Alysons Shadow Of Darkness
2 O encontro - Capítulo 2
O silencio tomou conta da pequena casa de madeira perto do riacho, novamente não se ouvia nada somente os barulhos de vento dançando entre as folhas das árvores , a correnteza da agua esbarrando e passando do lado das pedras. Foram as ultimas coisas que Alyson ouvira antes de desmaiar.
Um único brilho dentro do cómodo era o leve raio de sol da madrugada que entrava pela janela tão suavemente encostando no rosto pálido, angelical porem um pouco sujo de sangue da criança deitada no cama em um quarto branco, tão simples, grande e parecia um tanto limpo. Um novo barulho a chamou atenção obrigando-a a abrir os seus olhos,
so que nao com muita presa, na primeira vez que Alyson abriu os seus olhos tudo estava embaçado não dava para distinguir o que era o que, fechando os olhos levemente e tentando novamente dessa vez a visão foi mais claro e assustadora –‘’ Onde estou ? ‘’ – sussurrou levemente mais sem força não teve muito sucesso, os seus lábios apenas se mexeram,novamente o barulho da maquina, um apito alto chamou-a atenção, os seus olhos vagaram pelo quarto ate achar do seu lado uma maquina com um raiozinho subindo e descendo vermelho, os seus olhos seguiram um fio que se encontrava conectado com o seu corpo, a sua mão deslizou pela sua pele ate chegar no inicio do fio do aparelho quando alguém a pegou pelo pulso, deixando-a dar um salto de susto;
– Não pode tirar isso pequena –uma voz grave, caloroso e protector sussurrou praticamente ao soltar o pulso da Alys e ir para os seus cabelos de cachos perfeitos um pouco bagunçado, onde sua mão percorreu ate chegar nas pontas dos cabelos da criança– On-nde estou ? – gaguejou a mesma no inicio da sua fala,o som de sinos da sua voz saiu fraco, quase sem forças e em um sussurro mais baixo do que o normal, mais depois que ela olhou melhor para o quarto e o local for a da janela, Alyson já tinha percebido onde estava. O hospital. Então ela tentou juntar mais forças para poder trocar a sua pergunta – Onde esta o meu papai ? – o homem lançou um olhar para o outro lado do quarto depois voltando os seus olhos para o rosto da pequena Alys que tentava se levantar para sentar e ver onde o seu pai se encontrava, o menino deslizou o seu braço pelas costas da Alys a ajudando se sentar, ele flexionou os seus joelhos se abaixando da altura da cama e apontou para atrás da Cortina, Alyson seguiu o seu dedo porem não se agradou com o que viu, ela queria ver o seu pai, não a cortina onde ele se encontrava atrás, quando virou o rosto para encarar o medico, ela ficou paralisada como se levasse outro susto–‘’ Eu conheço esse rosto,essa pele Moreno, esse cabelo preto e curto, mas onde ? porque ? ‘’ – Alyson pensava enquanto abriu a boca para falar, tirar essas duvidas mais ela balançou a cabeça clareando a sua mente – ‘’se concentre. O papai’’– pensou novamente ao voltar encarar o medico jovem – onde esta meu pai ? quero o ver !
o mesmo balançou a sua cabeça em um sinal positivo enquanto desconectava o aparelho da mesma e a colocava no chão, ele a segurou como se estivesse preparado para a pegar se caísse enquanto guiava-a ate o final do quarto. A mão Moreno do medico pegou a cortina e o puxou para o lado abrindo caminho, visão da sena do Caleb; maquinas por toda parte, um monte de fios conectado contra o seus braços, peito.
