— Devo dizer que estou surpreso por você ter conseguido derrotar a magia negra sem ao menos saber classificar um pastel mágico. Parabéns pela sua dedicação. — Antônio falou. — Se quiser, posso te ensinar os princípios básicos da Pastelogia em um curso intensivo. Tenho certeza que faria uma grande diferença no seu currículo.

— Obrigada, Pasteleiro Maluco. Vou pensar no assunto. — Alice agradeceu, gentilmente.

Pinclyn notou que a Floresta de Diamante Negro ainda possuía uma considerável quantidade de magia negra já que havia sido o homizio (ou esconderijo) do Rei Sombrio por muito tempo. Aquele homem não ficava muito no Castelo de Chocolate Amargo pois o achava pomposo demais para seu gosto maléfico.

— Roberta? — Chamou Pinclyn, depois de um momento de reflexão.

— Pois não? — A Rainha perguntou, com um sorriso no rosto.

— Você não está nem um pouco chateada pelo seu marido ter sido banido?

— Marido? Que marido? O Carlito? Não, não, aquilo era uma relação somente por interesse, eu estava precisando de uma grana e sabia que ele era obcecado por mim, então propus um casamento. Meu plano deu certíssimo e o coitado não desconfiava de nada! Ah, foi bom enquanto durou.

Notas finais
O que vocês acham da Roberta? Ela é uma pessoa boa ou má? Em uma escala de 1 a 10, quanto vocês amam o Pinclyn? Comentem, por favor. (Não custa nada e vai me deixar feliz) : )