Notas iniciais
Esperamos que gostem... Salvem MILO...
Boa leitura!!

Milo acordou cedo aquele dia. Nem sequer tinha conseguido dormir direito. Por um lado por não conseguir esquecer o sentiu quando as mãos frias de Kamus o tocaram, por outro pela ansiedade de falar com Aioria e tentar fazer as pazes.

Levantou-se e tomou banho arrumando rapidamente para assim sair, sem que ninguém percebesse, mas Shion desde que falara com o Rei Kárdia cuidava pessoalmente da segurança do loirinho, e percebeu quando este saíra de casa na calada, foi atrás dele sem alarde, seguia-o de longe e viu Pandora — serva de Radamanthys — passaram seguir o neto.

A moça sentiu a presença do vampiro e tencionou sair antes que ele se aproximasse, mas não foi possível, sentiu rapidamente a mão de Shion em seu ombro.

— Achei que há essa hora estivesse dormindo Pandora. — Ditou Shion com firmeza. — O que faz seguindo o meu neto?

Pandora ficou perturbada, ninguém tinha conhecimento de que pudesse andar durante o dia, com certeza o seu senhor não gostaria nada daquilo.

— Ele estava em meu caminho! — Ditou a moça esperando que o outro a deixasse.

— Se eu a pegar seguindo meu neto novamente. — Ditou Shion irritado e com autoridade. — Eu entrarei em seu caminho e a farei se arrepender.

Shion seguiu seu caminho deixando a mulher muito irritada par trás.

Milo finalmente chegou à escola, era de manha ainda muito cedo, apesar de estudar a tarde estava disposto a encontrar Aioria e sabia que o amigo fazia jiu-jítsu logo cedo.

Logo o avistou ele vinha acompanhado de Shun e isso fez Milo tremer. Será que Aioria havia dito alguma coisa ao mais novo? Mas logo percebeu que não, pois quando o mais novo se aproximou dele o Saudou com sua habitual alegria, mas surpreendeu-se por Aioria lhe dirigiu a palavra.

— Bom dia Milo! — Ditou o rapaz hesitante. — Eu... Nós precisamos conversar!

Aquilo fez o coração do loirinho pular dentro de peito. Mas ele continuou firme.

— Certo... Eu espero você sair da aula. — Milo falou ainda com certo receio.

— Não! — Ditou Aioria. — Nós vamos conversar agora. — O rapaz voltou-se para Shun e ditou calmo. — Shun te pego depois da aula está?

O mais novo olhou para os dois sabia que eles haviam brigado, mas não sabia por que, então ditou com muita calma.

— Tudo bem Oria! Mas espero que depois dessa conversa vocês dois voltem a se falar!

Seu tom era triste e tanto Milo quando Aioria sentiram o peito apertar com aquilo.

Ditaram ao mesmo tempo:

— Pode deixa Shun. Nós vamos se resolver isso. Viram o menor sorrir com satisfação e sair correndo em direção a sala de aula. — Vamos?! — Ditou Aioria.

Milo assentiu e seguiu o amigo para fora da escola, sabia que não devia, mas tinha que se resolver com ele.

Seguiram até um parque que ficava próximo a escola. No local tinha muitas árvores, e um lago ali, e sempre que podiam iam para lá conversar. Sentaram-se e um silêncio constrangedor se instalou, até que Milo começou a falar.

— Oria eu... — Não terminou o que tinha para dizer, pois Aioria o interrompeu.

— Olha Milo! Eu fui cruel com você! — As palavras saiam com dificuldade, mas ele precisava falar. — Eu sei que você não teve culpa da morte do meu irmão, mas foi difícil para mim. Eu...

Não conseguia continuar, as lágrimas e a dor ainda tão vivas em seu peito o atormentavam demais.

Milo chorou junto com ele cada qual com suas mágoas e problemas. Como dizem garotos não são bons em demonstra bem o que sente, ou seria um mito?

