Alice A Maravilha
13 13. Uma noite com Barnabas, Seria a ultima?
Notas iniciais
POV: Alice
Acordei com algo me tocando e quando abri meus olhos tive a impressão de que Barnabas estava ali, eu não tive outra reação se não gritar. Eu me levantei correndo e liguei a luz, não havia ninguém ali, então olhei para mim e vi que minhas alças do sutiã estavam abaixadas, olhei pela janela e não vi ninguém. Será que era sonho meu?
Fui até a cozinha beber água e ai quando fechei a geladeira eu senti um puxão pela cintura, eu tentei gritar mais fui impedida com uma mão sobre minha boca, e foi me arrastando para traz quando coloquei a minha mão sobre a mão da pessoa que me segurava, era uma mão enorme e ao pegar na posta dos dedos senti as unhas enormes, era Barnabas, eu tinha certeza. Tentei virar meu rosto para vê-lo mais não conseguia.
-Shii! Dizia ele pedindo para não gritar.
Ele retirou a Mao de minha boca e me segurou com força por traz, me virou de frente para ele e pude olhar dentro de seus olhos escuros, seu olhar era hipnotizador.
Barnabas me colocou encostada na mesa, e se ajoelhou em minha frente, eu estava somente de short curto e ele começou a passar as suas mãos em minhas pernas as beijando de cima a baixo, eu confesso que aquilo me deixou louca. Barnabas se levantou e me beijou, e eu não sabia o que fazer, eu o odiava mais eu queria mais.
-Por quê? Eu perguntei.
Ele não me respondeu só me beijava e me acariciava loucamente, Senti meu corpo arrepiar quando ele levantou uma de minhas pernas, e se encostou melhor em mim. Barnabas segurou meus seios e começou a beija-los eu não sabia o que fazer naquele momento e sem pensar acabei colocando a Mao em seu membro enrijecido, ele então apertou com força meus seios, fiz um gemido de dor mais continuei fazendo movimentos com minha mão em seu membro.
Barnabas me colocou em cima da mesa começou a retirar meu short, e passar suas mãos em meu membro. Eu já havia me entregado por inteira para ele naquele momento, a minha carne era muito fraca, já era meia noite.
-Barnabas. Eu dizia gemendo.
-Alice me perdoa.
E foi somente ouvir aquelas palavras que me veio tudo na mente, e então bati em sua Mao, me levantei vesti meu short.
-Sai daqui. Falei a ele.
-Alice eu sei que eu errei.
-Eu não quero saber, eles são meus filhos.
-Seus? Meus também.
-Ahh! Serio mesmo?
-Alice não brinque comigo.
-Por quê? Você vai me matar?
-Eu poderia.
-Me mata então, eles vão saber.
-Eu sou o pai e tenho direitos.
-Você não é o pai.
-O que?
-Eles não são seus filhos, eu tentei dar o golpe em você.
-Alice quando você mentir arrume uma melhor.
-O que?
-Alice vá a minha residência amanha, temos que conversar ou tomarei medidas drásticas.
-Medidas drásticas? Poupe-me, você não vai ter direito a eles, eles são meus filhos.
-Meus também.
-Meus, e faça o favor de ir embora.
-Alice vá a minha casa, é só o que digo.
-Eu não vou.
Barnabas estava enfurecido e segurou meu pescoço para me enforcar.
-Mate me se for capaz.
Barnabas me soltou e foi embora com muito ódio, eu passei horas na cozinha imaginando o que ele fará contra mim.
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