Notas iniciais
Eaaaaaaaae povo!!! / Tudo bem? Ta todo mundo recuperado do ep de Arrow? Não? Eu também não. Vão ficar melhor ou pior lendo o cap? Hahahah' não sei. Bem, sem enrolação, aproveitem! Boa leitura.

Life is easy to be scared of
With you I am prepared for
What is yet to come
'Cause our two hearts will make it easy
Joining up the pieces
Together making one

You make my heart feel like it's summer
When the rain is pouring down
You make my whole world feel so right when it's wrong
That's why I know you are the one
That's how I know you are the one

(The One — Kodaline)

Pov Felicity

Vejo Oliver dormindo feito pedra e me levanto da cama, relaxando e fazendo meu corpo todo se esticar com meus movimentos de flexões para espanta o sono. Vou até o closet e pego um short jeans escuro com uma camiseta vermelha, mais antes pego outras peças intimas já que meu amado Queen rasgou a que eu usava. Me visto completamente e me curvo para pegar a peça rasgada, miro no meu alvo e jogo nas costas nuas. Mais ele só resmunga, reviro os olhos e vou até o banheiro, faço uma higiene matinal e amarro meu cabelo em rabo de cavalo, tiro o curativo e faço outro mais simples não preciso mais de um tampão no olho como um pirata. Saio do banheiro e o Adônis dorme do mesmo jeito suspiro e me encaminho para o de Rose que também dorme feito pedra. Faço o café e um omelete para nós, me sirvo fitando a janela e depois que termino abro a porta da sala e vou até o saguão buscar as correspondências. Ao sair do elevador de volta para o apartamento esbarro no Marcus que me fita animado como um CEO. Nossa nunca o tinha visto assim. Terno bem alinhado ao corpo preto gravata azul e cabelo bem arrumado para trás.

— Felicity. – disse sorrindo.

— Nossa, Marcus. – murmuro perplexa o encarando inteiro.

— O que foi? – questiona animado.

— Você parece um ator dos filmes de James Bond! – aperto os lábios e ele gargalha.

— Fui contratado pela a prefeita de Star para um projeto importante. – da de ombros.

— Parabéns! – devolvo o sorriso e ele assente.

— Nossa, fiquei sabendo o que aconteceu com você. – disse nervoso encarando meu corte. Rapidamente as lembranças me veem e eu estremeço a aprofundando o olhar e tremendo um pouco, foi tudo tão rápido mais ao mesmo tempo como um pesadelo em câmera lenta. – Felicity. – disse me tirando dos devaneios.

— Oh, si.. sim. – gaguejo.

— Você está bem? – questiona com olhar terno, não saberia decifrar mais é como se ele demonstrasse algo misterioso para mim. Abro a boca para responder mais ele toca meu curativo com as pontas dos dedos contornando com delicadeza. O encaro desconfiada, nunca o vi assim ele parece diferente em circunstâncias, mais agora ele parece outra pessoa, não o Marcus medroso que deixa transparecer às vezes. Mas um homem de olhar profundo de fato diferente do normal, gelo um pouco, e solto um sorriso torto, desvio do seu contato e o fito.

— Tire as mãos dela Marcus. – rosna Oliver atrás de mim o que me faz gelar o resto do corpo. Marcus volta para seu olhar habitual e sorri.

— Não estávamos fazendo nada, Sr. Queen. – disse com desdém.

— Não encoste nela por nenhum momento. – disse sério passando por mim e ficando a minha frente.

— É escolha dela ser tocada não sua. – rosna. Oliver o acerta com um soco de direita o que o faz desequilibrar mais não cair segurando na parede. Vou até ele que por um momento acho que pensa em revidar mais se controla, tiro o lenço do seu bolso e aperto o canto da boca que começa a sangrar.

— Desculpa. – digo nervosa e me afastando com receio. – Marcus...

— Ela não vai ser tocada por você e por mais ninguém. – interrompe Oliver seco – Mantenha distância dela, Marcus. – alerta com fúria. Ele sorri e olha para mim.

— Pense onde se meteu srta. Smoak. – disse seco apertando o botão do elevador e entrando.

