Notas iniciais
Eaaeeeeeeee!!!!!!!! Como prometido, estou aqui com mais um capítulo. Bem, nos não agradecemos as meninas que recomendaram a fic... Então: Obrigada lindezas, Gracee Monteerry e Tais, vocês são tão fofas e lindas! Nós agradecemos pelas belas palavras, vocês são uns amores. (Considerem-se abraçadas) Bom, voltando aqui. Esse capítulo ficou muito legal e divertido, mas tem sua parte um pouco melancólica... Aproveitem a leitura. Música: Collide - Howie Day.

The dawn is breaking
A light shining through
You're barely waking
And I'm tangled up in you
Yeah

But I'm open, you're closed
Where I follow, you'll go
I worry I won't see your face
Light up again

Even the best fall down sometimes
Even the wrong words seem to rhyme
Out of the doubt that fills my mind
I somehow find, you and I collide

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POV FELICITY

Acordo com o choro da Rose pela a babá eletrônica, uma onda de calor está irradiando meu corpo como o sol em uma manhã ensolarada. Abro os olhos e vejo Oliver dormindo todo enroscado a mim. Fico vermelha com a visão do seu peitoral nu. Que homem meu Deus! Nossa conversa foi difícil, mostrei sentimentos que preferia não voltar a reviver, mas desde o dia em que o conheci, ele roubou uma coisa de mim. Meus sentimentos mais profundos, que jurei que nunca voltaria sentir novamente. Mas estou pulando de felicidade por dentro, com a sensação de não ser ignorada mais por ele. E agora podemos ser amigos ou algo a mais pela a Rose. Se chorar fosse mesmo a solução, eu já tinha chorado na sua frente muito antes. Talvez eu chore mais vezes só para ele ser mais carinhoso.

– Nossa Oliver como você é pesado. Isso tudo é músculos? — murmuro baixinho tentando me desvincular dos seus braços. O que é inútil, ele grande demais e pesado.

Com alguns resmungos, ele se vira para o outro lado e eu consigo sair da cama. Vou até o quarto da minha pequena e ela está acordada.

– Meu amor está acordada..? — falei pegando no colo. — Deixa a mamãe cuidar de você.

Ela me abre um sorriso fofo, nossa sou mamãe da Rose agora! Parece mentira contando nossa historia ninguém acredita, mas eu a amo, disso não tenho dúvidas! Desde o dia em que a conheci. Beijo sua barriguinha e inalo todo seu cheirinho e bebê. Coloco no trocador e escuto um limpar de garganta.

– Posso entrar? — pergunta Oliver encostado no batente da porta.

– Claro. — falei surpresa.

Ele se aproxima de nós e da um beijo em Rose. Que corpo meu Deus, eu hackeava a conta do presidente e dava aos pobres por uma noite com esse homem. Balanço a cabeça para afastar meus pensamentos insanos. Eu ainda vou para o inferno com esses pensamentos.

– Deixa que eu troco ela, volte para cama você deve estar cansada, eu já volto e a levo para dormi com conosco. — disse pegando a rose.

– Tudo bem. Estarei esperando você, digo vocês dois lá! Você sabe no quarto... — sinalizo para a saída e me viro antes que ele veja minha cara corada.

Volto para cama e prendo o cabelo em um coque, pois o calor infernal que eu estou sentindo não é normal. Na minha última consulta o médico falou que estou bem, que eu fizesse atividades físicas e boa alimentação manteria meu corpo em forma. Sempre que a Rose dorme e está amamentada, faço esteira e algumas outras atividades físicas. Aos poucos meu corpo está voltando ao normal, só os seios que a cada dia parecem enormes, solto uma risada e saio dos meus devaneios quando Oliver entra no quarto com a Rose. Ele vem ate mim e me entrega ela.

– O papai cuidou de você meu amor? — pergunto dando beijinhos no seu rosto. Ela sorri e sacode suas mãozinhas. — Muito bem.

Ele se deita ao nosso lado e nos observa. Queria invadir seus pensamentos e ver o que pensa sobre mim. Coloco Rose entre nós.

– Diga para mamãe que eu sou um expert em trocar fraldas! — murmura beijando a barriguinha da Rose a fazendo sorrir.

– Fico muito feliz com isso. — desvio o olhar para ele que ergue o seu até mim e abre um dos seus sorrisos lindos.