— Tudo bem! Sabia que seria difícil para você. E nunca contei antes, pois sabia que isso poderia acontecer. — Disse quando se afastou do abraço ao amigo. — Sinto muito, mas é verdade quando digo que meu avô e mãe não somos maus. Bem! Não é como se fossem bonzinhos, porém eles têm o código de honra, e nunca machucaria alguém inocente. — Completou.

Não era como se vampiros fossem pessoas boas, era uma raça peculiar, e mesmo que fossem seres das trevas, tinha seus orgulhos e códigos de honra, e seguia bravamente. Claro, existiam realmente os seres cruéis e vis com a raça humana, todavia para isso existiam os caçadores que mantinham a ordem.

— Não sei sobre eles, mas acredito em você. E Não quero que nossa amizade finde. Amigos? — Aioria indagou estendeu a mão em sinal de recolhi ação para o loiro.

— Sim! — Milo exclamou alegre. Em sua face um sorriso radiante se formou. – Ah! Tenho outra coisa para lhe contar. — Murmurou ao passo que o sorriso morreu, afinal o assunto era sério, e nem ele mesmo aceitava bem o fato.

— O que seria? Vai me dizer que tem uma prima lobisomem ou bruxa? — Indagou rindo alto, mas parou quando viu o amigo acuar os ombros, meio sem jeito.

— E que... Lembra que disse que terminaria com Esmeralda? — Indagou vendo o outro afirma coma cabeça. — Então! E por que irei me casar daqui a dois meses...

— Casar? Acho que digo algo parecido. Como seu avô vai permitir algo assim? É loucura, e um pirralho ainda. — Aioria disse. Parecia mesmo abismado.

Foi então que Milo passou explicou por que teria que se casar, que era o único meio de ajudar sua mãe, pois ele amava a Asmitha, logo ele assumiria o lugar dela. Falou que existia um vampiro que queria fazer mal a ele, e ao casar, ficaria salvos. Contudo quando chegou na a parte crucial parou.

— Deixa me ver se entendi. Você vai se casar? Mesmo tendo apenas 16 anos? E quem é a garota? Ou vampira? Mas espera! Se sua mãe que se casaria isso que dizer que...

—... E um homem. Quer dizer vampiro. O líder de um do clã. Kamus Depardieu. – envergonhou-se, afinal não sabia como seu amigo lidaria em saber que ele se casaria com outro ser do sexo masculino.

Aioria pareceu pondera sobre tudo, até replicou.

— Tem noção que terá transará com ele? Um homem. Nunca imaginei que teria que se torna gay.

— Ahah... Eu sei. Estou quase morrendo só de pensar nisso... É ele já disse que não poderia fugir, que nós... E... Vamos... Você saber. O que faço? — Disse desesperado. Sabia como se dava uma relação sexual entre homem e mulher, mas nunca sequer imaginou entre dois homens. Não queria aquilo, mas não tinha para aonde fugir.

— Sinto muito... Mas vai ter que abrir as pernas para ele pelo visto... Pois duvido que o vampirão vai ser o passivo. Saber o que é passivo e ativo não? — Aioria parecia realmente se divertir com tudo.

— Não está ajudando seu idiota... Queria ver se fosse você. — Disse exasperado dando socos no braço do amigo.

Aioria riu com gosto da cara que o loirinho fez. Mas em seguida assumiu uma fisionomia mais séria e falou com calma para Milo.

— Mi é o seguinte. — Começou Aioria a falar. — Eu não sei o que te dizer, mas sei que se essa cara te machucar eu nem sei como mas eu mato ele.

Aquilo não era o que Milo queria ouvir, mas saber q:-\\amigo não descriminava por que ele iria casar com um homem já o deixava mais calmo.

— Obrigado Oria. — Ditou Milo ainda triste.

— Milo... Sabe o Aioros, meu irmão se ele estivesse vivo, teria agora 25 anos, eu o amava demais... Doeu perder ele... — Olhou para o amigo e percebeu que ele estava sem entender onde queria chegar. — Mas além de mim e dos meus pais, houve outra pessoa que sofreu muito quando ele morreu...

— A namorada dele?

Perguntou Milo, parecendo óbvio o que dizia.

