Notas iniciais
Um a menos! Só faltam três e, depois desse, dois! Vamos lá!

Seiya - dexa eu!!! dexa eu!!!

Caramba! Td mundo jah lutou menos eu, seu machista!!!

Seiya - Ñ sou machista, protejo as mulheres ao último u.u

É... Enfim... Vc naum vai lutar! *pedala q deixa Seiya zonzo* Agora vamos ao capítulo! Boa leitura!

Alberich de Megres, estrela Delta:


Devo ter pegado o caminho mais longo, tinha muita neve e as árvores não tinham folhas. Senti um cosmo conhecido desaparecer, e depois outro. Corri o mais que pude. Que lugar foi aquele onde cheguei... Havia inúmeros cristais, grandes e pontiagudos, de uma transparência lilás. Dentro deles, esqueletos humanos, meus olhos não piscavam, e meu coração se apertou. \"Quem seria capaz de fazer isso?\" Com as pernas trêmulas, continuei andando, quando meus olhos fitam o que jamais esperaria, os cosmos que eu senti desaparecer...

- Marin, Seiya! O que aconteceu aqui? Seiya, fala comigo! Mais que droga é essa? ...Ah... Esse cosmo em batalha... Hyoga?

Saí em disparada na direção do cosmo de Hyoga, ele combatia com tudo o que tinha, mas parecia estar muito debilitado da luta anterior. O guerreiro usava algo que chamava de \"Unidade da Natureza\", a floresta ganhava vida e atacava o oponente, não havia como se defender. Quando Hyoga parecia não ter mais forças, o inimigo abre os braços, seu cosmo toma a cor das pedras que prendiam Marin e Seiya, era o \"Escudo Ametista\". Ele ia prender Hyoga também. Não pensei duas vezes, me atirei ao campo de batalha, e tirei meu amigo do rastro de poder da ametista, mas aquela pedra parecia ter paralisado minha perna por alguns segundos.

- Nala! Cuidado, Alberich prendeu Seiya e Marin no Escudo Ametista.

- Eu já sei, deixe que agora é minha vez de lutar!

- Hahaha! Uma garota? Isso vai ser fácil.

- Não tenha tanta certeza, Alberich. Escute, precisamos das safiras de Odin para libertar Hilda do poder de Nibelungo e fazê-la voltar ao normal...

- Que se dane! EU reunirei as safiras, derrotarei Hilda e reinarei!

- Como é, você está traindo seu país, sua princesa? Que tipo de homem é você?

- Hum... Eu sou o cérebro de Asgard, mas Hilda nunca apreciou meu dom por eu querer usá-lo em meu benefício e não para o bem do povo. Agora é minha vez de governar.

- Hilda tinha razão em não aceitar suas idéias. Eu não terei piedade!

- Hahaha! Você não pode me matar, se o fizer, Marin e Seiya jamais sairão da ametista, morreram lá.

- O que? Droga...

Ele tenta me atacar com o Escudo Ametista, mas eu já vira o golpe e consegui me esquivar. Vendo que não adiantaria usar esta técnica comigo, estando em boas condições físicas, Alberich apela para a \"Unidade da Natureza\". Eu não conseguia me defender ou me esquivar, e fui atirada ao chão com força. Hyoga tenta me ajudar.

- Nala! Para com isso... Eu lutarei com ele.

- Hyoga, você já lutou o bastante por hoje, e eu não fiz nada até agora, então sai da minha frente.

Seus olhos fitam assustados os meus, e eu abro um sorriso.

- Confie em mim, eu dou conta.

- Que tocante, os amiguinhos se protegendo. Vamos ver se dá conta disso pirralha. \"Unidade da Natureza\"

- Se afaste Hyoga!