Ficamos ali nos olhando com olhar de expectativa, ansiedade, talvez até faísca de paixão, minha é claro. Como quebra de silêncio Rose resmunga e vira para mim fungando, minha pequena já esta com fome.

– Meu amor está com fome? — pergunto puxando até mim.

Nossa tirar o seio na frente do Oliver... Será que consigo? Coro com a idéia, mas é necessário. Não vou expulsa-lo do quarto! Rose já chora com fome e ele já viu muitos seios na vida, não faz diferença.

– Shh... Shhh. Mamãe já vai dar Rose. — sussurro.

Me sento na cama e tiro o sutiã por dentro do vestido. Abro alguns botões do vestido e volto a me deitar. Fico de lado e puxo a Rose até mim, solto o seio de dentro do vestido e ofereço a minha pequena, que aceita rápido e se tranquiliza. Olho para Oliver e ele está pálido, com expressão confusa e envergonhado olhando para o meu seio e a Rose.

– Oliver?! — o chamo mais ele não se move. — Oliver!

– O quê? — pergunta estático.

– Você está bem? — pergunto. Claro que está, ele só esta nervoso com a visão dos meus seios.

– Sim! É que a Rose está mamando e acho que você quer espaço na cama, acho melhor ir para o outro quarto. — disse nervoso levantando. Não posso deixar que ele fuja de mim.

– Claro que não, essa cama é enorme! Está confortável nos três. Fique não tem problema. — falei só para ver sua reação.

Ele olha para os lados, fala algo para si e se deita novamente. Me sinto ótima por despertar confusão em seus pensamentos.

– Eu fico. — murmura se virando para o outro lado. Abafo uma risada e tento provoca-lo.

– Rose diga para o papai, que é feio dar as costas para suas garotas! — falei balançando uma mãozinha da Rose. Nossa eu disse suas garotas, isso soou de outra forma. Vejo que ele não se mexe é claro que não quer olhar. – Oliver, sei que não esta dormindo! Se vire e fique com nós. — tento me fazer de séria, mas estava me contorcendo de rir por dentro.

Com receio, ele se vira com os olhos ainda fechados. Não consigo evitar e começo a rir.

– Felicity! — resmunga.

– Eu sei que você está com vergonha de ver meus seios, mas nada que você não tenha visto antes. — digo sorrindo.

– Não é a mesma coisa, as circunstâncias são outras! — disse sério.

– Tudo bem. Vou achar que você está vendo seios horrorosos, por isso está assim! – falei fazendo minha última jogada. Quero ver depois dessa.

– Você não tem seios feios! Eles são lindos, grandes e rosados. Entendo porque a Rose não desgruda de você, se fosse eu não desgrudaria. — disse abrindo os olhos e me encarando.

Uau por essa descrição eu não esperava! Coro, ele sorri. Não consigo falar mais nada o silêncio começa se alastrar, mas é quebrado só pelas as sucções da Rose.

– Vou fechar os olhos, mas não é de vergonha. Só estou cansado! — disse suave quebrando o silêncio entre nós. De fato sua expressão é cansada.

– Boa noite Oliver! Com o tempo você se acostuma. — falei com uma piscadela.

– Boa noite Felicity. — disse revirando os olhos. E voltando a se agarrar nos travesseiros.

Ponto para mim! Se o Sr. Sério/Rabugento acha que é o único provocador aqui, está enganado. Olho para Rose que está com os olhos vidrados em mim e sugando seu adorado leite. Quando acaba já faz o seu bico lindo em busca do outro.

– Você vai virar a noite, não é?! — murmuro choramingando. Como sempre sua resposta é soltar o seio e com um sorriso volta a mamar.

– Essa é minha garota! — diz Oliver com um sorriso malicioso de olhos fechados.

Inferno! Ele viu toda a cena e está disfarçando. Maldito Queen, esbravejo mentalmente. Beijo a testa da minha pequena e fico ali perdida em pensamentos até o sono chegar.

****

– Felicity, você acha que se usarmos esse vírus conseguimos invadir a rede mundial? — pergunta Cooper.

– Não sei, talvez sim, talvez não... — digo terminando de atualizar os códigos.

– Isso não é resposta! — exclama nervoso.

– Cooper, faz meses que trabalhamos nisso! Vai dar certo, confia em mim.