— O namorado! — Falou e viu o outro arregalar os olhos. — É Milo meu irmão era gay e ele sempre foi o meu herói, porquanto independente de qualquer coisa, você é meu amigo, você e Shun.

Milo estava surpreso, Aioria nunca falou muito sobre o irmão e Milo sentia-se honrado por saber que o amigo confiava nele a ponto de se abrir e respeitar a sua atual condição.

Logo Aioria deu-se conta que as horas correram e levantando-se num salto, disse rápido pra Milo.

— O Shun! Ele está esperando a gente, vamos...

Milo arregalou os olhos, era sempre assim os três andavam juntos. Quase nunca se desgrudavam e mesmo Shun sendo mais novo eles se davam muito bem.

Saíram correndo e voltaram para escola, Milo nem tinha ideia de que Shion o estava observando de longe. Ao chegar ao portão Shun já os esperava e parecia aflito. Os dois mais velhos aproximaram-se dele e percebendo seu estado logo perguntaram.

— O que houve Shun? — Perguntou Aioria

— Por que você está tão pálido? — Perguntou Milo.

O menino pareceu recuar, mas olhou pra Milo e pareceu ainda mais desesperado.

— O que foi Shun? — Perguntaram Milo e Aioria ao mesmo tempo.

— E-Eu... Tive uma visão, um sonho... — Ditou muito nervoso.

Os outros dois se olharam e em seguida perguntaram juntos. — O que você viu? — O menino pareceu hesitar, mas os amigos lhe incentivaram. — Vamos Shun fala... Você sabe que nós acreditamos em você.

— Eu sei... -Respirou fundo, então falou.

— Milo eu vi um homem perseguindo você! – Falou nervoso. — Ele era alto e loiro. Queria te pegar...

Os três olharam e então Aioria ditou?

— Vamos lá pra casa. Ai conversamos melhor.

Shun e Milo assentiram e seguiram pelo caminho conversando a respeito da visão de Shun que descrevia tudo com calma.

Mesmo nas sombras Shion pode ler a mente do menino, sabia que ele era especial tal qual seu tio. Decidiu que a partir desse momento toda noite Mu seu secretario acompanharia o seu neto aonde quer que o loirinho fosse.

Os três passaram a tarde se divertindo. Jogando vídeo game, e comendo. Somente quando o relógio acusou mais de nove horas da noite decidiram ir embora. Despediram-se de Aioria, e então Milo levou Shun até a casa dele. Cumprimentou Asmitha, recusando que ele o levasse para casa preferiu não imcomoda.

Apressou seu passo. Não queria demorar. Sabia que não deveria andar à noite sozinho. Não levando em conta os perigos que sempre o rondava. Queria chegar logo em mansão. Então apertava os passos para encurta o caminho.

Quando faltava pouco para realmente chegar na mansão algumas vozes o fizeram parar e um medo acobertá-lo.

— Ah! Achamos você. — Um dos três sujeitos ditou.

Pelos olhos vermelhos, as garras e caninos Milo sabiam que era vampiros, fora a aura que eles exalavam.

— Saiam do meu caminho, não tenho nada com vocês. — Disse áspero no que moveu tentando contorná-lo, porém tal intento foi impedido, pois um dos seres o segurou pelo braço firme, e na certa o local ficaria marcado.

— Me solte. — Gritou. Seu corpo acobertou por um medo, não precisava ser muito inteligente para saber que aqueles eram serviçais do líder do Baalis.

— E melhor coopera gracinha. Nosso chefe deu ordens diretas para levá-lo, e nada ira impedir. – Disse um deles.

Milo sentiu estremecer em cogitar em mente o nome Radamanthys. Aquele vampiro era seu eterno terror. Queria tanto que ele o deixasse em paz, que fosse engolido pela terra.

Deu um solavanco no sujeito e seus pés moveram a fim de sair dali, porém acabou recebendo uma rasteira e com tudo caíra no chão, machucando seu joelho. Se sentido humilhado. Preferia morrer do que cair nas mãos de Radamanthys novamente.

