Almas Trocadas? Oh, não!

5 Capítulo 4 - Quem é aquela garota misteriosa?


Notas iniciais
Olá pessoas de mi vida ♥
Sentiram saudades de mim? *U* Espero que sim né u_u
Desculpa a demora de postar e tal :c Eu fiz esse capítulo hoje, e só ficou desse tamanho por causa da @Suupy, que me fez escrever, e escrever OPKSDPKOASPKODKOPASDPKOAPOKD virei escrava -q
Bom, no decorrer do capítulo, eu vou pedir pra vocês colocarem as músicas, então por favor minna, coloquem-a ok? u.u
Eu espero que vocês se divirtam, porque eu amei fazer esse capítulo, tão fofinho Kyaaaaah *UUU*
Obrigada por todos os comentários e tals u.u
Sem mais delongas, boa leitura minna! ♥ Até, as notas finais õ/

–Mirajane, você viverá com o Laxus a partir de hoje. – O pai da Mirajane falava com um sorriso enorme.

–O quê?! – Mirajane e o Laxus gritaram juntos.

– Está ótimo! Corta! – Gerard falou e virou para trás, onde se encontrava uma cena cômica, Lucy estava em cima do Natsu brigando feito loucos.

– Mas o quê?! – Gerard falou se aproximando.

– Ops. – Lucy levantou-se em um pulo com o Natsu, com as mãos juntas ainda. – Foi mal. – Lucy passou a mão pelo cabelo.

– Você não tem jeito mesmo né? – Gerard falou balançando a cabeça negativamente.

– Claro, você pensa que eu sou bipolar? — Lucy falou balançando a cabeça como se não acreditasse no que ouviu do amigo.

– Olá Natsu. – Lisanna se aproximou tentando me empurrar mas o Natsu me puxou para mais perto dele segurando-me firme.

– Olá Lisanna, o que quer? – Natsu perguntou irônico.

– Acho que você sabe não é? – Lisanna estava já para se beijar com o Natsu.

“Quem tanto briga, tanto se ama.”

Lucy disparadamente se meteu no meio dos dois e beijou o Natsu com os olhos arregalados, ela não entendia o porquê de ter feito aquilo, mas apenas tinha feito e não sabia o que dizer sobre isso, afinal, era como se o corpo dela se mexesse para fazer isso, claro, não havia necessidade para aquilo, já que, ela não gostava do rosado e nem vice e versa, então ela poderia ter deixado Lisanna beijar o garoto a vontade.

Mas não, alguma coisa a fez se mexer, Natsu a encarava com os olhos esbugalhados igualmente, a loira pelo que ele conhecia não faria algo como aquilo, não mesmo, ela era pura de mais. Mesmo a loira não querendo fazer aquilo, não conseguia parar de beija-lo, Lisanna encarava a cena estranha, talvez com raiva, talvez não.

Todos do estúdio encaravam a cena boquiabertos, Lucy fechou os olhos e corou, parando enfim de beija-lo, ela não se virou, ficou encarando o peitoral do Natsu, a loira estava com vergonha demais para encarar maioria do salão.

– Pf. – Natsu revirou os olhos e colou a cabeça da loira em seu peitoral fazendo-a se “esconder” ali, Lucy estava inquieta por dentro, a mesma estava totalmente corada, “ o que irão pensar de mim? Estou arruinada!” Lucy pensou soluçando, algo que era totalmente desnecessário.

O rosado apenas acariciava o cabelo dela, para a mesma se acalmar e tentar esquecer aquilo.

– Só por hoje, você conseguiu se safar Natsu Dragneel, mas ainda irei querer conversar com você meu amor. – Lisanna falou, e ao sair dali acariciou antes o queixo do rosado sorrindo, Natsu fez uma cara de nojo para a albina que ignorou.

– Desculpem, posso roubar a autora de vocês por um instante?- Natsu se manifestou, querendo tirar a loira do espaço para a mesma poder se acalmar, ele não entendia o porquê dela estar daquele jeito, mas pensou que tinha algo atrás disso, e optou por ignorar, sabia que se perguntasse Lucy não responderia.

– Mas é claro! – Todos responderam ainda surpresos pela atitude da loira.

– Obrigado. – Natsu falou sorrindo e puxando a loira para fora dali, levou-a para a garagem que ficava embaixo da emissora, pois tinha certeza de que não haveria ninguém ali, e se houvesse optaria por conversar sussurrando com ela, ali era mais seguro do que lá em cima de qualquer forma. – O que aconteceu? – Natsu perguntou meio preocupado.

– E-eu não sei... – Lucy respondeu evitando olhar nos olhos do rosado. – Não sei mesmo o porque de ter... te beijado. – Lucy respondeu agora olhando para o rosado, analisando-o.