– Eu confio. A questão é e se não der certo? Foram meses jogados fora! — disse indo até a janela.

Suspiro e paro o que estou fazendo, indo até ele o abraço por trás e sinto seu coração acelerado e seu corpo tenso.

– Somos os gênios dessa faculdade, os melhores! Já quebramos códigos, invadimos sistema seguro do FBI... Nenhum sistema está seguro quando se trata de nós. — digo mais para mim do que para ele.

Ele se vira e fica de frente para mim, sorri e me beija. Um beijo casto nós lábios.

– Você é a hacker mais sexy que conheci sabia?! — disse me olhando nos olhos.

– Não muda de assunto. — digo o soltando. – Vem, vamos voltar para o trabalho!

Dias foram se passando. Nosso vírus estava se tornando mais complexo, as peças se encaixavam perfeitamente. De início, conseguimos localizar qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, em um simples click! Mas para Cooper era pouco, muito pouco. Ele queria sempre invadir sistemas mais seguros, servidores importantes... O que me assustava, eu só queria mostrar as farsas dos políticos e ajudar o pobres com dinheiro anônimo.

Certo dia, depois da aula eu cheguei no dormitório e o vírus estava completo. Cooper não estava e também não tinha dito onde iria. Comecei a usar o vírus, mas com um simples click ele já tinha invadido o sistema da CIA e FBI. Todos os sistemas mais seguros do mundo!

– Meu Deus, o que eu fiz? — pergunto perplexa.

– Amor, você não vai acreditar! Comprei aquele... — ele para de falar e vem ate mim. — Está pronto! Ele finalmente pode ser usado.

– Cooper melhor não usar isso... — sou interrompida.

– Claro que podemos usar! Isso é a chave da nossa riqueza! — disse com uma expressão estranha e diabólica.

– Cooper, eu não quero roubar ninguém! Se isso cair em mãos erradas, pode se torna uma catástrofe! — digo nervosa. Mais ele nem ouve, está fascinado com o que criamos.

Começo a dizer todas as coisas ruins que aquilo pode nos causar e ao mundo. Ele finge que nem estou ali, como uma boba apaixonada me deixei levar pela ambição e não pensei nas consequências de tudo que aquilo poderia trazer para mim e para todos. Hora de por um fim nisso tudo.

– Amor, eu tenho um código para atualizar ele que o deixará invisível para qualquer outro hacker. Só nos podemos ter acesso a ele! — minto para ele desgrudar do notebook. — Você pode me dar mais espaço.

– Claro quanto mais melhor! Você atualiza enquanto eu vou comprar algo para nós comermos. — disse ingênuo.

– Ótimo, não demore! — pego o notebook.

Ele tenta me dar um beijo, mas desvio. Não quero mais seu toque, na verdade nunca o amei foi só coisa de adolescente. Ele me olha confuso e sai.

Com alguns segundos mudo todos os códigos. Gravo todas as informações em um microchip e apago todas as informações do sistema sem deixar rastros para ninguém e nem para mim mesma. Pego o notebook e saio do dormitório em disparada para fora da faculdade. Chego até um restaurante e chamo um velho amigo. Ele sai e sorri ao me ver.

– Scott, preciso de um favor seu. — digo sem fôlego.

– O que houve Lissy? — pergunta confuso.

– Põe fogo nesse notebook, não diga nada ao Cooper! — imploro com os olhos. Ele franze o cenho e me analisa.

– Tem certeza disso? Não quero confusão Felicity. — disse sério.

– Tenho! Por favor, só faz e não me pergunta mais nada. — digo indo embora.

Olho para trás. Ele me encara confuso e volta para o restaurante. Não posso voltar agora, ele já sabe de tudo e vai me matar! Mas o que posso fazer?!

Travo uma guerra de pensamentos obscuros e medrosos. Antes de chegar até nosso dormitório vejo uma movimentação estranha. Meu Deus é o FBI! Me escondo atrás de uma árvore. Vejo toda a cena, Cooper sendo arrastado do dormitório por dois homens altos. Ele se irrita e diz que não fez nada que era tudo um engano. Até me notar escondida. Seu olhar é de ódio e fúria, nunca o vi com esse olhar mortal.

– Você vai me pagar por ter me traído! — grita o mais alto possível.