O medico tentou ler a expressão do rosto da mesma mais não conseguiu, o mesmo novamente se abaixou ficando de joelhos no frente da Alyson se aproximou do seu ouvido – O Sr Caleb esta muito dodoi no momento e precisa descansar, se quiser pode sentar naquela cadeira…– ele parou a sua fala e apontou para uma cadeira do outro lado da cama perto da janela depois continuou – …apenas fica quietinha para o seu pai conseguir dormir, se precisar de algumas coisa Alyson apenas fala para a enfermeira que você quer falar com o medico Alex –
Ela caminhou devagar e deu um pequeno pulo para conseguir subir na cadeira um pouco alto, quando se virou o rosto de Alyson parecia de dor como se estivesse sofrendo com o que pensava e pelo jeito que ela abriu um pouco a boca e o medico na hora soube que ela iria o perguntar mais coisas, ele colocou as mãos nos joelhos da mesma e se ajoelhou novamente esperando a sua pergunta;
–A minha …Minha ma-ma-mae…– ela parou a sua frase, respirando fundo para poder continuar, ela estava se lembrando do corpo sem batimento cardíaco da sua mãe no chão – … Ela esta bem ? – Alex suspirou antes de responder desviando o olhar da criança com medo da resposta, ele buscou as palavras mais apropriadas para a disser o que aconteceu – A Sra Christyne esta em um lugar melhor…– Alyson olhou para baixo deixando o seu cabelo caíram sobre o seu rosto tampando a sua face mais a sua respiração acelerou assim o Alex soube que ela estava segurando o choro, que a Alyson não queria que ninguém soube-se que ela estava triste.
Alys tirou algumas mecha do seu cabelos para poder ver de onde veio o apito alto novamente,o medico levantou e pegou do seu bolso um pequeno aparelho – terei que ir atender um paciente, lembra-se se precisar de algumas coisa só pedir para o Alex – a cabeça da Alys suavemente se moveu para cima e para baixo concordando, a pequena Alyson se virou ficando de costas para o quarto e de joelhos para poder olhar pela janela,o calor do seu hálito bateu contra o vidro o embaçando e ela encostou a ponta do dedo na janela, desenhando uma carinha feliz enquanto sussurrava baixinho para si mesma:
–Vai dar tudo certo, tudo vai ficar O.K. – ela ficou olhando pela janela para o desenho mais algo atrás dele a chamou a atenção, um rapaz parado do lado de fora olhando para a janela que Alys se encontrava, o reconhecendo, rapidamente Alyson abaixo escondendo se atrás da parte de traz da costa da cadeira, a pequena criou coragem de olhar novamente mais dessa vez não tinha ninguém mais lá fora,porem ao olhar novamente para o seu desenho um dos olhos tinha uma gota de agua saindo descendo como se o desenho esteve chorando e no canto da boca duas gotas um de cada lado desceu formando uma carinha triste, isso não era normal, como uma coisa conseguiria fazer isso sozinho, um arrepio desceu a coluna da Alyson ela não entendia, talvez a sua mente estivesse brincando com ela, porque o responsável pela morte da sua mãe, a soltaria e voltaria depois para o hospital, um apito alto a fez dar um pulo novamente de susto – Que Droga! –pronunciou meio alto enquanto se encontrava virada novamente para a cama do seu pai.O Caleb tinha acordado por isso a maquina apitou novamente, um sorriso enorme apareceu no rosto da pequena enquanto ela se levantava para ir perto da cama, ela sentiu uns braços deslizarem por baixo do seu braço e a colocar na cama do pai, quando olhou para traz viu o Alex parado do seu lado – se pode falar com seu pai pequena, apenas fale devagar e não o conte muita coisa agora, ele não aguentaria nesse momento– Ela balançou a cabeça em sinal de sim e um sorriso esboçou entre os seus lábios ao olhar para o rosto do seu pai, a sua pequena mão fez carinho na bochecha do mesmo fazendo-o olhar para ela e foi com sucesso, os olhos do Caleb se encontraram com a da Alyson rapidamente e ele sorriu de leve, Alys teve cuidado de onde passava a mão no rosto do seu pai pois ele estava cheio de pontos pelo rosto, ela conseguia perfeitamente passar os seus pequenos dedos por perto sem encostar nos machucados do seu pai, Caleb se esforçava para falar mais não conseguia direito, dava para ouvir um resmungo mais não identificar as palavras pronunciava:
– Se esta bem papis ? – sussurrou Alyson com a voz de sinos dela, um tanto docile carinhosa, o seu medo era causar o pai mais dor se falar agora sobre a morte da mãe então a mesma deixou aquilo de lado por enquanto tentando puxar um assunto que o destraise sobre essas coisas:
– To bem agora minha princesa, e… você esta bem ? – o tom do seu rosto dava para notar que ele estava preocupado, ele não tentava esconder, os seus olhos pretos fuzilavam o pequeno corpo de sua filha cada centímetro buscando qualquer arranho na pele pálida e frágil dela, ela sorriu balançando a cabeça em sinal de sim:
–To bem papis– o Caleb fechou os olhos, inspirando profundamente como um peso enorme tivesse ser levantado do seu corpo,mais Alyson notou que não estava tudo bem como o pai tinha dito, ela conhecia perfeitamente as expressões do face do seu papai;
– O que foi ? esta sentindo dor ?quer que eu chame o medico Alex ? –
Alyson começou a se preocupar e tragalerar como faz de costume quando fica nervosa ou com medo, o pai balançou a cabeça em sinal de não e olhou directamente nos olhos da filha ao sussurrar:
– Pequena Lys, você não esta velha o suficiente para entender isso ainda, mais temo que se não falar agora as coisas podem piorar, promete para papai que você vai ficar longe de qualquer pessoa que vier perto de você que se não conhece? Lembra do que eu falei de não falar com estranhos, se tem que seguir isso agora perfeitamente mais do que antes –
ele parou pegando um pouco de fôlego:
– papai fez uma coisa que não se arrepende pois trouxe você para minha vida, lembra o sujeito de ontem ? o papai o conhecia quando você tinha apenas dois dias de vida… papai e mamãe tinha uma filha,ela seria duas semanas mais velha que você porem ela morreu umas semanas antes de você aparecer na nossa vida -novamente Caleb parou, como se sentisse dor e ficasse sem jeito não sabia como iria contar isso para a sua filha mais era o necessário ele não sabia o'que poderia acontecer, ele tentou novamente:
– resumindo meu amor, você…você é…– a Fala do Caleb ficou mais fraco cada vez mais ate ele não conseguir falar mais a maquina fez um barulho alto de apito mais não apitou segurou, foi longo e derepente parou,o Alex entrou rapidamente tirando a mesma de cima da cama a colocando na cadeira, o rosto dele foi de preocupado quando pronunciou em um susuro baixo depois de examinar o corpo agora morto na cama :
– hora da morte: nove e cinco da manha – Um giro gracioso foi feito pelo Alex ao se virar, pegando a pequena Aly no colo, a sua mão passou por seus cabelos fazendo-a deitar a cabeça sobre o ombro do mesmo, seus olhos fecharam obrigando uma lágrima deslizar pelo seu delicado rosto, a lágrima parecia uma lamina cortando e deixando um cicatriz que não iria se curar nunca. Foi quando os seus lábios rosado se abriram e uma frase tão baixa saiu, os olhos do Alex pareciam ter trancados como cadeados nos olhos da Alyson, tentando ler a sua expressão mais não conseguia, ela estava sem emoção algum.
– Pequena ? – um susuro com um tom de preocupado escapou do mesmo, ele abaixou a cabeça a dando um beijo na testa dela:
– Tudo vai ficar bem Alys– um sorriso apareceu no seu rosto e a Alyson fez o mesmo abrindo um pequeno sorriso depois o desmanchando, deixando outra lágrima derramar pelo seu rosto:
–Posso ficar com você ? – a mesma fez uma carinha de menina abandonada, aquilo sempre funcionava para dar-lhe o que queria mais ao ver que o Alex ficou meio sem como responder ela imediatamente abaixo a cabeça:
– eu entendo Alex Tudo bem– um suspiro profundo e pesado escapou pela sua boca, ao deitar a cabeça novamente no ombro dele outra pergunta surgiu:
– eu posso ficar aqui com você…ate a hora que você ir embora ? – ela ergueu o olhar, olhando para o seu rosto porem ele estava distraído estava olhando de cara feia para uma das enfermeiras que falava pelo telefone do outro lado da porta de vidro, parecia ate que ele conseguia ouvir o que ela disse e fica-se com raiva do assunto. Alyson deu um leve puxo na manga do mesmo tentando o chamar a atenção, ele balançou a cabeça em sinal de não como se estive-se voltando a atenção no que a pequena menina no seu colo:
–Desculpa Alyson , se poderia repetir o que tinha dito ? – demonstrou ternura e um sorriso aberto.
