Notas iniciais
Boa tarde, anjinhos! Como vocês estão?

Acordei sentindo o corpo ao meu lado, abri meus olhos lentamente e vi Britt deitada ao meu lado assistindo televisão.

– Britt? – sussurrei.

– Boa noite, bela adormecida.

– Onde está Santana?

– Foi para casa.

– O que você está fazendo aqui? – perguntei me sentando.

– Vim cuidar de você. Gostei do pijama.

Olhei para o meu corpo e me vi vestida em um pijama rosa com listras brancas. Aquele pijama era bonito, mas eu não o usava à um tempo. Provavelmente Santana o colocou em mim.

– Seus pais ligaram e disseram que só voltarão amanhã.

– Você disse para eles que eu estava doente?

– Não.

– Por que não?

– Não sei, achei que não era necessário, já que você está melhor.

Prendi meus cabelos em um coque completamente desajeitado, olhei para a televisão e percebi que ela assistia um musical, isso me deixou confusa, ela nunca gostou.

– Tem algo para comer? – perguntei, voltando a olhar para ela.

– Não sei. – ela se sentou e olhou para a porta. – Santana, tem algo para comer?

– Espere! Você disse que a Santana foi para casa. – eu disse, espantada.

– Eu disse? Oh! Eu disse...

Santana entrou no quarto e sorriu ao me ver.

– Oi, amor. Está melhor?

– Acho que sim.

Nos beijamos, ela acariciou meu rosto e deu uma leve mordida em meu lábio inferior.

– Oi! – Britt gritou.

– O que foi, Britt? – perguntei.

– Lembrando que eu estou aqui, então por favor, não comecem a se agarrar.

Santana soltou uma pequena risada e sentou ao meu lado.

– Está com fome?

– Um pouco. – respondi abaixando minha cabeça.

– Eu fiz salada de frutas, se você quiser.

– Eu quero. – Britt disse, nos fazendo rir.

– Eu vou lá pegar.

Santana se levantou e saiu do quarto, me levantei e fui até o banheiro, lavei meu rosto, voltei para o quarto e vi Britt se levantando.

– Sua namorada mandou irmos para a sala de jantar, porque não podemos sujar sua cama.

Eu sorri e saímos do quarto. A salada de frutas já estava servida, me sentei e olhei para Santana, que estava saindo da cozinha com três colheres na mão.

– Podem atacar.

Britt pegou a colher e literalmente atacou a salada de frutas, eu sorri e comecei a comer, olhei para Santana e a vi me encarando.

– O que? – perguntei, dando mais uma colherada.

– Você é linda.

– Santana...

– Esse pijama fica bem em você.

– Eu não o uso à um tempo.

– Mas devia usar.

Ela se aproximou, sentou ao meu lado e eu coloquei uma colherada em sua boca, fazendo-a sorrir.

– Vocês vão ficar nesse agarramento? Porque Santana me chamou para ajudá-la a cuidar de você, não para ficar de vela.

Nós rimos, Britt revirou os olhos e pegou toda a salada de frutas, indo para a sala.

– Britt, não suje o sofá! – Santana gritou.

– Está bem, mamãe!

Eu sorri e Santana olhou para mim.

– Posso fazer outra para você comer, já que a Britt pegou tudo.

– Não tem problema, Santana.

– Quer deitar novamente? Ainda pode estar com febre. – ela disse tocando minha testa.

– Eu estou bem.

– Tem certeza? Não está com dor? Não sente fraca?

– Sim, eu tenho certeza. Acho que ficar deitada com você me ajudou a melhorar.

Ela sorriu, acariciou meu rosto e me beijou. O beijo estava calmo, uma apreciando os lábios da outra. Coloquei minha mão em seu pescoço e a puxei para mais perto.

– Rachel... – ela sussurrou. – Vamos para o seu quarto?

Não respondi, apenas me levantei, segurei sua mão e a puxei para o quarto. Assim que fechei a porta, ela tirou a parte de cima do meu pijama, me pressionou na porta e começou a me beijar. O beijo estava rápido e forte, ela estava me apertando cada vez mais na porta, desceu seus beijos até meu pescoço, fechei meus olhos e mordi meu lábio inferior.

– Santana...

Suas mãos seguraram meus seios, minhas pernas se fraquejaram e eu cairia, se não me apoiasse em seus ombros. Seu rosto estava totalmente escondido em meu pescoço, suas mãos acariciavam e apertavam meus seios, e eu não conseguia fazer nada mais, além de apreciar tudo. Ela se afastou um pouco, colocou suas mãos em minha cintura e me puxou até a cama, me deitei e ela deitou em cima de mim. Eu tirei sua camiseta, acariciei sua barriga e a vi fechar os olhos.

– Rachel... isso é tão bom...

Eu sorri, a empurrei e me sentei em cima de sua cintura.

– O que foi? – ela perguntou.

– Você está de castigo, lembra?

– Rachel...

– Não reclame.

Segurei suas mãos na altura da sua cabeça e comecei a beijar seu pescoço, ela soltava alguns gemidos agudos, o que me fazia rir. Dei uma mordida em seu ombro, ela fez força para que eu soltasse suas mãos, mas não deixei. Dei uma pequena lambida em seu pescoço e comecei a beijá-la.

– Rachel...

Arrastei minhas mãos por seus braços, chegando em seus ombros e as levando até suas costas, em seguida tirei seu sutiã. Santana levou suas mãos até minhas pernas, mas eu as segurei novamente, prendendo-as e comecei a beijar seus seios, fazendo-a gemer fortemente.

– Oh... Rachel.

Quando parei, ela suspirou, novamente arrastei minhas mãos em seus braços, desci meus beijos até sua barriga, arrastei minhas mãos até seu short, fazendo-a rir.

– Isso faz cócegas, Rachel...

Abri o botão de seu short e o tirei rapidamente, me deitei em cima dela e voltei a beijá-la, levando minha mão até seu centro, o acariciei com calma, o que fez Santana se mexer em baixo de mim, em seguida colocou suas mãos em minha cintura, me puxando para mais perto. Em segundos a penetrei com dois dedos, ela me apertou mais contra seu corpo e mordeu meu lábio inferior.

– Hum... – ela gemeu.

– Fale o meu nome, Santana. – sussurrei em seu ouvido.

– R-rachel... – ela sussurrou.

– Eu não ouvi.

– Rachel... – ela disse, agora com um pouco de voz.

– Pode dizer mais alto?

Aumentei a velocidade, pressionei mais meu corpo ao dela e senti seu corpo tremer.

– Rachel! – ela gritou.

Seu corpo relaxou, me deitei ao seu lado e a vi tentar recuperar o ar, com os olhos fechados.

– Você está bem? – perguntei.

– Melhor impossível...

Sorri, acariciei sua barriga e beijei sua bochecha.

– Vejo que não está mais doente. – ela disse, se virando de frente para mim.

– Não estou, na verdade estou ótima.

Ela sorriu e me puxou para mais perto, assim dormimos juntas.

Notas finais
Se tiver erros, me desculpem. Beijos, gracinhas! #Isa