— Hum... É fraco mesmo... Peguem-no. — Ordenou prontos para sair dali, mas antes que tal intento fosse realizando um ser com tamanha agilidade surgiu, e com uma força invisível empurrou os vampiros que foram para tocar em Milo.

Ainda no chão Milo ficou surpreso com aquilo, quem tinha feito isso já que ele mesmo não vira nada. Para sua surpresa um vampiro de cabelo lavando e olhos verdes ajudaram-o a levantar e ditou para o menino.

— Vá! Corra. Deixe que resolvo isso. — Ditara Mu com calma e decisão.

Milo assentiu e correu em direção à mansão. Os Baalis que ali se encontravam não gostaram nada daquilo e se não foram atrás do loiro foi por que o Assamita com surpreendente força lutou e matou dois deles o terceiro ainda ferido conseguiu fugir, mas antes de ir ouviu do vampiro mais novo.

— Avise ao seu mestre de vocês, que se tentar aproximar-se de Milo novamente o meu mestre irá pessoalmente ter uma conversa com ele. — Ditou Mu em tom de provocação.

Os baalis se foram, e o Assamita voltou para mansão. Ao entrar percebeu que Milo se encolhera em um canto. Nem Elora ou Shion se encontravam ali, naquele momento. Aproximou-se do garoto e com carinho o abraçou.

— Calma Milo! — Ditou com carinho. — Vai ficar tudo bem garoto! Você precisa dormir, descansar... — Enquanto Mu falava Milo ia sentindo os olhos pesarem e um sono incontrolável tomar conta de si queria até resistir mas antes que pudesse pensar mas alguma coisa, perdeu os sentidos caindo num sono profundo.

Mu o tomou nos braços, e o levou até seu quarto, estava fazendo um esforço tremendo para resistir ao cheiro do sangue daquele menino, ainda mais que o joelho dele estava sangrando.

Depositou o rapaz na cama e cuidou de limpar aquele ferimento do contrário não responderia mais por si, e isso desagradaria muito a Shion.

Mu montou guarda na porta do quarto de Milo e deu ordem para outros vampiros montassem guarda ao redor da mansão.

Já passava de uma da manhã quando Shion e Elora chegaram. Ambos perceberam a movimentação maior ao redor da casa e se apressaram em entrar.

Encontrou Mu a porta do quarto de Milo e este os colocou a par do que havia ocorrido.

Tanto Shion quanto Elora temeram pela segurança do menino. Shion deu permissão ao rapaz para sair e se alimentar, pois ele mesmo tomaria conta do neto.

Mu assentiu e em seguida saiu noite adentro a fim de caçar e se alimentar. Tinha se ferido e se não se alimentasse, com certeza enfraqueceria. Lutar contra três não fora nada fácil. Mas o faria novamente se preciso fosse, para defender o menino, tanto por essa ser a vontade de seu mestre quanto por ele nutrir um carinho pelo loirinho.

O vampiro de aparência exótica andava pelas ruas, era criterioso, não era por estar com fome que qualquer um servia, procurava a vítima perfeita, aquele ou aquela que o fizesse desejar seu sangue, mas antes que pudesse encontra seu "jantar" foi surpreendido não por três mais seis baali, com sede de vingança.

— O que querem raça insolente? — Sua voz soou superior. Era muita ousadia de aqueles serem mesmo. Encontram em uma parte mais afastada de tudo, olhos humanos não poderia pousar sobre eles, talvez por isso aqueles seres surgiram.

— É muito ousado vampirinho de merda. — Conhecia aquela voz. Sim! Pertencia Radamanthys.

Mu se postou em posição, pronto para o que fosse preciso. Contudo, não estava em cem por cento. Havia acabado de vir de uma briga, não havia se alimentado ainda, e não era burro para saber que não poderia com o líder dos Baalis. Precisa era distraí-los e arrumar um meio de fugir dali.

— Serás meu recado para Shion! Que roubou o que pertence a mim. Então culpe a seu mestre. — O loiro de cabelos curtos ditou ao que fez um sinal para que seus homens avançassem, mas antes usou sua habilidade sobre Mu.