Dei um salto mais alto como nunca tinha feito. Desfazendo-me da armadura e das sandálias, pus os pés no chão, fechei os olhos e respirei como sendo parte dos espíritos da natureza, como costumava fazer quando criança, nas florestas brasileiras, como os nativos me haviam ensinado. Como fizera antes com Spartan, Cavaleiro de prata, evoquei as energias da natureza, mas agora precisaria de mais do que antes. \"Terra, seja minha sustentação; Ar, dá-me velocidade; Luz, empresta-me tua energia!\" Numa onda, senti as forças da natureza tomarem conta de meu corpo, a \"Unidade da Natureza\" era inútil contra mim, minha velocidade era insuperável, os galhos não me alcançavam e também não escapavam de meus ataques. As acrobacias deixam Hyoga e Alberich boquiabertos.

Quando voltei novamente à terra firme, nenhuma folha atrevia-se a chegar perto de mim. A próxima etapa foi provocá-lo, com uma sobrancelha arqueada e um sorriso irônico. Ele teria de apelar para o \"Escudo Ametista\". Eu já tinha raciocinado, derrotá-lo não tiraria meus amigos da ametista, eu teria de destruí-la, o que só seria possível no momento em que o poder é liberado por Alberich. Era muito arriscado sem armadura, mas...

- Muito bem, você me tirou a paciência. Parece que só há um modo, e agora você está desgastada demais para escapar... \"ESCUDO AMETISTA!\"

Tomei posição para atacar, com o sorriso ainda mais satisfeito. \"Como um pato...\" Seu cosmo parecia me sugar para dentro dele, desfiz a resistência.

- Você perdeu Alberich. \"DENTES DE SABRE!\"

Houve um forte estalo da ametista se partindo, Alberich caiu derrotado, sem acreditar no que acontecera. Logo depois eu, do outro lado, senti a pele fria e paralisada por cristais daquela rocha lilás. Minhas pernas não tinham mais forças, só ouvi depois a voz de Hyoga me chamar.

- Nala! Nala você está bem? Responda, por favor!

- Estou bem, Hyoga... Obrigada.

- Que loucura, enfrentar um Guerreiro Deus sem armadura!

- Se é a única maneira... Vamos, temos que continuar.

- Foi impressionante...

Meu sorriso agora era envergonhado. \"Mesmo?\" – perguntei encabulada.

Ele me ajudou a levantar, seu sorriso era tão doce... Nossos olhares se cruzaram por alguns segundos, cheios de um brilho hipnotizador. Estávamos muito próximos... Meu coração disparado, o rosto corado e quente...

- Nala, Hyoga! O que aconteceu aqui?

- Seiya, você está bem! E Marin? – disse me afastando rapidamente de Hyoga, sentindo a face queimar mesmo no frio de Asgard.

Hyoga fixou o mais frio olhar em Seiya, capaz de congelar o sol, e pensei que ficaria preso novamente, dessa vez, num esquife. Mas ele nem percebeu...

- Ela mandou que continuássemos, mas que tivéssemos cuidado com Shido, não me perguntem por que... Que você tem Hyoga, parece um tomate de tão vermelho...

- Do que ta falando Seiya? Vamos logo que não temos tempo! – disse tentando disfarçar com uma falsa braveza, mas ficou ainda mais rubro.

Continuamos então nosso caminho, faltavam apenas duas safiras de Odin, tínhamos que ir rápido, pois aquela luta já durava quase metade do dia.

Continua...

Notas finais
Nala: AAAAAAAAAAHHHHHHHHHH! Droga! Seiya no BAKA!

Seiya: Q foi q eu fiz?

Shun: Como "Q foi q eu fiz?" Vc é tonto?

Ikki: E precisa perguntar o q tá na cara?

Seiya: Mas eu num fiz nada... T.T

Hyoga: Sem comentários... Eu devia ter mesmo te colocado num esquife...

Seiya: Pq? T.T

Shiryu: Nossa, mas q lerdo... ¬¬

Hyoga: Ah, esquece. Vc é muito burro p/ isso.

Seiya: Mas...

Nala: Ah! Chega. Vamos pro próximo Capítulo.

Hyoga: Ah... Espera aí, Nala... Eu... Espera.

Nala (sai)

Hyoga (olhar congelante p/ Seiya): Eu juro q te mato...

Seiya (sai correndo)

Shun, Shiryu e Ikki: Q medo... '~'