Alternative Realy

11 Operação caça - fantasma!


Notas iniciais
Volteeei!! ❤

Era mais uma noite comum para os Uzumakis. Naquele universo alternativo, o tempo passava mais rápido. O passado também parecia bem distinto e curioso do que do Universo Original. Nenhum dos irmãos Uzumakis originais ou a Uchiha sabiam quem era Ayuno, ou o clã Hitari. Ou melhor, nem sabiam quem era Ayuno ou se ela realmente existiu no Universo Original. Se Saito e Aiko soubessem mais de alguma coisa coisa... Se pudessem falar diretamente com Naruto e Sakura alternativos... Seria bom falar com eles sobre o passado alternativo e se Ayuno fez mudar alguma coisa... Eles sabiam que não podiam guardar esse segredo para sempre. Eles tinham que encontrar um jeito de sair dali.

Saito prometeu que ia pesquisar mais sobre o pergaminho, assim que pudesse. Se o pergaminho levava as pessoas para um universo alternativo, provalvemente, tinha algum modo de traze — las de volta ao Universo Original.

O problema era : Como contar a Naruto e Sakura que seus filhos alternativos estavam ali? Seria um pouco difícil de revelar, mas não tinha outro jeito.

Na hora do jantar, o Hokage e a Primeira — Dama de Konoha perceberam que seus filhos estavam bem mais quietos do que de costume. Saito pensava em um jeito jeito de levar Bolt, Hima e Sara de volta para casa. Aiko imaginava de como era o universo alternativo de onde eles vieram. E do que ia brincar com Himawari quando terminasse de jantar.

— Vocês parecem tão quietos... — a rosada mais velha comentou — Estão aprontando alguma coisa? — perguntou, logo em seguida.

— A mãe de vocês tem razão — Naruto concordou — vocês não são de ficar quietinhos na hora do jantar.

— Bom, é que... — a Uzumaki mais nova começou, terminando de engolir suas batatas assadas apimentadas — Eu tô pensando no meu aniversário. Agora, não sei no que o nii — chan tá pensando. — a rosadinha deu um risinho maroto; como se dissesse : " Tá pensando na Hikari, né, nii — chan?!"

— Eu estava pensando... — Saito começou e foi prontamente interrompido por certo terremoto cor — de — rosa.

— Na Hikari!!

— NANI?? — o loirinho ficou vermelho de vergonha.

— O Saito tá apaixonado, o Saito tá apaixonado... — Aiko cantarolou.

— Quem disse que eu tô pensando nela? Bom, em partes sim, mas... — o Uzumaki corou e fez uma carinha de bobo apaixonado.

— Aham, sei...

— Ah, me deixe em paz... — Saito ficou vermelho como um pimentão.

— É de raiva ou vergonha?

— Humpf... Acho que os dois.

Todos riram da reação do loirinho, menos o próprio Saito.

— Acho que eu vou cavar um buraco, enterrar minha cabeça e não sair de lá nunca mais. — o rapaz dos olhos esmeraldinos comentou, abaixando a cabeça para o seu prato.

— Não precisa ficar assim, filhão — o Nanadaime colocou a mão no ombro do filho gentilmente, sorrindo — eu também morria de vergonha de falar com a sua mãe quando tinha sua idade. É normal que você se sinta assim.

— Mãe, pai, imouto... Posso ser sincero? — Saito perguntou.

— Pode sim. — responderam em coro.

— E- eu tenho medo da Hikari não me retribuir e me dar um pé na bunda depois.

— Não fica assim, nii — chan! — a pequenina tentou reconfortar o irmão — Você é o onii — chan mais lindo que existe no mundo! É claro que ela gosta de você.

— Arigato, imouto — chan.

— Além disso, não fique preocupado, filho — Sakura tocou na mão do filho — Hikari é uma boa menina. Mesmo que ela não te retribua, ela não vai te machucar. Se você confessar os seus sentimentos, vai ser melhor. Não pode esconde — los para sempre.

— Tem razão, Okaa — San... Obrigado.

— Esse é meu filhão!- Naruto arrepiou os cabelos do filho de forma carinhosa.

— Boa noite, Okaa — San, Otou — San. — o menino se levantou da cadeira — Vou dormir.

— Eii, Saiiitoooo! — Aiko chamou — Eu vou com você!

— Tá bom, pestinha. Sobe! — Saito se agachou e a rosadinha subiu em suas costas.

— Ebaa! Vai, cavalinho! — Aiko comemorou, agarrando a jaqueta do irmão.

Quando perceberam, tinham corrido pela casa inteira, brincando de cavalinho. Se jogaram no sofá. Como estava cansada, após ter tomado banho, Aiko se deitou no colo do irmão e dormiu. Saito foi acariciando os cabelos rosados da sua querida irmãzinha. Ela estava tão bonitinha... O pijama de mangas longas e calça; com estampas de corações vermelhos , lhe caiam muito bem. Pegou sua irmãzinha no colo e a levou para a cama.