– Não estou me referindo ao beijo... estou querendo entender o porque de suas lágrimas. – Natsu falou pondo as mãos no bolso e olhando para o lado.

– Nada que você precise saber, isso eu te garanto. – Lucy falou meio afiada e abaixou a cabeça.

– Qual é Lucy... – Natsu falou se aproximando da loira.

– Não é algo que você necessite saber. – Lucy falou ainda olhando para o chão.

– Por quê? – Natsu perguntou curioso.

– É algo pessoal, e espera um instante. – Lucy falou olhando para suas duas mãos agora. – Nós não estamos mais de mãos dadas, isso não é ótimo? E continuamos nos nossos corpos! – Lucy vibrou por um instante de felicidade, porém o rosado ainda continuava pensativo, achando que algo não estava certo.

– Oe, Lucy, você não acha que algo está errado? – Natsu perguntou ainda pensativo.

– é claro que não, conseguimos voltar ao normal, está ótimo! — Lucy falou animada.

– Não... Isso é muito estranho. – Natsu falou encarando a loira.

– Para com isso, você tá ficando surtado ameba. – Lucy falou rindo.

– Olha quem fala, parece que você nem pensa. – Natsu falou meio irritado.

– É o quê? – Lucy falou irritada.

Natsu sentiu uma vontade súbita de ir ao banheiro e lembrou-se que a loira falou sobre não ter ido ao banheiro.

Eu não digo a ninguém sobre o jeito que seguras a minha mão. Eu não digo a ninguém sobre as coisas que nós planejamos. Eu não vou dizer a ninguém. Não vou dizer a ninguém. Eles querem me empurrar pra baixo. Eles querem te ver cair (cair)

Parachute — Cheryl Cole.

–Eu preciso ir ao banheiro, urgentemente. – Natsu falou sério e paralisado.

–Então vá, ué, não é mais necessário eu estar com você, se quiser pode ir até embora. – Lucy falou sorrindo.

– Hm. – Natsu falou e saiu correndo a procura de um banheiro e quando estava perto sentiu uma energia domina-lo e caiu no chão, e aconteceu o mesmo com a loira, os dois trocaram novamente de corpos. – Droga, eu sabia que tinha algo errado. – Natsu falou balançando a cabeça, e logo a loira apareceu correndo e gritando feito uma louca no corpo dele. – Shiu, sua maluca!

– Cala a boca e vem. – Lucy puxou o rosado junto, ela estava querendo ir ao banheiro a qualquer custo, mas não podia, já que não sabia como tocar, nem pegar naquela parte, a loira entrelaçou a mão dela na dele e trocaram de lugar. – Nossa, que alivio! – A loira respirou bem fundo.

– Só pra você não é? – Natsu gritou com raiva e saiu correndo com ela, entrando no prédio de novo quase voando atrás do banheiro, eles saíram correndo abrindo porta atrás de porta.

–Errado. – Lucy falava em cada porta que ele abria, a coitada estava sendo arrastada junto, as lágrimas saiam do rosto dela, mas não de tristeza, nem de felicidade, nem ela mesma entendia o motivo. – Errado. – Lucy falou na outra porta que o rosado abriu.

– Por quê você não diz logo onde é sua demônia?! – Natsu falou invocado.

–Não estou afim de te dizer ameba. – Lucy falou olhando para o lado e isso irritou o rosado.

– Você me paga! – Ele gritou e saiu correndo novamente atrás do maldito banheiro.

– Eu mesma não. – Lucy falou com as lágrimas saindo ainda sendo arrastada por todo o canto, até que o rosado avistou o banheiro e suspirou aliviado, ele já estava entrando quando a loira parou. – Não me diga que... – Lucy abriu os olhos deixando-os bem grande.

– Não me diga o quê? – Natsu falou sorrindo maliciosamente.

– Você vai me fazer entrar com você?! Não! – Lucy gritou corando.

–Exatamente, até que enfim você deixou seu cérebro funcionar hein?! – Natsu sorriu vitorioso.

– Como podes?! – Lucy olhou-o incrédula.

– Vingança querida, vingança. – Natsu falou sorrindo.

– Você é uma ameba, ou melhor um demônio! Isso sim. – Lucy gritou protestando.

– Então, você quer tocar na minhas partes para fazer xixi? – Natsu perguntou sério. – Ou prefere que eu mesmo faça isso? – Natsu perguntou como se fosse óbvio a segunda opção.

– B-Bom... falando assim... – Lucy falou ficando vermelha.

