All You Need is Leonetta
42 Rumo a Manhattan!
Notas iniciais
– O que era, amor? — Indagou Leon se aproximando.
– Banco do Itaú, seu aniversário, nome da sua mãe... — Indaguei retrucando.
– Como? — Ele soltou um gemido confuso.
– Precisamos decifrar! — Falei correndo e pegando um papel, escrevendo assim os três códigos, e começando a pensar, até que ele se junta a mim na mesa central.
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– Então, Banco do Itaú, seria mais ou menos a onde estaria outro dociê. — Falei.
– Eu acho, e data do seu aniversário, seria mais ou menos a senha pra abrir a conta.. Não sei. — Ele indagou pensativo.
– Mas, qual seria o nome da conta a ser aberta? — Indaguei.
– O nome da sua mãe. Maria. Não acha meio óbvio? — Ele afirmou me fitando como se fosse mesmo a coisa mais óbvia do mundo.
– Não... Não.. Tá muito fácil. Qualquer pessoa com acesso a esses códigos roubaria o dociê se fosse assim. — Pensei mais um pouco depois de um longo suspiro. — Eu acho que a gente poderia testar no Banco Itaú mesmo. Por que, assim não perderíamos tempo quanto a isto, ou seja... Não perderíamos tempo indo em tantos bancos, sendo que esse é o que está escrito. — Terminei.
– Seria muito fácil também, como você disse. Não acha que... Ele manteria o sigilo e uma coisa tão importante... Tão na cara assim ? — Ele me fez retornar a realidade e lembrar do que eu tinha dito.
– Sim... Então.. No Banco de Buenos Aires? — Indaguei com a primeira coisa que veio a minha mente.
– Muito fácil.. Já sei! — Pronto, até que enfim, talvez uma resposta direta. — Bom, se tivesse o nome CHRISTOPHER WALKER em uma carta, e uma pessoa lesse. Não acharia que primeiro a pessoa que leu pensaria que a pessoa que te enviasse, seria do mesmo país? — Ele indagou de forma meio confusa, meio que embaralhado, tentando achar as palavras exatas.
– Claro! Ou seja, pode ser tanto quanto o BI de Manhattan, como de Miami também. Seria muito óbvio isso, e... Leon você é um gênio. — Abracei ele de forma carinhosa, ele retribui de bom grado.
– Bom, não temos certeza. Mais deveríamos ir no de Manhattan. Visitar o Montenegro. Pois, se descobrissem o endereço do país do Wolker, com certeza iriam no BI de Miami. Então.. Óbvio? — Com certeza, ele estava exato. Minhas intuições diziam isto.
– Vamos pra Manhattan. Depois, no BI de lá, digitamos ou seja, a minha data de nascimento, e qualquer coisa que vier, digitamos : Maria. — Eu falei e ele assentiu. Juntos sorrimos.
– Você vai contar pra alguém? Da gangue? — Leon perguntou.
– Não. Segundo a Carta, ele queria que esse fosse um segredo nosso. — Indaguei.
– Sim. Então, se algo der errado, e... For em vão? — Leon novamente, exclamou em interrogação.
– Conheceremos Marcelo Montenegro. Outro da gangue. Por um lado, não seria tão ruim. Assim compartilharemos coisas ou assuntos com novas pessoas de confiança. — Exclamei. Logo selei nossos lábios em um beijo calmo, apenas apreciando o sabor de sua boca. Quando o ar se fez necessário, nos separamos.
– Não vou deixar nada acontecer com você, tá? Se passarem por você, passarão por mim primeiro. — Leon dirigiu-se a mim um tom e uma expressão séria.
– O mesmo digo a você. — Selei nossos lábios novamente, mais desta vez, foi apenas um selinho.
– Vamos pra cama? — Leon perguntou, e eu já sabia de suas intenções.
– Vamos. Mas antes, compre as passagens. Pra amanhã mesmo. Não vamos levar muita coisa, mais o suficiente para passar uma semana lá. — Exclamei.
– Ok. — Ele beijou minha testa, e pegou meu notebook da Apple. (Exibida, hum!)
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– Achei! — Ele falou vitorioso. — Amanhã ao meio dia. — Sorrimos juntos com nossa "Pequena" vitória.
– Sim, sim. Achou. — Brinquei e tirei gozação com sua cara, e ele me olhou em um tom severo. (Snape. -.- )
– Sim, sim. Agora, vamos arrumar nossas malas. Pois não adianta deixar tudo pra depois. — Ele se agarrou a mim, e levantamos das poltronas, indo até meu quarto.
Chegando lá, saquei minha mala e coloquei tudo o que necessitava. Roupas de frio, de calor, moletons, sutiãs, calcinhas, sapatos, tênis, sapatilhas, lenços, tiaras, maria-chiquinhas, prendedores, perfumes, cremes, produtos de beleza... Tudo, arrumei minha mala rápido.
Por Leon:
Chegando no quarto dela, ela me arrumou uma mala preta casual, e logo depois coloquei meus pertences lá. Tais como escova de dentes, camisas, calças, bermudas, óculos, tênis, sapa-tênis, roupas íntimas, e mais pertences de minha necessidade. Logo estava com mala pronta.
– Bom... Vamos dormir então! — Indaguei
– Vamos! — Ela disse.
Nos deitamos na cama, e de conchinha, acariciamos um ao outro, até que dormimos.
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