Always
18 Elisa & Callen
Era o dia do casamento de Callen e Elisa. Os dois estavam tão felizes por finalmente estarem trocando alianças.
Elisa se olhou no espelho do quarto onde estava se arrumando e pousou as mãos sobre o ventre inchado. Ela poderia estar de quase quatro meses, mas já parecia bastante grávida.
— Você está linda. – Penelope e Abby entraram. – Uau, garota, você está acontecendo.
— Obrigada. – Elisa abraçou Penelope e depois Abby. – E como vão as minhas madrinhas hoje?
— Bem, deixe-me ir buscar o restante delas. – Penelope sorriu e saiu, voltando alguns segundos depois com todas as madrinhas. – Aqui estamos.
Uma a uma, as madrinhas entraram no quarto em seus vestidos vinhos e com pequenos buques de orquídeas, que mais tarde se uniriam e formariam o buque maior de Elisa.
— Eu nem sei o que eu devo falar. – Elisa se sentou. – Desculpe, estou emocionada.
— É seu casamento. – Abby sorriu e entregou um colar para ela. – Aqui, esse é o seu emprestado.
— E esta é a sua coisa azul. – Penelope apontou para as pequenas porções. – Logo eles se unirão e farão parte de um maior.
— A sua coisa antiga. – Elisa apontou para os brincos que foram de sua mãe. – Ela ganhou da mãe dela no casamento dela. E a coisa nova está sob o vestido.
— Callen vai aproveitar essa noite. – Kensi brincou. – Quem diria que veríamos G Callen se casando e ser pai.
— Verdade, ele parecia nunca conseguir alguém. – Hetty olhou para Elisa. – Mas acho que o destino estava preparando você para ele.
— Eu espero. – Elisa colocou a foto de seus pais dentro de uma pequena abertura no vestido. – Ele sempre estará no meu coração.
— Pronta? – Sam bateu e entrou. – Nossa, eu estou feliz que colocamos uma ambulância ali na frente.
Elisa sabia que ele estava brincando, mas G seria duplamente favorecido. Seu vestido era rendado nas costas e evidenciava sua barriga de grávida. Uma pequena causa fazia o vestido ficar como se ela fosse uma princesa. Seu cabelo em cachos meio soltos e meio presos.
Um véu branco com perolas que não era curto e nem grande, mas era na medida perfeita. Ela usava saltos baixos por causa da gravidez, mas isso não a incomodava.
Sam apertou o braço dela na medida que eles chegavam na frente das portas duplas da casa nova de Tony e Ziva.
Eles tinham o espaço perfeito para o casamento e a festa. Então, juntaram o útil ao agradável e todos os convidados para a celebração. Sam apertou a mão de Elisa quando eles chegaram. O portão duplo estava decorado e o carro entrou.
Gibbs veio receber os dois e os conduziu para a parte de trás onde o noivo já os esperava.
Callen olhou para a mulher dele prestes a entrar pela passarela em sua direção.
— Está pronto, senhor Callen? – Hetty perguntou, subindo em um banquinho. – Porque eu estou pronta.
— — Parece que estou pronto há muito tempo. – Ele se arrumou no segundo em que ouviu o som dos violinos sendo arranhados.
Todos se levantaram vendo Sam conduzir Elisa pela passarela.
A cada passo que ela ficava mais perto dele, o coração de G sorria.
— Cuide dela, G. – Sam o alertou. – Você pode ser meu amigo, mas Elisa é como uma irmã para mim.
— Pode deixar. – Ele a pegou pelo braço e a levou para o altar.
— Queridos e amados, estamos todos reunidos para celebrar o casamento de Elisa Smith e Grisha Callen. Cujo amor passou por todas as dificuldades que a aplicação da lei causa, de todas as prisões que Elisa precisou tirar o Sr Callen. – Hetty sorriu triunfante. – Mas acima de tudo, que deu frutos. Hoje, Elisa e Callen esperam gêmeos e apesar de terem apressado a cerimonia, eles não estão nem aí para convenções.
As alianças foram trazidas por Tali e entregues a Hetty.
— Callen. – Elisa começou seus votos. – Quando nós nos conhecemos, você estava atrás das grades e eu te tirei pela primeira vez de uma encrenca. Acho que o amor bandido não é tão ruim quando acontece com alguém que definitivamente não é um vilão, mas sim, o mocinho. E nossas filhas serão a prova.
— Eu te conheci e meu coração sorriu. Era como se finalmente a ferida feita por outras pessoas fechasse. – Callen manteve bem curto. – E definitivamente, eu quero passar mais de 1000 anos com você e ter uma família grande e feliz.
— Elisa Smith, é de livre e espontânea vontade que você aceita Grisha Callen como seu legitimo esposo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando e respeitando até o fim de suas vidas? – Hetty perguntou a Elisa.
— Aceito. – Elisa nem precisa pensar.
— Hetty, não precisa perguntar para mim, porque não existe duvidas que eu aceito. – Callen sorriu e pegou as mãos dela.
— Então pelos poderes investidos a mim pelo estado da Califórnia, eu os declaro marido e mulher. – Hetty sabia que Callen tinha algo em mente. – Pode beijar a noiva.
Pegando Elisa devagar, uma mão foi para o ventre dela e a outra na bochecha. Um beijo casco primeiro e depois um maior.
Como em um conto de fadas, Far Away do Nickelback começou a tocar e os noivos desceram do altar.
Houve uma chuva de confetes feitos com folhas secas e Elisa sorriu.
Ela parou segundos antes de se sentar na mesa e decidiu jogar o buque agora unido para as solteiras.
Abby e Ana se posicionaram e Abby acabou pegando o buque. Ela retirou um pouco a fita e dividiu o buque com Ana.
Todos sorriram com a cena fofa do abraço das duas.
Especialmente Nick e Sam.
— Ok, eu quero oferecer o primeiro brinde. – Pen pegou a taça. – Para Elisa e Callen, que sejam muito felizes no casamento e que as duas bebês venham com saúde.
— Saúde! – Todos levantaram e brindaram uns com os outros.
A playlist do casamento incluía Forever de Chris Brown, 5 Seconds to summer e claro, Nickelback.
— Eu me sinto tão bem. – Elisa estava balançando ao ritmo de Never Gonna Be Alone. – Eu tenho certeza que você é o homem certo para mim.
— Verdade? – Callen sorriu. – Eu te amo demais.
— Eu também te amo. – Elisa o beijou e os dois ganharam sorrisos.
— Eu fico tão feliz pelos dois. – Jenny sorriu. – Acho que logo você pode conhecer nossa pequena.
— Eu tenho uma sugestão de nome. – Gibbs pegou um guardanapo, abriu a caneta em seu paletó e entregou para Jenny. – Vê se você gosta.
Abrindo o guardanapo, um sorriso enfeitou os lábios dela e ela o beijou.
Na verdade, não havia um nome escrito lá, mas apenas uma pergunta. “Você ainda vai me amar de manhã? ”
— Eu sempre vou te amar. – Jenny o abraçou e o beijou. – Para sempre, Jethro.
Os dois foram para pista de dança, se juntando ao restante dos casais que dançavam ao som de “Never Worn White” de Katy Perry.
Beijos era uma coisa que não faltava. Todos os casais não casados e casados se beijavam.
As crianças, no entanto, faziam cara de nojo. Mas era tudo uma brincadeira. Bem, pelo menos os pais esperavam que as meninas não beijassem até os 25.
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