– Eu posso ficar aqui com você… quero disser, pelo menos ate sua hora de ir embora – olhou para a enfermeira novamente depois para a pequena e balançou a cabeça em sinal de não, agora foi possivel ler a expressão no rosto da Alys, era como um pequeno susto, porem mais de confusão:
–porque não ? – dessa vez quem abaixo um pouco a cabeça foi o Alex, ele queria que a Alyson fica-se com ele por mais tempo, alguma coisa nela, o chamava muita atenção, era como se visse uma filha ou uma irmã naqueles olhos cheio de curiosidade:
– porque isso não será possível, vão vir a buscar daqui a pouco– a expressão dela ficou mais triste do que antes, ela não queria ficar sozinha, perdeu todo mundo na sua família, não sobrou mais ninguém. Ela colocou os braços ao redor do pescoço de Alex o dando um abraço forte e carinhoso,seus pequenos dedos brincavam com as pontas do seu cabelo enquanto o silencio dominava a área entre os dois, era um momento de silencio longo, se ouvia o salto alto de uma das enfermeiras que andava de um lado do quarto para o outro desligando todos os aparelhos que agora estavam ligados a um cadáver. Uma ultima vez ela se atreveu a olhar aquela cena, o seu pai, herói não respirava mais, olhava-se o seu peito que não mostrava nenhum sinal de vida, nenhum movimento sequer, e naquele momento tudo que ela queria era ver ele sorrir mais uma vez, ouvir-lo disser que a ama, mas já era tudo muito tarde. Os olhos da Alyson arderam ficando vermelhos, a sua respiração ficou mais áspera e rápida como de alguém tentando conter as lágrimas cair-sem pelo seu rosto, o seu lábio Rosado de baixo tremeu bem de leve mais logo conseguiu o controlar quando sentiu uma mão fria encostar em seu ombro tão de leve como se fosse uma pena caindo:
– é hora de ir – a voz sussurrou as palavras como se fossem uma tragédia, e era justamente isso, uma tragédia. Os seus olhos vagaram para a pessoa que pronunciava aquelas palavras e se surpreendeu, não por ver o medico e sim os dois homens vestidos de ternos pretos atrás dele:
– Quem são eles? – Os olhos dela foram rapidamente para o medico depois para os homens procurando uma resposta, quando seu olhar voltou para o medico que estava com a boca entre aberta pronto para responder a duvida da pequena o Alex sussurrou:
– vão ser os homens que vão a levar para casa – Alyson não percebeu que deixou a sua cabeça inclinar um pouco para o lado esquerdo como se ela não entender-se mais uma alegria passou pelo seu corpo ao ouvir as palavras ‘’para casa’’, um sorriso se formou nos seus lábios, um sorriso não muito grande, e sem mostrar os seus dentes, Alex percebeu a alegria da Alys e pegou gentilmente o seu queixo fazendo que seus olhos alinhassem com as deles, e ele abaixou o seu olhar como um sinal que não era uma coisa boa, assim que ela o viu o seu sorriso desapareceu:
– então que casa ? – os olhos da Alyson se fixaram no fundo dos seus olhos tentando achar respostas de tudo que aconteceu…que casa ? o que meu pai queria me contar? Porque minha família ? porque eu ? tantas perguntas que nem sabia como iniciar o resto da sua vida, a voz do Alex foi rouca como se ele estava lamentando por tudo que aconteceu e por o que ela vai passar:
– Você vai para o Orfanato de Port Angels, você vai gostar de lá, tem muitas crianças e cuidados – Alyson olhou para o medico que a segurava no colo e balançou a cabeça em sinal negativo:
– não quero ir Alex não quero – sussurrou como estive-se implorando, ela deitou a cabeça contra o seu ombro e suspirou fazendo que a sua respiração bate-se contra o pescoço do mesmo, e depois fraco bateu no seu rosto:
