Alice Human Sacrifice
1 Capítulo 1: A primeira Alice.
“Era uma vez um sonho.”
“Ninguém sabe oque sonhou... e era um sonho bem pequeno mesmo.”
“E isso fez o pequeno sonho pensar... Eu não quero mais desaparecer...Como faço as pessoas continuarem, a me sonhar ?”
“O pequeno sonho, pensou e pensou...e até que no fim teve uma ideia.”
“Eu farei as pessoas irem até a mim ... e elas faram meu mundo...”
~Alice Human Sacrifice.~
Capitulo 1: A primeira Alice.
Essa Alice usava um vestido vermelho e um avental branco e tinha cabelos curtos, castanhos. Ela estava em um piquenique com sua madrasta em uma pequena floresta. Ela não gostava nenhum pouco dela. Ela tomava calmamente seu chá.
– Sophie, não vai comer o bolo que eu fiz ?
– Não.
– Olha, eu não o fiz atoa, então... coma.
– Não quero!
– Sophie!! Como você é imatura. Até quando vai ficar com essa palhaçada comigo ?!
– Você roubou o lugar da minha mãe. Você nunca amou meu pai de verdade... só quer nosso dinheiro.
– Olha aqui, menina, você não fale comigo assim, quem você pensa que é, hein ? –A mulher se levantou olhando Sophie, séria. Sophie se levantou, olhando a madrasta também séria. –Quem eu sou ? Eu sou So.... –Antes que ela pudesse dizer seu nome completo, o céu mudava de azul para cinza, o tempo mudava de repente, ele escurecia, com várias nuvens negras, começava a ventania, e trovões, um deles passou por perto de Sophie, caindo em uma árvore ali perto. A sua madrasta começava a rir – HAHAAHAHAHA, Eu matei sua mãe, eu roubei o lugar dela, e você NUNCA vai me impedir de continuar aqui..... Alice! –A madrasta sumia, e do chão uma mão negra puxava Sophie para debaixo da terra. Sophie ia acordando em um bosque estranho , e parecendo sem saída, não havia nenhum animal, nem um ser... nada, mais logo várias pessoas surgiram ali do nada, animais...mais nenhum pouco amigáveis. Apenas milhares de árvores e rosas pelo chão, algumas cortadas... ela morria de raiva, ao lembrar das palavras que sua madrasta havia dito para ela. Ela andava e andava. Logo encontrava uma espada encostada em uma árvore, logo a pegando. A espada era limpinha, mais logo se sujou toda de sangue com as pessoas que Sophie matava que aparecia em sua frente, estava com muito ódio... e não parava. Ela continuava a andar com essa espada sangrenta. Encontrou sua madrasta encostada em uma árvore com um livro no rosto, logo o abaixando aparecendo seu sorriso. Sophie se aproximou dela com a espada mirando nela, quando foi acerta-la a espada acertou a árvore ficando presa ali por um tempo.
– Tolinha... acha mesmo que consegue me vencer assim ? Eu sou seu maior pesadelo... e isto é só o começo.
Sophie arrancou a espada finalmente da árvore avançando em sua madrasta que arregalava os olhos , logo cortando sua cabeça. Sangue escorria para todo o lado. A primeira Alice sorriu sadicamente, a cabeça de sua madrasta estava jogada no chão, e logo resolveu a levar, pelos seus cabelos, deixando rastros de sangue pelo chão. As pessoas sumiram...seriam alucinações de Sophie.. ? Ela continuava mesmo assim a andar profundamente nos bosques sorrindo por ter conseguido sua vingança. Sem perceber, ela pisava em uma corda, que logo uma jaula de grades caiu em cima da mesma, e sua espada foi lançada longe de perto dela. Sophie não conseguia sair , não tinha mais jeito, ela agarrava as grades a balançando sujando as grades toda de sangue, era muito pesada, e havia espinhos no fundo da jaula, e com isso agarrava na terra. Logo um espirito com a aparência de sua madrasta apareceu de perto da Jaula sorrindo.
– Que tal uma canção... óh, doce primeira Alice ?
Ela começou a cantar...
“A primeira Alice era uma amazona vermelha... Segurando uma espada em sua mão, nesse estranho país, cortava tudo que estava em seu caminho , deixando ser acompanhada por um rastro vermelho de sangue. Essa Alice foi andando profundamente pelos bosques... e logo então, depois foi capturada como um fugitivo procurado. Se não fosse pelos rastros vermelhos de sangue que ela fez... Ninguém saberia , ninguém pensaria que ela sequer existiu.”
– Há....ha...ha.... sua doce vingança desperdiçada. Pobre Alice....
Fale com o autor