All You Need is Leonetta

51 Acorde, Leon! Preciso de você!


Notas iniciais
Oi amorecos, sinto lhe informá-los que:: Não sei se irei postar amanhã, mais deixarei um capítulo pronto e vários também, decorrentes ao dia, para que quando retorne poste tudo de uma vez, mas prometo que não vou sumir por uma semana igual das outras vezes, talvez no máximo 2 ou 3 dias. ^^ Começarei a criar uma nova fic hoje então, blz, boa sorte pra mim õ/ Espero que vocês leiam. Na verdade já criei, e aqui está : http://fanfiction.com.br/historia/497796/As_Provas_de_Fogo/ Obrigada a vocês, e curtam lendo esse capítulo.

Ao ouvir aquela pergunta, instintivamente levei minhas mãos que se encontravam eu seu peito, a sua bochecha, os acariciando, de forma leve e sútil, podendo sentir ele me apertar mais contra o seu corpo, e me aconchego nele novamente, dessa vez abrindo minhas pernas sorrateiramente, de forma que seu membro sem querer roçou minha intimidade, me fazendo realmente me lembrar de Diego por um momento, mais novamente afastei aqueles pensamentos horríveis, podendo sentir uma de suas mãos acariciar minhas costas.

– Leon.. — Comecei, procurando palavras exatas. — Eu prontamente quando te vi, me deu a impressão que você seria um amigo ou algum parceiro de trabalhos, mais isso naquele momento, não havia pensado. Só fui perceber que te amava naquela discussão que tive com a Ludmila, sendo assim desde aquele dia, você costumava a me causar calafrios e arrepios quando me tocava, e ainda faz isso quando me toca. — Finalizei, olhando em seus olhos, sentindo sua expressão de felicidade e um sorriso encher sua face, podendo eu mesma constatar que ele havia admirado minha resposta.

– Obrigado pela resposta. — Ele me olhou, apenas retirando suas mãos de minhas costas e em seguida agarrar a minha que estava em sua bochecha, mais ainda sim não tirando de mim sua mão que me agarrava pela cintura. — Só gostaria de saber. Gostaria de saber o que você pensava de mim quando nem sabia qual era meu nome. — Ele se inclinou levemente, me dando um beijo estalado em minha testa, onde novamente voltou a suas palavras. — Vamos? Se o entregador chegar e não o recebemos ficará tarde de mais. — Ele levou seu olhar para meus seios, no início achei estranho, mais logo que persegui seu olhar, constatei que ele olhava para meu abdômen, receando que aqueles anti-concepcionais não descem efeito.

– Vamos. — Sai de cima cuidadosamente e depois ele se levantou, mais logo em seguida me oferendo a mão, mais assim que ele a tomou e me forçou para frente, senti sua mão deslizar e eu escorregar pelo mármore da banheira, mais logo pro meio alívio sentir seu braço roçar minha cintura me agarrando, enquanto sua mão se colocou em minha bunda, e ele a perceber isso soltou um sorriso, e a apertou fortemente, forçando prontamente meu quadril. Levantei meus pés da água quente e naquele momento eu já estava fora daquele compartimento, apenas sentindo uma toalha pousar em minhas costas e se estender até a parte da frente do meu corpo, era Leon me secando. Logo quando essa sessão terminou, eu observei ele se secar, como secava seu peitoral, seu abdômen, seu membro, tudo. O que me deixava excitada, mais ao mesmo tempo com medo, e acho que transpareci tudo isso claramente.

– O que foi, Violetta? — Observei seus olhos me observarem em um tom curioso e preocupante.

– Nada, somente estou admirada com suas habilidades secatórias. — Falei esbouçando um sorriso suave, mais logo senti dois braços me levantando do chão, era novamente Leon me levando pra fora do quarto. Coloquei minhas pernas em volta de sua cintura, percebendo que minha vagina acaba de encontrar um contato com seu pênis, pensei em rebolar para ter um contato mais excitante, com desejo, mais ao mesmo tempo eu temia que isso acontecesse. Quando ele começou a se andar, novamente meu corpo ia para cima, devido aos seus passos, logo de alguma forma recebendo um carinho excitante, no qual minha intimidade de esfregava lentamente na dele.

Ele me colocou na cama com cuidado, em seguida me fitando com olhar curioso.

– Desculpe. — Ele murmurou. — É chato pra você se sentir excitada, quando tem medo. — Ele falou, e me veio a cabeça Caralho Leon, você lê meus pensamentos.