Os Baalis ou mais especificamente seu líder, tinha um peculiar poder, sem precisar colocar suas mãos sobre o inimigo exercia uma força tão grande. Tal energia fazia com que o corpo da pessoa sofre torturas. Permitia que um peso e uma eletricidade esmagassem os seus ossos e os órgãos, além de conturbar sua mente. Foi isso que Radamanthys fez.

Mu gemeu de dor curvando sobre a terra. Não era fraco, porém eram pouquíssimos que poderia ficar em pé diante daquela habilidade terrível, Não era a toa que os Baalis eram conhecidos como seres vis, especializados em torturas e massacres, além de experiências escabrosas.

Radamanthys tinha um sorriso de escárnio, parecia realmente se divertir com tal crueldade. Olhou para seus lacaios dando a ordem para cuidarem do vampiro insolente para depois sumir da vista de todos.

Mu ainda ajoelhando no chão se viu sendo cercados pelos outros seis seres noturnos. Contudo, forçou, buscando força de algum lugar, pois não iria se rebaixar diante de ninguém.

Então uma batalha, mesmo que injusta, começou. Mesmo ferido e levando a pior, recebendo diversos golpes, lutou bravamente. Mostrou que não era por acaso que era aluno e braço direito de Shion, líder dos Assamitas, e que mesmo um abraçado carregava em suas vezes o instinto assassino.

Mesmo em desvantagem o vampiro Assamita abatera nos quatros vampiros. Contudo seu estado era realmente crítico. Estava com diversas feridas, de onde sangue rojava. Seu corpo estava cansado, e sua mente pesava. Sentia que a qualquer momento perderia a consciência, e se isso ocorresse seria seu fim.

Em uma fração de segundo abaixou a guarda recebendo um chute na altura do estômago, e sem sequencia outro nas costelas o que a fez inclinar para frente, sendo alvo de outro mais forte que a fez voar longe, e ficar estirando no chão.

Já não suportava a dor que sentia, queria levantar mais seu corpo já não obedecia.

Um dos baali aproximou-se e o olhou com desdém.

— O que foi herói?! Não és o melhor? Não é você que extermina vampiros? Onde esta sua força agora? Onde está o seu senhor?! -Aiacos ditava e ria da condição de Mu.

Quando o mesmo preparou-se para matar o Assamita, uma expressão de dor tomou sua face e seu corpo tombou para frente.

Mu já não conseguia distinguir nada, sabia reconhecer quando algo estava perdido e sabia que tinha ido até ali. Foi deixando seus olhos fecharem alheios agora ao que acontecia ao seu redor.

Naquele instante um homem loiro trajando uma roupa de couro preta, conhecido como “Hunter” transpassou sua katana de prata no corpo esguio do vampiro.

Antes que Aiacos pudesse reagir, Kanon puxou a katana de dentro dele e com agilidade cortou a cabeça fora. Obviamente na seguencia foi atacado pelo vampiro que ainda restava, porém conseguiu defender-se. Adorava uma boa luta, mas estava sem tempo para aquilo.

Pegou dois Says e atirou-os contra o vampiro. Que tombou para trás e aproveitando-se disso o caçador com a katana cortou a cabeça dele dando fim aquilo tudo.

Voltou-se para o ser que estava desacordado, sabia que era um ser da noite tanto quanto os outros, mas não entendia por que de estarem brigando, tinha conhecimento dos clãs e suas marcas e reconheceu aquele como sendo um assamitha.

Abaixou-se e com cuidado e aproximou-se do ser que estava no chão. Poderia matá-lo ali mesmo, essa era sua função, porém por algum motivo incompreensível sentia-se traído por ele. Seus cabelos lavanda eram de uma beleza incrível. Com as mãos tocou-os fios sentido o quanto era sedoso.

O jovem vampiro em momento de lucidez abriu seus belos olhos e estes se encontraram com os azuis do caçador. Nesse instante. Ambos não puderam descrever o que sentiram.

O vampiro sabia que devia temê-lo, porém senta-se protegido. Kanon por sua vez sentiu a necessidade de protegê-lo e indo contra tudo que acreditava, tomou mu em seus braços e o levou consigo.

Continua...