Always
11 Shopping
Ziva, Abby, Jenny, Ana, Elisa, Kensi e Nell saíram juntas naquela manhã em busca de roupas melhores.
Todas as que Abby tinha ainda eram da época do Brasil e ela queria doar aquilo tudo para um abrigo de mulheres sem tetos. Ela ficaria apenas com os pares de salto quadrado que Gibbs havia lhe dado de presente um tempo antes que ela começasse a andar.
Por algum milagre ainda não explicado, quando Vance aplicou o sedativo nela, Abby havia conseguido recuperar os movimentos das pernas e ela agora só usava uma bengala de apoio por algum tempo.
— Eu preciso de roupas novas. – Ziva disse, jogando os cabelos para trás. – Para mim e para Tali. Ela está ficando enorme e eu também.
— Você está linda, Zee. – Abby sorriu para a amiga. – Quando os meninos vão chegar?
— Quando Callen finalmente comprar o que ele quer. – Elisa estranhou a demora de seu namorado. – Houve um tempo que ele mal podia ficar longe cinco minutos.
— Ele e Gibbs estavam em busca de algo muito exclusivo. – Jenny bebeu seu drink. – Quero dizer, eles conversaram, eu só estava limpando a extensão do telefone. Isso antes de eles perceberem e eu ter de desligar.
Gibbs e Callen pegaram as sacolas de compras e as esconderam. Gibbs e seu amigo igualmente excitado estavam para dar os maiores passos das vidas deles.
Pedir suas mulheres em casamento. Ele sabia que depois do casamento de Tony e Ziva e de descobrirem que a agente estava grávida, era um tempo para uma pequena cobrança básica.
— Finalmente vocês chegaram. – Abby foi pega por um Nick Torres bastante feliz. – Demoraram tanto. Achei que tinham desistido de vir.
— E perder o dia no shopping? – Nick a cumprimentou com um beijo. – Não quando eu vou poder ver você comprar calcinhas.
— Deus, não, Torres. – Jenny gemeu. – Essa é a pior cantada que alguém já fez.
— E aquela sobre... – Gibbs nem terminou antes que Jenny o calasse. – Por que isso?
— Eu não quero ouvir essa de novo. – Ela o puxou com ela. – Vamos, eu preciso ir à farmácia agora.
— A gente se encontra na loja de roupas. – Ziva a viu dando um tchauzinho e riu. – Farmácia, meu asno. Eles vão é fazer aquilo.
— Eca. – Abby brincou. – Vamos?
— Com certeza. – Kensi puxou Deeks pelo braço. – Cada mulher tem seu namorado a gente se encontra na loja de roupas.
Jenny e Gibbs entraram se beijando no elevador de carga. Lá não tinha câmeras e Jenny precisava tanto de Gibbs, quase do mesmo jeito que ele precisava dele.
— Blusa. – Ela apontou para a blusa de botão. – Apenas desabotoe. Eu vou precisar dela para sair daqui.
— Não tem medo do perigo? – Gibbs viu o calor nos olhos de Jenny se intensificarem. – Eu vou estar condenado pela eternidade.
— E isso é algo ruim? – Ela desceu as calças dele e a cueca. – Venha para a mamãe.
Gibbs empurrou ela suavemente na parede e levantou a saia e afastou a calcinha dela.
— Meu Deus, Jen, você me fascina. – Ele a beijou com tanto carinho, que era óbvio o motivo de eles terem uma sala dentro da sala de Jenny, que era a prova de som. – Venha, querida. Venha para o papai.
— Gibbs, oh meu... GIIIBBS! – Jenny o beijou querendo abafar o som. – Agora sim estou pronta para as compras.
Gibbs se sentou depois de se vestirem e saírem do elevador. Aquela mulher era uma das coisas mais certas da vida dele. O anel em seu bolso era com certeza todo dela.
— O que você acha desse vestido? – Abby o colocou em sua frente e viu Nick sorrir. – O que?
— Nada. – Ele se aproximou com uma bolsa da loja e colocou o vestido e a beijou. – Apenas admirando o fato que você se sente melhor agora.
— Eu não vou deixar Any vencer. – Abby o beijou e foi em busca de outro vestido. – E quanto a este?
— Compre quantos quiser, Abby. – Nick a beijou de novo. – Eu pagarei tudo o que comprar.
— Embora eu tenha meu dinheiro, é fofo. – Abby o beijou e ouviu Gibbs pigarrear. – O que?
— Ainda estou esperando aquela conversa, Abby. – Gibbs deu risada. – Mas como eu tenho certeza que Nick é um bom partido, eu vou deixar ele escapar com um aviso.
