Notas iniciais
Oiie! Não nos matem, principalmente a mim, que tinha prometido a postar segunda, mas não rolou. Sabe como e ter varias pessoas na sua casa e não se sentir confortável? Então, parece que o povo resolveu me visitar do nada. Mas, enfim, vamos lá. Vocês finalmente vão saber sobre o tão famoso Let! Quem é Let? Onde ele está? Do que ele vive? Veja tudo isso agora. Hahaah' tá parei! Espero que gostem e aproveitem. PS: Não vou determinar uma data para o próximo capítulo, porque a situação está complicada. PS²: Sem música hoje. Boa leitura. Esperamos que gostem!

POV FELICITY

Acordo com um barulho. Abro os olhos sonolenta e vejo que já e dia, olho para o relógio e seis e meia. Levanto-me, calço minhas pantufas e me encaminho para o banheiro. Faço minha higiene matinal, saio do quarto sem fazer barulho com passos leves e com cuidado. Ao chegar na sala, vejo Oliver entrar pela a porta todo molhado com uma expressão indescritível.

– Oliver, você vai ficar doente! — digo indo até ele. — Você não...

Sou interrompida por um beijo molhado. Ele passa os braços envolta do meu corpo molhando todo meu pijama. Abro o zíper do seu casaco e o tiro jogando chão, mostrando seu peitoral musculoso. Ele pega a barra da minha camisa e a tira rápido mostrando meus seios, o que me faz corar. Sem aviso me ergue no colo, cruzo minhas pernas envolta do seu quadril. Mesmo molhado seu corpo é quente, que misturado ao meu se torna em chamas. Ele me aperta com força contra si e na parede da sala, descendo seus beijos até meu pescoço. Passo as mãos pelas suas costas chegando até a sua nuca, segurando os poucos cabelos e os puxando fazendo-o rosnar e voltar a encontrar meus lábios. Ele sai em direção ao quarto, espero ele me colocar na cama enquanto nos beijamos mais ele senta na beirada da cama e solta o meus lábios lentamente. Ainda de olhos fechados ele deita e segura a minha cintura, me inclino e começo a beijar seu peitoral subindo até encontrar seus lábios novamente. Ele passeia suas mãos pelo o meu corpo me fazendo arfar com quentura que se alastra e me faz querer mais dele.

– Felicity? — sussurra.

– Sim? — ofego.

– Amor, acorda! — disse Oliver beijando minha testa. Abro os olhos lentamente e vejo que estamos na sala completamente vestidos. O que faz arregala os olhos. — Você está suando e chamando meu nome. — finaliza confuso.

Engulo em seco e tento esboçar um sorriso. Como vou dizer a ele eu estava tendo um sonho erótico com ele? Por que ele tinha que me acordar logo agora? Esbravejo mentalmente.

– Deve ter sido um sonho. — murmuro corando e escondendo meu rosto na curvatura do seu rosto.

– Deve ter sido muito bom para chamar meu nome varias vezes! — disse malicioso subindo as mãos por dentro do meu casaco. Congelo no mesmo instante e os arrepios começam a se alastrar pelo o meu corpo. Ergo o olhar para ele que se inclina e beija meus lábios suavemente. Sem aviso ele começa sua sessão de cócegas.

– Amor, para! — suplico gargalhando. – Oliver, por favor. — sussurro sem fôlego passando as mãos por seus grandes braços envolta do meu corpo e tentando conte-lo.

Ele para e começa a distribuir beijos em todo meu rosto. Estamos na sala com a TV ligada em um canal de esporte, que depois que cheguei no sofá ele não deu mais importância. Como o jogo era tão chato e ele estava concentrado, me deixei dormir e ter o sonho mais quente que já sonhei. O bom que posso realiza-lo assim, como estalar de dedos. Aconchego-me no seu colo com uma calça legging colada ao corpo em tom negro assim como meu casaco lã que tem gola e com as meias que são super fofas. Ele veste um casaco de moletom verde com capuz sem camisa e uma calça cor de neutra sem sapatos, com os pés em cima da mesinha de centro.

