Notas iniciais
Título Completo: Alicia’s Adventures Through the Looking Glass in Wonderland
P.S: Não sei quando sai o próximo capítulo.

1ª – Alicia levava uma vida normal de universitária com seu gato de estimação (Loveless) até conhecer Artemis (é um homem) e seus irmãos Lestat (vampiro), Melody (sereia), Lawrence (lobisomen), Daemon (demônio), Draco e Drago (gêmeos dragões), Ariel (anjo – é um menino), Vivian e Lorelei (gêmeas fadas não idênticas), cujos pais foram amaldiçoados no dia de seu noivado e, por isso, seus filhos conseguem se transformar (completamente ou alguma parte do corpo dependendo da vontade deles) em criaturas místicas, mas Artemis aparentemente não – apesar de ser filho legítimo.

P.S: Os nomes dor irmãos de Artemis estão na ordem decrescente sendo este o terceiro filho. Aliás, ele tem uma águia chamada Ceres.

2ª – É uma fic yaoi/lemon (mental, ou seja, só existe na minha mente XD) que conta a história de Yomi (uke), um yokai gato de orelhinhas, rabo e cabelos longos (frequentemente confundido com mulher); e Tetsuo (seme), um vampiro hetero, noivo e possuidor de um harém com belas mulheres que se vê, de uma hora para outra, gostando de outro macho.

Jogada na Toca do... Coelho?

Alicia estava sentada debaixo de uma árvore junto com sua irmã, entediada.

- Só para constar, eu sou filha única.

Ah! Desculpe. Vamos começar novamente.

- Agradeceria se pudesse fazer isso por mim.

Sem problemas. Então lá estava Alicia sentada debaixo de uma árvore com uma desconhecida, entediada.

- ... Tá né...

Desconhecida: — Quem é você?

- Eu é que gostaria de saber.

Desconhecida: — Quer jogar truco?-pega um baralho dentro da bolsa.

- Cla...

Foi quando avistou um coelho branco passando apressadamente enquanto olhava para um relógio que havia acabado de tirar do bolso de seu paletó.

- ...

Desconhecida: — ...

- Você...

Desconhecida: — Estou vendo... Aquilo nas costas dele eram...?

- ...asas... E aquelas orelhas certamente eram...

Desconhecida: — Falsas...o rabo também... Aliás, aquilo não parecia...

- Um menino... Apenas ignore e distribua as car...

Alicia achou aquilo muito curioso e, por isso, resolveu segui-lo.

- Eu fiz o quê?!

Seguiu o coelho.

- Mas aquilo nem é um co...

Segue logo!

- ... – vira-se para a desconhecida – Eu...

Desconhecida: — Eu entendo. Boa sorte.

- *suspira* Obrigada... –sai correndo atrás do coelho.

A menina correu para alcançá-lo e o fez em tempo hábil para vê-lo desaparecer em sua toca.

- Que pena, acho que vou voltar...

Sem pensar duas vezes, Alicia entrou na toca do coelho. Estava escuro e...

- Está redondamente enganado se pensa que vou entrar nesse buraco por livre e espontânea vontade. Além disso, esse vestido é novo. Não vou sujá-lo de terra só por causa de algo que eu nem sei o que é porque aquilo lá definitivamente não era um co...

Vendo a aflição da garota, a desconhecida resolveu dar um empurrãozinho.

Desconhecida: — DESCULPAAAA!!!! – gritou a desconhecida para que ela pudesse ouvir.

Apesar de tudo, Alicia ficou muito agradecida à estranha.

- AGRADECIDA UMA OVA!!!! VAI SE FERRAR NARRADOR DE UMA FIGAAAAA!!!!

A toca era bem funda, mas apesar disso a menina caia lentamente e, enquanto o fazia, teve tempo de reparar que nas paredes do poço havia várias prateleiras com objetos como mapas e quadros pendurados em cabides...

- Não dá pra andar mais rápido com essa narração? Estou começando a ficar com sono.

Já que insiste... Então, repentinamente, Alicia caiu numa pilha de gravetos e folhas secas.

- Ai! Não falo mais nada, viu... – levanta-se e espana o pó da roupas.

A menina se viu diante de um grande túnel, mas, diferente do outro, esse seguia em linha reta.

- É. Já sei. Tenho que seguir em frente. Subir esse paredão é que eu não vou – começa a seguir pelo túnel.

Mas antes que começasse a andar sentiu algo pesado cair em cima de si. Era o coelho que logo saiu correndo para dentro do túnel.

- Você me odeia, não é?! Você quer que eu morra nesse lugar absurdo!

Alicia levantou-se rapidamente e saiu correndo atrás dele. Não tinha tempo a perder com pensamentos sem sentidos.

- Tsc, tsc.Se meu pensamento é tão absurdo qual é a desse sorriso? – disse enquanto corria.

Correu como o vento bem a tempo de ouvir o coelho dizer:

- Não sei olhar as horas em relógio de ponteiro ;_; - disse virando numa esquina.

