Always and Forever
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Estávamos deitadas em sua cama, Santana já tinha tirado minha saia e minha blusa, sua camiseta também não cobria mais seu corpo. Santana acariciava minha coxa, enquanto nos beijávamos, acariciei seu rosto, fazendo-a sorrir.
- Rachel, pode me tocar, se quiser.
- O que?
- Me tocar.
Ela segurou minha mão e encaminhou até um de seus seios por cima do sutiã, minha respiração ficou mais forte, Santana voltou a me beijar, voltando a acariciar minha coxa. Segundos depois, ela tirou sua calça, deitou em cima de mim e sorriu.
- Posso...
- O que?
- Hum... sabe... te tocar...
Soltei uma pequena risada. Era inacreditável! Santana estava envergonhada. Afirmei com minha cabeça, ela desceu sua mão até meu centro, por dentro da calcinha, coloquei minhas mãos em sua cintura, ela acariciou meu clitóris, me fazendo gemer.
- Viu? São apenas toques.
Ela voltou a me beijar, pressionou seu corpo ao meu, me senti queimar por dentro, subi minhas mãos até seus seios, eu não sabia exatamente o que fazer. Santana olhou nos meus olhos, sorriu e apertou mais seu dedo em meu clitóris, me fazendo apertar seus seios.
- Rachel... quer que eu... pare?
- Eu... eu não sei...
- Como assim, não sabe?
- Eu não sei...
Fechei meus olhos, a sensação de querer ela junto à mim aumentava cada vez mais, senti-la tirar sua mão de dentro da minha calcinha, abri meus olhos e a vi se afastar.
- O que foi?
- E-eu... eu preciso ir ao banheiro. – ela respondeu se levantando.
- Santana.
Ela correu para fora do quarto, me sentei e estranhei. Me levantei, caminhei até a porta do banheiro e ouvi um gemido, logo achei que ela tinha se machucado. Abri um pouco a porta do banheiro sem fazer barulho, vi Santana sentada no chão encostada na parede, com uma das mãos em um de seus seios, agora descobertos, e a outra dentro de sua calcinha. Meus olhos ficaram vidrados, eu não conseguia parar de olhar para ela. Seus olhos fechados, mordendo seu lábio inferior, seus gemidos, estavam me deixando mais excitada. Abri mais um pouco a porta, ainda sem fazer barulho, me ajoelhei em sua frente e rapidamente ela abriu os olhos.
- Oh! Rachel... – ela tirava sua mão de dentro da calcinha.
- Não diga nada. – eu disse, segurando sua mão.
Eu a beijei, levei minha mão até seu centro e o pressionei, Santana me puxou para mais perto, me fazendo cair em cima dela, nos deitamos no chão, eu estava em cima dela. Beijei seu pescoço, ela me apertou mais contra seu corpo, me puxando pela cintura.
- Rachel... – ela gemeu.
Desci meus beijos até seus seios, Santana segurou minha mão, em seguida dois dedos e os colocaram mais em seu centro.
- Santana... eu não...
- É só penetrá-los, apenas isso.
Assim eu fiz, Santana mordeu seu lábio inferior e fechou os olhos, beijei seu pescoço e ouvi alguns gemidos vindo dela. Segundos depois senti uma coisa molhada em meus dedos, Santana sorriu e começou a procurar por ar, puxei minha mão e acariciei sua barriga.
- Rachel, eu preciso dizer. Você é incrível!
- Ah... Santana...
- É verdade...
Meu rosto corou, deitei minha cabeça em seus seios e sorri.
- Não sei por que diz isso, nunca fiz e...
- Rachel, eu não estou mentindo.
Ficamos em silêncio, senti sua respiração voltar ao normal, meu sorriso aumentou, como se eu tivesse visto um pássaro azul em minha frente.
- Hum... Santana. – cortei o silêncio.
- Sim?
- Eu... eu não sei exatamente como dizer isso...
- Apenas diga.
- Pode ser cedo demais para isso, mas... eu...
- Você...
- Euachoqueteamo. – disse em um fôlego apenas, não formalizando muito bem a frase.
- O que?
- Eu te amo, Santana.
Meu coração gelou, minhas mãos começaram a suar e meu estômago começou a embrulhar.
- Que fofa, Rachel... – ela gemeu carinhosamente. – Obrigada.
Meus olhos se arregalaram. Eu ouvi mesmo o que acho que ouvi? Levantei minha cabeça, olhei em seus olhos e a vi sorrindo.
- O-o-o que você d-disse? – perguntei, quase me sentando.
- Obrigada? – ela pareceu confusa.
Realmente ela havia dito o que eu achava que tinha ouvido. Meus olhos se encheram de lágrimas, me levantei rapidamente e corri para seu quarto, tentei ao máximo segurar as lágrimas que teimavam em cair. Coloquei rapidamente minha roupa, Santana apareceu na porta do quarto cofusa.
- Você está bem, Rachel?
- E-eu... eu preciso ir.
- Está bem, mas...
Não a deixei terminar, passei por ela, corri até a porta e sai.
- Eu te ligo! – a ouvi gritar.
Eu queria me enterrar viva naquele momento, me esconder de todos, principalmente de Santana.
Fale com o autor