– Você fica sexy com essas roupas, amor, sabe... — disse mordendo meu queixo. — Está tão sexy que não estou vendo nada do seu maravilhoso corpo! — finaliza sarcástico.

Abafo uma risada no seu peitoral e tento focar nele, mas não consigo. Só consigo sorrir. Ele sorri de volta e me rouba um beijo casto. Nunca me senti tão feliz nos braços de alguém como fico com ele.

– Estou com muito frio, amor. — murmuro sorrindo. — Mas também não estou vendo nada seu! — argumento apontando para o seu peitoral. — Mesmo assim você está sexy.

– Isso não é problema, Srta. Smoak. — beija a ponta do meu nariz e roça sua barba. — Posso tirar tudo isso assim... — disse malicioso estalando os dedos.

Coro com sua investida. Para nós, roupas são o de menos, em estalar de dedos de fato estamos sem elas. Nunca pensei que eu me tornaria uma mulher mais calorosa, mais ativa em relação a um homem. Claro Felicity, ser mulher de um Adônis Queen desse você perde até a noção do tempo!

– Oliver... — alerto corando. — A noite foi um pouco agitada, não lembra? — questiono sem jeito e tampando o meu rosto com as mãos.

Rose me acorda, mama a noite quase toda e faz sua serenata noturna. Depois volta a dormir e quando desabo na cama certo homem não cansa do pele sobre pele. Queens, o que posso fazer com essa família? Mais, ótimo para mim. Minha vida nunca esteve tão feliz, sendo mãe e com minha vida sexualmente ativa. E quem reclama de dormir com um Adônis desse? É o desejo de todas as mulheres de Star, principalmente o meu e que a agora por sinal é só meu.

– Não estou me lembrando, o que teve essa noite? — tirando minhas mãos do rosto. — Que tal você relembrar para mim? — questiona malicioso com uma piscadela.

Solto um sorriso bobo e balanço a cabeça positivamente, ele se inclina para mim e sorri, fecha os olhos e começa a me beijar delicadamente em movimento suaves, subindo suas mãos da minha cintura por dentro do meu casaco lentamente até chegar ao meu sutiã. Tal toque que vai me fazendo arrepiar e sentir a pele queimar. Puxo-o mais para mim e me entrego ao beijo mais intenso, abro seu casaco e passo a mão por seu peitoral até chegar o cós da sua calça. Mas somos interrompidos pelo o toque da campainha.

– Inferno! — rosna ofegante. — Não vou atender. — disse voltando a me beijar. A campainha começa de novo.

– Não! Oliver pode ser importante. — digo sem fôlego encerrando nosso beijo. Ele revira os olhos e se a levanta colocando minhas pernas no sofá. Tira o capuz da cabeça e fecha o zíper do casaco e se direciona a porta. Levanto-me e ajeito o meu cabelo em um rabo de cavalo e arrumando minhas vestes.

– Meu Deus! — exclama uma voz familiar. — É o apartamento certo? Ou entrada para o paraíso da Grécia antiga? — questiona a voz. Congelo e balanço a cabeça negativamente para expulsar o pensamento. Não pode ser!

Oliver solta um gargalhada e sai da frente da porta o que faz congelar o tempo para mim. Lentamente a vejo com vestido azul curto e justíssimo ao corpo com um grande decote exibindo seu busto, com seus cabelos loiros em ondas sobre os ombros e um salto quinze nude. Seus grandes olhos azuis iguais aos meus param sobre mim e se arregala mais ainda.

– Mãe! — exclamo incrédula com o ar fugindo dos pulmões, devo estar da cor de papel.

– Mãe? — questiona Oliver confuso.

Ela abre um sorriso caloroso e corre para me abraçar, sinto ela me estrangular com um abraço de ursa, e deixando beijos por todo meu rosto.

