Além Da Vida.

1 Capítulo 1


Notas iniciais
♔ Bom Aqui está... Se estiver algo errado me avisem eu irei concertar, aceito Elogios e também aceitarei criticas construtivas, Boa Leitura Divinhas ;**

♔ Capitulo Um ♔

"Feche os olhos e finja que é só um sonho ruim, é assim que eu faço."

— Capitao Jack Sparrow.

Era para ser mais um dia normal da vida da jovem Hayley, ela havia levantado sedo arrumando suas coisas e havia ido para seu trabalho, a mesma trabalhava como atendente na emergência de um dos hospitais mais conhecidos de Londres, Hayley tem 19 anos trabalha e faz faculdade de medicina à noite... Seu dia já havia começado corrido, as coisas estavam ocorrendo normalmente ela saiu de casa passou pela padaria para tomar seu café deu quase seu pão todo a um cãozinho na rua, no caminho passou pela praça onde os idosos se reunião para jogar xadrez ou apenas apreciar o calor do sol nas manhãs de sexta... Ela puxou o cachecol de uma das senhoras logo depositante um beijo em sua bochecha e devolveu o cachecol, os idosos já estavam acostumados com a presença da jovem ali, nos finais de semana ela ficava com eles conversando e até mesmo jogando, mesmo ela sendo péssima em xadrez... A típica jovem que não é odiada por ninguém de certa forma, órfã desde os três anos de idade não sabe quem foram seus pais não sabe do que eles morreram, não sabe absolutamente nada sobre suas origens, a mesma viveu sua infância toda em um orfanato onde aprendeu a tocar piano, e descobriu o belo dom que lhe foi dado, sua voz é simplesmente magnifica. E também sua sensibilidade de saber compor, mas ela carrega o sonho de ser medica, não cantora, mas nos poucos momentos que tem entre o trabalho e a faculdade ela canta para si mesma em seu apartamento... Depois de percorrer sua trajetória diária ela chegou a seu trabalho, colocou o uniforme, amarou o cabelo, olhou-se no espelho por mais uma vez e foi assumir seu posto com os telefones... Passou o dia todo fazendo o mesmo, atendendo os telefonemas de emergência registrando os ocorridos e mandando as ambulâncias irem de encontro às vitimas, e como havia vitimas. Pessoas esfaqueadas, queimadas, acidentadas e até mesmo já mortas... O horário dela no trabalho já estava acabando 23h 45min Hayley já estava cansada e também já havia perdido a hora da faculdade, estava feliz que estava perto de ir embora... Mas sua alegria foi frustrada a moça que ficaria em seu lugar passou mau e então pediram para Hayley ficar no seu lugar de serão... Hayley não teve como recusar, apenas pegou um copo com café e voltou a se sentar... O Hospital começou a ficar vazio e os telefones já não tacavam tanto, 00h 01min já não havia quase ninguém no hospital alguns médicos em seus serões, os seguranças e Hayley sentada em sua cadeira esperando os telefones tacarem, já havia tomado uns cinco copos de café tudo para tapear o sono... 01h 05min, Tudo estava normal até que o telefone tocou...

_Alô, Qual é a emergência? ---Perguntou Hayley...

_Houve um suicídio. ---Disse o rapaz em pranto do outro lado da linha.

_Quem é a Vitima? ---Perguntou Hayley.

_Eu. ---O Rapaz respondeu e seu choro foi possível ouvir do outro lado da linha, logo depois um completo silencio tomou conta da linha, e Hayley sentiu o coração palpitar fracamente como se fosse parar.

_Senhor. ---chamou ela. _Senhor?! Por favor, me responda. ---pediu ela tentando parecer calma... Segundos de silêncios depois.

_Ainda estou aqui. ---disse ele. _Não sei se por muito tempo. ---completou.

_Olha, quer conversar comigo? ---ela não sabia oque fazer então optou por distrair ele... Mais em sua cabeça estava à pergunta; --E se não der certo? Para ela não existia a frase “--Eu tentei”.

_Não sei, eu já não sei de mais nada, estou farto, Estou farto de pessoas ridículas me dizendo oque fazer, de pessoas fingindo se importar de tudo, estou tão cheio de viver a cada dia as coisas só parecem piorar cada vez mais... --- Ele pausou. Hayley achou melhor não o interromper seria bom para o mesmo dizer tudo que estava o afligindo. _É tão difícil dormir, enquanto a minha mente está em guerra, É tão difícil falar ou sorrir enquanto os olhos estão transbordando de lágrimas, É tão difícil respirar enquanto o coração está apertado de magoas, malditas, malditas magoas. ---Ele chorava, seu desespero comoveu a jovem Hayley, que sentiu lágrimas formaram-se em seus olhos.

_É difícil, A vida é difícil e isso é fato todos um dia até mesmo a pior pessoa aquela com o coração mais sujo, ou até mesmo aquela pessoa com o coração mais puro já parou para pensar e se questionar, Sou um monstro ou isto é ser um ser humano?! Não há perfeição, não há. As coisas são difíceis eu sei, mas, por favor, eu lhe peço, não, não tire sua vida. ---Disse Hayley, por alguma ajuda divina, só podia ser, pois os telefones não tacavam mais, ela estava dando atenção ao rapaz... Ele suspirou do outro lado da linha.