– Ótimo, estamos entendidos. – Natsu olhou para todos os lados a procura de alguém, mas por sorte ninguém passava ali. – Vamos, a hora é agora. – Os dois entraram quase correndo, e entraram em uma cabine rapidamente, Gerard ligou para Lucy, e a mesma pensou em ter desligado, só que a mesma apertou o botão de atender.

–Alô? – Gerard perguntou confuso, com várias pessoas ao lado dele.

Eu não preciso de para-quedas

Querido, se eu tiver você

Parachute — Cheryl Cole

– Lucy, está apertado! – Natsu gritou do outro lado da linha e todos ficaram com uma cara vermelha.

– A culpa não é minha! – Lucy falou.

–Preciso que você me ajude. – Natsu falou tentando ficar calmo.

– Como você quer que eu te ajude? Nunca fiz isso! – Lucy falou assustada.

– Relaxa, tudo tem sua primeira vez! – Natsu falou tentando tranquilizar a loira. – É só você fazer isso. – Natsu mostrava algo para a loira.

– L-Lucy? – Gerard falou corado, mas a loira não conseguia ouvir.

– Mas, eu não sei fazer isso e tô com medo. – Lucy falou.

Todos ainda ficaram ouvindo a conversa, umas pessoas se abanavam e outras ficavam com os olhos bem esbugalhados corando institivamente.

– Calma Lucy, não vai acontecer nada! – Natsu gritou.

– M-Mas... Ah. – Lucy falou desistindo de não ajuda-lo. – Kyah! – Lucy deu um gritinho.

– OMG, Lucy? – Gerard tentava chamar atenção da loira.

– Por quê está gritando? Isso nem machuca! – Natsu falou relaxado.

– Eu sei, mas...É constrangedor. – Lucy falou.

– Calma Lucy, um dia você teria que fazer isso. – O Natsu disse calmo.

– Nunca! – Lucy falou. – Kyah, eu não acredito que estou fazendo isso! – Lucy falou tapando os olhos.

– Espera Lucy. – Natsu falou com a voz angustiada. – Eu... to quase... – Natsu falou com a voz agora meio arfando.

– Lucy?!!! – Gerard falava tentando ver se ela respondia, mas nenhum sinal de vida, todos ainda estavam escutando curiosos, o azulado olhou para trás e se assustou com a quantidade de gente atrás dele, porque ele tinha posto no alto falante, mas não imaginava que todos poderiam ouvir.

– Ah... Natsu! – Lucy reprimiu o rosado.

– Chega! – Gerard desligou o telefone na mesma hora e todos suspiraram tristes. – Não estavam todos querendo ensaiar? Então, vão! – Gerard repreendeu todos.

– Mas que palhaçada foi essa? – Lisanna se aproximou do azulado.

– Nada que te interesse. – Gerard saiu dali deixando a albina sozinha.

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– Conseguimos Lucy! – Natsu disse satisfeito.

– Só você se sente satisfeito né? Você me fez ficar de frente a privada, teve sorte de eu não ter visto nada demais, se não eu teria matado, e se caísse alguma gotinha no meu braço ou na minha perna eu te espancava ameba! – Lucy falou irritada, revirando os olhos.

Eu não preciso de para-quedas. Você vai me pegar. Você vai segurar se eu cair

Parachute — Cheryl Cole

– Mas não aconteceu nada demais, tá vendo? – Natsu disse sorrindo, ele foi até a frente da pia, começaram a ouvir passos de pessoas entrando no banheiro correndo, Lucy e o rosado voltaram para cabine. – Lucy... Sei que você vai querer me bater... Mas, deixe eu testar uma coisa. – Natsu falou.

– O... – Antes da loira terminar, Natsu selou os lábios dele, com o da Lucy, formando um beijo longo, e depois os separou. – Ameba, você é retardado?! – Lucy sussurrou com medo das pessoas lá fora ouvirem.

– Relaxa. – Natsu soltou a mão da de Lucy, e como ele imaginou, conseguiu ficar no corpo dele, o mesmo virou-se para loira e piscou. – Fica quieta ai.

– O que você vai... – Antes de Lucy terminar, Natsu saiu da cabine.

– Não entrem ali agora, acabei de fazer minhas necessidades sabe? – Natsu falou indo lavar a mão.

Os homens olharam para ele incrédulos em como ele pode ter falado isso.

– Se é que me entendem. – Natsu falou sorrindo, ele terminou de lavar as mãos e as enxugou.

– Eu hein, que cara estranho. – Um rapaz sussurrou para o outro ao seu lado.

– Sim, é verdade. – O outro concordou incrédulo.

Depois os dois rapazes entraram em suas respectivas cabines, evitando ao do que o rosado mencionou, e Natsu voltou rapidamente para onde a loira estava, pondo-a em seu ombro e correndo para fora dali.

