Notas iniciais
Vamos ao último capítulo da saga de Asgard. Mas naum esqueçam, Poseidon é nesse mesmo livro xD

Enfim... Vamos nos lembra de como foi o fim da história. Pena q dessa vez naum pude evitar a puxassão de sardinha pro lado da mula manca aqui... *aponta Seiya ainda em coma e babando*

O fim da maldição de Nibelungo:


Seiya está com as safiras em suas mãos, eu e os outros rapazes estamos caídos. O Cavaleiro tenta ir até a estátua, mas Hilda lança um raio sobre ele. Seu cetro tem a forma de um tridente, com a ponta central bem maior que as outras duas, de onde saem os raios que atingem Seiya. Os golpes são lançados em série, e Pégaso já está exausto. Seus amigos se põem diante de Hilda para protegê-lo, e permitir que ele chegue à estátua do Deus. Shiryu e Shun são os primeiros a serem derrubados, Ikki cai em seguida, quando se põe na frente do cetro lançado na direção de Seiya. Mesmo sem seu tridente, Hilda ainda possui o poder do anel em seu dedo, quando tenta usá-lo pela primeira vez, Hyoga se coloca no caminho, com o raio indo em sua direção...

- HYOGA! – o grito foi involuntário, fui atingida em cheio pelo golpe, caindo em cima de Hyoga, os dois desmaiados com o impacto.

Seiya pedia desesperadamente pela espada Balmung, aos pés da estátua, sem, porém, obter resposta alguma. O segundo ataque atingiu seu alvo, e Seiya despencou no precipício. Ele já quase não tinha forças, mas uma voz lhe trouxe de volta à realidade. Era o espírito de Saga, que censurava o Cavaleiro por estar à beira da desistência. \"O que pensa que está fazendo, Seiya, vai desistir agora? Levante e lute como um Cavaleiro de verdade!\" Depois dessa, Seiya não podia se deixar vencer, uniu todas as forças e subiu a parede. Hilda estava confiante de que seria impossível o Cavaleiro conseguir a espada, afinal, como dissera Sorento, minutos atrás, mesmo Odin, Deus nórdico supremo, era submisso a Poseidon. O Cavaleiro é novamente atirado ao precipício.

Mas como em resposta às crenças de Hilda, um cosmo se acende fazendo tomarem vida as sete safiras dos Guerreiros Deuses, que vão se encaixar no cinturão de Odin, na forma da ursa maior. As rochas se abrem aos pés da estátua, de onde surge a lendária armadura que Odin vestia na era mitológica. Ela está envolta pelo cosmo do Deus, se separa em inúmeras partes e se monta novamente no corpo de Seiya. Munido da espada Balmung contida na armadura, Seiya revive em cosmo e finalmente volta à batalha, mas hesita ao se ver prestes a golpear Hilda, temendo feri-la mortalmente, e ser responsável, não só pela morte de uma pessoa inocente, mas também pela completa destruição de Asgard, que estaria em ruínas sem o cosmo de sua princesa.

Mais uma vez, Seiya é atingido pelo poder do anel, e cai. Ele não sabia o que fazer naquela situação. Mas o cosmo de Odin brilha através da espada, pedindo sua confiança, e que Pégaso cumpra sua missão de desfazer o feitiço do anel, trazendo a representante do Deus de volta a si. Seiya o faz, se levanta novamente e, desta vez, atinge o anel de Nibelungo com a espada Balmung, partindo-o em dois. As partes do anel caem no chão e se desfazem em cinzas.

Hilda está caída, Seiya vê o sangue fluir de seu corpo, e acredita tê-la matado. Suas mãos tremem, os olhos se enchem de lágrimas. Culpando-se de ter falhado em sua missão, o Cavaleiro cai de joelhos, apoiando-se com as mãos no chão, e põe-se a chorar, um choro de culpa.

Hyoga acorda, apóia minha cabeça em seu braço: \"Nala... Nala, pode me ouvir?\". Com dificuldade, abro os olhos, meu amigo parece preocupado.

- Hyoga, você está bem... Que bom...

