Always Been True!

7 Capítulo 7- Conhecendo os garotos!


Notas iniciais
Finalmente a Jéssica e a Júlia vão conhecer Sam e Dean... Como será que vai ser?

Ponto de vista da Jéssica:

Acordei com Julia me balançando de um lado pro outro (eu dormi demais outra vez) e como sempre estávamos atrasadas. Nina entrou no quarto e pediu para que nós colocássemos roupas estilo caçadoras (isso quer dizer sem touca de pintinho hoje). Coloquei uma regata, calça Jeans e uma bota de cano alto preta. Júlia usava um short colado, uma blusa e sua jaqueta de couro marrom (ela amava aquela jaqueta). Nina disse que hoje conheceríamos os Winchesters, porem teríamos que fingir que somos caçadoras e não fãs loucas (OBAAA VOU CONHCER O SAM).

Fim do ponto de vista da Jéssica.

Estava com um baita frio na barriga e super ansiosa para conhecê-los... O Dean deveria ser PERFEITO. Saímos do nosso quarto e fomos para o de Nina (eles iriam nos conhecer lá). Quando chegamos ao quarto já havia dois caras nos esperando. O mais baixinho (que pensei ser o Dean, pois no livro falavam que Sam era maior) olhava fixada mente para mim e... Eu reconhecia aquele olhar! ERA O CARA DE ONTEM A NOITE, tinha que ser ele????

-Você é o Dean Winchester?? – falei indignada.

-eu sei... Sou mesmo um lindo! –ele disse em um tom sarcástico abrindo um leve sorriso no canto da boca. Ele era esmo um cretino.

-o filho de John Winchester? –perguntei.

-Claro, mas pêra ai... Da onde você conhece meu pai? Dean perguntou.

-Meu pai caçou com seu uma vez. Quem diria que o filho de John Winchester é um cara que passa a noite perseguindo garotas. –falei em um tom de deboche.

-Eu só estava indo para o meu quarto! –Ele respondeu revoltado.

-sei, mas se era só isso porque ficou parado na frente do meu quarto por um tempo ontem à noite? -Falei como se estivesse interrogando um criminoso.

-Como você disse sobre a faca... NÃO TE INTERESSA!

Ponto de vista do Dean:

Aquela garota era linda e eu percebi o Sam babando pela amiguinha dela, o único problema era: a tal de Júlia é esquentadinha demais (porem isso a deixa ainda mais sexy). Ela quase me matava com aquele shorts (do jeito que era curto parecia ser mais uma calcinha do que um shorts).

Fim do ponto de vista do Dean.

Depois daquilo virei as costas pro Dean e fui conhecer o Sam (ele era MUITO alto).

-oi. -Me dirigi ao Sam com um sorriso no rosto (Jéssica ainda não havia falado nada, ela era muito tímida)

-Oi, eu sou o Sam! -Ele disse, como se eu não soubesse quem ele era!

-Sou Júlia, e essa aqui é minha Irmã Jéssica! –eu Joguei Jéssica para cima de Sam e os dois começaram a conversar. Voltei a falar com o Dean que me esperava com um copo de wiski. Ficamos falando sobre seu pai e suas caçadas.

Ponto de vista da Jéssica:

-oi falei meio desajeitada para Sam. Ainda me recuperava do empurrão que Júlia havia me dado (ela era uma praga mesmo, e ao memo tempo uma fofa)

-oi, você esta bem? –Sam disse de uma forma doce. Ai ai ele era tão lindo.

-sim, estou melhor, vejo que seu irmão já conheceu minha amiga! –eu disse tentando puxar assunto.

-Voces não eram irmãs? -ele perguntou desconfiado.

-Na verdade somos meio irmãs. Meu pai se casou duas vezes, mas prefiro usar o termo amiga para me referir a Júlia. -Falei da forma mais simples possível.

-hm, acho que Júlia e Dean estão se dando bem! –Sammy falou mudando de assunto. Nessa hora ouvi Dean gritar “Júlia é um amor” e Júlia dar um leve empurrão em Dean.

-hahah, estão sim. –Falei rindo da situação.

Júlia falou que estava morrendo de fome (meu deus ela não conseguia se segurar). Descemos para comer e nisso percebi que Nina havia sumido.

Fim do ponto de vista da Jéssica

-então o que vão querer? -A garçonete perguntou olhando para Dean enquanto mordia os lábios. Quem ela pensa que é?? Idiota, oferecida, vadia... Vou cortar aqueles peitos de silicone horrível e costurar junto aos olhos dela para ela nunca mais olhar pra ele. Quanto Dean foi pedir eu falei:

-quero um pedaço da torta de morango e um capuchinho gelado com chantilly... RÁPIDO! A mulher saiu correndo para cozinha e Dean ficou me encarando. Não demorou muito para ele falar:

-o que foi isso?

