All Wed Ever Need

16 Capítulo 16 - Intimidade


Notas iniciais
Sem desculpas...demorei mesmo, mas acredito que serão recompensadas por esse capítulo.
Músicas do capítulo: Rest of my life - Michele Featherstone.
I need to be next to you - Leigh Nash.
Não consegui nem esperar a Chele betar...então paciência com os erros.
Quero agradecer as indicações da JIPL e Flavia T, obrigada pelas palavras de incentivo. Valeu!
Espero que gostem do capítulo.

- Cor preferida? – Edward perguntou sorrindo. Eu respirei fundo e tentei me concentrar em sua voz. No entanto suas mãos faziam uma massagem insuportavelmente deliciosa em meus pés e tudo o que eu podia sentir era uma quentura se espalhando por meu corpo. Respire fundo novamente e disse:

- Depende do dia... hoje por acaso é azul. – eu disse e ele sorriu. Aquele sorriso malditamente lindo. Estávamos deitados em sua cama e ele simplesmente resolveu fazer um interrogatório sobre minha vida. Ele fazia massagem em meus pés, mas às vezes ele parava e os beijava ou alisava minhas pernas e eu já estava a ponto de pular em cima dele. Céus! O homem é simplesmente perfeito! — Defina Edward Cullen. – eu o olhei em desafio. Ele parou a massagem e me olhou com uma sobrancelha erguida. Ele deu uma risada engraçada e disse:

- Tem certeza? EU sou tão complexo, interessante e profundo que ficarei dias falando de mim. – ele estava rindo novamente.

- Vamos Edward Narciso Cullen eu posso agüentar. – eu entrei em sua brincadeira.

- Eu sou Edward Antony Masen Cullen, tenho 28 anos. Amo minha família acima de qualquer coisa. Amo meu trabalho. Meu irmão acha que sou gay e tenho um macaco que amo como se fosse meu filho. – ele deu uma gargalhada. – Ah! E ninguém pode chamá-lo de macaco além de mim. – ele deu uma risadinha maliciosa – E estou apaixonado por uma garota que deu um trabalhão para sair comigo, mas tá na minha agora. – ele disse presunçoso. Eu dei um tapinha em seu braço. Ele ficou sério de repente e continuou: — Quero lhe dizer algo e entenda que o que irei lhe dizer é simplesmente para você me conhecer melhor e entender algumas de minhas atitudes. – ele fez uma pausa e me olhou intensamente. — Meu pai biológico era um terrorista russo. Nasci aqui nos EUA, no entanto fui ainda bebê para Moscou onde morei até meus dez anos e fui resgatado com minha mãe de um quarto onde fiquei preso com ela durante três meses. Nesse meio tempo ela foi torturada e eu espancado várias vezes. – eu fiquei totalmente chocada, mas sei que em meu rosto ele não poderia notar o quão surpresa eu estava por toda essa revelação eu geralmente não expresso meus sentimentos. Estou me sentindo uma idiota depois daquela nossa discussão em sala de aula. Ele respirou fundo e continuou: — E é por isso que luto contra toda essa ideologia doentia do terrorismo... eu não quero ser um monstro e não serei! – ele disse com convicção e se possível eu queria que um buraco me tragasse direto para o outro lado do mundo. Que vergonha! Quanto preconceito eu ainda tenho que vencer! O silêncio entre nós chegava a ser ensurdecedor. Então eu o ouvi dizendo bem baixinho: — Diz alguma coisa. – a sua voz tinha um quê de fragilidade, então me virei em sua direção e apoiei meu rosto em sua barriga e disse:

- Nunca me senti tão envergonhada em minha vida como agora. – eu disse com um tímido sorriso. – Tem como você esquecer aquela aula e dar todo o conteúdo novamente para que eu possa dizer que nem sempre filho de peixe , peixinho é? – ele apertou a ponta de meu nariz e riu. – É sério. Nossa! Eu não sabia que eu era tão preconceituosa! Não que daqui por diante não pensarei algo do tipo, no entanto eu sempre generalizei e inclusive já arrumei discussões com várias pessoas sobre isso e estou me sentindo uma tola. – eu disse e escondi meu rosto em meus cabelos.

- Eu não lhe disse essas coisas para te constranger. Eu só quero que você entenda o porquê eu defendo tanto algumas coisas. Eu vivi isso, minha família viveu Bella. – ele deu um sorriso que não chegou aos seus olhos e continuou: – ele levantou as sobrancelhas e demos risada. – Só você para me fazer rir depois dessa situação! – riu mais uma vez e perguntou: — Consegui definir quem é Edward Cullen para você? – ele enrugou o nariz.

