Notas iniciais
Oie! Mais um capítulo. Viram, estamos até trabalhando diretinho. kkkk! Esperamos que gostem. Muito msitéro, não? Aos poucos seram revelados.Obrigada por lerem, e não esqueçam de comentar. ohoohKiss

O conversível estacionou em frente a um belo e moderno edifício, onde sua fachada misturava o moderno e tradicional, uma estrutura que exalava força e poder. Do carro, um ruivo elegante, saiu. As pessoas que encontravam em seu trajeto saíram da frente. Era seguer capazes de encará-lo. Seu andar mostrava sua soberania, o olhar duro e frio afastava qualquer um de perto de si.


Os seguranças e as recepcionistas do hall de entrada tremiam, enquanto viam o Senescal rumar para o elevador.


Uma jovem ao ver que o ruivo entrar no mesmo elevador que ela, se desculpou saindo do recinto, deixando assim o vampiro ancião sozinho.


Aquela era a sede da Camarilla na Europa, era o símbolo da organização e do poder dos vampiros. Onde os termos burocráticos aconteciam, as reuniões, e decisões eram tomadas. Era um prédio de mais de 50 andares, dividido nas várias empresas, as mesmas governadas pelos seres noturnos. Tirando que sua cobertura era, o que poderia se dizer, um dos domínios do rei.


Fugindo do normal, Kamus não seguiu para seu escritório. Como Senescal, era literalmente o presidente da organização. O mesmo seguiu para a cobertura do recinto. Fora recebido pelo mordomo e secretário direto do rei das trevas.


— Boa noite, Lord Kamus. – Shaka reeditou. O mesmo era do clã de Ventrue, contudo ali seu superior era o rei Kárdia e não o ruivo.


— Bon nuit. Posso falar com a alteza Kárdia? – Disse polido.


— Claro! Ele já o está esperando.


Assim que recebeu a confirmação, seguiu em passos firmes para o escritório, adentrando no recinto.


Entrou na sala espaçosa e muito bem decorada do rei dos vampiros. Era aconchegante ali, mas tinha ido tratar de assuntos mais urgentes.


— Boa noite, Kamus. Como foi com Shion? – Ditou Kárdia vendo o outro demonstrar certa insatisfação.


— Majesta... – Kamus começou a pronunciar, no entanto foi interrompido por Kárdia.


— Estamos apenas nos dois meu amigo! Não precisa ser tão formal Kamus. —

O senescal estava tenso. Tinha aceitado casar-se com um humano, mas nem ele mesmo entendia por que.


— Eu sei Kárdia, é o costume. – Ditou parecendo cansado. — Elora não casará comigo, Kárdia. — Falou vendo o rosto de o amigo mudar de ansiosa para divertida.


Kárdia gargalhou e então ditou tentando a custo conter o riso:


— Eu sabia disso Kamus! – Viu o ruivo erguer uma sobrancelha em interrogação. — Elora nunca casaria com um vampiro! Apesar de ser uma de nós ela nutre um grande desafeto, pela morte prematura de sua mãe.


— Então por que me mandou lá, Kárdia? – Indagou Kamus sem demonstrar sua irritação com aquilo, ela sabia controla suas emoções nunca se mostravam ao todo para ninguém.


— Ora Kamus! Shion tem um neto, não?! – Falou Kárdia sabendo que o outro estava no limite.


— Ele é um humano, Kárdia! – Agora o Senescal mostrava o quanto aquilo lhe ofendia. — Era isso que queria para mim? Um humano fraco?


— Um humano, sim! Mas fraco, não! – Kárdia o olhava sério e tentava trazê-lo a razão usando sua calma e sabedoria. — Ele foi criado por um Assamita, e Shion é um dos vampiros mais exigentes e cruéis que conheço. Não acredito que um humano fraco, como você diz, duraria muito tempo nas mãos dele.


Kamus suspirou ante a verdade exposta por Kárdia.


