Notas iniciais
Cheguei, mores! Boa leitura :D

— Às vezes, parece que você e o Graham estão numa disputa de quem pegou mais mulheres e quem é melhor. — Emma comentou de repente. Estavam em frente ao Departamento, encostadas no carro que usavam. Ao longe observava Graham contando suas aventuras para Mike e Eric.

— Ele pode ter pegado mais mulheres do que eu, mas uma que ele queria muito, não conseguiu, e eu, bem... — Sorriu maliciosa e desencostou-se do carro, ficando de frente para Emma, prensando seu corpo ao dela e o carro. ­— Estou beijando-a agora. — E então tomou a boca da loira com a sua e a beijou de forma lenta e excitante, e só pararam quando precisaram tomar fôlego.

— Você disputou com o Graham para ver quem conseguia ficar comigo? — Indagou séria, logo após pararem o beijo. Não gostou nada de ouvir o que a amiga disse. — Então você só está comigo por causa de uma aposta? — Empurrou-a sutilmente para longe de seu corpo.

— Ei... — Voltou a se aproximar. — Não foi isso o que eu disse. — Emma a encarou com um pedido silencioso de explicação. — Quando ele estava apostando com o Mike, se eu conseguiria ficar com você, ele me disse que era para eu tomar cuidado, pois poderia te perder para ele, e que se isso acontecesse, eu perderia a chance, porque você não iria querer ninguém. — Emma sorriu com a audácia de seu chefe... — E eu disse que ele não conseguiria nada com você, e que quando você me provasse, não iria querer mais ele, e nem ninguém. — Emma arqueou a sobrancelha com as últimas palavras e sorriu também. — Eu não disputei você com ele, nem apostei, nem nada.

— Humm. — Murmurou, desviando dos lábios de Mills, fazendo-a beijar sua bochecha.

— Não fica com raiva. — Pegou em seu queixo e o puxou delicadamente em sua direção. — Acredita em mim. ­— Pediu em um murmúrio, a poucos centímetros da boca da loira. — Hum? — Não obtendo resposta por parte de Emma, Regina acaba com a distância entre as bocas. Volta a prensá-la no carro, com o seu corpo e a beija lentamente, puxando sua língua, mordendo delicadamente o seu lábio inferior, enquanto com uma mão, apertava de leve a cintura fina da loira, e a outra, acariciava sua nuca.

No meio de tantos amassos e beijos quentes, trocados entre as duas, Emma interrompe o contato abruptamente e sai correndo para dentro do Departamento.

Regina franze o cenho sem entender a ação da loira, e depois de alguns segundos parada feito uma idiota, olhando para onde Swan havia ido, resolve ir atrás para tentar entender o que havia acontecido, encontrando-a no banheiro, lavando seu rosto e molhando sua nuca.

— O que aconteceu? — Quis saber, entrando no banheiro também.

— Nada. — Regina a encarou através do espelho. — É que eu não estava aguentando mais... — A Sargento continuava encarando-a pelo espelho com uma grande interrogação em sua face. Emma então se virou para a amiga. — Seus beijos... — Respirou fundo. — Se você continuasse me beijando daquele jeito eu iria ter que trocar minha calcinha. — Admitiu, ficando azul de vergonha.

— Eu te excito tanto assim? — Regina indagou, aproximando-se e prensando-a na pia. Essa adorava prensar sua amiga nos lugares.

— Regina... — Murmurou sentindo o hálito quente da amiga em seu pescoço.

— Se você quiser, vamos agora para minha sala... — Beijou delicadamente o pescoço alvo, vendo a pele ficar arrepiada. Aproximou-se do ouvido da amiga e sussurrou: — Minha vagina está louca para beijar... — Sorriu. — E de língua... — Apesar de ser algo extremamente engraçado, Emma não conseguiu sorrir. Pelo contrário, ficou mais excitada ainda ao imaginar a cena das duas no sofá macio que tem no escritório da morena, sem roupas, com suas intimidades unidas e ambas se movimentando sincronizadamente, sentindo o suor do corpo descer.