- Uau! E uma coisa eu posso afirmar... — eu disse maliciosamente. – O seu irmão não sabe de nada quando diz que você é gay. – eu dei uma mordidinha em sua barriga e ele deixou escapar um gemido alto. — Qualquer coisa manda ele me perguntar que eu posso contar uma coisa ou duas sobre isso. – nós dois rimos e ele disse:

- Por que tenho a impressão que você está tentando me distrair? – ele segurou em meus cabelos me trazendo para cima de si.

- Por que é a verdade. – eu disse mordiscando seu queixo depois subi até o lóbulo de sua orelha lambendo. Agarrei os cabelos de sua nuca e o apertei de encontro ao meu rosto. – Está funcionando? – voltei ao seu pescoço enquanto eu o montava.

- Huummm.....por enquanto sim. – ele disse me apertando em seu corpo. — Mas você não me escapa. Ainda terá que definir quem é Isabella Swan para mim. – ele disse sussurrando em meu ouvido.

- Sério? – eu passava minhas mãos nos pêlos de seu peito e ele brincava com meu mamilo direito. – Ela é muito chata. Você se cansará e ainda se perguntará por que perdeu tempo com ela. Vai por mim. – ele me virou de costas na cama e disse:

- Eu poderia fazer qualquer coisa com ela... menos me cansar dela. – ele mordeu meu mamilo esquerdo e eu soltei um gemido alto. Ele deu uma risadinha e eu suspirei alto. Ele parou o que fazia me olhou preocupado e disse:

- Eu estou te cansando não é? – ele me olhou de um jeito tão indefeso que eu simplesmente não agüentei mais e fui para cima dele.

- Nesse momento você está fazendo tudo menos me cansando Cullen. – eu o beijei no queixo e ele sorriu. – Você está tentando me enlouquecer? Como pode ficar beijando meus pés, alisando minhas pernas...acariciando meu corpo todo e falando essas besteiras românticas pra mim? Hã? – eu mordi sua orelha.

- E-eu estava... hum....tentando descobrir mais sobre você e ...hum...enquanto isso conhecendo melhor algumas partes de seu corpo que eu mais gosto. — Ele me empurrou e fiquei de costas na cama e ele por cima de mim. – No entanto estou com duvidas. – ele me olhou sorrindo. – Antes de você, a primeira coisa que eu olhava em uma mulher eram seus pés. – ele pegou meus pés e beijou meus dedos e por fim chupou o meu dedão. Por Deus! O homem chupou o meu dedão! Eu pensei que iria me desfazer ali naquele momento... eu nunca poderia imaginar que uma caricia no dedão do meu pé me daria tanto prazer, mas eu praticamente fui ao céu e voltei.

- Hummmm.... oh! – eram os únicos sons que saiam de minha garganta enquanto eu me retorcia debaixo dele.

- Mas... olhando para suas pernas...- ele alisava minha panturrilha e foi subindo para minhas coxas. – Eu não sei.... elas são perfeitas. – ele disse em um sussurro e um único pensamento me veio a cabeça nesse momento: Eu devo ser uma pessoa muito boa para merecer tudo isso. Então ele me virou de bruços e me senti uma boneca de pano que ele jogava para onde quisesse. – No entanto a sua bunda, meu Deus! Parece uma escultura! Arrebitadinha na medida certa e enche minhas mãos! – ele a apertava, depois começou a beijar e por fim estava lambendo. Eu já estava choramingando, pois gemidos não saiam mais de minha garganta. Então ele me vira novamente de frente para ele e diz. – Os seios... ah! – ele estalou a boca e mordicou o mamilo esquerdo com cuidado e disse: — Os seus mamilos parecem morangos... vermelhinhos ....- ele se afastou um pouco os olhou, mordicou mais uma vez e continuou: — Ou talvez sejam rosadinhos? – analisou por um tempo e depois voltou a lambê-los. – Como quando estão amadurecendo ainda sabe? – ele voltou a mordiscar e então disse: — São doces como cerejas... e quando os coloco assim em minha boca...- ele juntou meus seios e mordiscou os mamilos juntos. – São tão doces! Hummm! — agora é o momento onde eu vejo a luz e morro. Apertei sua cabeça em meus seios e nenhum pensamento poderia chegar a minha mente agora. Comecei a sentir que a quentura que estava entre aas minhas pernas se espalhava por todo meu corpo.

- Edward... Ed... ard.... – nem seu nome eu conseguia pronunciar. – Eu quero... você! – consegui dizer finalmente.