— Oliver! – esbravejo virando para encará-lo – O que a de errado com você?

— Não gosto que ninguém a toque além de mim. – rosna encostando-se à parede – E ele é estranho não confio nele desde que você chegou, ele mudou suas atitudes. Só fique longe dele, ok?

— Você ainda me enlouquece. – digo voltando para o apartamento. – Como você sabia que eu estava no corredor?

— Escutei sua voz. – resmunga olhando para a mão em tom avermelhado por ter dado o soco – E sai no mesmo momento em que ele colocou as patas em você. Eu iria bate-lo de todo jeito desde o dia em que ele secou você com os olhos famintos, depois sempre com gracinhas, estava na hora de acordar levar uns tapas.

Não posso deixar de revirar os olhos para ele. Coloco as correspondências na mesa do centro e vou para o quarto da Rose com ele me seguindo, minha pequena já está acordada agarrada as grades do berço, quando me vê sorri e dá os bracinhos, a pego no colo ao girar esbarro no Oliver de novo.

— Você, por favor, pode sair da minha sombra? – digo irritada.

— Não me disse ainda por que estava de conversa mole com Marcus? – questiona seco.

— Eu esbarrei nele voltando para casa e estávamos conversando. – digo voltando a fitar a Rose que resmunga irritada. Meu Deus esses dois hoje.

— Precisa tocar você?

— E você precisava bater nele?

— Mereceu e se encostar de novo vai apanhar de novo. –esbraveja.

— É só isso mesmo? – questiono levantando a blusa e mostrando seio a Rose que suspira e começa a mamar.

— Tem mais?

— Não sei. Me diz você. – solto uma risada sarcástica onde ele bufa e cruza os braços acima do peitoral.

— Estou pensando seriamente em tranca-la em casa e jogar a chave fora, imagina, sem contato com a civilização, ou seja, os homens que insistem em chegar perto de você. –disse sarcástico.

— Experimenta Oliver. – passo por ele irritada – Sim, eu vou voltar para a QC daqui a dois meses. – digo sorrindo e girando para ele que me fita incrédulo – Vou voltar a ser a garota de T.I. – finalizo batendo nele com as pontas dos dedos – Minha vida parece um episódio sem fim de street fight— resmungo sarcástica indo para meu quarto.

Dois meses depois.

Ao me olhar no espelho vejo uma mulher madura vívida e amada. Meu visual bom, um vestido azul escuro com um decote meia lua rodado acima dos joelhos, com sinto fino preto acentuando a minha silhueta, sapatos quinze pretos. Maquiagem leve nos olhos com tom rosado nos lábios, brincos de perolas e cabelos ondulados acima dos ombros, faço um giro rápido e fito meu visual uma última vez.

— Ótimo. – murmuro voltando minha atenção a minha bebê mais linda do mundo que está sentadinha na cama com vestido Rosa de bolinhas pretas combinando com seus sapatinhos e a tiara com uma flor grande, brincos de perolas pequeninas assim com sua pulseira, falta só algumas semanas para Rose completar um ano, estou muito animada para sua festa de aniversário. Ela resmunga com a chupeta rosa apertando o Puk sorrindo alegremente, minha bebê cada vez mais grande e linda. – Vamos Rose? – questiono sorrindo para ela que larga o Puk e estende os bracinhos para mim – Você vai ficar comigo meio período em casa e meio período na QC até você estar mais esperta e for para a escolinha o que vai demorar muito para mim, pois não me vejo um só minuto longe de você, imagina em tempo integral? – solto uma risada e a pego no colo enchendo de beijos. Ela gargalha e pega nos meus cabelos com as pontas dos dedos levemente. Me aproximo da cama e pego nossas bolsas. Doou uma última olhada para o quarto e saio. Vou até a cozinha pego sua mamadeira com água e outras coisas. Saio do apartamento e o fecho indo para o elevador. Ao chegar no meu carro abro a porta e coloco as bolsas e a Rose na cadeirinha e deixo-a segura depois dirijo-me para o banco do motorista. Antes de sair pela a rua vejo Scott lendo seu velho jornal distraído. Oliver ainda continua com ideia de segurança pessoal mesmo depois que o Ray morreu ele diz ter seus motivos e minha segurança é um deles.