– Ufa, essa foi por pouco hein? – Natsu falou suspirando aliviado.

Lucy estava com uma cara de má, o rosado a pôs no chão sorrindo, e Lucy sorriu cinicamente para ele, mas ele pensou que era um sorriso como outro qualquer.

– Você é idiota? – Lucy gritou. – E se tivessem pegado a gente? Eu estaria arruinada! – Lucy falou gritando com ele.

– Mas não pegaram, ih, relaxe ai loira. – Natsu falou calmo.

– Relaxe? Eu vou te matar! – Lucy falou voando em cima do rosado.

– Ei, calma! – Natsu falou tentando segurar os braços da loira, o que estava sendo uma missão impossível.

– Nada de calma. Me largue, eu vou te matar! — Lucy falou ameaçando, o rosado conseguiu se levantar segurando por fim os braços violentos da loira, e a pôs nos ombros novamente.

– Me ponha no chão ameba! – Lucy gritou ameaçando-o.

– Eu não, se eu te colocar, você vai é me matar, sua louca! – Natsu gritou dando dois tapas na bunda de Lucy, o que fez ela se irritar e bater nas costas do rosado.

– Você é idiota? – Lucy falou parando de se debater.

– Ah é, antes que eu me esqueça. – Natsu entrelaçou sua mão com a do rosado.

– Solte minha mão seu animal! – Lucy falou revoltando-se.

– Eu não. – Natsu falou com se fosse algo óbvio.

– Grr, eu te odeio. – Lucy falou revoltada.

– Eu também te odeio sua demoníaca! – Natsu falou irritado, e os dois sentiram algo estranho no corpo. – O que foi isso? – Natsu perguntou preocupado.

– E-Eu não sei... – Lucy disse ficando calma.

– Hm... Isso é estranho. – Natsu disse pensativo.

– Temos que voltar pro estúdio. – Lucy disse calma. – Pode me por no chão? – Ela perguntou educadamente.

– Mas é claro que... não. – Natsu disse rindo e isso irritou a loira.

– Você é mesmo um demônio, e dos piores! – Lucy disse irritada.

– Olha quem fala. – Natsu retrucou.

– Hmpf, me recuso a falar com você, sinto que te odeio cada vez mais. – Lucy disse revirando os olhos.

– E você acha que eu também não te odeio cada vez mais? – Natsu disse se dirigindo ao estúdio.

– Para onde você está me levando seu capeta? – Lucy disse de cabeça baixa.

– Para o estúdio oras. – Natsu falou parecendo óbvio. – o que realmente era.-

– Então, me ponha no chão! Imagina como eles ficariam ao nos ver assim? – Lucy perguntou preocupada.

– E dai? – Natsu falou, pouco se importando.

– Você realmente não pensa não é? – Lucy falou desistindo de discutir.

Não acredite nas coisas que você diz a você mesmo tarde da noite. Você é o seu próprio pior inimigo. Você nunca vai ganhar a luta. Só se segure em mim. Eu me segurarei em você. Somos você e eu contra o mundo. Somos você e eu.

Parachute — Cheryl Cole

– Claro que penso, mas estou pouco me importando com eles. – Natsu disse marchando em direção ao estúdio, onde uma rajada de vento atingiu os dois, jogando um jornal na cara de Lucy e outro na do rosado. – Mas que diabos foi isso?! – Natsu falou revoltado pegando a folha com a mão livre, e Lucy fez o mesmo.

– “ Quem é a garota misteriosa que anda com o famoso Natsu Dragneel?” – Lucy e Natsu leram em voz alta na mesma hora. – Mas... Que diabos é isso?! – Os dois falaram ao mesmo tempo.

– Eu não acredito. – As lágrimas saiam do rosto da loira, novamente sem motivo. – Estou totalmente arruinada.

– Mas... Que inferno! Como eles ficam me observando assim de perto?! – Natsu falou revoltado, tinha várias imagens dos dois.

– Ai, minha casa! Não!!!! – Lucy gritou desesperada.

– Relaxa, irei resolver esse assunto.

Tinham fotos do Natsu deixando a loira em casa e pegando-a de manhã, eles chegando junto na emissora e dentro do estúdio.

– Eu não acredito! Mas... Eu odeio esses fotógrafos idiotas. – Lucy começou a resmungar com as lágrimas descendo.

– Quem não acredita sou eu. – Natsu falou de saco cheio. – Eles vivem me perseguindo. – O rosado e a loira viraram a página e ficaram com os olhos esbugalhados na foto que viram. – Ah! – Os dois gritaram.

– Eu vou mata-los, me ponha no chão seu idiota, agora! – Lucy começou a debater e a gritar.

