou na discussão que teve mais cedo com Thay. Por mais que ela soubesse que Thay realmente não tinha culpa nenhuma e que tentasse não se importar, ela se importava. Se importava tanto a ponto de não conseguir fingir. Talvez nem fosse ciúme e sim, raiva. Raiva de saber que existe outro que chama a sua garota de minha, que diz que a ama e de que, provavelmente, a terá pra sempre com ele.
Ela tentava não pensar muito nessa hipótese – apesar de ser a mais certa – de que Vitor teria Thay pra sempre com ele. Em alguns poucos minutos, ela pensava que tudo teria um rumo diferente, que Thay a assumiria e que ficasse com ela pra sempre. Segundos depois de pensar assim, ela voltava a realidade e preferia não pensar em hipótese nenhuma, apesar viver o momento. Mais uma vez Beta percebeu que exagerou e resolveu se redimir com Thay. Ela passou em uma loja de presentes e comprou um ursinho de pelúcia lindo e foi direto para o apartamento das meninas.
Ao chegar no apartamento, ela encontrou com May na sala.
Roberta: Oi May. E a Thay?
Mayane: No quarto, lendo.
Roberta: Valeu.
Roberta foi em direção ao quarto e antes de abrir a porta respirou fundo e tomou coragem, logo bateu na porta.
Thayane: Pode entrar.
Beta não entrou, ela abriu um pouco a porta e colocou, apenas, sua mão com o ursinho de pelúcia pra dentro do quarto. O ursinho segurava um papelzinho escrito ‘desculpa neném?’. Como Thay não falou nada, Beta colocou sua cabeça pra dentro do quarto também e viu Thay apenas a olhando, então ela resolveu entrar de vez e foi até a cama, onde se deitou ao seu lado.
Roberta: Esse aqui é o Pompom. Ele veio te pedir desculpas.
Thayane: Desculpas pelo que? – Thay se mantinha séria e Beta fazia de conta que o ursinho que falava com ela.
Roberta: Pelo comportamento da tua namorada mais cedo. Ela foi uma boba e ficou com ciúme, mas me disse que não vai mais fazer isso e se você quiser, pode até dar umas palmadinhas no popo dela. – Thay não aguentou e deu um sorriso, abraçando Beta logo em seguida.
Thayane: Eu desculpo você sim.
Roberta: Eu não suporto ficar nesse clima com você, dá um aperto no peito quando você fica chateada comigo. – A abraçou mais apertado.
Thayane: Desculpa ter falado com você daquele jeito?
Roberta: Claro. Esquece isso.
Thayane: Mesmo?
Roberta: Mesmo. – Thay sorriu.
Thayane: Então ta bom. – A apertou mais um pouco.
Roberta: Vai pra empresa hoje?
Thayane: Não, só amanhã. Sem condições hoje. – Beta sorriu.
Roberta: Preguicinha.
Thayane: É sério, to exausta.
Roberta: Quer massaginha pra relaxar?
Thayane: Hum, eu quero. – Beta se afastou um pouco dela.
Roberta: Então deita de bruços, mas antes tira a blusa. – Thay a fitou.
Thayane: Que massagem é essa que me quer pelada? – Beta sorriu.
Roberta: Vai por mim, sem blusa você vai sentir bem mais a massagem.
Thayane: Sério?
Roberta: Seríssimo! – Na verdade, Beta não fazia ideia do que estava falando, Thay caiu no papo e tirou a blusa, deitando-se de bruços logo em seguida.
Narrando como Roberta
Ela estava em minha frente, suas costas exposta pra mim era como um imã que atraía minhas mãos. Na parte debaixo ela usava apenas um short pequeno. Pequeno? Era minúsculo! Sem perder tempo eu sentei sobre seu bumbum, deixando uma perna minha de cada lado de seu corpo e toquei com minhas mãos em suas costas. A pele dela estava quente e se arrepiou com meu toque. Thay fechou seus olhos e eu iniciei a massagem. Na verdade, eu não entendia nada de massagem, tudo era um pretexto pra tê-la naquela posição e matar minha vontade, que não era pouca.
Comecei massageando na altura de seus ombros, fiquei ali enrolando por alguns minutos e logo desci minhas mãos pro centro das suas costas. Eu pressionava meus polegares com força e de acordo com os movimentos, eu mexia meu quadril. Deslizei, em seguida, mais um pouco minhas mãos, massageando agora um pouco acima de seu bumbum. Por causa do movimento, eu tive que sair de cima de seu bumbum, ficando agora, sentada sobre suas pernas. Como eu não entendia nada de massagem, resolvi fazer o que eu sei fazer. Apoiei uma mão minha ao seu lado na cama e com a outra fiquei acariciando sua pele. Logo aproximei meus lábios de suas costas e os rocei debaixo pra cima até chegar um pouco abaixo de sua nuca. Assim que ela sentiu meus lábios, ela contraiu seu corpo e mais uma vez se arrepiou. Eu adorava vê-la daquele jeito!
