Notas iniciais
PEÇO DESCULPAS, AMORES, POIS OLHA POR QUE EU NÃO POSTEI : - Tinha "Provas mensais" muito importantes, e estou lendo muitos livros pra redações de português. - Eu estou muito, mais muito ocupada com a escola, eu estou no Oitavo ano, e eles exigem muito de mim.Ainda tem trabalhos e lição de casa. Perdão, não me abandonem please :3 Um pra vocês .. E talvez mais outro ainda hoje :D

– Você sabe. Tudo foi marcado. Sua mãe escreveu o bilhete, e seu pai o dociê. Bom, eles queriam a alertar sobre tudo, e no fim, correu tudo bem. — Falou e suspirou. — Ela queria que você ficasse bem em Madrid. Encontrasse suas metades. Ana e Luke. Os três são no caso, as peças mais importantes do tabuleiro. E nesse caso, todo o mundo joga contra vocês. Permaneçam vivos até o xeque-mate. Por que, todo desvio de olhares, pode ser fatal pra vocês.

– Ramalho, enquanto ao Diego ? Não se lembra do nome dele COMPLETO ? — Falei chocada, e dando ênfase no : completo.

– Deve ser, Diego Hernandez, ou Diego Laffonteine. (Malz. :p ) — Falou ele.

– Você acha capaz dele querer entrar no Studio ? — Perguntei.

– Sim. Muito, Luke e Ana, entrem no Studio. Vai ser perfeito e um pouco mais seguro vocês entrarem. — Ramalho falou.

– Ok. — Os dois disseram em Unissono. ( Luke e Ana. )

– Bom, no caso agora, estão alertados sobre o filho do Matias. Agora, vocês terão que ir. Muita informação pra vocês faz mal. Avisei sobre duas coisas dessas vez, da próxima mais. Cuidado, muito cuidado. — Ele falou, vez as despedidas, e fomos.

Por Leon:

Eu estava na casa da Vilu, a mesma autorizou. Sabe o que decidir fazer? Subir até seu quarto e observar as suas roupas íntimas. Abri sua gaveta e vi muita perfeição. Oncinhas, zebras, bolinhas, flores. Não me chamem de gay, mais eu estava louco para ver o que aquilo guardava. Apesar de, ter uma surpresa pra ela quando ela chegasse. Voltei pra sala, e fiquei a aguardando.

– Oi amor, cheguei. — Ela disse cordial, abrindo a porta e se dirigindo a mim, me dando um beijo no canto da boca.

– Oi bebê, como foi lá com o Ramalho ? — Perguntei.

– Bom, eu não quero comentar, mais sei que vai ter um menino que trará muitos problemas pra gente- Ela disse e olhou pra baixo.

– A não ser que façamos um pacto. — Eu coloquei o dedo em seu queixo, levantando-o seu rosto.

– Que pacto ? — Ela me perguntou

– Vem aqui na cozinha. — Falei. Fomos até a cozinha e eu peguei uma faca.

– O que vai fazer com isso?? — Ela me perguntou com medo e curiosidade.

– Assim, você corta o meu dedo, e eu corto o seu. Assim, juntamos nosso sangue. Em forma de amor eterno. — Falei e ela sorriu.

– Ok. Mais, prometa que não vai ser fundo, não quero mais uma cicatriz. — Ela falou e rimos.

Lentamente, peguei a faca, e a posicionei sobre seu dedo indicador. A mesma fechou os olhos, em opção de amenizar a dor. Deslizei a faca sobre seu dedo, abrindo-lhe um corte. Já estava sangrando.

– Corte o meu. — Afirmei. A mesma repetiu o procedimento, antes de fazer esse pacto, nos entreolhamos, e juntamos os dedos. Ficamos assim por momentos. Fizemos o mesmo, e agora ela tinha um ar diferente. Era como se ela fosse a minha mulher. Minha, só minha. Assim, seu idiota. Sua surpresa não era só isso.

– Tá ardendo um pouco. — Ela afirmou, e eu levei seu dedo a minha boca e estanquei o sangue, ela fez o mesmo. ( Não é nojento, é forma de carinho ^^ )

– Não é só isso. Agora, vem aqui no seu quarto. — A puxei, subimos as escadas, e ade entramos.

– O que vai fazer agora ? — Ela me perguntou.

Eu me direcionei a gaveta dela, e tirei de lá uma caixinha. Sim, o solitário.

– Comprei isso quando você foi pro Stella Maris. Antes né, antes de saber dos seus problemas. — Ela corou um pouco..

– Leon eu não posso aceitar.. — Ela falou mais eu a interrompi.

– Se eu quiser eu compro uma piscina desses. Só pra você. — Ela corou mais ainda. E eu a beijei, foi lento, sensual, e digamos que, logo que comecei a dar os primeiros selinhos, pedi espaço com a língua, e ela foi dando espaço lentamente. Nossas línguas tragavam uma batalha dentro de nossas bocas, nossos lábios inferiores e superiores se encaixavam. Bom, nos separamos dando selinhos molhados, e quando nos separamos de verdade, ainda fiquei muito perto dela, e assim falei de novo. — Quero que você aceite. Eu te amo muito.. E tem mais uma coisa !

– Ainda tem mais ? — Ela falou surpresa e abrindo um sorriso que só aquela pequena consegue dar.

– Eu, como.. Ah, vamos lá. Você tem 17 anos né ? — Falei e ela assentiu. — Comprei isso não só como presente, mais te dizer que.. Quando você fizer dezoito anos.. Eu, eu quero me casar com você.. Sim, eu estou te pedindo em casamento. — Falei sorrindo, e a mesma logo abriu um enorme sorriso, e me abraçou. Foi, foi perfeito. Como o nosso primeiro beijo, mais, foi muito mais que isso.. Foi como a mistura de todas as coisas lindas, prazerosas e anormais que eu já senti. Pela não primeira, de muitas vezes, me senti completo. Com ela.

( A cena do pacto, eu me expirei na novela :: Em família, pois essa cena o Laerte faz esse mesmo pacto com a Leninha. Tipo, muito fofo.)

Notas finais
Talvez eu poste mais outro hoje, pra compensar, e amanhã, eu vou ver se posto também. Mais tudo indica que sim :3 Se eu ficar tempos sem postar de novo, não se preocopem. Quando eu entrar eu posto pra compensar. Bye bye. :3