Always and Forever
20 Capítulo 20
Notas iniciais
Acordei sentindo o corpo ao meu lado, abri meus olhos lentamente e vi Britt deitada ao meu lado assistindo televisão.
– Britt? – sussurrei.
– Boa noite, bela adormecida.
– Onde está Santana?
– Foi para casa.
– O que você está fazendo aqui? – perguntei me sentando.
– Vim cuidar de você. Gostei do pijama.
Olhei para o meu corpo e me vi vestida em um pijama rosa com listras brancas. Aquele pijama era bonito, mas eu não o usava à um tempo. Provavelmente Santana o colocou em mim.
– Seus pais ligaram e disseram que só voltarão amanhã.
– Você disse para eles que eu estava doente?
– Não.
– Por que não?
– Não sei, achei que não era necessário, já que você está melhor.
Prendi meus cabelos em um coque completamente desajeitado, olhei para a televisão e percebi que ela assistia um musical, isso me deixou confusa, ela nunca gostou.
– Tem algo para comer? – perguntei, voltando a olhar para ela.
– Não sei. – ela se sentou e olhou para a porta. – Santana, tem algo para comer?
– Espere! Você disse que a Santana foi para casa. – eu disse, espantada.
– Eu disse? Oh! Eu disse...
Santana entrou no quarto e sorriu ao me ver.
– Oi, amor. Está melhor?
– Acho que sim.
Nos beijamos, ela acariciou meu rosto e deu uma leve mordida em meu lábio inferior.
– Oi! – Britt gritou.
– O que foi, Britt? – perguntei.
– Lembrando que eu estou aqui, então por favor, não comecem a se agarrar.
Santana soltou uma pequena risada e sentou ao meu lado.
– Está com fome?
– Um pouco. – respondi abaixando minha cabeça.
– Eu fiz salada de frutas, se você quiser.
– Eu quero. – Britt disse, nos fazendo rir.
– Eu vou lá pegar.
Santana se levantou e saiu do quarto, me levantei e fui até o banheiro, lavei meu rosto, voltei para o quarto e vi Britt se levantando.
– Sua namorada mandou irmos para a sala de jantar, porque não podemos sujar sua cama.
Eu sorri e saímos do quarto. A salada de frutas já estava servida, me sentei e olhei para Santana, que estava saindo da cozinha com três colheres na mão.
– Podem atacar.
Britt pegou a colher e literalmente atacou a salada de frutas, eu sorri e comecei a comer, olhei para Santana e a vi me encarando.
– O que? – perguntei, dando mais uma colherada.
– Você é linda.
– Santana...
– Esse pijama fica bem em você.
– Eu não o uso à um tempo.
– Mas devia usar.
Ela se aproximou, sentou ao meu lado e eu coloquei uma colherada em sua boca, fazendo-a sorrir.
– Vocês vão ficar nesse agarramento? Porque Santana me chamou para ajudá-la a cuidar de você, não para ficar de vela.
Nós rimos, Britt revirou os olhos e pegou toda a salada de frutas, indo para a sala.
– Britt, não suje o sofá! – Santana gritou.
– Está bem, mamãe!
Eu sorri e Santana olhou para mim.
– Posso fazer outra para você comer, já que a Britt pegou tudo.
– Não tem problema, Santana.
– Quer deitar novamente? Ainda pode estar com febre. – ela disse tocando minha testa.
– Eu estou bem.
– Tem certeza? Não está com dor? Não sente fraca?
– Sim, eu tenho certeza. Acho que ficar deitada com você me ajudou a melhorar.
Ela sorriu, acariciou meu rosto e me beijou. O beijo estava calmo, uma apreciando os lábios da outra. Coloquei minha mão em seu pescoço e a puxei para mais perto.
– Rachel... – ela sussurrou. – Vamos para o seu quarto?
Não respondi, apenas me levantei, segurei sua mão e a puxei para o quarto. Assim que fechei a porta, ela tirou a parte de cima do meu pijama, me pressionou na porta e começou a me beijar. O beijo estava rápido e forte, ela estava me apertando cada vez mais na porta, desceu seus beijos até meu pescoço, fechei meus olhos e mordi meu lábio inferior.
– Santana...
Suas mãos seguraram meus seios, minhas pernas se fraquejaram e eu cairia, se não me apoiasse em seus ombros. Seu rosto estava totalmente escondido em meu pescoço, suas mãos acariciavam e apertavam meus seios, e eu não conseguia fazer nada mais, além de apreciar tudo. Ela se afastou um pouco, colocou suas mãos em minha cintura e me puxou até a cama, me deitei e ela deitou em cima de mim. Eu tirei sua camiseta, acariciei sua barriga e a vi fechar os olhos.
– Rachel... isso é tão bom...
Eu sorri, a empurrei e me sentei em cima de sua cintura.
– O que foi? – ela perguntou.
– Você está de castigo, lembra?
– Rachel...
– Não reclame.
Segurei suas mãos na altura da sua cabeça e comecei a beijar seu pescoço, ela soltava alguns gemidos agudos, o que me fazia rir. Dei uma mordida em seu ombro, ela fez força para que eu soltasse suas mãos, mas não deixei. Dei uma pequena lambida em seu pescoço e comecei a beijá-la.
– Rachel...
Arrastei minhas mãos por seus braços, chegando em seus ombros e as levando até suas costas, em seguida tirei seu sutiã. Santana levou suas mãos até minhas pernas, mas eu as segurei novamente, prendendo-as e comecei a beijar seus seios, fazendo-a gemer fortemente.
– Oh... Rachel.
Quando parei, ela suspirou, novamente arrastei minhas mãos em seus braços, desci meus beijos até sua barriga, arrastei minhas mãos até seu short, fazendo-a rir.
– Isso faz cócegas, Rachel...
Abri o botão de seu short e o tirei rapidamente, me deitei em cima dela e voltei a beijá-la, levando minha mão até seu centro, o acariciei com calma, o que fez Santana se mexer em baixo de mim, em seguida colocou suas mãos em minha cintura, me puxando para mais perto. Em segundos a penetrei com dois dedos, ela me apertou mais contra seu corpo e mordeu meu lábio inferior.
– Hum... – ela gemeu.
– Fale o meu nome, Santana. – sussurrei em seu ouvido.
– R-rachel... – ela sussurrou.
– Eu não ouvi.
– Rachel... – ela disse, agora com um pouco de voz.
– Pode dizer mais alto?
Aumentei a velocidade, pressionei mais meu corpo ao dela e senti seu corpo tremer.
– Rachel! – ela gritou.
Seu corpo relaxou, me deitei ao seu lado e a vi tentar recuperar o ar, com os olhos fechados.
– Você está bem? – perguntei.
– Melhor impossível...
Sorri, acariciei sua barriga e beijei sua bochecha.
– Vejo que não está mais doente. – ela disse, se virando de frente para mim.
– Não estou, na verdade estou ótima.
Ela sorriu e me puxou para mais perto, assim dormimos juntas.
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