Batidas na porta fizeram as duas se afastarem. Ambas respirando pesadamente. Principalmente Emma.

Assim que saíram do banheiro, deram de cara com Graham sorrindo malicioso para as duas.

— Guarde sua língua na boca senão ficará sem ela. — Regina murmurou séria, passando direto por ele.

— Eu nem falei nada. — Levantou as mãos em rendição enquanto sorria. Emma o encarou por alguns segundos e depois seguiu Regina.

•§•

Regina estava em sua sala desde que voltara da patrulha com sua amiga. Estava bastante concentrada na tela de seu notebook, com as pernas apoiadas em cima de sua mesa, um sorriso sacana, e uma das mãos apertando fortemente o apoio de braços, de sua cadeira giratória.

Tinha terminado seu relatório sobre a patrulha, e estava acessando sites de seu interesse, quando Emma adentrou a sala e se sentou em seu sofá.

— Ei... — Chamou a atenção da amiga, mas esta, apenas murmurou um “Oi” sem lhe dar total atenção. — Você já terminou seu relatório? — Regina balançou a cabeça afirmativamente sem tirar os olhos do que via na tela do aparelho. — O que você está vendo aí, hein? — Levantou-se extremamente curiosa, indo em direção a morena.

— Vem aqui ver. — Chamou-a, batendo em suas coxas para que a loira se sentasse ali.

— Não acredito que você está vendo isso aqui. — Exclamou incrédula. — Sério? — Encarou Mills, que finalmente a olhou, sorrindo maliciosa. — Você não está pensando em...? — Indagou por incompleto, ao entender o que aquele sorriso safado significava. — Perdeu o juízo?

— Qual o problema? — Perguntou de forma inocente. — É só trancar a porta.

— Eu não vou fazer isso. — Cruzou os braços e virou para frente. ― Estamos no nosso local de trabalho, e precisamos respeitar. ― Sua atenção acabou sendo chamada pelo que a amiga assistia. Um calor começou a subir pelo seu corpo ao imaginar ela e Regina fazendo aquelas coisas ali no sofá, que tanto ela como a amiga, gostavam. Ao perceber que estava se excitando, desviou rapidamente os olhos. Regina sorriu ao perceber.

— Por favor... — Mills pediu manhosa. — Eu sei que você quer. — Sussurrou em seu ouvido, enquanto suas mãos subiam pelas coxas da loira — Prometo ser rápida e você só precisa ser silenciosa. — Sorrateiramente, enfiou a mão por dentro da calça de Swan, fazendo-a gemer baixinho ao sentir os seus dedos roçarem sua intimidade. Sorriu. A batalha estava ganha.

Sem aviso prévio, Regina enfia seus dedos na intimidade da amiga, e quando está prestes a começar o vai e vem, Emma arranca a mão da morena de sua calça, e se levanta abruptamente.

Quando Regina abre a boca para protestar, Emma levanta um dedo em sua direção, respirando com dificuldade, e vai até a porta, logo trancando-a. Quando se vira novamente para a amiga, essa está com um sorriso malicioso no rosto.

Emma se joga no sofá macio que tem na sala da morena, e a chama com o dedo indicador, batendo no assento ao seu lado, logo em seguida.

Sem demoras, Regina fecha o notebook, e corre ao seu encontro, que a esperava, com a blusa já desabotoada. Ao chegar no estofado, empurra a amiga, sem delicadeza alguma, e se deita por cima, beijando-a enlouquecidamente, enquanto uma de suas mãos já está apertando um dos seios ainda cobertos, de Emma.

Cessado o beijo quente, Regina desce pelo pescoço, dando alguns chupões e mordidas, leves, e logo já está em seus seios. Abaixa o sutiã de cor preta, da loira, e então começa a chupá-lo.

— Amo os seus peitos. — Sua voz sai abafada, por estar com a boca ocupada com um deles.

Ao sentir a boca e a língua da morena, em seus seios, Emma começa a gemer, esquecendo-se totalmente de onde estava. Os gemidos começam a sair um pouco mais alto, fazendo Regina ter que enfiar seus dedos na boca da amiga, fazendo-a chupá-los para que ela não fizesse tanto barulho.