– É mesmo. — Indaguei olhando a ele com um ar derrotado. — Mais não chega a ser tão ruim. Afinal, não são grandes coisas. São pequenas, mais mesmo assim quando isso acontece de novo, tenho vontade de gemer seu nome.. De me entregar a você.. — Fitei a cama por alguns momentos, envergonhada. — Mais tenho medo, tenho medo depois daquilo. — Revelei o que temia a ele, me sentindo confortada mais ao mesmo tempo envergonhada novamente. — Não sei se vou continuar a fazer o que fizemos naquela noite.. — Falei recordando os momentos de dor, de prazeres, e de gemidos também, o que era mais envergonhoso e gostoso. — Desculpa também por isso.

– Que isso, foda-se o mundo. — Ele falou fazendo gestos com sua mão, me alegrando e me fazendo dar um sorriso de agradecimento, pois aquele ato me causou uma felicidade que embora eu mostrava, se escondia. — Minha vida não é só fazer amor, nem sexo. — Ele revelou e logo me veio a cabeça que isso era verdade. Ele já havia me falado sobre isso comigo, revelando também que sua vida agora desde a volta as aulas se resumiu em mim. — É você.

Quando senti seus lábios encostarem em minha bochecha, ouvi a campainha da porta soar, anunciando que talvez o entregador havia chegado.

– Se cubra. — Ele murmurou, e logo eu me enfiei de baixo das cobertas, e ele atendeu. Me veio a consciência se ele havia atendido aquela porta pelado, mais não. Assim que a porta fechou, abaixei o edredom e vi ele trajando uma bermuda de malha, agitando uma caixinha de anti-concepcionais na mão. — Prontinho. — Ele sorriu, e logo pude ver ele se direcionar a mini-geladeira que havia lá, pegando um copo de vidro e abrindo uma garrafa de água gelada, e logo pude ouvir a caixinha sendo aberta, e o estalo dos comprimidos também. — Está aqui que deve tomar três. Ele paralisa os hormônios, fazendo que você não ovule por um tempo fazendo os espermatozoides dentro de si morrerem. — Ele deu uma de médico por um tempo, o que me fez rir, mais logo parando para poder tomar os remédios. Coloquei um de cada vez em minha boca, logo bebendo um copo de água por completo, assim constatando seu gosto ruim. Coloquei aquele copo sobre o criado mudo que havia lá, e logo pousei minha cabeça sobre o travesseiro, sentindo meu corpo balançar devido o fato de Leon ter acabado de deitar cama. Senti seus braços me puxarem para ele, fazendo que eu ficasse em seu peito, e rapidamente enfiei meu braço um debaixo do seu pescoço, e outro rodeei sua cintura, logo pude sentir também que ele havia tirado sua bermuda, quando sem querer meu joelho se esfregou levemente naquele membro meio-ereto, o que me fez soltar um suspiro. Mais logo abafado, devido minha boca estar próxima ao mamilo de Leon.

Deixei minhas pernas daquele jeito, em cima das de Leon, sentindo um carinho em minha cabeça, o que me fazia fechar os olhos mais depois abri-los novamente, eu não queria dormir, mais era necessário. Amanhã talvez iríamos ir embora daquela cidade, e eu não poderia estar cansada.

– Durma. — Ouvi ele murmurar enquanto beijava minha testa. — Se não amanhã a única maneira de te acordar vai ser um banho de água fria. — Ri um pouco com aquele comentário, podendo constatar que minha boca se encontrava quase se fechando com o mamilo de Leon dentro dela, o que fez ele pronunciar um breve Ui como gemido, o que me fez rir ainda mais, pois Leon me fazia rir quando eu estava louca para chorar. Isso era incondicional, e diferente.

– Está bem. — Murmurei me retirando um pouco daquela posição, ficando agora apoiada sobre meus cotovelos, com meu rosto próximo ao de Leon, e roubei um selinho daquela boca carnuda, logo que se transformou em um beijo, apenas posicionei minhas pernas no seu abdômen, subindo uma parte do meu corpo em cima dele, criando novamente um contato entre seu membro e minha intimidade, me fazendo soltar um gemido, que foi abafado pelo beijo, e logo depois pude ele parar o beijo por um momento, e morder de leve minha bochecha, me causando um arrepio, excitação e um gemido, que saiu involuntariamente da minha boca. Ele riu enquanto balançava sua boca, cravando mais seus dentes em minha bochecha, me fazendo rir e dar gritos baixos de dor, sentindo seus dentes se afastarem daquela parte e rapidamente ele beijar minha bochecha, em seguida chupando a mesma com seus lábios, mais ainda sim sem os dentes.

– Gosta disso? — Ele sussurrou em meu ouvido, começando a chupar meu pescoço, me fazendo gemer baixo.