– Meu bebê! — disse sorridente. — Que saudades!

Tento raciocinar e focar em algo, vejo Oliver fechar a porta e encostar nela cruzando os braços acima do peitoral.

– Como você me encontrou? Por que não ligou? O que...

– Felicity, eu sou sua mãe! — murmura se afastando. — E eu mandei uma mensagem para você. — aponta para o celular. Olho e vejo as opções enviar ou cancelar. Reviro os olhos.

– Mãe, tem que clicar em enviar para a mensagem ser direcionada. — murmuro incrédula.

– Felicity, são só detalhes! — sorri e amassa minhas bochechas com os dedos. — Eu fui ao seu apartamento, mas estava vazio, o porteiro disse seu novo endereço e eu vim.
Pretendia fazer surpresa!

– Foi mais um susto para mim. – resmungo.

– O que?

– Nada, então por que...

– Quem é o Deus da Grécia atrás de mim? — questiona com malícia e sussurrando.

Engulo em seco e vejo Oliver se aproximar e parar ao meu lado com um grande sorriso no rosto. Minha mãe olha para ele dos pés a cabeça e cora. Minha mãe corando, por Deus!

– Mãe, esse é Oliver...

– Queen! — completa com sorriso de ganhadora da loteria. — Sou Donna Smoak. — estende a mão balançando suas múltiplas pulseiras.

– Prazer Donna! — assente apertando as mãos com sorriso de orelha a orelha. O que deu nesses dois agora?

Abro a boca para falar mais sou interrompida, mais uma vez. Agora pela Rose que chora alto e agudo se estendendo por todo o cômodo. Minha mãe arregala os olhos e franze o cenho.

– Vou ver a pequena, amor. — disse Oliver se inclinando e me dando um beijo demorado nos lábios. — Se sinta em casa Sra. Smoak! — finaliza com carinho. Fiquei da cor de um tomate, olho para minha mãe que esta com cara de ter visto um filme de romance no cinema. Ele sai e vai para o quarto.

– O que eu perdi? — pergunta incrédula. — Porque não me contou que esta dormindo com o gato, mais gato dos gatos das revistas de homens mais sexy do mundo?

– Mãe, por favor, eu...

– Felicity, ele me parece adorável e muito lindo. Meu Deus, muito lindo! Está aprovado, ele já te pediu em casamento?
Reviro os olhos e deixo meu corpo cai no sofá. Minha mãe é minha mãe uma versão maluquinha e sem freio. Ela senta ao meu lado e ergue meu rosto para que meu olhar encontre o seu. Sorri e pega minhas mãos. — Pode me contar tudo! — disse gentil. O que me fez esboçar um sorriso, suspiro e começo do início de como foi ficar sozinha, sem a Lily, até encontrar a Rose e meu então, Oliver Queen.

POV OLIVER

Nossa, conhecer minha nova sogra foi: WOW! Que mulher adorável. Felicity terá que contar toda historia para sua mãe, tarefa difícil. Essa gostaria de ver, mas o momento agora é das duas. São tão poucas pessoas que amamos que compartilhamos momentos. Algo dentro de mim fala mais alto, a cada dia me torno mais apaixonado por Felicity e me entrego a sensação de tê-la nos meu braços. A vida nos entrega às peças, o destino põe as barreiras e o amor acaba juntando os dois e nos deixando com escolhas agradáveis ou não.

– O que você quer meu amor? — questiono a Rose que morde a chupeta.

