Notas iniciais
Oi galeeeeeeeeeeera que vai ler esse prologo, é só um gostinho do que vai vir espero que gostem.

Era inicio da primavera, flores e frutos nasciam em arvores, os bosques estava cheio de cor e vida. A cidade acompanhava a estação, as crianças brincavam nas ruas sem movimento, o comércio abria suas portas ao amanhecerem, as donas de casa acordavam cedo para estender a roupa e os trabalhadores esperavam no ponto de ônibus já cansados.

Uma cidade normal como qualquer outra. Mas, não tão longe dali havia uma campina, cheia de flores e mato, uma brisa forte soprava ali, o sol estava começando a aparecer. Na campina havia uma garota de cabelos longos e castanhos, que olhava fixamente para o leste, nada de anormal a não ser a espada em sua mão direita que ela deixava a repousar no chão.

A garota semicerrou os olhos ao ver um pássaro negro vindo eu sua direção e de repente o cenário mudou, as arvores apodreceram ganhando uma cor preta, as folhas, flores e matos secaram, o chão ficou árido, o céu ficou laranja com nuvens cinza, o sol desapareceu mais ainda havia claridade.

O pássaro negro voava rapidamente na direção da menina, até que pousou bruscamente levantando poeira,quando a poeira assento pode ver que não é uma ave, e sim um monstro que no lugar de olhos tinha apenas buracos profundos, um corpo sem alma a pele da coisa era preta e lisa, suas orelhas eram pontiagudas e de sua boca saiam dois dentes afiados e compridos, o animal era corcunda com garras afiadas nas patas traseira e dianteiras, de sua corcunda saiam enormes asas de morcego. Era uma gárgula.

A gárgula deu um rosnado feroz, levantou voo novamente levantando poeira também, cobrindo assim a visão da garota que empunhava a espada firmemente, um ponto preto apareceu na poeira vindo rápido em sua direção. Quando a gárgula já estava muito próxima dela, a menina se jogou no chão fazendo o monstro passar direto por ela, quando a poeira assentou a gárgula estava com as garras presas em uma arvore ela grunhia ferozmente.

A garota não êxito em enfiar a espada na cabeça da gárgula que se paralisou, virando vidro e se quebrando em bilhões de pedaços, tão pequenos quanto uma bactéria e fora levado à segunda brisa.

O cenário brilhou intensamente, cegando os olhos de quem via e quando o brilho cessou, as arvores ganharam cor novamente,assim como o céu,o chão e tudo mais.

A garota suspirou de alívio, mas não percebeu que seu braço esquerdo estava coberto de sangue, que vinha de um corte feito palas garras da gárgula, mas é claro a dor para ela era algo comum tão comum quando respiras seria para um humano, de forma que se acostumara a ponto de esquecer-se de sentir.

Era inicio da primavera, flores e frutos nasciam em arvores, os bosques estava cheio de cor e vida. A cidade acompanhava a estação, as crianças brincavam nas ruas sem movimento, o comércio abria suas portas ao amanhecerem, as donas de casa acordavam cedo para estender a roupa e os trabalhadores esperavam no ponto de ônibus já cansados.

Uma cidade normal como qualquer outra. Mas, não tão longe dali havia uma campina, cheia de flores e mato, uma brisa forte soprava ali, o sol estava começando a aparecer. Na campina havia uma garota de cabelos longos e castanhos, que olhava fixamente para o leste, nada de anormal a não ser a espada em sua mão direita que ela deixava a repousar no chão.

A garota semicerrou os olhos ao ver um pássaro negro vindo eu sua direção e de repente o cenário mudou, as arvores apodreceram ganhando uma cor preta, as folhas, flores e matos secaram, o chão ficou árido, o céu ficou laranja com nuvens cinza, o sol desapareceu mais ainda havia claridade.

O pássaro negro voava rapidamente na direção da menina, até que pousou bruscamente levantando poeira,quando a poeira assento pode ver que não é uma ave, e sim um monstro que no lugar de olhos tinha apenas buracos profundos, um corpo sem alma a pele da coisa era preta e lisa, suas orelhas eram pontiagudas e de sua boca saiam dois dentes afiados e compridos, o animal era corcunda com garras afiadas nas patas traseira e dianteiras, de sua corcunda saiam enormes asas de morcego. Era uma gárgula.