Tais palavras me fizeram congelar...

****

– Felicity, acorda! — me desperto sendo sacudida pelo os ombros.

– O quê? — pergunto sonolenta.

– Hey, você está bem? – pergunta preocupado. — Você estava chorando e falava coisas estranhas. — disse nervoso. Nossa! Maldito pesadelo, porque disso agora? A anos não sonho com isso.

– Desculpa Oliver, foi só um pesadelo. — digo abrindo os olhos e encontrando seus olhos azuis intensos a centímetros do meu rosto.

– Você quase me matou de susto. — disse suave encarando meus lábios e ainda por cima de mim, o que faz arrepiar da ponta do pé até o último fio de cabelo. — Que tipo de pesadelo era Felicity?

Não consigo responder ele. Esta era uma posição fatal, qualquer movimento nosso e chegamos a algum lugar. Não respondo por mim! Com um corpo dos Deuses a centímetros do meu. Merda, lá está eu de novo pensando besteira.

– Foi só... só... um pesadelo qualquer Oliver... — minto gaguejando. — Nada com que se preocupar. Sabe, sonhar com um homem correndo atrás de você com um machado... Isso assusta! — forço um sorriso. Ele me olha confuso.

– E o homem do machado tem nome? Tipo Cooper? — pergunta sério.

Me pegou! Eu e minha falta de filtro até nós sonhos. O que vou dizer para ele? Que estava sonhando com um ex-namorado hacker, que queria dominar o mundo comigo do lado e o traí... Não, jamais. Pelo menos não agora.

– Sei lá Oliver, não conheço nenhum Cooper! Foi mal de algum filme que devo ter assistido. — digo o empurrando para o lado. – Cadê a Rose? — pergunto mudando de assunto.

– A levei para o quarto, você estava suando frio e falando coisas sem anexo. Ela estava dormindo, então achei melhor deixar ela no berço! — me olha receoso. — Vai que o homem do machado chamado Cooper aparece. — disse sarcástico.

– Não tem graça! — digo irritada.

– Certo! Sem estresse aqui. Talvez um dia você me conte quem é esse Cooper. — murmura olhando para o teto. — Não tenha medo Felicity, eu estou aqui!

Ele não acreditou na minha história. Não quero contar nada agora, talvez nunca! Deixei o FBI levar ele, nunca fui vê-lo, apaguei minha identidade secreta, mudei completamente meu visual. Deixei de ser uma garota gótica de cabelos escuros e mechas roxas com roupas negras, por um cabelo completamente loiro e roupas mais femininas. Me formei no MIT e depois disso me tornei outra pessoa, alguém melhor do que já fui. Viver o passado está fora dos planos.

– Não vou contar nada, porque esse Cooper não existe! — digo virando para o outro lado. — Podemos dormir Oliver?

– Tudo bem. — solta um suspiro alto.

Fecho os olhos com força e tento pensar em algo que não seja esse pesadelo. Mas dentro de mim sinto que nada as vezes é para sempre... Que o destino te dá as peças, mas sempre esconde uma para que você não esqueça quem é de verdade. Como se seu castelinho de areia nunca fosse ser atingido por uma onda gigante! Mesmo assim deixo uma lágrima escapar. As lembranças que você deseja esquecer são as mais vivas dentro de si.

Dias depois...

– Isso, isso! — disse Oliver animado. — Olha Rose. Papai um dia te leva para ver o jogo de beisebol!

Nossa Oliver parece diferente. Mais tranquilo, sem todo aquele mal humor! No momento ele está no sofá segurando a Rose com um dos braços e o outro apontando para a TV. Eu não entendo nada de beisebol, só vejo um bando de homens com um taco e todos de azul. Enquanto ele explica todas as jogadas para a Rose, que me parte o coração, pois pobre da minha pequena escuta coisas sem sentido de jogo. Mais pelo menos me da tempo para preparar o almoço.

Depois daquele sonho com o Cooper, por um tempo consegui esquecer, mas Oliver sempre insistia e voltava ao mesmo assunto. Que filme tem um homem do machado chamado Cooper? O que me irritava ainda mais. Não sei porque dessa insistência.

– Ai! — exclamo quando corto a mão com a faca.

– Felicity, o que houve? — pergunta alarmado olhando para atrás.