— Scott. – chamo sorrindo com aceno.

— Srta. Smoak? – pergunta confuso.

— Estou indo para QC. – começo a dar partida.

— Mais Sr. Queen disse que a Srta não iria sair hoje. – disse incrédulo.

— Ele não sabe. – do de ombros com uma piscadela. Ele engole em seco, antes que fale mais algo já estou saindo pela rua sem esperar a resposta. O céu está tão bonito hoje, tudo tranquilo e calmo. Respiro fundo e solto um sorriso longo e bobo. Rose resmunga o que me chama a atenção olho para ela com carinho pelo o retrovisor e vejo ela cochilar – Quando chegarmos você vai ficar mais a mamãe e quando acordar com nada mais nada menos que o papai. – digo sarcástica. Chego ao prédio da QC e passo pelo porteiro Logan que acena gentil e libera a entrada. Estaciono e tiro primeiro as bolsas pego a manta enrolo a Rose que já dorme e saio para o elevador. Ao abrir vejo tudo calmo sem aquele corre e corre diário ao longe posso ver Dylan, meu nerd amigo que entrou comigo na QC.

— Dylan. – digo animada, ele olha para os lados até encontrar meu olhar e sorrir. Veste um camisa xadrez preta com cinza, calça jeans escura all star e seus grandes óculos no rosto bem o seu jeitão.

— Felicity, não acredito que você veio me ver. – disse animado dando um beijo estalado no meu rosto.

— Não. Na verdade, eu não vim te ver. – devolvo o sorriso, ele faz uma careta engraçado e me olha desconfiado.

— Então veio ver Sr. Queen? – sorri – Claro, como poderia esquecer a mais nova Sra. Queen.

— Eu não sou a Sra. Queen, nem somos casados. – murmuro revirando os olhos.

— Mais vocês moram juntos e tem uma filha, de criação sua, claro. – disse com desdém.

— Mais não é a mesma coisa. – bufo.

— Certo. Certo. – modera e balança a cabeça – Então, está a passeio?

— Não. – digo direta.

— Então você veio...

— Sim, estou de volta ao trabalho, meio período na verdade já que venho só no período da tarde. – digo sorrindo.

Ele arregala os olhos e pisca algumas vezes.

— Você não pode trabalhar! – exclama nervoso.

— Por que não? – questiono confusa.

— Você tem um bebê agora. – disse alarmado.

— Sou uma mãe e não inválida. – resmungo e passo por ele de cabeça erguida para minha sala, entro e vejo do mesmo jeito, limpo, organizado, minhas coisas no lugar como deixei.

— Felicity. – chama nervoso fechando a porta e vindo até mim em passos largos – O Sr. Queen sabe que está aqui?

— Não. Quer dizer sim. – corrijo-me rapidamente.

— Por que não?

— Dylan. – esbravejo – Qual o seu problema? Eu sei que nós gostamos de perguntas, enigmas de códigos cibernéticos, enfim, tudo que é desafio, mais você não parece normal e está me deixando nervosa. Me questionando sem parar.

— Felicity, o Sr. Queen disse para todos nós alguns meses que você não iria voltar tão cedo. – engole em seco – E que talvez não voltasse mais a trabalhar, pois tinha a Rose e outra estabilidade de vida, não precisava mais voltar. Ele disse tudo isso sério e convicto creio que ele estava falando sério.

— O que? – esbravejo nos oitavos – É claro que vou trabalhar! Por que eu não voltaria a trabalhar? Sou independente isso não mudou.

— Estou repetindo a falas do poderoso chefão. – disse dando de ombros.

— Não importa estou de volta. – aceno com desdém.

— Ele sabe que você está aqui? – questiona mais uma vez agora sério.

— Não. – aperto os lábios – Que dizer sabe sim.

— Tem certeza? Por que acho que não. E se ele achar que estou acobertando você, ele me mata e joga meu corpo da ponte leste de Star. – murmura nervoso.

— Dylan. – digo nervosa.