Ela resmunga e agita as perninhas para cima. A cada dia Rose cresce e fica mais parecida comigo a cor dos cabelos os olhos azuis. Olhando bem, ela só tem o sorriso da Helena. Com a convivência e o amor da Felicity, ela se apega mais a ela e a cada instante ela a quer mais. Felicity é uma grande mulher, dona de um olhar sereno, humor e carisma contagiante. Ela trata Rose como se fosse dela de verdade, como uma mãe cuida de um filho o que me deixa mais feliz. Pego Rose e seguro ela em pé no meu colo. Ela é leve como uma almofada fofa, tem o cheiro de bebê misturado com a essência da Felicity. Ela solta a chupeta e me encara passando suas pequenas mãozinhas no meu rosto, assim que passa na minha barba rala ela gargalha. Me inclino e dou um beijo no seu rosto ela coloca as pontas do dedo nos meus lábios e tenta puxar.

– Cadê a princesa mais linda do mundo? — questiono fazendo graças com caretas. Ela resmunga e sorri me encarando. Coloca as mãos no meu rosto e tenta morder meu queixo. Afasto-me e ela faz seu bico lindo. — Não é o peito da mamãe, Rose! — digo sorrindo.

Ela continua com seu bico adorável e bate as mãos no meu rosto. Reviro os olhos e vejo que até nisso ela tem de mim, a teimosia. Aproximo-me dela e doou outro beijo no seu rosto. Sento-a no meu colo e entrego a chupeta a ela que morde, mais quando vê o seu ursinho rosa na beirada da cama, joga a chupeta pelos ares. Fica agitada querendo o bendito ursinho, pego para ela que se alegra e aperta o pobre urso deixando todo amassado resmungando coisas e gargalhando. Ela tem uma conexão com esse ursinho. Felicity trouxe da sua casa e disse que era da Lily. Rose tem bonecas que pode valer muito dinheiro, mas a única coisa que ela se diverte em tudo e que ela da atenção é o ursinho rosa, vai entender! Depois de um tempo ela larga o ursinho e resmunga irritada me levanto e começo a cantarolar com ela deitada no meu ombro. Ela parece me repetir mais só sai um "aaaaa" dela o que faz parar e sorrir com a cena. Viro-a para mim que me encara com seus grandes olhos azuis e põe a mão na boca. Giro-a no ar como uma pluma expandindo suas gargalhadas incríveis pelo o cômodo. Nunca pensei que eu Oliver Queen, ex-playboy, me tornaria um paizão do ano, cantando e trocando fraldas de um bebê. Antes de toda a tragédia acontecer com a Helena, eu não tinha esse contato tão próximo com a Rose, era sempre uma visita rápida e poucas horas de convivência. Agora me sinto um pai de verdade, um homem de família. Sinto que estou comprido meu papel direito.

– Sou o homem mais feliz do mundo por ter você, a Thea... — beijo suas mãozinhas. — E a Felicity, que chegou a pouco e tem tudo que quiser de mim, principalmente meu coração. — Rose sorri e meche os lábios. — Eu sei, você também ama elas. — murmuro sorrindo de volta.

POV FELICITY

– Meu Deus, Felicity! — disse incrédula. — Espere é muita coisa para assimilar. — massageia as têmporas. — Você encontrou a Rose depois que a mãe dela morreu em um acidente trágico, porque a sua melhor amiga é a Thea Queen, irmã do Deus grego, Adônis, rico, bonito te pediu ajuda e que te obrigou a ficar aqui de início. — ergue uma sobrancelha. Confirmo mais para mim do que para ela. – Nossa, mas você fez o certo de cuidar da Rose, um bebê sem mãe é triste e em relação ao Adônis, se você ainda não tivesse dormido com ele iria achar que você desistiu dos homens e virou lésbica, por que aquele homem... Por Deus, irradia chamas por onde passa! — finaliza se abanando.

– Mãe! — sussurro em choque. — Eu e o Oliver estamos começando algo, é novo para nós, entende?

– Vejo que sim! — disse maliciosa. — E estou adorando isso. Porque não me contou antes?

– Eu não queria falar por telefone. Era algo que eu queria falar com você pessoalmente. – murmuro. — Como agora!

– Entendo. – sorri. — Estou feliz por você minha bebê. Ele parece um cara legal e muito bom na cama! — disse com uma piscadela.