- Você me tem Bella. Desde a primeira vez em... que a vi. – ele disse em um sussurro e sem parar de mordiscar meus seios ou cariciar meu corpo com suas mãos mágicas e aqueles dedos longos que entraram em mim me enlouquecendo de vez fazendo com que eu arqueasse meu corpo de encontro a sua mão. De repente senti todo meu corpo estremecer e esquentar mais e logo eu gritava seu nome e finalmente amoleci. Ele levou seus dedos que estavam em meu interior à boca e disse: — Definitivamente doce! – eu respirava com dificuldade minha mente continuava em branco. Acredito que perdi totalmente a capacidade de raciocinar, agora entendo por que tem pessoas que perdem tudo por causa de sexo. Esse homem poderia me pedir qualquer coisa que eu faria sem pensar duas vezes. Ainda queria mais e isso fez com que meu corpo esquentasse novamente eu procurei seus olhos e me deparei com a sua profundidade como que me estudando. Ali havia uma expressão de admiração ou algo diferente não sei explicar. Seus olhos estavam escuros e ele disse:

- Na verdade o que me deixa totalmente louco são seus olhos com promessas... esse rubor...- ele alisou minhas bochechas com o dedo indicador. – Sua boca tentadora... esses lábios vermelhos...-ele me beijou com paixão segurou meus braços acima de minha cabeça inclinou meu pescoço. – Esse seu cheiro de morangos e frésias... cheiro de fêmea...céus Bella! Você toda me enlouquece! – Ele se afastou um pouco e o senti se posicionar entre minhas pernas. – Com certeza são seus olhos que me enlouquecem... eu consigo ver sua alma através de seus olhos e nesse momento....- a expectativa de senti-lo dentro de mim crescia e eu o interrompi:

- Eu não agüento mais esperar Edward! – eu disse com dificuldade, nem reconheci minha voz. Ele riu e disse:

- Adoro você toda rendida. – e me penetrou de uma vez fazendo com que eu me sentisse completa. Ele se movimentou apenas duas vezes entrando e saindo e eu cheguei ao máximo do meu prazer. Uma sensação tão boa e tão intensa tomou conta de todo meu corpo, me aquecendo desde meus pés até a minha cabeça onde eu sentia o pulsar de meu sangue em meus ouvidos e então de repente eu senti novamente e meu coração parecia que iria saltar de meu peito. Ao longe eu ouvi algo que acredito ser a minha voz, me agarrei a Edward e o abracei com toda a minha força com meus braços e minhas pernas não querendo nunca que ele se afastasse. Sentia me afogando e ao mesmo tempo como se estivesse soprando um vento muito forte em meu rosto que me impedia de respirar e então ele gritou e me arrastou novamente para essa loucura. Ficamos imóveis, ele permaneceu dentro de mim e somente podíamos ouvir o som de nossa respiração. Não sei por quanto tempo permanecemos assim. Acredito que acabamos cochilando, pois tentei me mexer e me senti toda dormente um pensamento me veio... será que eu poderia morrer por overdose de orgasmo? No mesmo instante eu dei uma risadinha.

- Bella, não é nada lisonjeiro uma mulher rir depois de tudo isso. Qual o motivo da graça? – ele disse e sua voz soou rouca e um pouco abafada, pois sua boca estava repousada entre meus seios e isso foi o suficiente para um arrepio perpassar por minhas costas. Eu provavelmente virei uma viciada em sexo talvez morresse com uma overdose ou poderia prendê-lo para ter minha dose diária de sexo para manter esse vicio e novamente esse pensamento me fez dar outra risadinha. Ele me cutucou com o dedo indicador.

- É bom me dizer o que está fazendo você rir por que senão serei obrigado a torturá-la para me dizer. – ele levantou sua cabeça e me olhou de um jeito tão intenso que se eu estivesse de pé provavelmente meus joelhos cederiam.

- E essa tortura seria...? – eu disse maliciosamente.

- Você quer que eu diga ou mostre? – ele disse no mesmo tom. Já me senti esquentar novamente e nem consegui responder, pois ele deu o meu sorriso preferido e disse: — Nossa Bella! Você virou uma tarada! Quem diria hein! – ele disse em um tom arrogante. – Agüenta uma segunda rodada? – eu o olhei incrédula.

- Segunda rodada?! Você só pode estar brincando! Desde quando estamos aqui?! – eu disse surpresa.

- Isabella! Nós dormimos então só conta o que aconteceu depois de estarmos acordados. – ele disse como se fosse óbvio e deitou de costas na cama. – Agora me diz por que estava rindo. – ele me olhou com curiosidade. Eu senti meu rosto esquentar e o escondi em meus cabelos.

- Você promete que não irá rir? – eu disse timidamente. Ele suspirou.

- Me diz como você consegue passar de uma leoa a alguns instantes atrás nessa cama para uma gatinha toda envergonhada como agora? – ele me olhou de um jeito terno me fazendo derreter. Ao mesmo tempo um alarme soou em minha cabeça, pois eu já vi isso acontecer e sei bem como terminou. Eu respirei fundo e disse:

- Eu estava pensando... Será que poderíamos morrer de overdose de sexo? – ele riu e eu o acompanhei. – Por que se não morrermos de overdose eu me tornei uma viciada em Edward Cullen e preciso de doses constantes para me manter bem. – eu disse repousando meus braços em cima de sua barriga apoiando meu rosto e observando seu lindo rosto.

