Always and Forever
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Obrigada a isadora berry sarfati que me persegue (não estou reclamando), por ter favoritado. =D
Abri meu armário e peguei meu livro, olhei em volta, o faxineiro limpava toda a bagunça do dia anterior. De repente senti Santana tocar em minha cintura, me afastei rapidamente e a vi sorrindo.
- Bom dia.
Ela se aproximou para me beijar, mas eu virei meu rosto.
- O que houve?
- Nada. – respondi fechando meu armário.
- Não vai me dizer que está com vergonha?
- Não. Eu só não me acostumei ainda.
- Não se acostumou? – ela se encostou nos armários, olhando para mim. – Você tem dois pais, Rachel.
- Eu sei disso, lembro da minha vida inteira.
- Então?
- É diferente, Santana. Isso não tem haver com meus pais, mas sim comigo.
Santana revirou os olhos exageradamente, olhou em volta, o sinal tocou e logo todos sumiram.
- Quando você se “acostumar”, é só me procurar.
- Santana...
Ela se virou e sumiu nos corredores, vi o inspetor virar para o corredor onde eu estava, então corri para a sala de aula.
***
Ao entrar no ônibus, vi Britt sentada no final com Santana ao seu lado, me aproximei e sorri, Britt fez o mesmo, mas Santana virou o rosto e olhou pela janela. Me sentei ao seu lado, toquei levemente seu braço, fazendo-a olhar para mim.
- Você está bem? – perguntei em um sussurro.
- Estou sim.
Ela tocou em minha mão, olhou para a minha boca e começou a se aproximar lentamente, mais alunos entraram, abaixei um pouco minha cabeça e ela se afastou, voltando a olhar pela janela. Assim que o ônibus parou perto da casa da Santana, ela se levantou e olhou para mim, eu me levantei, nossos rostos ficaram bem próximos.
- Com licença. – ela disse, todos olharam para nós duas, então novamente me sentei.
Quando ela saiu, Britt puxou meu braço, fazendo-me encará-la.
- O que aconteceu?
- Nada.
O ônibus parou perto da minha casa, Britt e eu saímos, entramos em minha casa e ouvi meu celular tocar.
- Sim?
- Rachel, está em casa? – ouvi Santana perguntar.
- Sim.
- Britt está com você?
- Sim.
- Hum... P-posso ir até ai?
Olhei para Britt, ela pegou uma revista em cima da mesinha de centro na sala e sentou no sofá.
- Não. – ouvi ela prender a respiração, me aproximei da Britt e a puxei. – Eu vou ai.
Desliguei o celular, puxei Britt para fora, fazendo-a ficar confusa.
- Hey! Achei que íamos passar a tarde assistindo filme.
- Não vamos mais. – respondi fechando a porta.
- Por quê?
- Santana está me esperando.
Ela deu de ombros e foi para casa, eu fui direto para a casa da Santana.
***
Estávamos sentadas no sofá, minhas pernas em cima das dela e nós duas olhando para a televisão. Olhei para Santana, seu olhar distraído me atraía ainda mais, ela olhou para mim e sorriu.
- Está com fome?
- Não.
Ela se aproximou e me beijou. Eu adorava seus beijos, sempre ferozes, sempre pedindo algo a mais. Senti ela acariciar minha perna, subindo sua mão, com ela arrastando minha saia, me deitou no sofá e apertou minha coxa.
- Santana... eu...
- Você é tão linda...
Santana abriu minhas pernas, o que dificultou um pouco, por causa da saia, deitou em cima de mim e voltou a me beijar. Senti que queria ela apenas para mim, mas naquele momento, eu estava com medo, não dela, mas sim do que poderia acontecer. Santana colocou suas mãos dentro da minha blusa, acariciou minha barriga e eu a afastei.
- O que foi?
- E-eu... eu não...
- Não está preparada?
- Isso. Acho que ainda não é a hora.
- Tudo bem.
Ela me beijou novamente, pressionou seu corpo ao meu e voltou a acariciar minha barriga.
- Hum... Santana...
- O que? – ela perguntou em um tom um pouco alto.
- Eu disse...
- Não estamos fazendo nada de mais. – ela me cortou.
Fiquei em silêncio, ela colocou sua mão no interior da minha coxa e voltou a me beijar. Sua mão estava quente, desci minhas mãos até sua cintura, empurrando-a lentamente.
- Olha, eu não vou fazer nada. Vai ser tipo, uma masturbação.
Virei meu rosto, tinha certeza que ele estava corando.
- Nunca fez isso? – ela perguntou surpresa.
Continuei em silêncio, ela começou a rir, olhei para ela com um pouco de raiva.
- Isso é muito fofo...
- Fofo?
- Sim. Você ficar vermelha por nunca ter se masturbado...
Ela voltou a rir, sentou e colocou a mão na barriga, eu me sentei e cruzei os braços.
- Pare de rir, Santana.
- Eu não consigo...
Bufei, me levantei e senti-la segurar meu braço.
- Me desculpe... eu... eu vou parar.
Me sentei novamente, Santana acariciou meu rosto e foi parando de rir.
- Quer que eu te ensine?
- O que?
- Como...
- Santana!
- Não faça drama, Rachel. É só um toque, um simples toque.
Olhei para baixo, voltei a olhar para Santana e suspirei.
- Só um toque?
- Sim, só um toque.
Respirei fundo, fechei os olhos e senti Santana tocar em minha coxa.
- Eu não vou te machucar. – ela sussurrou.
Nos beijamos, ela apertou minha coxa, coloquei minhas mãos em seus ombros. Santana começou a levantar minha saia com a mão, tocou em meu centro por cima da calcinha, eu me contrai.
- Viu? Um toque.
Ela colocou a mão dentro da minha calcinha e acariciou meu clitóris, fechei meus olhos, toquei seu braço e senti-la tirar a mão.
- Vamos para o meu quarto.
Nos levantamos, minha saia estava na altura da minha cintura, Santana colocou as mãos em minha barriga e fomos até seu quarto.
Fale com o autor