– Cara, cala a boca! Quer chamar a atenção de todo mundo é?! – Natsu sussurrou, eles já estavam perto do estúdio, e não seria nada legal se todos aparecessem reunidos para recepciona-los.

– Argh! Odeio, odeio mesmo quando você tem razão sabia?! — Lucy falou parando de se debater.

– Te entendo. – Natsu falou calmo.

– “ A mulher parece ter algum tipo de relacionamento com ele, será a nova presa do Natsu Dragneel? Ou ele quer algo realmente firme? Depois do que aconteceu com...” – Lucy parou de ler no mesmo instante ficando paralisada.

– O que foi? – Natsu perguntou preocupado.

– Eh... Nada demais. – Lucy tentou disfarçar ficando pensativa.

– Então... ok. – Natsu falou relaxado. – O que você estava lendo ai atrás? – Natsu falou rindo.

– Eu? Estava lendo ? Está maluco? Eu estava cantando umas músicas bem legais que eu ouvi ontem. – Lucy falou tentando disfarçar.

– Cantando? Com certeza não, senão eu estaria ouvindo uma gralha. – Natsu falou rindo e irritando Lucy.

– Idiota! Eu canto bem sabia? – Lucy falou irritada.

– Oh, canta é? – Natsu falou irônico.

– É claro que sim, quer ver? – Lucy perguntou desafiando-o.

– Mostre-me sua bela voz de gralha e de taquara rachada, estou realmente interessado em ouvir. – Natsu falou reprimindo os risos.

De baixo, olhando para cima. O luar despedaçado sobre o mar. Reflexos ainda parecem os mesmos pra mim. Como antes de eu afundar.

Never let me go — Florence and the Machine.

– Idiota! Prepare-se! – Lucy falou sorrindo. – Irei te mostrar. – Ela falou preparando a voz para cantar. — Looking out from underneath, Fractured moonlight on the sea, Reflections still look the same to me, As before I went under (8) – Lucy começou a cantar com sentimento para mostrar ao rosado quem mandava.

– Oh, isso pra mim ainda parece uma gralha. – O Natsu falou reprimindo o riso, mas pra falar a verdade, ele tinha achado a voz da loira muito bela.

– I-Idiota. – Lucy falava feroz. — And it's peaceful in the deep, Cathedral where you cannot breathe, No need to pray, no need to speak, Now I am under – Lucy continuou a cantar.

– Está pior ainda! – Natsu a provocava.

– AAAAh! Seu idiota! – Lucy falou feroz.

– Não me culpe se sua voz parece de gralha. –Natsu falou reprimindo um riso novamente.

“Olhando lá de baixo. O luar quebrado no mar. Reflexos ainda parecem os mesmos para mim. Como antes de eu afundar. E é pacífico lá no fundo. Uma catedral onde não se pode respirar. Não é preciso rezar, não é preciso falar. Agora que estou no fundo”

Never let me go — Florence and the Machine

Os dois ficaram discutindo por mais um tempo e Lucy cantava mais alguns refrãos com o Natsu rindo dela. O rosado parou dentro do estúdio onde estava bastante barulhento, mas na hora em que eles pousaram os pés lá, todos ficaram quietos encarando-os, e coraram institivamente, Natsu ficou sem entender nada.

– Já chegamos? – Lucy perguntou cansada de ficar na posição em que estava.

– Bom... Já sim. – Natsu falou olhando esquisito para todos.

– Então me ponha no chão retardado. – Lucy falou debatendo-se.

– Hm, sim. – Natsu colocou ela lentamente no chão, e recebeu um chute na perna, ele começou a pular de dor.

– Sua maldita! Por quê fez isso? – Natsu perguntou irritado.

– Justamente por você ter feito isso comigo. – Lucy falou irritada.

– Mas eu não fiz nada demais! – Natsu falou irritado.

– Mas pra mim foi! – Lucy falou indo chuta-lo de novo, mas foi surpreendida por ele que a derrubou no chão.

– Oh! – Todos fizeram o mesmo som de exclamação.

– Oe... Loira freira. – Gerard falou tentando fazer a amiga parar de brigar.

– Seu maldito! Saia de cima de mim agora! – Lucy tentava se soltar.

– Não quero. – Natsu falou irritado. – Isso é vingança sua maldita! Ninguém mandou você me chutar!

– Natsu, querido... – Lucy fez uma voz meiga. – Eu não quis te chutar.

– Querido? Oh, entendo, eles estão naquele tipo de relacionamento, ai que sortuda! – Algumas mulheres comentavam isso com elas mesmas.

– Não caio nisso sua maldita, gralha! – Natsu falou colando os braços dela no chão.

– Argh! Seu maldito! Ameba maldita! – Lucy resmungou.

