Notas iniciais
To MUITOOOOOO feliz!! Recebi a minha primeira review!! Eu só posso dizer uma coisa: MUITISSIMO OBRIGADA! Esse cap é todo dedicado a ela, porque eu ja tinha desistido de fazer a fic!
Amo vcs!

Comecei a chorar loucamente, eu nao tinha ideia nem me lembrado da possibilidade que ele poderia estar lá. Peguei as minhas coisas e sai correndo. Estava tonta em uma rua sem saida, quando sinto alguem me puxar pela cintura. HUMPF vê se pode to acabando de sair de uma crise de terror e já querem me estuprar? AF

–Manu?- Me afastei de seus braços e olhei fundo em seus olhos, sim o Lou, ele havia me achado e percebido a minha presença em meio de tanta confusão e tumulto.

–Hã... Oi.

–Tá tudo bem? Obvio que nao. Oque aconteceu? Quer ajuda? Me diz! Por favor!– ele falava rapido e estava ofegante. Tropeçava em suas proprias palavras.

–Tá sim Lou, nao precisa se preocupar.-Dei as costas para ele e sai correndo.

–Manu para de mentir pra mim eu sei que não esta nada bem– ele me puxou pelo pulso. Gemi de dor. Ele olhou para meus pulsos e me olhou chocado-OQUE É ISSO MANUELA? VOCÊ SE CORTA?– ele me olhava com pena e preocupação.

–SIM, E DAI? OQUE EU FAÇO NÃO IMPORTA PARA A MAIORIA DAS PESSOAS QUE EU CONHEÇO.

–Não importa?-Ele sussurou com lagrimas nos olhos.

–É! NÃO IMPORTA!- Sai correndo daquele lugar.

Eu realmente não sabia porque eu estava tratando ele desse jeito. Ele era tão fofo, tão gentil. Me senti realmente mal agora, eu estava exaltada na hora e nem prestei atençao no que eu dizia.

Cheguei em casa chorando e soluçando muito. Tomei um banho e simplesmente desmaiei no banheiro. Acordei em um lugar que eu reconhecia, porém não me lembrava.

–Onde estou?-Perguntei a mim mesma.

–No hospital– Minha mãe disse amarga. E começou a chorar desesperadamente, dessa vez ela começou a gritar.-OQUE DEU EM VOCÊ EM MANUELA? VOCÊ TÁ QUERENDO SE MATAR? E QUE ESTUPIDEZ É ESSA DE FICAR SE CORTANDO? QUE SUSTO VOCÊ ME DEU GAROTA!– É as vezes a minha mãe conseguia me assustar, ela limpou as lagrimas e me abraçou.

–Des... Desculpa mãe–Eu disse entre soluços.

–Está tudo bem agora meu amor, eu vou te proteger.-Não sei porque mais eu sentia a necessidade de contar a ela os motivos de eu me cortar. Quando eu ia dizer o medico entrou e disse que havia acabado o tempo de visitas, suspirei irritada.- Tchau querida mais tarde eu volto para te buscar.

Tchau mãe, obrigada por tudo.

Aproveitei para olhar o meu pulso. Porque afinal como a minha mãe havia descobrido que eu me cortava? Vi o meu pulso enfaichado e minha perna também, mas eu não sabia o porque. Olhei a minha volta buscando explicações, e vi um buquê de rosas com um cartão colorido em cima do criado mudo.

Não fuja das coisas meu amor, Stay Stong. — Para o meu amor de seu adimrador secreto. Z.M

Era isso que dizia a carta, fiquei realmente confusa, mas ao mesmo tempo feliz. Porque eu tinha um adimirador secreto, e acima de tudo eu me sentia bem. Stay Strong, existe coisa mais fofa? Em fim, mesmo não sabendo que esse cara é, ele realmente me encantou. Dei mais uma olhada no meu pulso e gemi de dor.

Fui acordada pelo medico dizendo a minha mãe os cuidados que ela deveria tomar e que eu realmente precisava de um pscologo(N/A Não liguem se “pscologo” estiver errado, minha ortografia é realmente ruim.). OQUE? FOI ISSO QUE EU OUVI? PSCOLOGO? NÃO ISSO DEFINITIVAMENTE NÃO VAI FICAR ASSIM!

–OQUE?- Eu disse assim que ele disse que eu realmente necessitava de um pscicologo. OPS acho que eu gritei um pouco alto demais... Fiz o medico e a minha mãe pularem de susto.

–Já acordou filha!- Minha mãe disse assim que se recuperou do susto.

–É! Já sim! E que historia é essa de psicologo?

–Nós conversamos mais tarde sobre isso, ok mocinha?

–Ta bom.- Disse um pouco emburrada.

O medico me deu alta, eu peguei as minhas coisas e acompanhei a minha mãe até o seu carro. O caminho foi beeem longo, estava um clima pesado e um silencio mortal. Minha mãe olhava fixamente para a estrada. Eu cruzava os dedos e com um deles eu coçava o lado do outro dedo com a unha. Sim essa é a minha mania quando eu estou nervosa, me processem.

Chegamos em casa minha mãe disse para mim sentar na cadeira em frente a lareira, e ela puxou uma cadeira ao lado da minha. Eu olhei fundo nos seu olhos e disse:

–Que historia é essa de pscicolo?

–O medico disse que seria realmente bom que você frequentasse um pscicologo, devido aos seu traumas, que eu realmente não sei quais são. Mas voltando ao assunto, eu concordei com a ideia pois eu sabia que sera bom para você desabafar com alguem. Eu quero dizer que.. Hã eu vou ter que viajar.

Viajar? Por quanto tempo?- Perguntei indignada e até talvez um pouco arrogante.

–Por quatro meses.

–QUE? POR QUATRO MESES?- Eu não estava acreditando no que eu estava ouvindo.

A conversa durou por mais alguns minutos eu já havia me conformado com o fato de eu ter que ir ao pscicologo todas as terças, e também pelo fato da mamãe ter que viajar. Mas antes ela me impos algumas regras:

Não fazer festas em quanto ela estiver fora.

–Não trazer garotos pra casa, “se é que você me entende” como a minha mãe disse.

UAU! Que regras dificeis para uma garota como eu cumprir. Sintam no fundo da alma a minha incrivel ironia. Resolvi me arrumar pra ir a um PUB, tomei banho, arrumei o meu cabelohttp://www.google.com.br/imgres?um=1&hl=pt- ttp://d -elaborado , coloquei uma roupa.Eu estava mais ou menos assim:http://www.polyvore.com/cgi/set?id=50618532&.locale=pt-br

Peguei o meu carro e sai em direção ao PUB.


Notas finais
AAAAAAAAAAAAAAAAA ~LE EU SURTANDO~
MUITO OBRIGADA MEU XUXU