Oliver não sabe de fato que estou aqui agora. Ele tentou me convencer em não voltar a trabalhar, alegando que eu já tenho tudo que preciso. Mais a verdade é que não tenho, ficar em casa e fazer compras, ver a minha mãe, minhas amigas me faz bem, mais sinto que me falta algo, é meu lugar aqui com girl de T.I. Onde eu sempre adorei estar, pelo menos meio período do dia. Hoje acordei decisiva e não vou voltar atrás.

— Nós conversamos e ele não disse nada. – argumento com desdém – Agora chega de falar disso. Vamos me conte tudo, como anda as coisas por aqui? – mudo de assunto. Ele me olha incrédulo e desconfiado mais assente abrindo um sorriso.

— Então essa é a Rose? – pergunta animado.

— Sim. – sorrio fitando minha pequena que dorme tranquilamente agarrada a mim quase soltando sua chupeta.

— É estranho sabia. – murmura baixo – Alguns meses atrás, você estava bem aqui com um barrigão da Lily. – gesticula com as mãos fazendo uma barriga grande em si – E não dela. – aponta pegando a mãozinha da Rose – Nunca acreditei em destino. Mais parece uma forma tão planejada pelo o universo. Ela perde a mãe e você perde a filha. E as duas se encontram e se completam mesmo entre perdas.

— Eu achava que tudo tinha acabado. – suspiro – Mais a encontrei e agora ela tudo para mim. É a pessoa que mais amo no mundo.

— Além do Sr. Queen. – disse malicioso – Ai! – geme com uma careta – O que eu fiz? – pergunta com outro tapa estalado no braço.

— Que tal começar me dizendo quem mudou meu código de segurança da QC? – digo sarcástica – Eu podia estar longe, mais sempre monitorei meu sistema até um dia descobrir que foi mudado tudo e a única maneira de instalação é pelo o servidor central. – dou outro tapa – Foi você não foi?

— Eu comecei a dar as ordens por aqui, Smoak. – sorri e gira se sentando na cadeira – Por que você estava longe, então era minha responsabilidade de...

— Dylan. – dou mais um tapa ele geme – Não me faça cortar você em pedacinhos.

— Nossa. Cadê seu senso de humor mulher? – disse incrédulo revirando os olhos – Tudo bem é seu sistema, pode reconfigurar, reinstalar, blá, blá, sei que acabou minha festa mesmo. – bufa indo para porta – Então, foi muito bom te ver, mais preciso ir antes que o nosso segundo chefe, carequinha Sr. Mendes de fato me faça de picadinho.

— Espera. – me encaminho rápido até ele – Preciso de um favor!

— Que favor?

— Segure a Rose enquanto eu faço esse serviço. – choramingo.

— Não. – disse nervoso.

— Sim. – insisto.

— Não sou babá. – encosta a testa na porta – Sou T.I.

— Por favor, ela está dormindo. – choramingo mais uma vez com a carinha do gato de botas — Você sabe, sou a hacker mais rápida do universo, posso fazer isso assim como estalar de dedos. – insisto com o olhar pidão, ele reflete olha para mim e a Rose, revira os olhos e bufa se aproxima e pega a Rose delicadamente deixando enrolada com certa rapidez e precisão sem medo parece confiante. – Nossa você não parece inexperiente no requisito bebê. – franzo o a cenho.

— Será por que eu tenho dois irmãos mais novos, um de dois anos e outro de cinco, onde minha mãe só tinha a mim de babá. – murmura abrindo a porta – Vamos para a sala dos servidores. – disse convicto saindo em passos largos. Deixo as bolsas em cima da minha mesa e saio dando pulinhos animada. Enfim, tenho o emprego de volta, tenho que ir ao RH depois regularizar minha situação, depois, estou com saudades dos meus brinquedinhos. Sigo minha mais nova babá, ou seja, Dylan, regularizar o meu sistema meu servidor para ser clara aqui.

[...]