– Mãe! Meu Deus. – bufo.

– Vamos Felicity, deixe de drama. Quero conhecer minha neta. — disse já de pé dando pulinhos. Reviro os olhos.

– Tudo bem. — digo ficando de pé. – Venha, vamos até ela. — ela assente e seu sorriso se alarga ainda mais. Chegamos ao quarto e Oliver está em pé cantarolando para Rose. Ao nos ver ele sorri para nos duas e gira a Rose para mim. A pequena quando me vê agita os bracinhos e resmunga. Solto um suspiro e sorrio para ela, me aproximo dos dois e encaixo meu braço no de Oliver voltando o olhar para minha mãe.

– Mãe, essa é a Rose. — digo balançando uma mãozinha da Rose.

Ela se aproxima e se encanta com a Rose. Seus olhos ficam marejados para chora e com cuidado ela segura a mãozinha da Rose e a beija delicadamente.

– Oi meu amor, sou a vovó Smoak. — sorri e deixa uma lágrima escapar. Oliver aperta os lábios e beija meu rosto com carinho, deito a cabeça no seu ombro e minhas lágrimas começam a escorrer lentamente. — Posso pegar ela? — pergunta. Afirmamos juntos ela sorri e pega a Rose, começa a conversar com ela que em poucos minutos estão em uma bolha. Rose sorri e pega nos cabelos dela e resmunga.

Oliver passa o braço pela a minha cintura e me puxa para um abraço confortável.

– Você está bem? — sussurra no meu ouvido.

– Sim. — sussurro. Respiro fundo e fico inalando o cheiro dele amadeirado e suave. Eu não estava pronta para vê-la agora. Minha mãe sempre esteve ao meu lado, mesmo longe ela sabia todas as minhas emoções e confusões é o que eu mais amo nela. Eu não ia mentir para ela, omiti, pois quando nos falávamos por telefone eu nunca dizia da minha mudança rápida e ela também não perguntou. Eu tive medo de ser questionada por ter sido rápido, mas quem manda em um coração apaixonado? Eu faria tudo de novo sem hesitar, sem perguntas, eu os amo.

– Acho que ela quer você. — minha mãe se aproxima sorrindo e balançando a Rose. — Não tenho leite!

Rose resmunga e fica irritada sacudindo as mãos e fazendo seu bico.

– Você quer o Let! — digo pegando Rose.

– Quem é Let? — questiona curiosa. Oliver solta uma gargalhada exagerada que é interrompida por mim com seu "Ai" depois da minha cotovelada.

– É meu leite, mãe. — resmungo indo para a beirada da cama.

Let? Sério, Felicity? — começa a gargalha com Oliver. Bufo e faço minha cara de assassina cruel. — Venhamos a calhar que dar nomes para seios é muito engraçado.

– Eu disse isso a ela! — murmura Oliver sorrindo. — Mais ficou e a Rose se anima com o Let!

– Se vocês não pararem, eu coloco todo mundo para fora e você Oliver, não preciso nem falar. — digo irritada.

– Ok... Parei! — Oliver respira com dificuldade e contem o sorriso. — Vou para o escritório tenho que responder alguns e-mails. — assinto e ele vai em direção a porta. — Rose aproveite o Let! — diz saindo em disparada antes que eu o acerte com o travesseiro.

– Nossa, vocês são almas gêmeas! — minha mãe sorri e senta ao meu lado.

– Por que diz isso? – questiono.

– Por que você é o inverso dele e os dois se completam. – murmura ternamente. — E seu rosto fica igual a uma árvore de natal quando olha para ele, piscando e brilhando!

– Mãe, não tenho certeza ainda. Você sabe depois do Ray meu coração se fechou e aos poucos está se abrindo e sentindo algo mais intenso por ele. – suspiro. — Tenho medo de...