Depois de usar e abusar dos seios de Swan, Regina desceu pelo corpo da amiga, até chegar em sua intimidade, ainda coberta. Deu uma mordida por cima do jeans, fazendo Emma se contorcer, e logo tirou todo o empecilho que a impedia de chegar onde queria.

Com os dedos que Emma havia chupado, Regina a penetrou de forma lenta, fazendo Emma gemer novamente. Mas, dessa vez, de forma mais contida.

Regina se deitou novamente por cima da amiga, logo tomando sua boca, enquanto penetrava-a agora de forma mais rápida e profunda, fazendo a amiga rebolar descontroladamente embaixo de si.

Suas respirações estavam aceleradas, seus corpos suados, e os gemidos que eram abafados pelos beijos, estavam se misturando.

Enquanto Regina a penetrava com três dedos, Emma massageava da forma que podia, a intimidade de Mills, fazendo-a algumas vezes, perder o controle, e a força.

Alguns minutos mais nesse ritmo, e as duas chegaram ao ápice. Regina foi a primeira, e Emma logo a seguiu.

— Eu adoro transar com você. — Regina sussurrou no ouvido da loira. Sua respiração estava bastante descompassada. Emma nada respondeu. Na verdade, ela não gostou muito do que ouviu. Quer dizer, claro que ela gostou de saber que Regina gostava de transar com ela. O que ela não gostou foi do resto do significado da frase. Mas, o que ela poderia fazer? Gostaria de questionar a amiga sobre o “só tenho olhos para você” Pois, apesar de Mills ter falado de forma brincalhona, ela achou que fosse sério. Mas, se segurou. Ela não podia. — Nem acredito que conseguimos terminar sem ser interrompidas. — Regina continuou.

Antes que Emma pudesse responder algo, batidas fortes foram ouvidas na porta e a voz de Graham chamando pelas duas.

— Tinha que ser ele. — Regina comentou aos risos enquanto saia de cima da loira.

— Dessa vez ele se atrasou. — E as duas caíram na gargalhada. — E nós precisamos trocar as calcinhas.

•§•

— Emma, ele vai sair na rua seguinte! — Grita Regina. As duas estavam perseguindo um rapaz que acabara de cometer um delito.

Regina seguiu por um lado, e Emma que estava no final da rua, seguiu por outro.

No meio da correria, Regina tropeça em algo coberto por um plástico preto. Quando se levanta, observa que o saco está cheio de mosquitos por cima e entreaberto. Curiosa, decide ver do que se trata.

Pega luvas, que estavam em seu bolso, e as coloca. Guarda a arma no coldre e então se abaixa e abre o saco.

O mau cheiro que saiu de dentro do saco, fez o seu estômago revirar, e quase colocar o almoço para fora. Teve que segurar a respiração por alguns segundos.

— Puta que pariu! O que tem aqui dentro? Carniça? — Ao abrir totalmente o plástico, percebeu que havia um corpo em decomposição ali dentro.

Levantou-se assustada e com os olhos arregalados. Uma desova. Quando pega o celular para avisar a Emma e na sequência, falar com Graham, seu celular começa a tocar. Era Emma.

— Você não sabe o que eu acabei de encontrar. — Diz Emma em tom de suspense e bastante ofegante.

— Eu também encontrei algo. —Afastou-se do corpo e respirou fundo. — Você pegou o cara?

— Sim, está aqui comigo. — Ao fundo Regina ouviu o homem resmungar algo. — Onde você está?

— Estou no fim da rua, na terceira entrada. — Respirou o ar puro. — O que você encontrou?

— Um coração. — Regina arregalou os olhos e foi para perto do corpo novamente. — E só o coração... O corpo não está por aqui... ― Olha para os lados, procurando rapidamente. ― Teremos que fazer uma bus...

— Não será preciso... — Mills interrompe. — O corpo deve ser este que está bem aqui na minha frente. — Completa ao perceber um enorme buraco na região do peito. — Eu vou ligar para o Graham...

