Alice Cullen No País Das Maravilhas
10 Planos Reais
Notas iniciais
Bjs e boa leitura!!
Musica do Capitulo: Green Day — Know your Enemy
POV Rainha não tão Branca
Alice, Alice, Alice... É só sobre isso que esse povo sabe falar?! Como se fosse grande coisa aquela criatura ter voltado. E o MEU Chapeleiro ainda estava com ela, e a chamou de querida, QUERIDA! Como ele pode fazer isso comigo? Justo eu, que poderia fazê-lo tão feliz se ele me desse uma chance.
- Rainha Branca, você não sabe quem voltou! A nossa querida Alice e... – falou um ser insignificante da minha guarda que eu não lembro o nome.
- Nem me fale daquele estrupício!! Quero aquela coisinha bem longe de mim!
- Mas ela ajudou você, vocês eram amigas. Por que esta tão brava? – não acredito que ainda estamos falando sobre isso.
- Esse assunto já esta encerrado. — Ele não se atreveu a dizer mais nada e saiu me deixando sozinha em meu quarto.
O que aquelazinha tem que eu não tenho? Eu tenho tudo o que ela tem e ainda muito mais. Sou da mesma espécie que ele, e ela, uma sanguessuga nojenta.
Preciso de um plano para me livrar dela, achar alguém que a odeie assim como eu, o que vai ser difícil porque todos a amam por ela ter me devolvido a coroa e acham que eu devo ser grata a isso. Eu era ate ela ficar arrastando a saia pro meu Chapeleiro. Antes de ela aparecer ele gostava de mim e ficava esperando pelo Glorian Day, pela minha vitoria para dançar novamente o passo maluco, mas depois que ela foi embora e jogou seu feitiço nele ele jurou que só dançaria novamente quando ela estivesse em seus braços... Três batidas na porta interromperam o meu momento de fúria.
- Vossa Majestade tem visita. É a...
- Mande entrar e se retire daqui.
- Sim Vossa Majestade. – e então se foi. Na porta surgiu uma figura que eu jamais pensei que pisaria em meu palácio.
- Ola Maria
- O que te traz aqui Iracebeth?
- Estou certa de que já sabe que nossa querida Ali... – enxerguei tudo vermelho agora.
- NÃO DIGA ESSE NOME!! – berrei. Claro que ela só poderia ter vindo me irritar.
-... E também estou certa de que já a viu com o Chapeleiro. – deu um sorriso vitorioso.
- O que você quer? – queria berrar, mas minha voz não passava de um sussurro. Parecia que o Mundo Subterrâneo inteiro estava jogando na minha cara que ele a preferia.
- Quero a sua ajuda, Alice estragou a minha vida e agora esta estragando a sua. Não podemos deixar que ela continue. Se não fizermos nada ela vai controlar todo o Mundo Subterrâneo e a primeira coisa que ela vai fazer é mudar o nome para País das Maravilhas.
- Deixe-me ver se eu entendi. Você esta propondo que esquecemos por enquanto que somos inimigas para derrotar aquela coisa? – ate que não foi tão difícil encontrar um cúmplice...
- O inimigo do meu inimigo é meu amigo! Por um tempo é claro. Eu farei de tudo para acabar com aquela criatura, para vê-la sofrer como eu sofri.
- Aceito somente se o Chapeleiro não se machucar.
- Prometo que não vou machucá-lo. Bom, não fisicamente. Não posso garantir que ele não tenha um coração partido quando isso acabar, mas você pode dar um jeito nisso. – era uma ideia tentadora. Assim que a vampirinha saísse do caminha o Chapeleiro correria para os meus braços e se desculparia por ter achado que a amava – Aceite minha ajuda Maria! Juntas destruiremos Alice!
- Como saberei que vocês não estão armando contra mim? – perguntei ainda um pouco desconfiada, afinal as duas estavam muito amiguinhas pro meu gosto. Sim, eu também tenho os meus espiões.
- Toda aquela minha relação de amizade com a Alice era para ganhar a confiança dela e fazê-la pensar que estou do seu lado, assim ela jamais suspeitaria de mim.
- E por que você quer destruí-la?
- Já te falei, por causa dela eu fiquei exilada com aquele estrupício que fingia me amar. Agora eu quero a minha vingança e se você me ajudar será bem mais fácil e bem pior. – Agora ela realmente estava falando como a verdadeira Iracebeth, aquela coisa boazinha que ela fingia ser já estava me cansando.
- E então, você aceita a minha ajuda Maria?
- Já aceitei querida irmã.
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