- E isso seria? – ele disse divertidamente.

- Uma segunda rodada soaria bem para começar. – eu disse mordendo meu lábio inferior. Ele me virou para ficar de costas na cama e disse:

- Você será a minha morte sua provocadorazinha. – e subiu em mim. No mesmo instante eu o virei o colocando de costas na cama e subindo em cima dele o deixando surpreso.

- Nada disso Cullen. – eu beijei próximo a sua orelha e disse baixinho em seu ouvido. – Agora é minha vez de te mostrar o que mais gosto em você.

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Estávamos na cozinha e Edward estava fazendo algo para comermos.

- Eu não acredito que você não sabe fazer nada de comida Bella. – ele estava indignado por eu não saber cozinhar.

- Bem eu sei... — eu fiz uma pausa e mordi minha unha do dedo indicador. – Eu sei fazer macarrão instantâneo, sei esquentar leite no microondas, sei fritar ovo, mas só se for misturado, nada daquilo da gema durinha....- eu disse orgulhosa. Ele balançou a cabeça em desgosto. – Entenda Edward... eu fui extremamente mimada. Fui criada na Academia, em meio de adultos todos faziam as minhas vontades. Sabe como é sou naturalmente graciosa. – apoiei minhas mãos no balcão e escorreguei quase caindo, mas logo me restabeleci o fazendo rir. – Corrigindo sou naturalmente carismática. – ele me olhou incrédulo. Eu suspirei. – Ah tá bom! Enfim eu consigo fazer com que todos façam minhas vontades. – eu disse impaciente. – Então eu não perderia meu tempo em uma cozinha, mas sim no super computador do Liam ou nas outras aulas que eu assistia escondida. – eu fiz uma pausa lembrando da construção da cidade que havia dentro da academia. – Quando construíram Hogan's Alley eu estava lá e posso te dizer aquela cidade tem cada história. – eu me transportei para a época da construção da cidade fictícia que havia na Academia e das minhas aventuras naquele local. – Enfim quando chegava para as refeições tudo estava pronto e era só botar “o grude pra dentro” como eles diziam no refeitório. Ainda bem que Maggie estava lá por que se não eu comeria como um ogro. – nós dois rimos.

- Foi divertida sua infância não é? – eu afirmei com um aceno. – Agora consigo entender um pouco por que você ama tanto aquele lugar. – ele fez uma pausa. – E quando se formar irá para Washington D.C? – eu o olhei incrédula.

- Claro que não! Vou ficar aqui em Quântico no laboratório de Informática, onde a mágica acontece. – ele deu uma gargalhada e eu o olhei curiosa. – Porque você está rindo?

- Sério Bella? Onde a “mágica acontece”? – ele rolou os olhos e eu lhe dei um tapinha em seu braço.

- Seu pervertido! Você me entendeu. Aquele laboratório é completo! Sabe eu tenho um amigo da NS....- eu quase falei sobre Ensei e o quanto ele dizia que o Laboratório do FBI era mais avançado que o da NSA, ainda bem que me calei antes de falar mais besteiras. – Enfim e é por isso que tenho que ser a primeira colocada, assim Charlie não poderá me sabotar e poderei escolher para onde eu quero ir. – eu disse sorrindo.

- E se você não puder escolher, onde gostaria de trabalhar? – ele perguntou. E eu nem precisava pensar.

- Em Seattle. Amo aquela cidade, aquelas balsas e toda aquela chuva. – eu disse melancolicamente. Na verdade prefiro o sol da Virginia, mas minha mãe adorava passear nas balsas e olhar toda aquela água. Com isso eu me sentia mais próxima dela. – E fica mais perto de minha casa em Forks. – eu dei de ombros. Impressionante como que com Edward eu não sentia dificuldades em falar de meus planos. – Sabe quando estou com você não consigo parar de falar. – eu disse mordendo uma cenoura crua e sentando em cima do balcão que havia no meio da cozinha. Ele me olhou intensamente e disse:

- Aqui dentro somos só nós dois, podemos dizer e fazer qualquer coisa que temos vontade. Podemos ser quem realmente somos... sem mascaras e sem medo de nos julgarem. – ele disse firme. – Agora defina Isabella Swan. – ele levantou as sobrancelhas de um jeito engraçado me fazendo rir. Eu fiz uma careta e disse:

- Eu já disse a minha vida é tão chata que você irá dormir quando eu começar a falar de mim. – eu disse sorrindo, mas na verdade não queria dizer nada a meu respeito. Ele revirou os olhos também e disse:

- Pare de enrolar Isabella e desembucha. – ele usou o tom de voz quando está em aula me fazendo ficar excitada no mesmo instante. Eu respirei fundo e disse:

- Agora estou me sentindo uma estúpida. Você sabe depois de tudo o que disse... durante a aula. – eu fiz uma pausa e apoiei meu rosto em meus braços. – Você deveria ter me calado. – eu disse emburrada. – Agora nem sei o que dizer. – ele riu, mas em seus olhos havia seriedade e ele disse:

- Ninguém é estúpido por dizer o que pensa. Esse é o seu pensamento e tenho que respeitá-la pelo que você acredita. Afinal de contas ninguém é perfeito. – ele sorriu e aquilo me deixou mais envergonhada e me vi dizendo.