– Nada, só cortei a mão. — murmuro com dor. Merda.

Em questão de segundos ele coloca Rose no carrinho e vem até mim em passos largos.

– Qual o seu problema? Esses dias você está estranha. — pergunta sério verificando a minha mão. Seu toque queima minha mão, não de dor, mas ser tocada por ele.

– Não é na..- me interrompe.

– Não adianta me dizer que não é nada! A verdade por favor. – diz seriamente firme.

Encaro aqueles olhos intensos e suspiro. Não à como fugir dele por muito tempo, como a Thea, ele sabe ser insistente!

– O tal Cooper, foi um ex-namorado da faculdade. Criamos uma arma maligna, um vírus capaz de invadir qualquer sistema seguro! Eu não quis continuar com o plano, porque eu não sou má e nem quero a fortuna de ninguém, muito menos prejudicar as pessoas. Então destruí o vírus! – solto tudo de uma vez e suspiro recuperando o ar. – Certo dia o FBI nos encontrou, mas só prendeu a ele. Porque eu apaguei todos os meus rastros e fugi como uma covarde. — suspiro com os olhos marejados.

– Nossa! — exclama espantado.

Termino o resto da história, o que me deixou nervosa e emotiva. Esses cinco anos se passaram e eu mantive longe dessa história. Só desabafei com a Thea uma vez, por um tempo achei que não era necessário bater na mesma tecla isso me assustava. Só não me assusta ainda mais, porque com dois anos ele foi morto na prisão e sei que não vai voltar para me assombrar.

– Você não fugiu como uma covarde. – suspira me encarando. — Se ele descobrisse antes, ele teria feito algo com você por traição. Mentes ambiciosas te modificam de uma maneira ruim, podem transformar pessoas em monstros, mas você manteve sua postura de uma mulher forte e corajosa e fez a coisa certa! Pontos para você.

– Oliver eu forte? — forço um sorriso.

– Por tudo que já viveu. Sim, você é uma mulher forte! — sorri torto. — Pelo menos, eu sei agora a história do homem do machado.

Solto uma risada e o encaro me perdendo no seu sorriso. Ele como ninguém mexe comigo, disso não posso negar. Ele está tão lindo e sexy com a roupas do seu time e o boné para trás. Um Oliver Queen natural!

– Desculpa, por não ter contado antes. — digo baixo.

– Não, tudo bem. Venha deixa eu fazer o curativo na sua mão. — me puxa até o armário.

Ele pega o kit e faz sua mágica até a dor desaparecer. A cada minuto ele me olhava com um olhar diferente, nunca sei o que ele está pensando de mim. Depois daquele beijo no elevador, evitamos ficar muito perto. Qualquer contato pele a pele pode ser fatal para nos dois! Ele me encara com uma expressão suave, vejo aqueles lábios convidativos e sinto a necessidade novamente de senti-los. O que nos faz aproximar ainda mais. Poucos centímetros um do outro. Consigo notar sua respiração acelerada sem nem toca-lo, seu calor já está irradiando o espaço entre nós, quando estamos quase nos beijando, mas Rose chora o mais alto possível. Afasto-me abruptamente soltando a respiração.

– O almoço está quase pronto. — digo nervosa. — Veja porque a Rose está chorando! — ele me olha confuso e balança a cabeça positivamente. Gira para ir até a Rose, mas volta.

– Então, enquanto termina de cozinhar... Vamos ver o jogo comigo e a Rose! — disse sério me puxando. Paro abruptamente e faço cara feia.

– Não quero ver esse jogo Oliver! Minha praia é outra. Tipo jogar, hackear contas alheias... Essas coisas! — digo com sorriso.

Ele me encara sério e sem nenhum aviso me joga nos ombros.

– Oliver! O que está fazendo? — pergunto socando suas costas.

– Você vai se juntar a mim e a sua filha! Momento em família é tudo até na parte esportiva. — disse.

Reviro os olhos. Ele me leva até o sofá me colocando próximo da Rose que ainda chora. Ele senta ao meu lado e aponta para a TV erguendo uma sobrancelha.

– Que legal! Que momento feliz. — murmuro sarcástica e dando um soquinho no ar.- Olha como a Rose está feliz, chega chorar de felicidade!

Notas finais
Então?! Esperamos seus comentários, beijinhos. Natty & Luzi