All You Need is Leonetta

48 Leon me surpreende.


Notas iniciais
Mais outro, lembrem-se, talvez, eu poste 6 capítulos hoje, para compensar vocês.. Esse é o terceiro

Quando Diego entrou, Leon praticamente pulou em cima dele, lhe dando socos e murros. Matias se virou para atirar, mais Ramalho interveio por trás, lhe dando uma joelhada, e assim, ele urrou de dor e atirou pra cima, acertando o teto. Assim foi, Luke ficou sobrando. Logo ele cuidou de Matias, junto com Ramalho, e ao ângulo em que eu via ali do fundo, Diego sangrava, e Matias também. Senti orgulho de Leon, pois Diego já estava sem reações.

– Por favor.. — Diego falou gemendo de dor, assim que Leon parou para observá-lo. Ele estava em cima dele.

– Por favor? Você estrupa a minha namorada... — Eu comecei a derramar lágrimas, lembrando dos momentos que passei com aquele monstro. E Ana veio me consolar, colocando as mãos em minhas bochechas, e isso me fez chorar mais. Por que foi quando ele me bateu. Ela beijou minha testa, me mantendo calma. — Você amedronta todos os meus amigos. — Continuou ele. — Eu tenho orgulho de não ser você. Se eu encontrar você no meio da rua, eu juro seu filho da puta, eu te mato! Não vai ter polícia, não vai ter prisão, não vai ter nada! Só vai ter seu choro falso e os seus gemidos de sofrimento quando a minha mão bater mais na sua cara! — Ele continuou batendo em Diego, esmurrando sua barriga, seu rosto, seu peito. Me dava medo de ver Leon assim, tão possesso, mais também me deu uma alegria inesperada. Vê-lo lutando por mim, me fez pensar no quanto era seu amor incondicional. Ele parou. Ofegante. Olhou para Diego. — Você é tão cara-de-pau. Abusou de uma garota que não tinha condições de se defender, abusou da minha garota. Não deu a ela oportunidades para lutar, e agora eu que não irei lhe dar nenhuma. Eu passaria o dia te esmurrando, mais acho que minha educação prevalece mais forte do que minha raiva. — Ele parou de vez de bater em Diego, que já estava roxo, sangrando e quase in-consciente. Leon se levantou, eu achei que definitivamente ele pararia. Mais não. Ele posicionou seu pé em meio as pernas de Diego, e chutou o seu órgão genital, fazendo Diego urrar de dor. Leon continuou chutando aquela área com toda a sua força, e depois por último, Diego estava in-consciente. Talvez ele não respirava, talvez estivesse fingindo ou talvez estivesse mesmo de como descrevi.

Por Leon:

Quando terminei por completo aquela vingança, observei Ramalho e Luke me olhando, talvez com cara de medo. Ou de susto, e apenas soltei um gemido de cansaço para depois me dirigir a Violetta, que talvez me olhava estupefata.

– Venha, vocês duas. A gente ganhou essa briguinha, mais ainda não perdeu a guerra. — Ajudei Violetta a se levantar, e Marcelo ajudou Ana. Logo que a Vilu se pois completamente de pé, olhou pra mim, depois suspirou antes de me beijar. Senti que ela chorava no meio do beijo, mais deixei pra lá. De qualquer maneira, a tranquilizaria em casa, ou em qualquer outro lugar. Aquilo estava prestes a acabar, e não pudíamos especialmente parar e deixar acontecer, tínhamos que continuar. Ela depois que finalizou o beijo entre selinhos molhados, colou nossas testas, e murmurou inúmeras vezes a palavra desculpa. O que me fez pensar o que passava em sua cabeça. Eu iria terminar? Eu iria simplesmente dizer adeus e nunca mais vela, fingindo que nada que passamos foi real e nem simplesmente aconteceu?

Abracei ela pela cintura, e rapidamente, ela secou suas lágrimas, e nos botamos pra dentro daquela sala horrível. Deixando pra trás dois homens completamente in-conscientes e roxos.

Chegamos até um enorme corredor, que nos levaria a outra sala, ou em alguma porta. Todos estávamos assustados, e eu notava isso em Ana. Se não tivéssemos feito isso, Diego faria um jeito de estuprá-la também. Como alguém poderia ser tão.. Monstro e baixo ao mesmo tempo? Eu nunca iria fazer isso com nenhuma menina, nem se custasse a minha vida. Meninas tem que se sentir seguras e honradas, e elas não estavam assim. Violetta e Ana se entre-olhavam com frequência, acho que com uma forma de amenizar a dor ou o sofrimento, ou consolar uma a outra não só com palavras, mais com troca de olhares.

– Ramalho, porque nos queriam juntos? — Violetta indagou.

– Eles nos queriam juntos, para fazer queima de arquivo. Falar tudo o que poderíamos saber, nos revelar segredos mais obscuros e paralisantes e depois nos matar. Mais não deu tempo.. — Ramalho olhava para o chão, ainda aterrorizado.

– Como sabiam que eu e Violetta estávamos indo pra Manhattan? — Falei em interrogação. Mostrando o meu ar de dúvida.

– Eles são marginais.. Sabem de tudo. — Ele respondeu, me fitando em seguida como caramba, você deveria saber..

Seguimos o corredor, andando para todos os lados possíveis...

– Que droga! Matias e Diego acordaram e ainda não sairemos dessa porra! — Ana retrucou irritada.

– O que fizemos com eles minutos atrás, faremos de novo se for preciso. — Luke aconselhou a irmã, em seguida.

Pouco tempo depois, tomamos um corredor muito estreito e longo. Ao chegar no final, quatro homens, não muito grandes e nem muito baixos nos aguardavam, se posicionando em nossa frente, bloqueando nossa passagem.

Notas finais
u-u talvez eu desça pra brincar agora, talvez não... Gostaram da atitude do Leon? Bem sincero e bravo né? :3