- Você é. – senti meu rosto esquentar e para disfarçar continuei: — Afinal de contas você me alimentou e me deu uma das melhores noites de minha vida. – eu ri e ele revirou os olhos.

- Pare de tentar me distrair Swan! – ele apertou de leve em minha cintura. – Vou terminar nosso almoço e enquanto comemos você irá falar mocinha! – ele apontou um garfo em minha direção. Eu levantei as mãos em sinal de rendição e rimos.

Ele terminou de fazer a nossa comida e eu fui colocar os pratos e talheres na mesa que havia na grande cozinha. Eu mexia em seus armários procurando pelos utensílios quando percebi que ele estava em silencio e me virei para ver por que ele havia parado de falar quando me deparo com seu olhar de admiração sobre mim. Ele sorriu e disse:

- Amo como você fica linda em minha cozinha. – ele disse de um jeito sedutor. O que fez meu estomago dar uma reviravolta e para disfarçar eu brinquei:

- Deixe de fazer gracinhas Cullen e termine essa comida antes que a comunidade que habita em meu estomago fuja. – eu disse tentando soar brava ele estreitou os olhos e disse:

- Eu irei alimentá-la se...você cumprir sua promessa. – eu mordi meu lábio inferior e disse:

- Eu conto uma parte e logo eu poderei contar o restante. – eu disse séria. Ele passou a mão entre os cabelos e fez que sim com a cabeça.

Ele nos serviu ovos fritos com salsichas e alguns legumes. De repente me estomago roncou quando o cheiro entrou pelas minhas narinas. Ele me olhou e demos uma gargalhada. Ele colocou uma porção em sua boca e enquanto estava mastigando, eu fiquei observando enquanto comia e jeito como que ele se movia elegantemente ali na pequena mesa da cozinha como se estivesse em um restaurante cinco estrelas. Suas mãos lindas, o jeito com que ele mastiga a comida. A forma como corta o pão para colocar os ovos dentro. Céus! Ele é todo perfeito. Ele parou o que estava fazendo e disse:

- O que? – e me olhou espantado.

- O que o que? – eu perguntei de volta. Ele riu.

- Você não está comendo por quê? Está muito ruim? – ele disse inseguro e por tudo que há no mundo o que é esse homem tentando me agradar? Eu respirei fundo e disse:

- Mesmo que você fizesse sopa de pedras ficaria maravilhoso. Eu me distrai com você. – eu dei de ombros e ele sorriu mostrando aqueles dentes lindos. Terminamos de comer e ele não deixou com eu o ajudasse a retirar as coisas de cima da mesa. Me encostei no balcão e disse:

- Antes de falar de mim... me responda uma ultima coisa. – ele me olhou desconfiado. – Por que quis entrar no FBI? – ele sorriu e percebi que sua mente foi para algum lugar distante. Depois de um momento ele disse:

-Quando estava preso naquele quarto onde estive por um determinado tempo foi com grande alivio que ouvi alguém gritando: FBI. – ele fez silêncio novamente e continuou: — Aquilo nunca saiu de minha mente e depois estava chegando o momento de ir para a universidade e nada me chamava atenção foi quando vi um documentário na TV sobre o FBI e o laboratório clinico. A pessoa que falava sobre isso era a Sue e me vi curioso para saber mais. E aí já imagina qual foi minha escolha. – ele deu de ombros. — É impressão minha ou está tentando me distrair para não falar de você? – ele me olhou intensamente. Eu revirei os olhos e ele disse:- Comece. – me colocou sob o balcão e apoiou as mãos em minhas pernas. Eu suspirei e comecei.

- Não tenho muito que dizer sobre mim. – fiz uma pausa e olhei para minhas mãos que estavam em meu colo. Ficamos algum tempo em silencio por fim eu o olhei e percebi que ele não mudaria de idéia eu respirei fundo. – Então como deve saber minha mãe morreu eu tinha seis anos de idade, fui para um colégio interno até os dez anos e depois fui para a Academia onde fui criada praticamente por Sue, Maggie e outros agentes. Quando tinha dezessete fui para a universidade onde conheci Jasper e aos vinte fui para Londres estudar lá. Sempre quis ser uma agente, pois essa foi minha vida e é isso. – eu dei de ombros. Ele me olhou de um jeito que parecia decepcionado e antes dele dizer algo eu continuei: — Ouça Edward.... essa é a versão editada a completa com os detalhes sórdidos eu ainda não posso lhe contar por que não diz respeito somente a mim. – eu mordi meu lábio inferior e continuei: — Tem algumas coisas que fiz e não me arrependo, no entanto sei que irei lhe decepcionar, mas quero que entenda....- voltei a olhar para minhas mãos. – Não sei como lhe dizer mais nada sem ter que dizer tudo. – nós demos uma risada pela frase confusa. Eu lhe dei um tapinha em seu braço e disse: — Você entendeu seu bobo. – ficamos em silencio nos olhando então ele disse:

- Então me fale daquela situação que Jasper comentou na casa de meus pais. – ele disse apreensivo. Eu sorri e fiz uma careta.

- Sério que você quer saber sobre o fora que levei? – ele fez que sim com a cabeça. Eu passei as mãos em meus cabelos. – Então....olha só como minha vida sentimental também é uma loucura. – eu ironizei tentado fazer ele rir no entanto Edward continuou sério apenas me observando. – Eu nunca havia namorado antes. Fiquei com alguns garotos em Dartmouth, mas nada demais. Então conheci Jasper....- eu revirei os olhos. – Fizemos o mesmo curso, mas então, conheci Jasper e ele me apresentou a Chad e me apaixonei ou assim eu pensei quando o conheci. – ele balançou a cabeça e enrugou o nariz em uma careta lindinha. Eu apertei seu nariz e continuei: — Então eu nunca soube expressar meus sentimentos... talvez isso tenha colaborado um pouco sei lá para o nosso afastamento. Eu também não era tão empolgada na área física se é que você me entende. – eu senti meu rosto esquentar e ele bufou. Eu o olhei envergonhada. – Ah, Edward você não quer que eu diga. – eu disse contrariada com a cabeça baixa.

- Se você não me falar eu nunca saberei o que você quer dizer. – ele disse e ergueu meu rosto com o dedo indicador. — Nunca tenha vergonha de me dizer qualquer coisa Bella. Antes de qualquer coisa quero ser seu amigo. De verdade. – ele disse me olhando com tanta intensidade que me desarmou.

- Assim... nós fazíamos sexo, mas eu.....não era tão participativa quanto eu acho que deveria ser. – ele levantou as sobrancelhas em surpresa eu bufei e continuei: — Ah, eu era muito inibida. – ele deu uma risadinha e eu bati novamente em seu braço. – É verdade tá. – eu olhei através dele e continuei: — Sei lá, eu não me sentia muito a vontade. E a correria das aulas... ele fazia Medicina e eu estava deslumbrada com tantas descobertas na área de Programação. Nos afastamos e aconteceu dele ficar mais próximo de Bree.- eu dei de ombros.

- Mas por que você e Jasper não se envolveram então? – eu mordi novamente meu lábio inferior ele continuou: — Pelo que entendi vocês passaram e passam muito tempo juntos. – ele me olhou curioso. Esse é um ponto que eu nunca havia parado para pensar.

- Eu não sei... talvez como minha avó sempre diz entre Chad e eu não houve o encontro de almas... – eu revirei os olhos e ele riu.

- Não sei... talvez seja cruel o que irei te dizer, mas é o que eu acredito. Talvez ele não estivesse comprometido realmente com você. Sabe quando realmente nos comprometemos com alguém as outras pessoas não tem nenhum atrativo e para você se sentir atraída por alguém é por que o outro não é mais importante. – eu franzi o nariz novamente e ele riu. – Conseguiu entender? – eu lembrei que Ângela disse que ele a traiu então quer dizer que ele já não se sentia comprometido com ela. Agora como perguntar sutilmente isso? Eu olhei para minhas mãos novamente e disse:

- Pelo o que entendi lá na casa de seus pais você namorou durante algum tempo a Ângela. Você chegou a traí-la? – ele ficou envergonhado e vi seu rosto levemente corado.

- Sim eu a traí. É algo que me envergonho profundamente, mas assim que aconteceu eu confessei a ela e quando aconteceu eu percebi que já não daria mais certo entre nós. – ele ficou em silêncio por um tempo depois continuou: — Mas ela fez eu me sentir tão culpado e isso só ficou pior com o tempo. – ele passou a mão entre os cabelos. – E por fim ela queria casar e ter filhos... veja eu quero me casar e ter filhos, mas eu não me via fazendo isso com ela e eu não poderia mais continuar com isso. – ele me olhou envergonhado. Quando eu vi Edward pela primeira vez eu poderia imaginá-lo aquele homem que sai com várias mulheres e com seu harém particular, mas o conhecendo melhor percebe-se o quão doce, sincero e integro ele é. Eu respirei fundo e disse:

- Quando eu o conheci o imaginei o comedor. – ele me olhou surpreso. – É verdade! E agora o que vejo é um homem doce e integro. – eu disse docemente.

