Notas iniciais
Mais um capítulo, mais e mais batalhas. Mas antes q o Dragão Marinho encontre seu adversário, vamos ver o q está acontecendo no templo de Poseidon!

Combate na sala do Imperador:


- Ouvi dizer que morrerão juntos? – indaga Poseidon calmamente – Pois bem... Matarei os quatro ao mesmo tempo para que a viagem ao mundo dos mortos não seja solitária para nenhum de vocês.

A rajada de energia que avança é a mesma que destruíra a armadura de Seiya, quase tão poderosa quanto as de ouro. Shiryu tenta detê-la com seu escudo, mas o gigantesco poder o destrói instantaneamente, junto com as armaduras do Dragão, do Cisne e do Tigre Dentes-de-Sabre. Nossas vidas seriam erradicadas, se o canto de Atena não detivesse o cosmo de Poseidon. O mesmo canto que salvara Shun foi também usado para impedir nossa morte. O jovem Deus finalmente se levanta de seu trono, mirando o Pilar principal. \"Pensei ter ouvido o canto de Atena\" – pensava.

- Você ainda não morreu, Atena? ... Mas continue, ore até o fim pelos humanos da Terra e pelos seus Cavaleiros que tentaram salvá-la com suas vidas. E morra em paz...

Mas estávamos ainda vivos, estávamos mais uma vez de pé, diante do Deus, prontos para lutar até o fim. Seiya incita o Deus a sair do caminho, como se seu pequeno discurso de não desistência fosse intimidar o Senhor dos Mares, mas era antes disso uma mostra de nossa autoconfiança. Mais uma vez Poseidon tenta transformar em pó cada um de nós, mas um forte brilho dourado toma conta do salão, ofuscando nossas vistas.

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Em seu pilar Kanon ainda se atenta para o possível invasor que ainda não se apresentou, quando sente um estranho e poderoso cosmo no templo de Poseidon. A perturbação do General Marina é facilmente perceptível.

- Incrível! Um gigantesco cosmo acaba de descer sobre o templo de Poseidon! A presença dos Cavaleiros de Bronze não é nada perto desta energia... É o cosmo de um Cavaleiro de ouro!

Kanon está suando frio, um temor horrível parece surgir dentro de si.

- Droga, se continuarem atacando Poseidon, o pior pode acontecer... E eu estou preso aqui. De quem será esse cosmo descomunal que sinto no templo? Não vi ninguém entrar lá!

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O terrível cosmo que sentira Kanon, a mesma energia estranha que sentira também Sorento enquanto combatia Shun, era daquele que desobedecera as ordens do Mestre Ancião e guiara sua armadura até o Mediterrâneo, Aiolos, considerado entre os Cavaleiros dourados o mais poderoso guerreiro que já pisou no Santuário. A armadura de Sagitário surge diante de nós, protegendo-nos do poder de Poseidon. Logo em seguida, se divide e veste Seiya para que ele possa combater o inimigo.

- Poseidon, saia da minha frente, ou traspassarei seu coração com esta flecha! – diz Seiya, tirando o arco e a flecha embutidos na armadura e esticando ao último a corda, apontando diretamente para o Deus.

Ele continua estático, com ar calmo como sempre. Sem ao menos olhar o Cavaleiro de frente desafia-o a liberar a flecha.

- Assim como seus meteoros, esta flecha voltará contra você, e atingirá seu coração ao invés do meu. Se duvida, atire...

Um forte estrondo ecoa de longe, o sexto presenciado durante aquela batalha, vindo do Atlântico Sul. Não sabíamos ainda se era Shun ou Ikki, mas o importante é que nos aproximávamos mais de pôr fim àquela guerra.

- Parece que o sexto pilar foi destruído, Poseidon, suas ambições chegarão ao fim. Pela última vez, saia da minha frente.

- Vou dizer mais uma vez, Pégaso, atire, e será você mesmo atingido.

- É o que vamos ver!

O cosmo de Seiya se eleva e a flecha é liberada, mas pára a poucos centímetros de Poseidon, que mantém um sorriso calmo. Ela gira no ar com o poder do Deus e volta com toda a velocidade de antes, atingindo diretamente o coração do Cavaleiro.

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O cosmo da investida contra o Deus chega até Kanon, que está cada vez mais apreensivo com os ataques. \"Impossível! Eles não podem despertar a ira de Poseidon!\" – dizia e, sem perceber que falava em voz alta, continuou seu monólogo:

- Se continuarem ameaçando-o desta forma, o verdadeiro Poseidon poderá despertar... Se isso acontecer, vai ocasionar algo muito pior que a destruição da Terra! Minha missão será esmagada...

- Ora...! Parece que ouvi uma informação bastante preciosa. – exclama uma voz já conhecida.

O dono do cosmo que tanto perturbava e prendia Kanon em seu pilar finalmente se desvenda, envolto numa energia de fogo vivo e ameaçador.

- Diga ao que está se referindo, do que até os Marinas têm medo, seja você o Dragão Marinho ou Kanon de Gêmeos.

- Então o poderoso cosmo que eu sentia era o seu...

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Ao ver a queda de Seiya, pensávamos todos que estava morto, mas ele logo se levantou, como sempre, arrancando a flecha de seu peito e puxando novamente a corda com ela entre os dedos. A flecha penetrara apenas alguns milímetros na armadura, mas agora que estava rachada, era bem provável que, numa segunda tentativa, atingisse seu coração.

