Alice Black
30 Despedidas e um sonho que talvez signifique alguma coisa
Notas iniciais
Pov. Alice Black
Depois que o James saiu o Sirius continuou inquieto, sacudi seus ombros e gritei:
– Recomponha-se homem !!!
– Lis não da, eu estou apaixonado pela Lene, não da para simplesmente relaxar — disse ele.
– Primeiro: você sabe o que ela sente por você então reaja homem, e segundo: eu responda a pergunta que eu fiz quando entrei aqui — disse.
– Eu não fui porque se ela correu não queria falar comigo — respondeu.
– Mas o que ?? Eu não estou escutando isso — exclamei — você vai descer vai fingir que nada aconteceu por esse dia e quando eu for embora você vai se resolver com a Lene — Disse, empurrando ele para fora do quarto.
– O que vamos fazer para o nosso dia de despedida ?? — perguntei chegando no salão comunal.
– Primeiro nós vamos ficar enrolando porque daqui a pouco é a hora do almoço e depois a gente resolve — disse Remo.
*~~~~~~~~~~~~~*
– Agora que almoçamos vamos fazer o que ??? — perguntei.
– Que namorada mais inquieta — disse James Sirius me beijando.
– Vamos ficar aqui conversando — disse Sirius.
*~~~~~~~~~~*
– Sirius Black obedeça a Lily — disse dando um abraço e depois um puxão de orelha.
– Porque ela ?? — perguntou se fazendo de inocente.
– Só obedeça, e porque ela é responsável — respondi, indo dar um abraço na Lene — cuide desse cachorro — sussurrei no ouvido dela.
– Pode deixar — respondeu no mesmo tom.
– O que estão cochichando aí ?? — perguntaram todos.
– Nada — respondemos juntas e fizemos cara de inocentes.
Depois de abraçar todos e pedir para as meninas cuidarem dos meninos, e pedir para os meninos não magoarem as meninas por que se não, eu pessoalmente voltaria, gritaria e puxaria a orelha de todos eles.
Fomos embora e voltamos para o nosso tempo, e não tinha passado um segundo sequer. Fomos todos dormir dando beijos em seus respectivos namorados e namoradas. Amanhã seria um dia longo.
*~~~~~*
Adormeci logo que deitei, mas como sonhos e pressentimentos nem tão bons fazem parte do pacote de semideusa, acabei tenho um deles.
Estava numa caverna escura e fria, toda suja e machucada, achando forças de onde não tinha para me manter em pé. Quando um monstro aparece, para ser mais precisa um gigante... Mas espera eles não estavam "mortos"?
– Olha quem se juntou a festa — disse Porfírion, o rei dos gigantes. Criado para se opor a Zeus.
– Ora ora achei que não fosse chegar a tempo para a festa — disse Polibotes. Criado para se opor a Poseidon.
– Mais que surpresa, achei que o seu namorado ia ser morto antes de você chegar — disse Alcioneu. Criado para se opor a Hades. Ou seja deu merda. Os três gigantes mais importantes.
– Como assim morto ?? — perguntei.
– Pequena semideusa — começou Porfírion.
– Não me chame de pequena semideusa, seu gigante imprestável — disse.
– Cuidado com a boca, se você falar mais alguma coisa a garganta do seu namorado já era- disse Polibotes.
– Porfírion continue — disse Alcioneu.
– Espera aí, era para vocês estarem supostamente mortos — comentei.
– Exatamente, supostamente — disse Porfírion.
– Bom quando aqueles 7 semideuses tolos acharam que tinham acabado com o coração de Gaia estavam enganados, nós os fizemos pensar que eles tinham acabado conosco para podermos atacar quando eles estiverem fracos, e cá estamos — explicou Polibotes.
– Mas disseram que tinha muito poder, e era enorme — disse confusa.
– Bom tínhamos que enganar vocês, semideuses, então pegamos o menor ponto que nos afetaria, mas ao mesmo tempo grande o bastante para eles acreditarem que estavam destruindo tudo — explicou Alcioneu.
– Agora vamos ao ponto alto da festa, torturar o seu namorado — disse Polibotes. Tentei correr mas quando vi estava toda amarrada de frente para James. Os três gigantes começaram a tortura-lo, e eu só ouvia os gritos dele ecoando nos meus ouvidos, sem poder fazer nada para ajudar.
– Ahhhhhhhhhhhhhhh — acordei gritando e suando frio.
– O que aconteceu ?? — perguntou Rose preocupada.
– Tive um pesadelo, desculpe por acorda-las — disse.
– Tudo bem agora vamos dormir — disse Rox.
Voltei a dormir, mas desta vez sem pesadelos em que gigantes torturam o meu namorado.
Fale com o autor