•§•

— Hoje o dia foi bem agitado. — Comenta Regina. As duas estavam na casa da morena. Tinham acabado de transar. Ainda estavam nuas, deitadas na cama. Regina estava por cima de Emma, fazendo carinho com uma mão, enquanto com a outra, apoiava-se no colchão. Ao fundo tocava “All out of Love — Air Supply”

— A começar por você quase me fazer gozar de frente ao Departamento. — As duas sorriram.

— Eu disse a você que era muito boa. — Piscou para a amiga.

—Só se esqueceu de dizer que não é nada humilde. — Puxou-a para um beijo.

— Eu estou com fome... Vou preparar algo para comermos. — Emma assentiu. Regina beijou-a mais uma vez e saiu de cima dela. Vestiu um roupão e saiu do quarto.

Assim que Regina saiu, Emma alcançou um livro que estava em cima da mesinha de cabeceira da morena, e começou a lê-lo aleatoriamente, enquanto esperava Mills voltar. O que demoraria um pouco.

De repente, escuta um barulho. Levanta o olhar para a porta, mas nada encontra. Volta então para o que fazia, e novamente escuta um barulho. Dessa vez, um pouco mais alto.

— Regina? — Chamou pela amiga, mas não obteve resposta. Decide então ir atrás da Sargento.

Levanta-se da cama, vai até uma poltrona, e pega um roupão. Quando está terminando de amarrá-lo, escuta barulhos de passos se aproximando. Ao se virar para a porta novamente, dá de cara com uma mulher que nunca vira na vida, apontando uma arma para ela.

— Quem é v... — Parou de falar e andar, ao ouvir o barulho da arma sendo destravada.

—O que você está fazendo aqui? — A mulher indagou com autoridade. Sua voz estava alterada.

— Eu...

— Cala a boca. — Ordenou. Emma franziu o cenho. Como a mulher pergunta algo e não quer resposta? “Louca” pensou consigo. — Eu vou matar você. — Ameaça, aproximando-se devagar. A cada passo que ela dava, Emma ia dando um para trás, até bater na parede e ficar sem saída. — A Regina é minha. Só minha! ― Grita. ― Mulher nenhuma vai ficar com ela. Apenas eu. Você entendeu? — Emma nada responde. — Responda! Sua vadia. — Obriga-lhe e na sequência, acerta o cano da arma no rosto de Emma, fazendo-a cair com o impacto.

Regina, que estava alheia a situação, voltava para o quarto com dois pratos com sanduiches, na mão, quando ao chegar ao cômodo, viu a mulher parada em frente a Emma, que estava caída ao chão. Seu desespero foi maior, ao notar a arma na mão da mulher.

— Emma... — Murmurou assustada, procurando qualquer ferimento de bala. A mulher que até então não tinha percebido sua presença, vira-se com a arma agora apontada para ela. — Martha...

— Cala a boca. — Regina solta os pratos no chão e tenta se aproximar com passos lentos e as mãos para o alto. — Não se mexa...

— Martha...

— Eu já disse para calar a boca e não se mexer. — Gritou. — Você me traiu. — Lágrimas começaram a descer por seu rosto. — Você me abandonou e agora está com outra. ― Apontou com a arma para Emma.

— Martha, eu não abandonei você. — Argumentou, tentando uma aproximação, mas Martha não permitiu, murmurando um “fica aí” — Quando eu soube do seu marido, eu disse a você que não nos veríamos mais e que isso era errado. Atendi seu pedido de despedida e pronto. — Suspirou. — Eu disse isso a você das outras vezes que veio atrás de mim. Pensei que tinha entendido. — Tentou se aproximar novamente, e dessa vez a mulher nada fez. — E eu não te traí... Nós não tínhamos um relacionamento, e... — Não terminou de falar, pois a mulher acabou mirando em seu pé e atirando, acertando em cheio o alvo desejado. — PUTA QUE PARIU!... PORRA!... SUA LOUCA... AI, AI, AI... — A morena gritou caindo ao chão. As lágrimas banhando o seu rosto. Seu pé completamente coberto de sangue.

