Alma Perdida
1 O começo de tudo
Notas iniciais
Olá, Meu nome é Bruna Carollyne Thompson, e estou desaparecida a anos em algum lugar, morta, esquartejada e estuprada.
Vou-lhes contar minha história.
Tudo começa em um quarto de hospital, dia 21 de setembro, a meia noite, minha mãe se chama Juliana, ela estava dando a luz, a mais um anjo que Deus pôs na terra, eu, nasci prematura com 8 meses, de parto normal com fórceps, anêmica, mas tudo melhorou, depois de uma semana na UTI fui pra casa com minha família, desde pequena fui criada em escolas particulares.
Então não era muito independente, toda vida estudei em escolas que meus pais teriam que pagar, quando sai do maternal fui fazer a 1ª,2ª,3ª série, e na 4ª, pela primeira vez fui estudar numa escola publica, naquele tempo era tudo muito bom, as escola publicas tinham muito o que ensinar, terminei a 4ª série e fui pra 5ª onde voltei pra escola particular, ai que meu tormento começa, escola nova, colega novos, comecei a sofrer bulliyng dos meus colegas, eu era gordinha, desde pequena sempre fui fortinha, me colocavam apelidos ofensivos, me excluíam de tudo, mas tinha coisas boas, lá eu conheci minha melhor amiga o nome dela é Patricia, uma ruiva linda, ela era fortinha também, mas eu não ligava, nós eramos inseparáveis, fazíamos tudo juntas.
Certo dia estávamos no pátio da escola quando ouço
desconhecido: Menina você é uma aberração, você é muito gorda- desconhecido fala gritando.
ouço risos voltados a mim, lagrima começam a cair de meus olhos e eu sai correndo pra dentro do banheiro e me tranco lá, Patricia foi atras de mim.
Patricia: Bruna saia dai, não chora, eles são um bando de bocós- Patricia fala batendo na porta.
Eu: Não saio não me deixa sozinha por favor — falo soluçando com as mãos em meu pequeno rosto
Patricia: Bruna o sinal já vai bater, agora é aula de álgebra e a professora é muito chata.
Saio d dentro do banheiro e vou lavar o rosto, voltamos para sala como se nada tivesse acontecido.
Bate o sinal da última aula e viu para frente da escola esperar meu pai chegar.
Quando sinto um empurrão nas minhas costas, sai rolando escada a baixo.
Notas finais
Obrigada! e uma boa leitura a todos.
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