- Nunca fale isso perto de Emmett, por que ele irá me chamar de gay. – ele disse rindo e eu o acompanhei. – Agora... — ele apertou segurou em minhas pernas e me olhou sorrindo. – Onde havíamos parado? – e logo estávamos perdidos um no outro novamente.

Estávamos no sofá da sala de visitas eu deitada e Edward por cima de mim. Ele estava com rosto aninhado entre meus seios enquanto eu lhe fazia um cafuné. Já havia escurecido e eu estava criando coragem para ir embora. Por fim suspirei e lhe dei um tapinha em suas costas,

- Nããão... eu não quero você vá embora. – ele disse manhoso. Eu dei uma risadinha. Ele se aconchegou melhor e deu uma mordidinha em meu seio direito. – Aqui é o meu lugar preferido no mundo todo.

- Seu bobo. – ficamos em silencio por um tempo apenas nos olhando. – Sabe... sempre achei que estava melhor sozinha nunca havia sentido toda esse....essa atração por alguém. Eu ficaria aqui até você enjoar de mim e me mandar embora. – ele passou a mão em meu rosto e disse:

- Então ficará comigo até ficarmos velhinhos ou até eu morrer. – imediatamente eu fiquei tensa e ele estreitou os olhos eu tentei brincar me afastando.

- Piiii. Resposta errada! – dei um sorriso que tenho certeza não o enganou, mas falar sobre essas coisas como passar o resto de minha vida com alguém ou até morrer é algo que eu realmente não sei lidar. Eu respirei fundo e estava levantando quando ele disse:

- Bella... desculpe eu não....- eu coloquei um dedo sobre seus lábios e dei um sorriso trêmulo.

- Shiii, sem neuroses. – eu me levantei de um salto. – Bem agora eu realmente tenho que ir. -eu disse já indo em direção ao seu quarto para buscar minhas roupas, mas ainda o ouvi resmungando algo como se não sabia o que falar era melhor ficar calado.

Coloquei minha calça jeans, peguei uma camiseta de manga longa emprestada e por cima coloquei minha baby look. Amarrei meus cabelos de qualquer jeito e foi quando me lembrei que vim descalça. Quando estava pensando o que fazer sobre isso Edward entrou no quarto com um par de tênis em suas mãos eu o olhei ofendida e ele disse:

- Antes que pense besteiras esses tênis é de Alice e se quiser pode devolver para ela depois. – acabei rindo. E se fosse de alguma outra garota que ele havia trazido para sua casa o que eu tinha que ficar ofendida? – Entenda de uma vez por todas eu não trago mulheres para minha casa. Eu já lhe disse isso uma vez. – ele estava sério e de repente eu não sabia o que fazer. Ele se aproximou, segurou em minha cintura e disse: — Não vou nem te perguntar como ficamos, por que não quero ficar chateado. – ele deu um beijinho em meu nariz e eu respirei fundo. Ele não tem como ficar mais perfeito. Definitivamente. – Então como passaremos a semana na Academia vou deixar uma chave de minha casa com você e antes que reclame não abro mão de passar o final de semana com você. – ele fez uma pausa para beijar minha mandíbula e continuou: — E é bom vir pra cá na sexta-feira à noite e mais uma coisa eu irei levá-la para lá hoje. – quando eu pensei em dizer que isso é loucura ele continuou não me deixando falar: — E antes que você queira pensar em me ignorar lá na Academia já vou avisando que não vou aceitar isso. Somos adultos, somos responsáveis e nada irá mudar isso. Lembre-se que somos amigos. – ele beijou minha bochecha. — Claro vamos nos policiar, pois mesmo não sendo proibido, não seria bom que soubessem de nós agora e só não conto para todos, inclusive seu pai por sua causa. Eu não devo nada pra ninguém, mas eu sei que você iria surtar. – eu coloquei minhas mãos em sua boca para ele parar de falar.

- Hey! Você está divagando. – eu disse rindo. – E agora você é leitor de mentes? Olha só... eu não preciso de uma chave da sua casa para entrar aqui. É tudo por código certo? – ele concordou com um aceno. – Então eu me viro. E realmente eu não quero que ninguém saiba de nós por razões obvias e você sabe quais são. Se sendo filha de Charlie Swan já é aquela loucura se souberem que estou saindo com o super agente Edward Cullen irei sofrer um atentado. – eu disse rindo e ele ficou sério.