Pov Oliver

Fito a cidade que hoje está com céu azul intenso, sem nuvens e sol irradiando pelas as vidraças a minha frente. Como me disseram uma vez, os carros e as pessoas parecem pequenos daqui de cima. Olho para o relógio de pulso e os ponteiros marcam duas e trinta da tarde. Volto para mesa e vejo meu os papeis organizado sem nenhum problema tudo hoje no seu devido lugar. Sento ligando o computador e colocando no noticiário.

— Sr. Queen? – chama Nolan receoso.

— Sim. – digo sério.

— É...é... – gagueja nervoso.

— O que houve? – pergunto cético revirando os olhos. Ele parece refletir mais se mantém nervoso buscando ambas palavras que enfim não sai nada. – Nolan, fala logo. – digo irritado.

— O setor de T.I está um pouco movimentado hoje, Sr. Queen. – disse rápido engolindo em seco.

— Mais é um dos setores mais movimentados da QC. – do de ombros voltando a atenção para tela – O que a de errado lá?

— Não há nada de errado. – murmura.

— Então porquê do nervosismo? – pergunto em tom claro.

— Porque...porque.... É melhor o Senhor mesmo ver. – gagueja acenando para mim.

— Nolan! – me levanto rápido e paro na sua frente – São muitos andares para descer, não posso chegar lá e ver pessoas correndo para lá ou para cá, falando línguas de T.I árabe, que eu nunca entendo sem nenhum motivo específico da minha presença, então desenrola logo o que tem no setor de T.I.

— Todo mundo está comentando que a Srta. Smoak voltou a trabalhar, não acreditei de imediato e desci para verificar e de fato ela está trabalhando. – sorri torto relaxando os ombros. Quase caio para trás com ambas informações. Ela não teve coragem, teve? Eu disse a dois meses atrás que ela não precisava trabalhar, e ela concordou que ficaria com a Rose e só voltaria para a QC para passeio.

— Onde ela está? – esbravejo passando para o elevador.

— Setor de T.I. – sugere sorrindo. Reviro os olhos. – Na sala dela com amigos de trabalho. – disse vago com as portas do elevador já se fechando. Afrouxo a gravata e passo as mãos pelos os cabelos. Felicity sempre desafiando. Chego ao setor e como Nolan disse tudo movimentado até demais pessoas vindo e indo em passos largos com papéis e notebooks. Uma garota de cabelos negros sorriso jovial pele pálida e roupa formal ao me ver parece congelar cochicha algo para outra que está próxima e sai em disparada para o fim do corredor. Chego até a sala da mesma e lá está, com algumas funcionárias ao seu lado sorrindo e balbuciando algo, vejo o garoto que se chama, cavo até os confins da minha mente o nome e vem Dylan, isso Dylan segurando a Rose que tenta puxar seus óculos gargalhando.

— Posso saber o que está acontecendo aqui? – questiono nos oitavos em tom alto e autoritário. Todos me olham ao mesmo tempo e parecem gelar ficando cada um mais pálido do que o outro.

— Já estávamos de saída, Sr. Queen. – disse uma nervosa pegando uns papéis e saindo quase correndo pela a porta assim como o restante. Felicity me encara nervosa e pisca algumas vezes.

— Eu... Eu... Tenho que ir. – gagueja o garoto nervoso.

— Pode me fazer um último favor Dylan? – questiona para o mesmo que me fita nervoso e balança a cabeça positivamente para ela – Pode dar um passeio com a Rose por ai e a leva-la para Diggle vê-la? Agora não leve ela para rua e deixe ela com seu casaquinho se ela começar a chorar dê a chupeta, caso ela fique irritada e comece a chorar muito volte para mim dar de mamar. – disse dando a bolsa da Rose para ele que assente tenta passar por mim mais paro a sua frente com minha cara mais séria vejo ele estremecer e arregalar os olhos, me inclino lentamente para Rose e doou um beijo na suas bochechas fofas ela sorri e passa as mãozinhas na minha barba rala, volto o olhar para ele que respira acelerado aceno para que ele passe, ele sai em passos largos. Fecha a porta e lá está só eu e ela na sua antiga sala que pensa que vai ficar aqui.

— Deveria estar em casa. – digo sério.

— Não. Não deveria vou trabalhar e nem você nem ninguém vai me impedir. – se senta na cadeira.