_É fácil dizer, quando não é você quem vive oque eu vivo. --- murmurou ele.

_Eu já vivi muita coisa nessa vida, caro rapaz, mas mesmo assim sempre desviei meus pensamentos, quando a única solução que eu via em minha frente era o suicídio. Agora me diga a algo em sua vida que você realmente ama? ---perguntou ela, ignorando a parte dele ter lhe dito que não há como julgar uma dor que nunca sentiu, mau sabe ele que, sim, Hayley já sentiu muitas dores semelhantes à dele.

_Sim... ---pausou, fungando. _Minha irmã... Mais nem ela eu posso ter por perto. Sou um fracasso, nem minha irmã pode está comigo. ---disse ele.

_E onde ela está? ---perguntou Hayley.

_Ela está... Está em um orfanato eu fiz maior idade e como ela é muito mais nova não pode sair, e Droga, eu nem posso pedir para ficar com ela como um responsável eles não confiam em mim, sou só mais um... Mais um... Esquece. --- retrucou ele, Hayley achou uma grande conhecidencia ele também ter sido criado em um orfanato, mas oque ele é, que não conseguiu terminar, ou melhor, não quis terminar.

_Então, pense se você a ama não a quer deixar sozinha nesse mundo, não pense em fazer qualquer besteira, assim como você vai se matar estará matando parte de sua irmã também, e não a deixe crescer achando que não há ninguém com ela nesse mundo. ---Disse ela lembrando-se de que como foi difícil crescer assim, sem ninguém a mercê da sorte e da solidão.

_Obrigado... ---sussurrou ele. Surpreendendo a moça.

_Não há de que... Posso lhe fazer um pedido? ---perguntou ela.

_Sim. ---novamente sussurrou ele.

_Posso lhe conhecer pessoalmente? ---Pediu.

_Hãn, Hum, Sim. ---disse ele com um tom de voz confuso, mais Hayley podia perceber que não havia mais choro em seu tom de voz, ela queria ter certeza que ele não desistiria da vida.

_Posso lhe encontra na Praça forks, conhece? ---perguntou ela.

_Sim, conheço moro perto dela, umas três quadras apenas. ---respondeu ele, Hayley não havia percebido mais já havia amanhecido e alguns médicos e pacientes já estavam chegando.

_Me encontra lá às 09h hoje, estarei com uma blusa com listas horizontais, preta e branca. ---disse ela. Pegando alguns papeis para fazer o registro dos pacientes que estavam chegando.

_Está bem... Irei sim. ---pausou ele, o mesmo não entendia será que ela era louca de se encontrar com um estranho suicida? _Mais, qual é o seu nome mesmo? ---perguntou ele.

_Hayley. ---ela respondeu com dificuldade, tentando equilibrar o telefone enquanto fazia as fichas. _E o seu? ---perguntou.

_Nathaniel. ---respondeu ele, engraçado esse nome não era estranho para ela... _Me desculpe ter lhe atrapalhado, obrigado, te deixarei trabalhar em paz agora. ---disse ele.

_Não... Você não me atrapalhou... --- [tu, tu, tu, tu...] Ele já havia desligado... Nem ela sabia explicar para si mesma o por que de querer conhece-lo, a mesma havia se pergunta, 'será que estou louca de me encontrar com ele?!' ela não obteve respostas... Ela então, pois o telefone no gancho e foi dar atenção para os pacientes, à mesma estava acabada com sono, e seu estomago ardia de tanto café que havia enjerido...

Nathaniel, é o típico menino revoltado, órfã, sua única família é sua irmã Sofia, ele não pode ser o responsável dela, pois tem uma longa ficha de irregularidades já foi pego pixando murros, participando de rachas com carros roubados, e o pior já foi pego com drogas pesadas. Por isso o orfanato não deixaria sua irmã ir viver com ele... Um rapaz confuso que já tentou desistir da vida por varias vezes, mas sempre algo acontecia, dessa vez ele já estava decidido, ele levantou de manhã foi visitar a sua irmã, a única pessoa que ele ama, O rapaz de sorriso inocente mais com a alma envelhecida pelas magoas acumuladas que ele tem pela vida. Ele passou em uma farmácia falsificou uma receita e comprou seis vidros de remédios; três eram calmantes muito fortes, os outros três eram remédios para o coração, mais o mesmo não tinhas nenhum problema de coração, era essa a intensão, causar um ataque cardíaco... Ele estava decidido a livrar-se do peso que era viver... Mais algo o levou a discar o numero da emergência nem ele sabia o porquê, talvez fosse a Vida, lhe dando uma segunda chance?! Não, a vida já havia lhe dando milhares de chances, mas ele estava tão cego pelo sofrimento, que não foi capaz de ver...

Notas finais
ÉH Isso Aê, então gostaram? Mereço comentários? Hm... Pf Comentem! ;** Beijinhos estaladinhos na bochechas das divinhas... Ps: Dreams! ♔ Mudarei a capa em alguns dia ;) ♔ Xoxo ♔
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.