-4 palavras: eu-estou-com-FOME!-depois disso chamei outro garçom para pegar o pedido de Sam, Jéssica e Dean.

Enquanto comíamos Jéssica perguntou:

-e ai o que estão caçando em Seattle? E Sam respondeu colocando alguns papéis na mesa.

-ainda não sabemos direito, achamos que é um espírito! Olhe isso. -disse entregando alguns papéis para mim e para Jéssica.

-garota e encontrada sem cabeça dentro de um prédio supostamente abandonado! -falei em alto e bom tom sendo completada por Jéssica:

- espirito com certeza.

-Preparem o sal e vamos pegar aquele fantasminha cretino. -Dean falou igual o Fred de Scooby-Doo! Foi fofo.

-só tem um pequeno problema espertinhos, estamos sem nossas armas. Nina nos trouxe de avião e o Arsenal não passou! -Jéssica disse debochando. Sam respondeu:

-isso não é problema, vamos a uma loja de armas e compramos um. Tempos balas de sal o suficiente, então nem precisamos nos preocupar. Pegaremos apenas algumas armas.

-ok Dean e Sam vão buscar as armas e eu e Júlia daremos um toque final na pesquisa. -Jéssica disse. Ela conseguia ser bem mandona quando queria. Pouco tempo depois Dean interferiu:

-não, eu vou buscar as armas com a Júlia e você e o Sammy cuidam da pesquisa. Você vai gostar, ele é ótimo em pesquisas. -Dean disse abrindo um sorrisinho lindo para mim.

-tudo bem então. Vou subir e escovar meus dentes. Te espero no meu quarto, Dean. -respondi com uma cara de cansada. Passei no balcão e paguei toda a conta para a garçonete vadia, não iria deixar botar seu telefone no recibo quando fosse entregar ao Dean.

Quando cheguei ao quarto percebi que estava muito abafado por isso fiz um longo rabo de cavalo em meu cabelo. Depois de escovar os dentes, fui ate minha cama e comecei a ver como se montar e desmontar uma arma enquanto Dean não chegava (seria fácil, pois meu pai havia nos ensinado quando ainda servia para o exercito, ele dizia que quando ele não estivesse em casa teríamos que nos proteger sozinhas). Não demorou muito para Dean entrar no bater na porta. Desliguei meu Ipad e pedi para que ele entrasse. Peguei minha jaqueta e minha carteira e o segui em silencio ate o impala.

Quando olhei aquele carro uma lagrima caiu do meu olho, eu estava morrendo de saudades do meu Cadilac, Quando Dean percebeu segurou minhas mãos e perguntou se eu estava bem. Falei a verdade, disse que estava morrendo de saudades da Dolly (era assim que eu chamava meu carro). Ele me entendeu e disse que também ficaria assim longe do impala.

Estávamos quase chegando quando Castiel apareceu no banco de trás e falou que todos nós precisávamos conversar, Dean falou que agora não ia dar, pois estávamos indo comprar armas. Castiel continuou a insistir e nos tele portou de volta para o hotel. Dean falou irônico:

-que ótimo Cass assim eu economizo combustível! -Cass ficou sem entender.

-Júlia esse aqui é o nosso anjinho, o nome dele é Castiel. Não fique preocupada se ela não rir de algo engraçado que você falar... Ele não tem senso de humor. -Dean falou como se eu não conhecesse Castiel (já havia lido todos os livros do supernatural e sabia mais sobre Cass do que Sam e Dean). Mesmo assim fingi que não sabia de nada.

-Nossa, seu próprio anjo! Isso é tão estranho. Mais fala aí Castiel, o que um anjo pode fazer??

-temos alguns poderes, porém precisamos de uma casca humana para colocá-los em pratica. — Castiel disse de uma forma simples.

-você pode mover coisas?-perguntei fingindo não saber.

-mais do que isso, posso transportá-las.

Olhei para Dean e ele soube exatamente o que eu queria com aquele olhar (minha linda Dolly). Dean me perguntou onde Dolly estava e eu lhe passei o endereço. Castiel disse que assim que falasse conosco iria buscar meu carro.

Notas finais
Oque será que o Castiel queria?? Uma dica: se preparem para algumas surpresas!
Queria agradecer pelo apoio que vocês estão me dando e se alguém quiser deixar alguma opinião sobre a fic: comente!
Amooo vocês!
XoXo