— Conversamos e chegamos ao acordo que você não precisa trabalhar. – esbravejo.

— Isso foi a dois meses atrás, quando você tentou me subornar, mais hoje eu acordei decidida a voltar a trabalhar. – resmunga. – E pronto.

— Felicity! – chamo me agachando na sua frente fitando seus lindos olhos azuis. Ela ergue o olhar para mim e sorri – Não precisa disso, posso te dar tudo o que você quiser. – digo sincero.

— Eu sei disso. – passa a mão acariciando meu rosto – Mais isso não é só como um trabalho para mim, é onde tudo começou. Foi meu primeiro emprego em Star, onde pude finalmente recomeçar uma vida. E aqui tem tudo aquilo que mais gosto como de T.I.

— E você vai ficar aqui com a Rose e trabalhar ao mesmo tempo? É muito para você. – questiono me erguendo e começando a andar de um lado para o outro com as mãos nos bolsos.

— Por enquanto será meio período, só venho a tarde e não tem muito o que fazer aqui, sempre que estiver livre eu vou para casa, eu prometo. – disse vindo até mim – Por favor amor? – pede com olhar do gatinho de botas e um bico da Rose.

— Não concordo com isso. – ela fecha a cara.

— Então vai ter que me demitir. – esbraveja.

— Não me dê ideias Felicity. – rosno – Melhor você já indo para casa. – alerto fitando ela me encara.

— Não vou, me obrigue então. – disse aos oitavos me empurrando com as pontas dos dedos. Bufo massageando as têmporas. Quando me veem uma ideia. Paro abruptamente e fico de frente para ela que me encara confusa e expectativa.

— Já que quer trabalha então você fica. – aviso sério. Ela começa dar pulinhos mais aceno para que ela fique quieta – Em uma condição.

— Que condição?

— Irá ser minha vice-presidente. – digo sério.

— Não. – disse alarmada.

— Sim.

— Não! – esbraveja.

— É pegar ou largar. – dou de ombros.

— Oliver você não po...

— É pegar ou largar. – insisto autoritário. Ela bate no peito com soquinhos que fazem cócegas e murmura irritada coisas sem anexo.

— Não vou aceitar. – me empurra – Sua autoridade não funciona comigo.

— Será? – questiono puxando rapidamente para meus braços. Sei que não vou conseguir convence-la a mudar de ideia, ela é Felicity Smoak, parece aquela garota divergente que não pode ser controlada. Reviro os olhos e me inclino encostando nossas testas.

— Oliver. – suspira – Eu já decidi a ficar aqui como T.I, não a mais nada que possa ser feito acostume-se Sr. Queen.

— Felicity, não vou descer dezoito andares para podermos ficar juntos, se quer tanto trabalhar vai ficar comigo na presidência. – finalizo afrouxando a gravata.

— É sério isso?

— Sim. Mais uma vez, pegar ou largar? – ergo uma sobrancelha em questão.

— Idiota! – resmunga.

— Seu idiota. – digo sorrindo.

— Aceito. – resmunga me fitando com sorriso torto. Pela a primeira vez ganhei uma batalha chamada Felicity Smoak.

— Sim. – sussurro animado. Ela se inclina e me beija, peço passagem com a língua e nos beijamos intensamente até que nos falta o ar. Mais desejo mais dela descendo lentamente a mão até o zíper do seu vestido.

— Amor, estamos no trabalho, não podemos. – murmura de encontro com meus lábios.

— Nada que não temos feito na QC antes. – sussurro malicioso – E você me disse uma vez que poderíamos repetir a ocasião. – ela sorri e me beija mais intensamente, se afasta rápido e vai até a porta abre e olha para os lados voltando a fecha-la e a trancando. Espero encostado na mesa mais ela desvia de mim e pega a cadeira puxando até um ponto escuro e no final da sala, franzo o a cenho de repente ela volta e sai me puxando pela a gravata até ela me fazendo sentar e sentando sobre mim rapidamente.

— Shhhiu, nada de barulho Oliver. – murmura tirando minha gravata.