- Idiota! Você vai cometer o mesmo erro duas vezes?

- Eu sou cabeça dura! – rebateu Seiya, e essa era a maior verdade que o garoto poderia dizer.

Ele faz a segunda tentativa, na esperança de atingir o próximo golpe, mas o efeito é o mesmo. Desesperada ao ver a flecha voltar novamente na direção de Seiya, Shina se atira no meio do caminho. Ela é atingida nas costas, e Pégaso se surpreende com o ato da Amazona.

- Shina... Por que? Por que sempre me protege?

Não há resposta, ela leva a mão para arrancar a arma de suas costas.

- Não, Shina, assim você abrirá mais o ferimento...

- Essa flecha é a nossa chance de vencermos. Atire, e se ela voltar novamente, eu servirei de escudo.

Ao meu lado Hyoga parece surpreso e confuso. \"Por que ela faz isso?\" O ouvi resmungar.

- É mais simples do que imagina, Hyoga, mas ao mesmo tempo, mais complicado que qualquer outra coisa...

- ... – permaneceu mudo, com o olhar cheio de curiosidade para mim.

Mais uma vez o arco foi armado, e mais uma vez Poseidon o ironizou, agora o acusando de permitir que, desta vez, sua amiga morresse. Mas ele não via outra saída e voltou a disparar. Pela terceira vez ela voltou, mas a Amazona foi puxada para traz pelo Cavaleiro, que deu as costas em seu lugar.

- Obrigado, Shina... Mas não posso usar uma mulher como escudo.

Mas o atingido foi Shiryu, saindo de onde estava sem que percebêssemos.

- Shiryu?

- Você tem, razão Seiya, por isso, eu servirei de escudo desta vez.

- Está certo... – disse Hyoga, ficando ao lado do Dragão.

Um anel de gelo me prendia onde estava, de uma forma que eu não podia me mexer. \"Mas o que... Hyoga...\" – disse, estreitando o olhar descontente. Shun acaba de chegar, vira pouco, mas o suficiente para entender o que acontecia e tomar seu lugar ao lado dos outros. Mais um tiro, e Poseidon utiliza-se novamente de seu poder. Desta vez, porém, não é capaz de manipular a seta, guiada pelos cosmos de todos os Cavaleiros ali presentes. Foi o máximo no que consegui contribuir. O soberano foi atingido em seu elmo, que voou longe, enquanto um fio de sangue escorria-lhe pelo rosto.

Estava parado, como que em transe, a mão foi-lhe ao rosto de forma inconsciente, baixando logo depois. Mantendo a cabeça baixa, deu a chance para que pudéssemos pensar em seguir rumo ao Pilar Principal. Meus passos se aproximam lentos, quando Hyoga se vira para mim, seus olhos tinham um leve brilho ao me ver, mas eu estava irritada demais para me preocupar com isso...

Paff... – seus olhos se encheram de surpresa, sem poder piscar e as marcas dos dedos se evidenciaram, vermelhas na face tão alva do Siberiano.

- Pare de me poupar enquanto você se joga no meio do fogo cruzado!

- E... Eu...

Os outros estavam preocupados demais em observar as reações do imperador para perceberem minha pequena explosão. \"Agora podemos passar, vamos!\" Disseram finalmente, iniciando a corrida. Desviei meu olhar neste instante e corri junto dos demais, enquanto Hyoga só resolveu nos seguir após um breve segundo de pensamentos perdidos no vazio.

\"Onde estou...? O que faço aqui...? Eu estava na minha festa de 16 anos. Uma garota chamada Tetis me trouxe aqui e me fez vestir esta roupa estranha, parece uma armadura... Não me lembro de mais nada... O que estou fazendo aqui? Quem sou eu?\" Tinha os pensamentos perturbados, entre o eu Julian Solo e o eu Poseidon, que parecia dormir dentro dele. \"Quem... Quem sou eu? Parece que dormi... Por um bom tempo. Afinal... Quem sou eu?\"

Os Cavaleiros passam por ele, completamente parado, como se nada mais fosse do que uma estátua. Já estávamos atrás do templo, depois da escada, correndo em direção ao pilar. \"Ah... agora me lembro... Despertei de um sono profundo para purificar o mundo... Eu sou um Deus! Eu sou Poseidon, imperador dos Sete Mares!\".

Continua...

Notas finais
Bom... Agora a coisa tah cada vez mais perto de um desfecho. Vamos ao próximo capítulo e finalmente veremos a batalha no último pílar!

Hyoga - Espera ai!!! Pq me bateu???

Pq vc acha? Eu sou uma Amazona tanto qto vc é Cavaleiro. Muito legal, vc morre e eu fico viva pq ñ fiz nada p/ ajudar!

Hyoga - Mas... Eu... Quer dizer... Ñ queria q vc... Se machucasse ainda mais e... Bem... Eu...

Ah, claro! Pq eu quero muito q vc se machuque, rasgue a pálpebra, se mutile, sangre até murchar ou morra!!! ò.ó

Hyoga - Mas... Eu... Eu...

Shun - Gnt... Naum precisam brigar tanto se um só quer o bem do outro, né? 0

Eu... Ai, q ódio! Tb posso fazer minha parte, naum preciso ser poupada de nada como se eu fosse mais fraca!

Hyoga - Mas naum é nada disso!!! >_<

Shun - É melhor deixar Nala se acalmar *me dando chá de erva cidreira* Bom, gnt, vamos p/ o próximo capítulo