– Não disse? Cadê aquela voz fofinha? – Natsu falou provocando-a.

– Não tem voz fofinha nenhuma para você maldito. – Lucy falou irritada. – Kyaaaaaaaah! Sai de cima de mim! – Lucy gritou o que fez todo mundo lembrar da ligação e corar.

Lucy ia chuta-lo mas desistiu quando o rosado saiu de cima dela.

– E se você me chutar de novo, vai ser pior, lembre-se disso demônia. – Natsu disse sorrindo.

– Você... – Lucy falou lançando um olhar ameaçador para ele.

– Loira freira. – Gerard se aproximou por fim, tentando acabar com aquela rivalidade.

– Espera ai Jellal, estou ocupada! – Lucy continuou encarando o rosado.

Vejo a sombra dela no meu banco de trás. E os amigos dela estão de pé à minha frente. O mundo reunido no centro da calorosa Turquia. Falei abertamente "Todos me amam".

Everybody Loves me — One Republic

– Mas Lucy... – Gerard estava tentando contar sobre a ligação.

– Shiu! – Lucy o repreendeu.

– Você é doida loira freira. – Gerard falou esperando a amiga.

– Ai, o que foi Goldofredo? – Lucy enfim parou de encarar o Natsu, e o rosado ficou ao lado dela.

– Sobre a ligação de hoje... – Gerard tentou iniciar a conversa.

– Que ligação? – Lucy esbugalhou os olhos.

– Aquela de hoje. – Gerard falou.

– Eu não sei de ligação nenhuma, nem peguei meu telefone hoje! – Lucy falou surpresa.

– Mas, o quê?! – Gerard ficou sem palavras.

– Você tá precisando se internar hein. – Lucy falou sorrindo.

– Deixa pra lá... – Gerard falou meio constrangido.

– Ok. – Lucy falou confusa.

– Oe, demônia, de que ligação ele tá falando? – Natsu sussurrou no ouvido da loira, -aparentando estar meio irritado pela voz que tinha feito- que aos olhos das pessoas do estúdio saiu algo como “ Você estava perfeita hoje”, Lucy sorriu divertida, o que fez os outros crerem realmente que tinha sido isso que o rosado falou no ouvido dela, e ficaram corados, envergonhados de estarem ali e estavam curiosos com a cena.

– Eu sei lá. – Lucy falou por fim.

– Lucy, venha cá, precisamos gravar. – Gerard falou entrando com os atores para dentro da casa.

– Sim! – Lucy levou Natsu para dentro.

– Então, vamos começar. 1, 2, 3 Ação! – Gerard gritou, e sentou-se.

–Isso é impossível! – Mirajane falou para o pai com um olhar irritado.

– Claro que é possível, antes de tomar essa decisão eu estava conversando com Ivan e tivemos essa ideia junto com outras pessoas, achamos que vocês deviam se conhecer mais. –O pai dela falava com um sorriso enorme no rosto.

–Quem ajudou vocês a ter essa ideia extremamente idiota? – Mirajane falou encarando o pai dela e o de Laxus.

–Bom... – O pai dela ficou pensativo, talvez tentando lembrar da fala.

– Oe, esqueceu da sua fala senhor Uriel? – Gerard perguntou preocupado.

– Bom... Acho que sim. – Uriel falou passando a mão pelo cabelo.

– Tomada 2! – Um rapaz falou, retornando a gravação. – Tomada 3! – Ele falou novamente, até o cara conseguir gravar a fala direito.

–Quem ajudou vocês a ter essa ideia extremamente idiota? – Mirajane repetiu isso várias vezes até o rapaz acertar a fala.

–Bom não podemos dizer quem foi, porém temos que agradece-los pois realmente pode ser bem útil.

–Útil?! Útil como?! Você quer que sua filha esteja na mesma casa que um homem que não ama? E vice e versa? Não posso aceitar sua decisão pai! Não vê que isso é algo ridículo? –Mirajane falou quase gritando com o rapaz ainda tentando parecer mais educada possível.

– Quem disse que não? Bom esqueça isso, e claro que pode ser útil, você irá conhecer melhor o Laxus e quem sabe criar sentimentos? – O pai dela ainda sorria. -Mesmo eu sabendo que se depender de você será impossível. –Uriel murmurou.

Mirajane olhou para o Laxus que se mantinha em silêncio, uma quietude que aparentemente irritava a Mirajane...

– Pai... Por favor, não me force a fazer algo que não quero, ou melhor que não queremos, pois tenho a certeza que o Laxus também está odiando certo? – Mirajane olhou para o Laxus que estava sentado relaxado na poltrona.

Ele levantou e foi até Mirajane, puxando-a para ele segurando-a pela cintura, Mirajane o olhou espantada e ele sorria, porém não um sorriso verdadeiro e sim falso...