— Acho difícil, por que toda vez você faz... – sou interrompido por seus lábios sedosos, me inclino e começo a beija-la com fervor vou subindo as mãos por seu vestido até pairar no zíper e abri-lo, ela se afasta ofegante e tira meu terno abrindo os botões da minha camisa e atirando rapidamente, faz o mesmo com seu vestido deixando até a altura da sua cintura exibindo seus maravilhosos seios fazendo os roçar em mim provocadora. Solto um gemido vindo do fundo da garganta beijando seu pescoço e sentindo sua pele nua tocar a minha fazendo nos dois ficar em segundos em chamas. Começamos a nós beijar um colado no outro sem separar por nenhum momento, ela se ergue um pouco enquanto tiramos os restos das peças. Ela me olha profundamente e deixa ser preenchida, mordendo o lábio e arfando, seguro sua cintura firme onde começamos movimentos rígidos e circulares, ela segura meu rosto com as mãos e cola nossos lábios para abafar nossos gemidos, nossos movimentos se tornam mais rápidos e fundos, sinto toda a extensão do contando queimar e ampliar toda a excitação que se alastra, solto seus lábios, ela me agarra mais firme abafando os gemidos no meu ombro.

— Oliver... – ofega no meu ouvido. Entre mais carícias e movimentos intensos chegamos ao ápice juntos. Sinto as batidas dos nossos corações aceleradas e as respirações ofegantes. Ela volta o olhar pra mim suspirando e corando, beijo a ponta do seu nariz e sorrimos um para o outro. Depois de minutos nos vestimos rapidamente. Ela puxa a cadeira de volta para o lugar.

— Amor pode me ajudar aqui. – resmungo tentando dar um nó na gravata. Sorri e vem até mim pegando a gravata e fazendo o nó maravilhosamente.

— Ter uma sensação de perigo às vezes e o que torna mais intenso. – balbucia.

— É muito bom mesmo. – digo ela olha para mim arregalando os olhos sem notar que estava a divagar. – Amo esse seu lado. – dou uma piscadela e me inclino para beija-la, ela me abraça pela cintura e fecha os olhos suspirando entre nosso beijo demorado.

— Vou ver a Rose. – se afasta delicadamente – Dylan, tem experiência com bebês, mais me da um aperto no coração ficar longe da minha princesa.

— É por isso que você não quer uma babá? – questiono.

— Não quero outra pessoa cuidando dela, eu amo cuidar dela, de estar ali a cada segundo do seu dia e não sei ficar longe. – sorri – Vai doer quando ela for para a escolinha mais eu me a costumo.

— Eu vejo o quanto a ama. – digo sincero.

— Eu também amo muito você. – sorri e deita no meu peito, passo as mãos por suas costas em forma de carinho beijando e inalando o cheiro suave dos seus cabelos.

— Eu te amo Felicity. – sussurro apertando contra mim – Amor preciso saber de uma coisa.

— O que? – pergunta baixo.

— Nos últimos dias notei você comer coisas estranhas, digamos fora do comum e enjoos depois disso, você está gravida? — pergunto. Ela se afasta e me olha nervosa com os olhos começando a marejar e voltando a me abraçar com força. – O que houve? Se estiver tudo bem.

— Não é isso. – sussurra.

— E porque está nervosa?

— Não é nada. – começa a chorar e soluçar. Me afasto alarmado e seguro seu rosto com as mãos olhando as lágrimas escorrer e molhar sua pele.

— Por que está chorando? Podemos ter mais filhos, não importa, montamos um time de beisebol se você quiser. – afirmo olhando no fundo dos seus olhos que se aperta e começa a voltar a chorar. – Você está me assustando! Nunca a vi assim. Amor, olha para mim. – ordeno nervoso ela abre os olhos e segura minhas mãos no seu rosto com força.