– Não tenha medo. Pelo o Ray não era amor, foi só uma paixão, algo de verão que passou rápido e trágico. Com Oliver, é amor. Está escrito nos seus olhos e você esta feliz! — alisa meu rosto. – Enfim você encontrou seu caminho, esta sendo amada e amando de verdade. Se a pegue a isso!

– Obrigada, mãe. — digo sorrindo.

– Quando foi que você cresceu? — disse sorrindo voltando o olhar para Rose que começa a fungar em mim. – Que até já me deu uma neta linda como essa?!

Sorrimos juntas. Ajeito Rose a mim levantando meu casaco afastando a blusa e oferecendo o seio a ela que pega e fecha os olhinhos com sucções rápidas e respirações longas.

– Cadê sua mala? – pergunto.

– É sobre isso que temos que conversar também. — disse séria.

– Sobre malas?

– Não. — revira os olhos. — Eu encontrei alguém também! — finaliza maliciosa e sorrindo.

– O que? Ele é de Star? — pergunto confusa.

– Exato. Nós nos conhecemos a pouco em uma das suas viagens de férias, ele é encantador, foi amor a primeira vista! — disse deitando na cama e fitando o teto. Sério? Minha mãe adolescente apaixonada? Era só o que me faltava agora. Franzo o cenho.

– Quem é ele mãe?

– Você vai conhecer em um jantar que daremos no nosso novo apartamento! — disse com ar de apaixonada.

– O que? – esbravejo. — Como se muda para Star e não me avisa nada?

– Você também se mudou e não me disse nada. Acho que estamos quites! — solta um sorriso e uma piscadela. Bufo e faço a cara de quem acabou de ser enganada.

– Diz logo mãe. — murmuro irritada.

– Negativo. — disse olhando para o relógio. — Tenho que ir meu amor.

– Mais já? E o jantar? Fique conosco.

– Adoraria meu bem, mas tenho que ir desarrumar as malas e ficar com meu homem. — da de ombros. — Faz semanas que eu não o vejo e você sabe, sobe uma coisa que...

– Mãe, por favor, me poupe das suas relações intimas! — digo incrédula.

– Não se faça de inocente, Felicity. Só tem cara de anjo, mas sei que com aquele Adônis aqui você vai a loucura! — disse maliciosa se pondo de pé.

– Meu Deus, não vou falar com você sobre minha vida íntima! — engulo em seco.

– Qual o problema meu anjo? Somos mãe e filha, de mulher para mulher e de amiga para amiga. — sorri enrolando uma mecha do seu cabelo loiro.

Reviro os olhos e vejo Rose soltar meu seio e resmungar me levanto e arrumo minhas roupas.

– Quero conhecer ele! — digo convicta.

– Relaxe amor, você vai. Eu te ligo! — murmura vindo meu beijar. — Tenho que ir agora, mas eu volto! Dê um beijo no Oliver por mim.

– Tudo bem! — digo beijando seu rosto.

– Ate mais bebê mais linda e fofa da vovó! — beija a Rose afaga seus poucos cabelinho.

Encaminhamo-nos para sala, depois dela murmurar mais das suas piadas e se dirigir para saída. Despede-se com seu velho abraço de Ursa e mima mais a Rose. Solto um suspiro longo e esboço meu sorriso. Coloco Rose no carrinho e vou até o escritório entro e vejo Oliver encarando alguns de seus papéis. Empurro o carrinho e olho para minha pequena que brinca com o ursinho rosa tranquila. Afasto os papeis das mãos dele e sento no seu colo me inclinando e deitando no seu ombro. Ele sorri e envolve minha cintura com os braços.

– O que foi? Cadê sua mãe? — pergunta carinhoso.

– Foi ver seu namorado novo, que não me fez o favor de comunicar! — sussurro.

– Você também não falou de mim. — disse sarcástico. — Justo não?

– Não é a mesma coisa. – choramingo.

