Hoje foi tão legal! Ensinei mana Alice a fazer sorvete!

–Alice e Ryan Eryuell! Está na hora de dormir.

–Mãe deixa de ser chata!

–Como é que é, Ryan!?

–N-Nada não, mãe!

Assim que os dois deitaram, eu comecei a agir.

–Mano, olha essa porta!

–Vamos entrar.

Um lugar devastado completamente. Havia três grandes postes coloridos. O primeiro, vermelho, tinha uma espada á frente, uma cabeça encima e um memorial, dizendo “Ichi-Banme Alice”. O segundo, azul, tinha uma partitura á frente, um tronco humano baleado diversas vezes encima e o memorial dizia “Ni-Banme Alice”. O terceiro, verde, tinha uma coroa á frente, um cérebro encima e o memorial dizia “San-Banme Alice”. Havia também dois postes amarelos sem memorial, nada á frente e nem encima, mas com uma porta vermelha ao lado.

Entraram, num vilarejo completamente destruído, e uma ruiva corria desesperada de várias pessoas. Mas de nada adiantou, foi jogada no chão e sua barriga foi aberta com voracidade enquanto seus órgãos eram retirados de lá sem nenhuma piedade. Ela ainda vivia seus últimos minutos de vida.

Viram uma outra porta, dessa vez azul. Assim que entraram, uma voz rouca dizia para ter cuidado. Assim, a ruiva estava avisando a azulada para ter cuidado com “eles”, e logo depois veio a óbito. A azulada veio logo a seguir, sendo baleada diversas vezes no peito por um garoto.

Uma porta verde, e uma rainha corria loucamente pelo jardim real, mas não havia nada de mais naquilo, ao contrário, ela parecia muito feliz. Engano. Do nada, começou a rir, pegou a tesoura do jardineiro e começou a se retalhar. No final, abriu o próprio crânio e retirou o cérebro. (NO SENSE!)

Assim, apareceu uma porta amarelada. Mas não deviam ter entrado.

Futari no Yume wa samenai mama

Fushigi no Kuni yo samayotta

Desse lindo sonho eles não vão acordar

Perdidos para sempre eles irão vagar