— Não posso ter filhos Oliver. – soluça – Desde o meu parto difícil, quando fiz meu retorno para o médico ele me disse que não poderia mais ter filhos. – se agarra a mim chorando, seguro ela em modo de proteção, não posso negar que acabou me desarmando completamente, não pelo o fato de me dar filhos, mais pelo fato de não poder mais gerar uma outra vida. Ela é uma ótima mãe em todos os sentidos, cuida da Rose como se fosse do seu próprio sangue. – Eu pensei que a dor maior tinha sido perder a Lily, mais depois que escutei que não posso ter mais filhos isso acabou comigo. – soluça baixo no peito – Eu encontrei a Rose, ela anulou minha dor, minhas perdas e por momentos me faz esquecer que não posso mais ter filhos.

— Sinto muito meu amor. – sussurro – Rose é seu bem maior, é um pedacinho de você também. – ergo seu rosto e enxugo suas lágrimas – Podemos adotar outras crianças, vamos ama-las do mesmo jeito. – ela sorri e me beija carinhosamente balançando a cabeça em concordância. –Você não acha que o exame pode estar errado e com esses últimos dias você poderia estar gravida?

— Não, eu fiz dois tipos de teste de gravidez deram negativos e uma consulta com a Cait. – murmura.

— Então futuramente adotamos? – questiono sério.

— Sim, mais... – resmunga – Eu queria um bebê nosso. Quando eu pensei que estava gravida, eu pulei de alegria mais foi alarme falso, tentei até um tratamento mais não funcionou. – volta a chorar – Não posso ter bebês.

— Amor, fique calma. – abraço ela como urso – Vamos ter outros bebês, mesmo que não seja do seu ventre vamos ama-los e cuidar de cada um.

— Eu sei. – soluça – Eu te amo muito mais por isso.

— Você é uma mulher forte, corajosa, passou por muitas coisas difíceis. – sussurro enrolando as pontas dos seus cabelos – Mais agora você tem tudo aquilo que sempre desejou, uma filha, uma família, amigos e a mim. Não deixe se abalar por isso. – suspiro com ela se afastando e me fitando – Somos tudo aquilo que você precisa e não poder ter um bebê não vai tirar isso de você, eu a Rose todos vamos amar você do mesmo jeito.

— Quem é você? – questiona com humor.

— Sou seu Oliver. – fito seus lábios – Um homem que a anos atrás não era assim.

— Eu sei. – concorda com sorriso torto – Você era o homem mais desejado de Star, um mulherengo.

— Sim. – solto uma risada – E ainda sou muito desejado. – ela me dá um tapa no braço e me puxa encostando nossas testas – Mais sou só seu. – sussurro e a beijo com carinho seus lábios, somos interrompidos por batidas na porta ela se afasta abruptamente e termina de organiza meu terno. Sai até a porta enxugando suas lágrimas e se recompondo. Abre vejo Dylan com a Rose que brinca com o Puk e sorri para Felicity ao vê-la.

— Meu amor, gostou do passeio com titio Dylan? – questiona sorrindo chamando Rose que larga o Puk e da os bracinhos animada para ela. Felicity a pega e enche de beijos.

— Tenho que ir, preciso terminar umas coisas, Felicity depois volto. – murmura entregando a bolsa.

— Muito obrigado Dylan. – sorri – Oliver irá aumentar seu salário pelo os serviços extras. – reviro os olhos e vou até elas. Ergo uma sobrancelha para ele que engole em seco.

— Eu... Eu... Já vou. – gagueja saindo em disparada.

— Você ainda mata seus funcionários de medo sabia? – bufa. Dou de ombros e me inclino beijando Rose no rosto que puxa o vestido dela colocando a mão por dentro para alcançar o bico do seio, ela tem essa mania.

— Vamos subir. – aceno para que ela saia da sala – Ou ainda precisa fazer algo por aqui?

— Não, vamos, eu vou com você. – suspira e me entrega a bolsa da Rose.

Assinto e saímos para o elevador, ela olha para Rose e parece divagar depois que me disse sobre não poder ter filhos ficou com olhar apreensivo e distante. Isso a magoa, posso notar seu corpo tenso e seu olhar faltando o brilho encantador de todos os momentos, mais só quero que ela saiba que mesmo não podendo ter filhos, isso não muda nada, temos a Rose é tudo que importa.

Notas finais
Meu coração doeu revisando esse cap. :'( Esperamos que tenham gostado, aguardamos os comentários.