– Claro que é. – sorri. — Só em circunstâncias diferentes, amor.

– Justo. — murmuro abrindo e fechando o zíper do casaco dele. — Assim que ela se mudar para o novo apartamento com seu novo namorado, nós vamos a um jantar o conhecer.

– Ela vai morar em Star? – pergunta.

– Sim. Foi amor a primeira vista! — digo sarcástica.

– Assim como nós. — murmura malicioso.

– Acho que não, pois você nem notou minha presença como eu...

Sou interrompida pelo beijo. Sinto-o sorrir e beijar meus lábios suave levanto a mão e faço carinho na sua barba rala. Inclino-me mais e beijo seus lábios pedindo passagem com a língua ele aceita fazendo nossas línguas dançarem ávidas. Afastamo-nos quando o ar é necessário.

– Pode ficar com a Rose enquanto eu preparo nosso jantar? — questiono melosa.

– Estou com muita fome, Srta. Smoak! — disse malicioso.

Pulo do seu colo deixando uma distância segura de nós corando. Da ultima vez que ele disse isso estávamos em uma mesa na QC.

– De comida! Estou indo amor, beijo. — murmuro em disparada para saída.

– Felicity! — esbraveja.

Tarde demais já estou me direcionando para a cozinha rindo feito boba. Donna Smoak me fazendo suas imensas surpresas e agora com namorado, quem será o tal homem que conseguiu conquistar ela? Será que conheço? O que me deixa confusa e animada em saber que minha mãe largou a vida em Vegas e veio para mais perto de mim. Agora minha vida está completa!

– O que temos para hoje? — questiono para mim abrindo a geladeira e pensando no que fazer para o jantar.

DIAS DEPOIS...

Me olho no espelho e vejo que estou apresentável. Com vestido vermelho de seda com uma alça longa até a silhueta cobrindo todo o meu busto. Cai perfeitamente no meu corpo marcando minhas curvas, me deixando sexy sem ser vulgar. Meu cabelo preso em um coque com algumas mechas soltas sobre meu rosto que possui uma maquiagem leve nos olhos e o batom vermelho intenso. Coloquei brincos em formas de folhas caindo. Estou com sapatos quinze pretos. Doou uma volta e me agrado com meu look. Olho para trás e vejo Oliver brigar com a gravata vinho. Aproximo-me e tirando suas mãos para organizar o nó da mesma. Ele veste um terno preto bem alinhado ao corpo mostrando o quão sexy ele é.

– Gravata malvada! — digo sorrindo.

– Você está muito linda, Srta. Smoak. — murmura me olhando dos pés a cabeça. — Se fosse em outras circunstância eu teria o prazer de tirar esse vestido e...

– Shiu... Oliver, quem sabe na volta. — interrompo passando a ponta dos dedos nos seus lábios.

– Claro, por que não!? — disse com uma piscadela.

– Vamos, não quero me atrasar. — digo indo para a porta.

Ele assente e me segue. Chegamos na sala e Thea esta segurando a Rose com Roy do lado. Eles brincam e gargalham com a Rose.

– Estamos indo! — anuncia Oliver sério se aproximando de ambos. Entrega um beijo a Rose e Thea e para o Roy um tapinha nas costas, repito o mesmo. Eles assentem, Thea faz seu breve discurso e então saímos. Chegamos ao carro onde antes Oliver da partida me olha com humor.

– Então preparada para conhecer seu padrasto? – questiona.

Engulo em seco e encaro a rua será que estou. E se eu não gostar dele? E se ele não gostar de mim? O que me faz gelar. Nunca consegui me identificar com os parceiros da minha mãe, eram caras bons, mas que não tinha o mesmo pensamento que eu. Suspiro profundamente e tento conter meu nervosismo que já gela minhas mãos e meu ser literalmente.

– Sim. — murmuro sem muita convicção.

Notas finais
Esperamos que tenham gostado. Aguardamos os comentários! Bjs