- É assim que você nos vê? – ele me soltou e eu o fitei atônita sem entender o que estava acontecendo no momento. – Estamos apenas saindo? É assim que você pensa em nós? – ele disse com o olhar magoado. Eu respirei fundo e qualquer coisa que eu dissesse agora só iria piorar a situação. Então mordi meu lábio inferior e disse:

- Qualquer nome que venhamos tentar colocar em nossa relação no momento acredito ser totalmente prematuro. Então não vamos nos prender a convenções com as quais depois não poderemos lidar futuramente. – eu fiz uma pausa o analisando e simplesmente Edward estava sem expressão alguma. – O que aconteceu e acontece conosco é totalmente inusitado, pelo menos pra mim. Mas saiba de uma coisa eu estou com você e só com você. – eu disse enfatizando o estar só com ele. Percebi que Edward ficou irritado, ele apertou a ponte entre o nariz e os olhos e disse:

- É bom mesmo e espero que saiba que a recíproca é verdadeira. Não compartilho o que é meu. – ele disse me abraçando novamente e juro que ouvi um rosnado vindo de seu peito.

- Hum Senhor Possessivo é bom mesmo, pois você já percebeu que eu também sou possessiva. Viu o que fiz com a Ângela e já sabe do que sou capaz de fazer para defender meus interesses.

- Ainda quero saber como você conseguiu fazer com que a chamassem de volta para o serviço. – ele fez um biquinho lindo e eu o mordi fazendo com que ele me mordesse de volta e logo estávamos brincando e o clima tenso se desfez.

Chegamos à Academia e antes de descer de seu carro ele segurou em minhas mãos e disse:

- Qualquer coisa você irá falar comigo certo? – ele estava inseguro e eu não conseguia imaginar um motivo para isso. Eu que deveria nesse momento surtar afinal de contas ele é Edward Cullen! – eu cocei minha cabeça e ele continuou: — Entenda eu nunca fiz isso antes... digo me envolver com alguém com quem trabalho e estou meio que tenso....e você...bem você me deixa nervoso. – eu ri e disse:

- Chega Cullen. Não se preocupe tudo irá se ajeitar. Vamos viver um dia de cada vez e não interfira em meus problemas. – apertei sua mão e continuei: — Eu esqueci minha mochila na casa de seus pais e... — ele me interrompeu:

- Não se preocupe eu terei que ir até lá amanhã para buscar Fred e aproveito e trago sua mochila. – ele deu aquele sorriso que me desarma. – E um último pedido... por favor não me ignore por estarmos aqui. Vamos continuar no mesmo ritmo que estávamos antes. – eu suspirei alto.

- Entenda Edward... não sei se serei capaz de ficar perto de você e agir como se nada tivesse acontecido entre nós. Então se eu me comportar de um jeito estranho e te magoar me fale, tudo bem? – ele fez que sim com um aceno. – Então a gente se vê. – ele se aproximou e antes dele me beijar na boca eu desviei e ele me beijou no rosto. – Você está vendo onde estamos? Nada disso aqui. – passei a mão em seus cabelos e sai rapidamente de seu carro sem esperar que ele abrisse a porta como ele sempre fazia questão e me dirigi para meu dormitório sem nem olhar para trás. Se eu assim o fizesse desistiria de tentar ficar longe dele e eu não estou preparada para algo dessa repercussão ainda.

Assim que entrei em eu quarto dei de cara com Jéssica que disse:

- Nossa Belinha! – ela me olhou de alto a baixo e eu a olhei surpresa pelo exame pelo qual estava passando. Olhei procurando por Jane que estava em sua cama deitada e a mesma revirou os olhos. A louca continuou: — Você está parecendo um monte de merda, mas devo acrescentar que pela minha experiência isso é conseqüência de uma noitada. – ela disse rindo e eu nem respondi. Me dirigi até meu guarda-roupa e ela disse: — Você está com uma cara de bem comida! Sua safadinha! – eu arregalei os olhos e Jane quem respondeu:

- Parece que essa pervertida tem um sonar para essas coisas Bella. Dá até medo. – ela riu e Jéssica continuou:

- Mas e aí? Foi ou não foi bem comida esse fim de semana? – ela perguntou se jogando em cima de sua cama.

-Não vou falar sobre isso com você Jéssica. – elas riram e Jéssica continuou:

- Bingo! Eu sabia! Manda ver Belinha! – e antes de conseguir responder algo alguém bate na porta e Jane foi atender:

- Isabella Swan está? – não reconheci a voz, mas já fiquei atenta. – É para ela se dirigir imediatamente até a sala do diretor, pois o Chefe Swan quer vê-la. – pelo jeito minha semana seria ótima. A pessoa nem esperou minha resposta e saiu. E eu como não estava preocupada com a opinião de Charlie Swan, peguei minha roupa e fui tomar meu banho. Ele que esperasse, pois eu já esperei demais por ele

Notas finais
Quero agradecer a Chele e a Tentem que me cobraram um novo capítulo através de mensagens privadas e/ou emails. Valeu e obrigada a todas que comentaram. Mesmo não respondendo eu leio TODAS as mensagens e me divirto com seus comentários.
PS: A Chele_Cullen tem duas histórias que vale muito a pena vocês conferirem. Passem pelo perfil dela.