- É o que?! – disse Alicia parando por causa do choque.

Mas por causa disso acabou perdendo o coelho de vista.

Logo se recuperou do susto e voltou a andar. Viu-se em um aposento comprido e baixo, iluminado por uma fileira de lâmpadas penduradas no teto...

- Eita lugarzinho estranho. Mas até que não é feio...

Dá pra parar de interromper a narração em hora imprópria ou ta difícil?

- Desculpe...

Alicia reparou que no lugar havia várias portas...

- Yes! Vou poder sair daqui. Alguma dessas portas deve me levar pra fora daqui – tenta abrir uma das portas.

...

- Está trancada... Mas esta deve abrir – tentou a do lado.

Alicia tentou abrir todas as portas...

Meia hora depois...

E quando chegou à última...

- É essa! Só pode ser essa!

Descobriu que estavam todas trancadas.

- Ha. Ha ha ha. Muito engraçado. Já entendi. Nada de interromper a narração em hora imprópria. Saquei.

Ao observar mais atentamente o lugar, a menina descobriu que havia uma mesinha de centro com uma pequena chave que, devido ao seu tamanho, parecia não abrir nenhuma das portas.

- QUE M...! Ok, já to quieta.

...

- Desculpa. De verdade.

...

- O quê? Quer um pirulito? Não posso fazer nada além de pedir desculpas. Se você estivesse no meu lugar estaria frustrada e interrompendo o narrador também.

...

- ...

... Olhando novamente o aposento, Alicia percebeu que, na parede havia uma pequena cortina que aparentemente não estava lá antes. Andou até ela e quando a abriu percebeu que atrás dela tinha uma portinha de uns 40 centímetros.

- O que é isso? Filme de terror? Não existe essa coisa de aparentemente. Ou a cortina tava ou não tava lá. Bom, pelo menos agora já sei de qual porta é aquela chave.

Pegou a chave e abriu-a. Olhando através dela viu um lindo jardim. Desejou encolher para poder entrar.

- Claro, por que não? Se lá for a saída...

Enquanto pensava em uma maneira de encolher, Alicia voltou à mesinha.

- Ah se eu não tivesse faltado a minha aula de transfiguração... Se eu não tivesse deixado minha varinha de carvalho com pena de fênix em casa...

¬ ¬ — — * ... Achou um pequeno frasco com uma etiqueta na qual se lia a palavra BEBA-ME que não estava ali antes.

- Ótimo. Se eu tinha alguma dúvida antes que estava em um filme de terror agora eu tenho certeza. E não, só um idiota beberia algo escrito be...

Se isto for mesmo um filme de terror você não tem muita escolha, por isso BEBA LOGO! Mas antes de fazê-lo Alicia verificou o frasco para ver se não tinha uma caveira indicando que era veneno.

- Não, não tem. Nossa! Agora estou aliviada. Que bom que o ser que colocou esse frasco aqui não está querendo me envenenar porque se quisesse certamente teria a gentileza de me avisar. Assim eu faria tudo que gostaria de fazer antes de beber o veneno.

Então a menina teve o conteúdo do frasco enfiado goela abaixo pelo narrador bebeu o conteúdo do frasco de bom grado e ao fazê-lo percebeu que tinha gosto de torta de cereja, creme de ovos, leite e açúcar, abacaxi, peru assado, toffy e torradas quentes...

- Já chega... Acho que vou vomitar...

Sentiu-se encolher e encolheu até ficar com aproximadamente uns 25 cm. Também ficou com aquela voz de ratinho. Mas quando chegou até a porta lembrou-se de que esquecera a chave em cima da mesa.

- Er.. Só uma perguntinha.

Sim?

- Eu não tinha deixado a chave na porta?

...

- Não tinha?

... Alicia tentou subir pelas pernas da mesa, mas eles eram muito escorregadios.

- Vai me fazer passar por louca então?

Então, cansada de tentar, a menina sentou e chorou.

- Ha ha ha. Se você acha que vou chorar só porque estou presa nesse mundo da fantasia, que mais parece uma história de terror, por SUA causa e por causa de um coelho que nem coelho é enquanto eu podia estar em casa fazendo qualquer outra coisa – começa a chorar- você está redondamente enganada.

Calma, calma. Não chore. Certamente um dia isso vai acabar.

- Mas foi você quem.. –ainda chorando.

Olhe ali. À sua direita. Embaixo da mesa.

- ... uma caixinha.. – enxugou as lágrimas no vestido e pegou a caixinha.

Quando a abriu encontrou um mini bolo com os dizeres “COMA-ME”.

- É. Já sei. Não tenho nada a perder mesmo.

Alicia mordeu um pedacinho para ver se não tinha gosto estranho. Não tinha. E nada aconteceu. Mas como estava com fome acabou comendo o resto do bolo enquanto se lamentava por estar naquele lugar, perseguindo aquele coelho por minha causa.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.