Natsu imitou o que Laxus fez para irritar Lucy, e a loira bateu na cabeça dele, e o mesmo esfregou o lugar machucado.

– Idiota! – Lucy falou irritada e meio corada pois todos estavam olhando.

– O que foi, está com vergonha? – Natsu sussurrou em seu ouvido provocando-a.

Lucy apenas olhou para a cara dele com os olhos úmidos.

– O-O que foi Lucy? – Natsu perguntou preocupado.

– Nada... – Lucy lembrou-se do jornal que tinha lido hoje.

– Não estou dizendo que você é maluca? – Natsu disse tentando faze-la rir.

– Humpf. – Lucy disse desviando o olhar do dele.

– Oe! – Natsu tentou chama-la.

– Já disse que não foi nada. – Lucy falou e ficou quieta.

O ensaio continuou com alguns erros, mas continuou. Depois de algumas horas Gerard parou a gravação de hoje e veio a Lisanna atrás do Natsu.

– Olá Natsu, sua tarde foi muito boa hoje hein? – Lisanna sorria maliciosamente.

– O que você quer? – Natsu perguntou frio.

Lucy levantou a cabeça e olhou para os dois, ficou meio estranha.

– Já disse o que quero... – Lisanna falou debochada.

– Hm, sério? – Natsu falou desinteressado.

– Querido... – Lisanna sussurrou, e ia se aproximar do Natsu, que foi impedida novamente por Lucy, que moveu o corpo rapidamente para frente do rosado cabisbaixa. — Oh, vejo que sempre tem alguém me atrapalhando hein? – Lisanna riu.

– Lushi? – Natsu sussurrou em seu ouvido.

– Cala a boca panaca. – Lucy falou sem levantar a cabeça.

– Mas eu... – Natsu ia falar alguma coisa mas foi interrompido.

– A tarde de vocês, aparentemente foi divertida não é? – Lisanna falou rindo.

– Do que você tá falando? – Lucy levantou o rosto para encara-la, e para sua surpresa Lisanna se afastou com medo da fisionomia da loira, que estava assustadora. – Vai embora daqui, não aguento ver essa sua cara pálida. – Lucy falou resmungando.

– Você está muito agressiva. – Lisanna falou em tom debochado.

– E posso me tornar mais ainda querida. – Lucy enfrentou-a.

– Hn, não estou nem um pouco afim de falar com você, meu interesse é no Natsu. – Lisanna falou sorrindo.

– Que legal, mas ele não quer falar com você, não é Natsu? – Lucy olhou para o Natsu que estava paralisado, depois o mesmo olhou para a loira acordando.

– Oh, sim. Claro.- Natsu falou concordando.

– Desde quando você responde por ele? – Lisanna perguntou arqueando a sobrancelha.

– Você tem razão. – Lucy falou meio entristecida.

– Eu permiti ela falar por mim Lisanna, agora se você não se importa, estou de saída. – Natsu falou puxando Lucy que estava surpresa.

– O que foi isso? – Lucy perguntou surpresa.

– Você... – Natsu ia falar algo mas desistiu, ele agarrou o celular e ligou para o motorista para o mesmo vir busca-los.

– O que tem eu? – Lucy perguntou curiosa.

– Nada demais, vamos? – Natsu falou puxando a loira mais rápido, e quanto mais passava, o corredor estava lotado de gente, cochichando sobre eles.

– O-Ok... – Lucy concordou.

Natsu avistou um jornal em cima da mesa e o agarrou levando-o junto, chegaram no final do prédio e saíram, onde tinha alguns fotógrafos.

– Merda. – Natsu falou abrindo o jornal e cobrindo o rosto da Lucy, por sorte o motorista apareceu ali, e no movimento rápido, o rosado pôs a loira em seu ombro e correu para dentro da Limusine.

– Merda, você deixou a garota misteriosa escapar idiota! – Um fotógrafo reclamava com o companheiro, todos começaram a brigar.

– Ufa, conseguimos a tempo. – Natsu falou suspirando.

– O que vamos fazer...? – Lucy perguntou preocupada.

– Eu não sei, falando nisso, me empresta o jornal que eu usei para cobrir seu rosto? – Natsu pediu educadamente.

– Oh, claro. – Lucy entregou o jornal.

O Natsu abriu o jornal e se espantou ao ver a foto dele beijando a Lucy na chuva, ele ficou muito surpreso de ter gente vendo-os naquele momento.

– Hm... – Ele fechou o jornal na mesma hora colocando-o ao seu lado, e encarou a janela.

– O que iremos fazer com tudo isso? – Lucy perguntou bocejando.