Emma, que estava atenta a conversa e esperando o momento certo para agir, não conseguiu ser rápida o suficiente para impedir o ato de loucura da mulher, mas em seguida, conseguiu imobilizá-la e tirar a arma de sua mão.

Segurando os pulsos da mulher, conseguiu pegar na gaveta da mesinha de cabeceira, uma algema e prendê-la. Em seguida, foi correndo até Regina, que gemia de dor, caída ao chão.

— Regina, eu só vou ligar para o Graham vir e te levo ao hospital. — A morena assentiu.

Rapidamente a loira pegou o celular e ligou para Graham, pedindo que mandasse alguém para a casa da amiga, contando o motivo.

Infelizmente não podiam sair e deixar a mulher sozinha, mas como tinha uma viatura por perto, eles acabaram chegando rápido.

Emma rapidamente colocou Regina no carro da morena e dirigiu até o hospital mais próximo.

Ao chegar no prédio, Regina havia desmaiado por causa da dor, e por isso, Emma teve bastante dificuldade para tirá-la do carro. Por sorte, dois enfermeiros que estavam em frente ao hospital, foram ao seu encontro para ajudá-la.

Assim que entraram no local, Regina fora logo atendida. Privilégios da profissão. Emma sempre achou aquilo errado, mas dessa vez, ela agradeceu por isso.

Duas horas depois de Regina ter entrado na sala de cirurgia, Emma começou a andar de um lado para o outro, completamente desesperada, imaginando centenas de coisas que poderiam ter acontecido.

— Senhorita! — Um senhor a chamou. — Está com... — Olhou em uma prancheta, que estava em suas mãos. — Regina Mills, certo? — Emma assentiu. — Bem, conseguimos retirar o projétil e já está tudo bem. Nada foi danificado ou afetado.

— Graças a Deus. — Sorriu, olhando para cima. — Posso ir vê-la?

— Ela está dormindo por causa da anestesia, mas pode ir para o quarto e esperá-la acordar. — Emma assentiu. — Fica no segundo corredor, a primeira entrada, a esquerda. — Apontou para o local. — Depois dê uma passada na terceira sala, a esquerda... — Emma franziu o cenho. — Esses cortes precisam de cuidados. — Apontou para o local em si, para a Sargento entender.

— Ah sim. — Sorriu. — Obrigada. — Apertou a mão do senhor e saiu às pressas para a direção indicada pelo homem.

Ao entrar no quarto, Regina dormia tranquilamente, como o senhor havia dito. Como ela estava realmente bem, Emma decidiu dar um cochilo, pois estava bastante cansada do dia agitado que teve. Quando Regina acordasse, ela iria perguntar sobre aquela tal de Martha. Queria saber se era a tal mulher casada que ela tinha se envolvido, entre outras coisas, e depois resolveria os problemas dos seus machucados.

Notas finais
*Para quem se interessa pelas músicas que aparecem nos capítulos e gostariam de ouvi-las, ou qualquer outra coisa: https://open.spotify.com/user/kparrilla_/playlist/0fYkStFF87wiVVR4zoHTFH Nem todas as pessoas que estão se envolvendo com alguém, tendo sexo casual ou só ficando com alguém, fica exclusivo daquela pessoa. Tem sim pessoas que ao começar um relacionamento desse tipo com alguém, fica apenas com aquela pessoa e pronto, mas nem todas são assim. Algumas só começam a ser, se tiver a conversa, o pedido, o acordo. Garanto isso por que, algo parecidíssimo aconteceu comigo. Então, queria dizer que com Emma e Regina, no momento, é assim. Elas estão se envolvendo? Estão, mas não tem exclusividade. Não houve o pedido, o acordo entre ambas. Elas podem ficar com quem mais quiserem. Então não achem estranho o próximo capítulo, a Regina sair com a Luz, e a Emma, sair com o Killian, só porque as duas estão se envolvendo, pois enquanto não houver um acerto, uma conversa sobre isso, elas não têm exclusividade. E, só porque elas estão saindo com outras pessoas, isso não quer dizer que não sentem nada uma pela outra e só querem se curtir. É só ler pelas entrelinhas.