– tem como piorar ? – sussurrou bem baixinho mais para ela mesma se querer que ninguém por perto a ouvir:
– é hora– disse uma voz feminina do fundo da sala, era a enfermeira que estava falando algo que não agradou o Alex, de repente um par de mãos passou por baixo da axila da Alys a puxando para o seu colo, a pequena fechou os olhos negando soltar o Alex, sua força não era normal era muito forte mais tão suave para não machucar os outros, um outro par de mão tentou ajudar a tirar a Alyson do colo do medico e finalmente conseguiram, Alys rebatia, chutando, batendo fazendo de tudo para os homens a soltar:
– Me deixa, Me deixa – fez um escândalo quase chorando novamente. A voz rouca demonstrou firmeza ao ter saído pelos lábios carnudos do Alex, como uma ordem :
– Solta ela – ele se aproximou pegando a pequena paciente nos braços e a colocando na cama sentada, assim voltando a sua atenção para os homens. O medico levou os dois para o outro lado do vidro, sussurrando:
– Deixa ela dormir, quando ela cair no sono, eu mesmo a deixo no orfanato – pronunciou passando confiança em suas palavras para os dois rapazes e eles balançaram a cabeça em sinal de sim e apertaram de leve a mão do mesmo. Um sorriso satisfatorio apareceu nos cantos dos lábios do mesmo ao soltar a mão do ultimo rapaz, assim se virando, voltando ao encontro da pequena menina sentada sobre a cama de hospital:
– Eles foram embora ? vou poder ficar com você ? – A voz da Alyson combinava perfeitamente com seus olhos que brilhavam sabendo que a resposta de tudo era um provável sim, a prova era que os rapazes viraram as costas assim indo dentro do elevador embora. O Alex apenas balançou de leve a sua cabeça aprovando dos olhos e sorriso brilhante no rostinho tão delicado e pálido da Alyson, Alex começou a se sentir estranho, olhando para a pequena garotinha na cama, os olhos brilhando e um sorriso tão meigo, tão doce, o fez sentir saudades como se já tivera visto esse exacto rosto feliz em alguém que ele considerava próximo e em sua mente ele ficava repetindo ‘’quem ? tão familiar… mais de onde ?’’ balançou a cabeça rapidamente tentando tirar essa sensação e concentrar na Alyson que olhava para ele um tanto confuso, provavelmente porque percebeu o trocar da expressão no seu rosto ao começar a se perguntar. Alex abriu a boca para tirar a confusão da cabeça da pequena, mais percebeu antes de deixar qualquer som sair que aquilo apenas iria a confundir ainda mais então em uma voz doce e caloroso chamou a pequena pelo seu nome e sussurrou:
– Vem Alyson… – assim que terminou a frase esticou os braços pegando a Alyson no colo e a deitando um pouco nos seus braços para a dar mais conforto e poder cair no sono mas rápido:
– Canta a musiquinha de dormir para mim Alex ? sussurrou a voz de sinos da Alyson enquanto bocejava levemente. O Alex pensou por uns minutos logo perguntando :
– Como seria essa musica ? Alyson começou a cantar a canção de ninar na qual sua mãe sempre cantava para ela na hora de dormir, a sua voz era baixinho mais um tanto delicado – Heart beats fast, colour and promises, I can be brave, I can’t go far away, when I look in your eyes and then realize that im always going to be by your side cause I love you to much to leave your side…so just close your eyes and when they open again… I’ll be here right by your side once again, holding you close… – durante a canção de ninar na qual ela susurava a melodia, os seus olhos iam fechando ao ouvir o Alex memorizou as letras e cantar bem baixinho novamente ate tudo ficar escuro na visao da Alyson, mais dessa vez era por um curto tempo ate começar a sonhar.
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