– Bom... Eu não sei... Você não está... – Natsu ficou com medo de perguntar.

– Não estou o quê? – Lucy perguntou encarando-o.

– Com vergonha desta foto? – Natsu perguntou meio entristecido ao envolver a loira nisso.

– Se eu dissesse que não, estaria mentindo. – Lucy falou triste. – Mas é por conta de uma coisa que é meio pessoal.

– Oh, entendo... – Natsu falou compreendendo-a.

Lucy apenas sorriu fraco.

– Você quer ir pra casa? – Natsu perguntou.

– Seria uma coisa boa. – Lucy concordou.

– Ok. – O rosado sacou o celular e ligou para o motorista avisando-o que era para parar na casa da loira.

Eles ficaram pensativos e silenciosos, ao chegar na casa da loira, eles saíram do carro indo em direção a moradia.

– Lucy, acabei de pensar em uma coisa. – Natsu falou calmo.

– O quê? – Lucy perguntou.

– Você não quer ir morar comigo? Sei que é uma coisa doida, mas... – Ele olhou para as mãos juntas. – Não temos outra escolha, ou temos? – Ele perguntou sorrindo fraco.

– Sim... você tem razão. – Lucy concordou. – Mas, você realmente acha que isso é o certo a se fazer? – Lucy perguntou envergonhada.

– Claro que sim. – Natsu falou sorrindo.

– Natsu... – Lucy falou corando para o rapaz.

– Você se esqueceu que nós não podemos desgrudar nossas mãos? – Natsu falou olhando para elas novamente.

– Maldito! – Lucy deu um cascudo nele, ela pensou que ele queria por outro motivo, a loira se achava idiota por ter pensado outra coisa.

– O que foi? – Natsu olhou assustado para ela.

– Nada demais. – Lucy retirou a capa do rosado que estava cobrindo-a e entregou-o. – Vamos entrar.

– Sim... – Natsu concordou.

Nunca me deixe partir, nunca me deixe partir. E os braços do oceano estão me carregando. E toda essa devoção avançou sobre mim. E o peso do paraíso, para uma pecadora como eu. Mas os braços do oceano me livraram.

Never let me go — Florence and the Machine

Eles entraram e Lucy soltou a mão dele voltando para o corpo do rosado, ela começou a catar suas roupas e coloca-la em uma mala, chegou perto do retrato que tinha do pai dela e o guardou junto as roupas.

Será que o pai dela tinha visto o jornal? Ela esperava que não, seria uma vergonha para ele com certeza. A futura herdeira e filha dele, aprontando pelo Japão? Ela tinha até medo dele ver isso, Lucy deixou algumas lágrimas escorrerem, ela morria de medo do que o pai dela poderia pensar dela, a mesma queria mostrar como era uma ótima filha, e tinha medo de não conseguir, ela foi interrompida dos seus pensamentos.

– Lushi? – Natsu pousou sua mão em seu ombro.


“And it's breaking over me. A thousand miles onto the seabed. Found the place to rest my head. Never let me go, never let me go. Never let me go, never let me go.

Never let me go — Florence

– Natsu… — Lucy o olhou temerosa.

– O que houve? Aconteceu alguma coisa? – Natsu perguntou preocupado.

– Eu... estou com medo. – Lucy falou e Natsu a abraçou.

– De quê? – Natsu perguntou acariciando-a.

– Eu... – Lucy se afastou do rosado, teria que criar coragem pro que iria falar, ela respirou fundo. – Precisamos entrar em um relacionamento sério, sei que isso é bem repentino e inesperado, mas... Eu tenho uma reputação a manter, e bom, isso não é o que quero, mas é preciso fazer, então, Natsu... Case-se comigo. – Lucy falou constrangida de ter falo essas coisas.

– Oi? – Natsu perguntou estranho.

– Eu... Me desculpe, foi apenas uma coisa idiota, deixe quieto. – Lucy falou tentando achar outra forma de salvar sua reputação e sair ilesa de descobrirem seu sobrenome.

– Tudo bem... – Natsu falou pensativo. – Eu aceito se você me contar o porque disso tão repentinamente. –Ele falou meio hesitante.

– Sério? – Lucy perguntou achando um pouco de esperança.

– Claro. – Natsu sorriu.

Never let me go, never let me go

Say my name, and I will never be afraid again…

Casamento? O que Lucy quis dizer com isso? Natsu, você realmente irá aceitar? Ou é apenas uma fachada?

Notas finais
E ai galera, tudo de boa? Gostaram? u.u APOKSDPKOASDKOAKOSPD
Para mais informações dessa fic, ou bater papo cmg e tal u.u, podem ir perguntar até em anônimo aqui ask.fm/teyllasan