Distribuí alguns selinhos ali e com minha mão, acariciava e apertava com desejo a lateral de seu corpo. Em questão de segundos eu me afastei de seu corpo, sem que ela percebesse, tirei minha blusa e meu sutiã e me aproximei mais uma vez de seu corpo, ficando na mesma posição de antes. Dessa vez, eu rocei o bico dos meus seios por suas costas, debaixo pra cima como fiz com meus lábios anteriormente. Nesse momento vi Thay apertando o travesseiro. Sentei novamente em seu bumbum, inclinei meu corpo mais uma vez e voltei a roçar o bico dos meus seios pelas costas dela. Com minha mão livre, eu coloquei seus cabelos para o lado e comecei a distribuir selinhos por sua nuca, enquanto massageava a lateral de seu corpo. Thay já estava com seu corpo inquieto sob mim. Vez em outra eu mordiscava com cuidado sua nuca.
Thayane: Você chama isso de massagem? – Falou com certa dificuldade.
Roberta: Não, a massagem já ficou pra trás há muito tempo. – Sorri.
O short dela, apesar de ser do tamanho que eu gosto, naquele momento me incomodava, então resolvi me livrar dele logo de uma vez. Mais uma vez me afastei de seu corpo e comecei a descê-lo, fazendo ela entender o que eu queria. Thay ergueu um pouco seu corpo e me ajudou a tirá-lo. Thay estava apenas de calcinha em minha frente e isso me deixava ainda mais molhada. Antes que eu voltasse a provocá-la, ela me interrompeu.
Thayane: Faz um favor pra mim?
Roberta: Qual?
Thayane: Tira seu short também?
Diante de seu pedido, eu apenas sorri e fiz como ela pediu. Livrei-me rapidamente do short e já aproveitei me livrei da calcinha também. Um trabalho a menos. Thay, sem aviso prévio, virou-se debaixo de mim, ficando de barriga para cima agora. Suas mãos percorriam a lateral de minhas pernas enquanto em seus olhos eu podia ver o desejo que havia dentro dela. Logo comecei a movimentar meu quadril, fazendo nossos sexos se roçarem – como era permitido -, enquanto uma mão minha massageava um seio dela. Levei essa mesma mão minha até seu colo, e por entre seus seios, a deslizei passando em sua pele a ponta de minhas unhas, até sua bexiga. Thay mais uma vez contraiu seu corpo e apertou com força minhas pernas. Inclinei meu corpo deixando meus lábios na altura de seus seios, em seguida os rocei de leve em um seio, mas mal encostando-os em sua pele. O ar quente que saía de minha boca acabou deixando seu bico mais enrijecido. Thay tentava a todo custo fazer com que eu mexesse mais meu quadril, mas para pirraçá-la, eu fiz o contrário e parei meus movimentos. Coloquei minha língua pra fora e comecei a massagear seu mamilo com certa força, arrancando um gemido meio abafado. Logo fui para seu outro bico e comecei a sugá-lo. Thay insatisfeita com minha demora, virou-se rapidamente comigo na cama, me deixando por baixo.
Roberta: Isso não vale, é trapaça! – Thay sorriu.
Thayane: Vou te mostrar como é bom ser provocada.
Roberta: Será que você consegue? – Sorri debochada.
Thayane: Daqui a pouco você me diz! – Me devolveu o sorriso debochado.
Thay pegou minha mão e a levou até entre suas pernas.
Thayane: Quer sentir como você me deixa? – Balancei minha cabeça em sinal positivo enquanto a encarava.
Ela encostou meus dedos em sua calcinha e eu a pude sentir bem molhada. Nesse momento senti também um frio na barriga e fiquei mais excitada do que eu já estava. Eu precisava, necessitava tocá-la pra valer, então tentei puxar sua calcinha para o lado, mas só tentei. Thay puxou minha mão rapidamente.
Thayane: Você já sentiu, agora apenas olhe. – A fitei sem entender.
Thay levou sua própria mão até sua intimidade e começou a massagear seu clitóris por cima da calcinha, enquanto eu observava cada movimento de seus dedos. Minha boca ficou seca e minha respiração ficou ofegante. Thay estava de olhos fechados, mordendo seu lábio inferior e deixando alguns gemidos escaparem enquanto dava prazer a si mesma. Agora era minha vez de apertar suas coxas com força.
Roberta: Tira sua calcinha! – A implorei.
Ela não fez como pedi e para meu desespero levou sua mão para dentro de sua calcinha e voltou a se tocar. Agora, pelo movimento de sua mão eu pude perceber que ela estava penetrando um dedo. Meu corpo já estava dando indícios de que eu não poderia aguentar essa tortura por muito tempo, então levei minhas mãos até sua calcinha e violentamente a puxei, rasgando-a e a jogando longe. Após me livrar da calcinha, afastei minhas pernas, levei minhas mãos até seu quadril e comecei a mexe-lo fazendo nossos sexos se roçarem com perfeição agora. Thay apenas apoiou suas mãos na cama e deu continuidade aos movimentos de seu quadril.
Roberta: Goza comigo hoje! – Apertei seu bumbum com força.
Thayane: Sorte a sua que eu já estava bastante excitada. – Sorri quase perdendo as forças.
Nós continuamos nossos movimentos, eu pressionava o quadril de Thay para baixo e ela aumentava o ritmo do mesmo. Nossos corpos já estavam suados e bastante ofegantes, em minutos eu gozei e Thay gozou logo em seguida, desabando sobre mim. Era ótimo senti-la desfalecida sobre mim.
O cansaço mais uma vez tomou conto de nós, nos enrolamos no lençol, nos abraçamos e logo em seguida o sono chegou, nos fazendo adormecer.
Final da narração de Roberta
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