Alice e a viagem para o sítio

Um dia o pai Manuel disse para Alice que eles iam sair um pouco do sertão. Iam para um sítio, na casa de uma avó, muito querida, cujo nome era Dona Benta, uma pessoa humilde que gostava de ajudar os necessitados. Alice ficou muito feliz, pois lá ela poderia fazer novas amizades. Seria a melhor viagem da vida deles.

Alice perguntou ao pai se poderia levar companhia e o pai disse que sim. Ela pensou em levar Eurídice, pois Bruno estava viajando. Catarina e Angélica não iam por causa do trabalho. Então ela fez o convite e a amiga aceitou.

Então chegou o grande dia de conhecer o grande sítio: O sítio do Pica-Pau Amarelo. Chegando lá, conheceu uma mulher bela, pura e alegre e seus dois netos que poderiam tornar-se bons amigos de Alice. Pedrinho era o neto mais velho e Narizinho a mais nova. Conheceu um porco falante e ficou muito assustada quando o ouviu conversar. Mas não era só Rabicó que sabia falar, também Quindim e o burro. Lá também tinha uma boneca que se transformava em pessoa, Emília, era a mais tagarela e a mais esperta.

Eurídice ficou muito assustada e queria sair de lá, mas foi vendo como todo mundo era legal e desistiu. Ela gostou muito da cozinheira, a tia Tia Anastácia, pois fazia um excelente bolinho de chuva. Quem comia não tinha como não gostar, mas Rabicó, um porco tão guloso, que comia quase toda a comida que ela fazia.

Um dia, caçaram Alice e não achavam-na em lugar nenhum. Suspeitaram de que poderia ter sido a Cuca que a carregou. Mandaram o saci ir lá olhar. Ele foi e viu Alice amarrada perto do caldeirão da Cuca. Então ele a desamarrou e levou Alice de volta para o sítio. Todos agradeceram muito ao Saci e deram a ele um prêmio como herói. Alice ficou muito emocionada e foi se acostumando com aquele mundo de fantasia.

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