– Uhum — Murmurei de olhos fechados, abrindo a boca somente para gemer ou para respirar ofegante devido a aqueles atos.

– Vou fazer isso sempre. — Ri de leve quando ouvi ele deixar meu pescoço e fitar meus olhos, que já se abriam. — Estava até gemendo. — Ele riu com isso agora me deixando constrangida e ao mesmo tempo feliz.

– Sim.. — Comecei com um sorriso largo em meu rosto. — Estava. — Finalizei dando um selinho em sua boca, e me virando para o outro lado.

– Boa noite. — Ele se posicionou atrás de mim, e dessa vez senti seu meio ainda meio ereto deslizar entre minha bunda, me dando uma sensação gostosa e uma sensação ainda de temor. Mais logo abafados por uma mão que pousou em minha barriga, e uma respiração em meu cabelo e pescoço. — Espero que sonhe comigo. — Sussurrou ele em meu ouvido, beijando de leve meu pescoço em seguida.

– Boa noite. — Murmurei, já de olhos fechados, pronta para dormir. O que Leon havia feito me obteve cansaço. — Sonharei sim.

Senti meus olhos pesarem mais, e ficar tudo preto, assim perdi a noção de tudo.

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– Ora, Diego! Seria burrice. Por que estuprá-la novamente? — Matias perguntou para Diego. Os dois se encontravam conversando em uma mesa. Eles estavam em um restaurante, comendo comida italiana. Dava para perceber, pois seus pratos estavam cheios de massas.

– Para aquele filha da puta do namorado dela saber que não importa quantas vezes ele me bater, mais eu ainda sentirei o gosto daquela gostosa. — Ele confirmou, olhando para o pai. — E que gosto. Ela foi a melhor até agora, dentre todas que eu já estuprei pai. — Matias riu com isso, logo esbouçando um sorriso vitorioso.

– Sim, então pode fazer isso, apesar de que se te pegarem.. — Ele enviou o garfo em sua boca, saboreando a comida. Assim que terminou de mastigar, redirecionou a palavra ao filho. — Você sabe o que ele fará com você agora.

– Foda-se. — Ele indagou sem medo. — Eu fui pro hospital naquele dia e só fiquei inconsciente, e isso não vai acontecer de novo. Ele não seria retardado pai. — Finalizou ele direcionando o guardanapo em sua boca, limpando o excesso de molho.

– Ok, faça o que quiser. Se morrer, foda-se você também. — Os dois riram com aquele comentário. Tomado por aqueles risos, ele começou a falar novamente. — E quem você quer estuprar, Diego? No caso seria aquela irmãzinha virgem dela? — Ele indagou fazendo que Diego pensasse e sorrisse, finalizando sua resposta.

– Melhor ainda. Estuprarei Francesca Reys. — Ele finalizou a resposta do pai, simplesmente com um sorriso nos lábios, em seguida, recebendo o aceno do pai com a cabeça, e logo os dois se levantaram, pagando a conta e saindo daquele restaurante italiano.

Acordei de uma vez, eu estava gelada e suando frio, eu simplesmente não conseguia respirar direito, e quando conseguia, soava mais ofegante possível. Olhei para o lado e vi Leon dormindo, intacto com o meu surto ou pouco sabendo do que havia acontecido. Me levantei calmamente, apenas indo até o banheiro, observando no espelho, fitei meu rosto, que estava completamente encharcado de suor e eu estava completamente pálida. Eu estava mais ou menos da cor do azulejo do banheiro, estava completamente assustada e precisava assimilar o sonho que tinha tido, apesar de tudo não sendo real. Ou eu pensava que não fosse.

Apenas fechei meus olhos, sentindo o ar quente do banheiro me aquecer um pouco, e meus sentidos se normalizarem um pouco, assim podendo calmamente relaxar meus braços e me sentir de 100%, 99% calma. Aquilo estava ajudando, mais não muito. Permaneci assim naqueles preciosos segundos ou minutos, e respirei novamente e suspirei fundo, percebendo assim que minha respiração também estava normalizada.

Abri meus olhos, ficando estupefata, amedrontada e completamente nervosa quando realizei aquilo. Pois ali no espelho, estava atrás de mim o menino que havia me traumatizado, que havia me ferido corporalmente e psicologicamente.

Estava atrás de mim, Diego. Por fim apontando uma faca para minhas costas, prontamente para me matar, naquele banheiro. Torci para que Leon acordasse e me livrasse de uma possível morte como milhares de vezes já havia feito.

Notas finais
u-u talvez seja só esse hoje, ou outro mais tarde. Não deixem de comentar, por que é importante