A gárgula deu um rosnado feroz, levantou voo novamente levantando poeira também, cobrindo assim a visão da garota que empunhava a espada firmemente, um ponto preto apareceu na poeira vindo rápido em sua direção. Quando a gárgula já estava muito próxima dela, a menina se jogou no chão fazendo o monstro passar direto por ela, quando a poeira assentou a gárgula estava com as garras presas em uma arvore ela grunhia ferozmente.

A garota não êxito em enfiar a espada na cabeça da gárgula que se paralisou, virando vidro e se quebrando em bilhões de pedaços, tão pequenos quanto uma bactéria e fora levado à segunda brisa.

O cenário brilhou intensamente, cegando os olhos de quem via e quando o brilho cessou, as arvores ganharam cor novamente,assim como o céu,o chão e tudo mais.

A garota suspirou de alívio, mas não percebeu que seu braço esquerdo estava coberto de sangue, que vinha de um corte feito palas garras da gárgula, mas é claro a dor para ela era algo comum tão comum quando respiras seria para um humano, de forma que se acostumara a ponto de esquecer-se de sentir.

Era inicio da primavera, flores e frutos nasciam em arvores, os bosques estava cheio de cor e vida. A cidade acompanhava a estação, as crianças brincavam nas ruas sem movimento, o comércio abria suas portas ao amanhecerem, as donas de casa acordavam cedo para estender a roupa e os trabalhadores esperavam no ponto de ônibus já cansados.

Uma cidade normal como qualquer outra. Mas, não tão longe dali havia uma campina, cheia de flores e mato, uma brisa forte soprava ali, o sol estava começando a aparecer. Na campina havia uma garota de cabelos longos e castanhos, que olhava fixamente para o leste, nada de anormal a não ser a espada em sua mão direita que ela deixava a repousar no chão.

A garota semicerrou os olhos ao ver um pássaro negro vindo eu sua direção e de repente o cenário mudou, as arvores apodreceram ganhando uma cor preta, as folhas, flores e matos secaram, o chão ficou árido, o céu ficou laranja com nuvens cinza, o sol desapareceu mais ainda havia claridade.

O pássaro negro voava rapidamente na direção da menina, até que pousou bruscamente levantando poeira,quando a poeira assento pode ver que não é uma ave, e sim um monstro que no lugar de olhos tinha apenas buracos profundos, um corpo sem alma a pele da coisa era preta e lisa, suas orelhas eram pontiagudas e de sua boca saiam dois dentes afiados e compridos, o animal era corcunda com garras afiadas nas patas traseira e dianteiras, de sua corcunda saiam enormes asas de morcego. Era uma gárgula.

A gárgula deu um rosnado feroz, levantou voo novamente levantando poeira também, cobrindo assim a visão da garota que empunhava a espada firmemente, um ponto preto apareceu na poeira vindo rápido em sua direção. Quando a gárgula já estava muito próxima dela, a menina se jogou no chão fazendo o monstro passar direto por ela, quando a poeira assentou a gárgula estava com as garras presas em uma arvore ela grunhia ferozmente.

A garota não êxito em enfiar a espada na cabeça da gárgula que se paralisou, virando vidro e se quebrando em bilhões de pedaços, tão pequenos quanto uma bactéria e fora levado à segunda brisa.

O cenário brilhou intensamente, cegando os olhos de quem via e quando o brilho cessou, as arvores ganharam cor novamente,assim como o céu,o chão e tudo mais.

A garota suspirou de alívio, mas não percebeu que seu braço esquerdo estava coberto de sangue, que vinha de um corte feito palas garras da gárgula, mas é claro a dor para ela era algo comum tão comum quando respiras seria para um humano, de forma que se acostumara a ponto de esquecer-se de sentir

Notas finais
Bye Bye gente comentem para eu saber se estão gostando se devo continuar.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.