- Do que está falando? Devia estar preocupada com você! Porque fez aquilo? Podia ter morrido...

Eu não respondo, passo os braços em volta de sua cintura, abraçando-o, feliz por vê-lo bem no fim de uma batalha tão dura.

- Na... Nala...? – Ele parece confuso, e seu rosto toma a cor do fogo, mas não demorou em corresponder ao meu ato.

Um cosmo ressurge no corpo de Hilda, e ela se levanta, voltamos nossa atenção a ela, temendo que ainda estivesse possuída. Mas ela passa por nós, indo até em frente à estátua de Odin, onde a armadura retomara sua forma original. Dela retira a espada, com as mãos em seu corte, fazendo correr seu próprio sangue. Com lágrimas nos olhos, arrepende-se de seus atos até então, lamentando-se pela morte dos Guerreiros Deuses naquela batalha sem sentido, e com seu cosmo, trás de volta tudo o que havia se destruído em Asgard.

Enquanto estava sob o poder do anel, o verdadeiro espírito de Hilda podia ver tudo o que acontecia, todas as suas atitudes malignas, e isso a fez sofrer ainda mais, vendo que ela mesma mandara seus fieis guerreiros para a morte, causara a ruína de seu país tão querido e tentara derrotar Atena por ambições fúteis.

Com tudo finalmente acabado, voltamos eu, Hyoga, Seiya, Shiryu, Shun, Ikki, Marin e Shina para onde Saori ficara impedindo que o gelo de Asgard derretesse. Hyoga, ao meu lado, dava-me apoio para que conseguisse andar. De um jeito que não conseguia entender, sentia-me bem ao seu lado.

Chegamos ao local onde Saori estava. Agora que tudo terminara e o cosmo de Hilda voltara a queimar trazendo de volta a Asgard de antes, Atena nos esperava com um feliz sorriso. Pensamos que estaria tudo bem agora, mas nos enganamos. Uma enorme onda surge por detrás da Deusa, e estoura sobre o lugar onde ela estava, carregando-a consigo para o fundo do mar.

A água chegou até nós, nos degraus, e nos encharcou. Quando o mar voltou ao nível normal constatamos, sem reação, o desaparecimento de Saori. Tínhamos mais um desafio pela frente, e sabíamos que era contra Poseidon, Deus dos mares. Restava apenas saber como chegar aos seus domínios. Dessa vez não teríamos período de descanso, o que exigiria muito mais de todos nós.

Continua...

Notas finais
Asgard chegou ao fim, mas ñ a batalha. O verdadeiro inimigo mostra suas presas. E agora, como encontraremos Saori?

Seiya: Nossa, qto suspense =P

Posso saber o q vc tá fazendo aki? Devia tá em coma ¬¬

Seiya: Ué... Mas eu tb faço parte da história...

Mas eu ainda tô brava c/ vc!

Seiya: Mas...

Shiryu: Dá o fora antes q ela crave as garras em vc...

Seiya (abaixa a cabeça e sai).

Shun (terminando de ler o capítulo): Amigo... Amigo... Q negócio é esse heim?

Heim? Onde?

Shun: Aki, ó. Vc vive chamando o Hyoga de amigo...

E ñ é...?

Shun: Sei... Pq mesmo q vc tava brava c/ o Seiya?

Hã? Er... O q? Eu... Aliás... Kd o Hyoga?

Ikki: Foi beber água. Acho q tá c/ vergonha XD

De q...?

Shiryu: Tá desconversando de propósito? XD

Do q vcs tão falando?

Shun: Naaaaaada... =P

Ah! Eu tava brava c/ o Seiya pq ele me deu um baita susto qdo chegô do nada lá na mata de Asgard. E o Hyoga eu chamo de amigo pq ele é... E... E... Só isso.

Shiryu: Sei... E akele abraço...? =D

Nala: ... (vermelha q nem um pimentão)... Num posso mais abraçar um amigo?

Shun, Shiryu e Ikki (se olham e riem): Claaaaaaro... =P

Vamo logo em frente antes q eu mate alguém ¬¬