— Obrigado pelo voto de confiança, Gibbs. – Nick sorriu e beijou Abby. – Eu prometo ser o mais calmo de todos.
— É, eu ouvi isso de Tony. – Gibbs passou pelo agente e lhe deu um peteleco na cabeça. – Apenas no caso de você fazer algo com Abbs.
— Lembra quando ele dava esses tapas na minha cabeça? – Tony apalpou o local distraidamente. – Ainda me lembro.
Callen e Elisa estavam indo para um dos provadores. Quando a mulher entrou, Callen a seguiu e trancou o provador. Nem era necessário dizer que os dois acabaram deixando as roupas no chão e fazendo amor.
E que assim como Gibbs e Jenny os dois agiram normalmente.
— Essa loja parece ter só a gente mesmo. – Elisa pegou um dos conjuntos de lingerie. – Eu sinto o seu hálito no meu pescoço, G.
— Desculpe, não pude deixar de te ver nelas. – Ele a levou para uma parte mais discreto e se ajoelhou na frente dela. – Eu ia esperar chegar em casa, fazer um jantar romântico, que eu ainda posso fazer, mas eu tenho algo para te pedir.
Ele abriu a caixinha e Elisa suspirou. Ela sabia que ele não era exibicionista.
— Elisa, no primeiro momento em que eu te conheci tudo o que eu sonhei se tornou realidade. Como uma onda de vento energizante você apareceu na minha vida e agora eu não posso te perder. – Callen pegou a mão dela. – Elisa Smith, aceita ser minha esposa?
— Oh, Grisha! – Elisa o beijou, selando um sim. – Sim! Sim! Sim! Milhões de vezes sim.
— Nesse caso, quer manter segredo e ver quanto tempo as meninas descobrem que estamos noivos? – Ele balançou as sobrancelhas para ela. – Então?
— Vamos manter o segredo. – Ela colocou o anel. – E esperar que eles não demorem para descobrir.
— Desculpe, mas fui sorteada para ver se vocês estavam bem. – Ana sentiu que estivesse interrompendo algo importante. – A propósito, parabéns.
Ela era uma agente federal e teve aulas com profilers da BAU.
Ana voltou para Sam e o beijou sem cerimônia. O homem apenas apertou a garota mais forte perto dele e a persuadiu para entrar com a língua em sua boca. Era tão perfeito que se Walls tocasse naquele momento, ela acharia que era um sonho bom.
Jenny olhou para a cena e nem se acanhando, ela retirou uma caixinha de alianças do bolso.
— Gibbs, sei que a tradição pede que o homem faça o pedido, mas eu não ligo nenhum pouco para tradições. – Jenny pegou a mão de Gibbs e sorriu. – Aceita se casar comigo?
Gibbs a olhou, adorando o leve rubor de suas bochechas e a beijou. Foda-se a tradição. Ser pedido em casamento era uma das melhores sensações.
Ele daria o anel como presente porque não havia nenhuma chance de ele estragar o momento de Jenny.
Todas as meninas levaram dez sacolas cada uma. É claro que cada homem levou para elas e as colocou em seus porta-malas.
Para dois casais seria muito especial a volta para casa. Eles estavam noivos e era perfeito.
Tony levou Ziva, Tali e seu pai para jantarem. Ela pediu uma comida apimentada pelo seu desejo de grávida.
Tony pegou a mão dela, fazendo-a olhar para ele e beijando seus lábios.
Callen e Elisa aproveitaram um jantar em casa mesmo. Eles assistiram vingadores: ultimato juntos chorando com as mortes.
Depois que eles se recolheram, eles fizeram amor. Porque nunca era demais.
McGee voltou para casa com Delilah e seus gêmeos. Era perfeito ter uma família grande. Eles acabaram adotando uma gatinha das ruas por vontade de Morgan que se apaixonara pela pequena felina.
Sam e Ana foram para o cinema. Eles viram a estreia de Mulan e sorriram pelo filme ser uma obra maravilhosa. Eles não haviam adicionado um rotulo, mas quem precisava de um quando o que eles sentiam era amor?
Abby e Nick foram a uma exposição de artes. Apesar de Torres odiar usar um terno, ele precisava estar à altura de Abby naquele vestido cheio de brilhos.
Gibbs e Jenny entraram em casa se beijando. Eles queriam demais comemorar o noivado a sós.
Gibbs ligou o rádio e Jordin Sparks e sua Tattoo tocava enquanto eles faziam amor.
Era perfeito para todos e logo ficaria melhor com o casamento dos chefes da NCIS.
Fale com o autor