— Boa noite, Aiko.

— Boa noite... Nii — Chan... — Aiko respondeu, sem abrir os olhos.

O loirinho deu um beijo na bochecha da pequena rosada e puxou as cobertas da garota.

Quando todos estavam dormindo, o Uzumaki foi até a casa da árvore, onde o resto da turma estava. Decidiram dormir por lá.

— Então, a barra tá limpa? — Boruto perguntou.

— Hai. Podem dormir tranquilos. — o Uzumaki alternativo afirmou.

— Eu estava pensando numa coisa... — Uma certa Uchiha começou

— No quê? — o resto da turma perguntou, em uníosso.

— A gente bem que podia contar ao Naruto e a minha mãe... Digo, a minha mãe alternativa, que nem minha mãe é... — fez uma pausa

— ...Que estamos escondidos aqui e que somos de um Universo Alternativo — Bolt completou a frase da morena antes que ela terminasse.

— Exatamente.

— Olha, Sarada, não sei se é uma boa ideia... — Boruto afirmou, hesitante.

— Ah, fala sério... — A Uchiha se sentou em um dos pufs — De um jeito ou de outro, nós vamos ter que contar um dia... Não podemos ficar escondidos aqui para sempre.

— Ei... A Sarada tem razão — o loirinho dos olhos esmeraldinos concordou — se nós explicarmos com calma, tenho certeza que eles vão entender. Quem concorda de contarmos tudo amanhã?

— Eu concordo. — Sarada levantou o braço.

— Bom... Eu também concordo. — Bolt levantou o braço também.

Se eles soubessem o que ia por vir...

****

— Nii — chan... — Aiko mexeu no ombro do irmão, que babava no travesseiro.

— Hikari — Chan... Que bom que sente o mesmo que eu... — O garoto murmurou, enquanto dormia.

— Aff, fala sério... — A rosadinha sentiu uma gota enorme se formando em sua cabeça — Nii — Chan... Nii — Chan...

— Não, mãe, só mais cinco minutinhos...

— ACORDA LOGO, NII — CHAN!

— Hã? Quê? Como? — o loirinho mexeu a cabeça de um lado para o outro, confuso.

— Nii — Chan... — a Uzumaki fez cara de cachorrinho abandonado.

— Ah,não, eu conheço essa cara. O que você quer, Aiko? Fala logo que eu quero dormir...

— Tem um fantasma no meu quarto! — a garotinha exclamou, um pouco assustada. Saito apenas arqueou a sonbracelha.

— Tá bom, fala o que você quer de verdade...

— Mas é sério! Por favor, Saito — nii! — A pequena fez de novo aquela carinha.

Ah, maldita carinha...

— Tá bom, mas tem que ser rápido! Vamos caçar o fantasma...

— Hai!

Os dois irmãos foram devargazinho até o quarto de Aiko. Viram uma estranha figura na janela... Parecia um monstro ou algo assim. A sombra lembrava um fantasma com dentes pontudos e olhos assustadores. Saito foi se aproximando devagar da janela, com uma vassoura ( Aiko pediu que ele levasse uma vassoura, para deter o fantasma, e para eles correrem como uma capivara caso a coisa ficasse feia ), e abriu a janela. Era apenas a sombras dos galhos e folhas da árvore, onde ficava a casa na árvore.

— Viu, Imouto — Chan? — Saito afirmou, vitorioso — Eu falei que não tinha nenhum fantasma.

— UFA... Ainda bem... — a Uzumaki suspirou, aliviada.

— Agora, pare de bobagem e vamos dormir.

— Tá bom...

Aiko já ia se deitar na cama, quando percebeu que o resto do pessoal que estava na casa na árvore estavam descendo de lá. Chegaram até a sacada.

— Bolt? Hima? Sara? — o loiro indagou — Aconteceu alguma coisa?

— A Hima viu um monstro perto da janela do quarto da Ai — Chan e ficou com medo do que podia acontecer... — Boruto explicou.

— Ah, a Aiko viu um fantasma também... Mas era só a sombra da árvore.

— Bom, já que é isso,vamos dormir! — a morena afirmou.

— OK! — Himawari concordou, sorrindo.

— Peraí... Que barulho é esse? — Aiko indagou.

Eram passos, que ficavam cada vez mais estridentes. Os cinco se juntaram em um canto, assustados. Será que existia um fantasma no final das contas?

Aiko se agarrou à perna do irmão, enquanto Himawari fazia o mesmo com Boruto. Sarada apenas estremeceu e roeu as unhas, rezando para que a porta não abrisse.

Aconteceu. A porta se abriu e a luz se acendeu. Um grito de horror se fez ouvir da parte dos cinco. Notaram que esse grito não fora só da parte deles. Havia uma sexta pessoa presente. Era Sakura.

— Mas o quê significa isso?!