Um pensamento se passava na cabeça de Pedro, como conseguiria fazer aquilo com a própria mãe, a matar?

Não... Ela não é, mas um ser humano nem mesmo um ser é considerado, mas ele toma a decisão!

Olhando fixamente para a “antiga” mãe ele puxa o gatilho da arma e sem nem perceber deixa descer uma lagrima que desce ao rosto do garoto que tem em torno de treze anos.

--Não Devia ser assim... Mas não posso fazer mais nada, adeus mãe!

Com um estouro a cabeça da “antiga” mãe do garoto voa em mil pedaços e ele cai sobre oque restou dela e começa a chorar então é interrompido por uma voz que vem da escuridão da casa.

--Acabou com isso?! -- Em uma voz totalmente fria vindo de Marina

– Vamos logo, seja forte... Estava na hora dela todos temos nossa hora você queria deixar sua mãe se transformar nisso?!

--Não! – Fala ele com uma voz decidida! – Vamos embora!

Naquela hora o garoto estava se sentindo mais forte e mais fraco ao mesmo tempo achava que agora virou um homem e iria sair determinado em começar, mas tinha medo que sua irmã mais velha pudesse mandar nele como se ele fosse uma criança, mas ele sabia que ao longo desse tempo iria ficar, mas forte, destemido e não iria ser chamado de criança imatura!

--Você esta bem? – Em uma voz um pouco menos fria fala Marina, a irmã de Pedro, irmãos de coração não de sangue eram vizinhos antes de tudo isso começar, mas deixou seus pais em casa e foi atrás de comida quando voltou eles estavam mortos, uma triste realidade desse novo mundo!

-- Estou um pouco... Vamos para onde agora?! –Falou ele segurando uma lagrima no rosto, ele não aguentava, mas ficar naquele porão só se lembrava da mãe Luciana, um “morto vivo” a mordeu há umas duas horas atrás quando ela foi salvar o filho!

-- Vamos voltar para o refugio do lugar que não deveríamos ter saído, nada disso teria acontecido se agente estivéssemos lá! –Fala ela com um pouco de raiva de si mesma!

-- Antes precisamos arrumar um jeito de sair por aqui sem chamar a atenção o campo de refugio fica a 10 minutos dali temos que sair logo! – Fala ele querendo sair o mais rápido possível de lá para parar de pensar sobre a mãe!

-- Vamos sair pelos fundos da casa ou pelos telhados das casas, até chegarmos naquele prédio que existe que funcionava como uma agencia de engenharia antes de tudo começar! – Fala ela seria, mas no fundo com pena do irmão!

-- Vamos! Tudo que eu mais quero é sair daqui.

Marina fica olhando para ele, com certa pena.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.