Notas iniciais
Mais três capítulos e acabamos c/ o segundo livro!!! Bem, depois de tanta luta no fundo do mar, temos de voltar ao santuário, antes q os dourados (um em expecial *olhando Milo andar de um aldo pro outro feito doido*) tenham um colápso nervoso XD Aí vai!!!

De Volta ao Santuário:


O sol volta a brilhar sobre a Terra, Julian fora deixado às margens do Egeu por Tetis, e ela desaparecera logo em seguida. Alguns que estavam na praia quando encontraram o jovem dizem ter visto o vulto de uma sereia no mar, mas a Grécia sempre foi cheia de lendas e mitos. Se bem que os Deuses também não passam de mitos, nos quais nem os que viram a sereia acreditam...

Dias depois Julian decidiria viajar pelo mundo, utilizando sua fortuna para ajudar as crianças que perderam os pais nas catástrofes. Um jovem vem até ele, tocando divinamente uma flauta, de um modo que o encanta.

- Eu sou Sorento, estudante de música. Soube de sua viagem e gostaria de acompanhá-lo. Sei que posso ser útil...

- Agradeço. Muitas crianças adorarão ouvir sua flauta.

- Mas diga... Por que abrir mão de sua fortuna nessa viagem de ajuda?

- Não sei ao certo, mas tenho a impressão de que devo fazer isso...

Julian não se lembraria nunca de sua relação com o espírito de Poseidon, mas Sorento jamais se esqueceria de seu papel como General Marina.

Mas isso seria dias depois. Do dia em que voltamos ao Santuário lembro-me de subir as escadas da casa de Áries, ainda vestindo a armadura dourada, e recebendo o sorriso de Mu ao me ouvir gritar ainda na frente do templo:

- Mu! Cadê meu irmão?

Meus olhos brilhavam de alegria e vontade de rever Milo, com um sorriso de criança no natal. Recebi de volta, não resposta de Mu, mas um abraço apertado de meu irmão, que esperava ansiosamente por minha volta.

- Nala... Tava tão preocupado!

- Haha, Milo, eu não via a hora de te ver...

- Aí... Fica bem nessa armadura!

Respondi com um leve ar envergonhado, levando as mãos atrás dos quadris e sorrindo levemente. Mas Aldebaran falou em seguida.

- E onde é que está o capacete?

Ao que levei a mão até a cabeça, me lembrando que ele tinha caído no combate. Passei a mão nervosamente pela nuca, estreitando o olhar como um garotinho que se vê encrencado quando faz algo errado.

- Xiiii...

- Hahaha, não se preocupe – retorna ele brincalhão – armaduras têm vontade própria, lembra? Assim como ela foi até você, a verá inteira em breve.

- Aaaah... Aldebaran... Não faz isso comigo!

Todos se deliciam em risadas, junto com Hyoga, Shiryu e Shun, que acabam de chegar. Seiya fora direto para o hospital, diziam os médicos ser seu melhor cliente. Mu ainda continua as brincadeiras, agora que a calma voltara.

- Mas tenho que admitir que só consegui segurar esse teimoso do seu irmão aqui depois que ele viu a armadura que saiu do templo de Peixes...

- Por que será? – diz Shaka, pela primeira vez em tom de brincadeira, pelo menos na nossa presença.

Naquela noite ficaríamos na vila do Santuário, Rodório, e só no dia seguinte voltaríamos para casa, no Japão.

Continua...

Notas finais
Prontinho!!! Mais um capítulo de encerramento, como os próximos q virão, mas tem um capitulozinho bem bonitinhu de sentimentos Enfim... Vamos continuar!!!