— Sim, há algo diferente com aquele garoto e eu vou descobrir o que é.


— Quando Shion o acolheu ele me procurou e me falou sobre a criança, não o vi, mas sei que se Radamanthys o quer, então a realmente algo com ele que não sabemos e com certeza precisamos descobrir.


— Eu aceitei casar com ele. – Foi à sentença de Kamus.


Dessa vez Kárdia não riu, algo dentro de si temeu pelo garoto. Precisava protegê-lo de alguma forma. Conhecia o ser a sua frente, e sabia como ele podia ser miserável quando contrariado ou com um simples humano. O líder dos Ventrue não era uma criatura com a qual se devesse brincar. Sabia ser cruel e para ele só mereciam respeito aqueles que ele considerasse como igual.


— Eu não conheço o jovem Lhasa, mas vou adverti-lo que ao casar com ele não admitirei que o humilhe ou machuque-o. Não importa o que ele faça.


— Até você Kárdia está para defender aquele humano impertinente? – Pronunciou com raiva o Senescal. — Eu o abraçarei assim que casarmos.


— NÃO! – o senhor dos vampiros falou erguendo a voz e levantando-se de sua cadeira. — Eu o proíbo!


O vampiro ruivo ficou atônito. O rei dos vampiros nunca esteve tão agitado a respeito de um humano.


— Mas, como pode fazer isso comigo!? – Desafiou. — Terei que protegê-lo e isso será quase impossível. Ele despertará a necessidade de sangue dos outros vampiros, e não vou poder estar todo tempo ao seu lado.


— Não Kamus. Se o fizer eu o punirei. – Falou o rei com autoridade. — Essa é minha última palavra.


–oo0oo-


Não era um apartamento regado a luxo, porém para apenas uma pessoa era de bom tamanho e aconchegante. As paredes eram nas cores amarelo bem claro, e os móveis em tons marrons, e no meio da sala eram possíveis ver uma calorosa briga acontecer. Os dois seres que travavam uma pequena discussão era praticamente a cópia um do outro.


— Não venha querer se meter na minha vida Kanon. Sou o mais velho aqui, e por sinal muito mais responsável com você. Com quem me relaciono ou converso não é da sua conta. – Saga parecia bastante alterada. Irava saber que o irmão sumiu por dias e meses sem notícia, e quando aparecia era para tentar regrar o que ele podia ou não fazer. Era maior de idade, vacinado e não iria deixar Kanon se meter em sua vida, pois não fazia isso com a vida dele.


O gêmeo mais novo se via sem muitos argumentos.


O fato era que a família Caillet há séculos, geração por geração, carregava uma profissão, uma sina escondida para muitos, eles eram os conhecidos caçadores. O elo que protegia a humanidade daquilo que muitas vezes nem eles mesmo tinham ciência. Os Hunters, ou em outros termos os caçadores. Contudo não era somente de vampiros, mas como de qualquer ser lendário que colocasse em risco a vida humana.


— As coisas não são assim. Não conhece a índole daquele... Homem. Como policial posso sentir a metros de distância que ele não presta. – Tentou convencer o irmão, rebater a ele, mas não estava sendo fácil. Saga tinha suas opiniões muito bem formadas, e não seria tão fácil de dobrar.


Por coincidência o destino escolheu apenas um dos gêmeos como caçador das bestas feras, que era justamente Kanon. Saga como linhagem direta dos Hunter, sentia que existia muito mais que os olhos normais que poderiam ver, todavia suas suposições nunca foram fundamentadas.


Depois que Saga saíra da boate seguira para casa e claro, tal moreno não deixara seus pensamentos, porém ao chegar a sua residência não pudera ter paz, pois Kanon simplesmente invadira seu lar e vinha soltando palavras que ele não deveria nunca mais ver o tal moreno, que ele era perigoso, e não prestava.


— Então me da uma justificativa cabível que me faça mudar de opinião. Por que só dizer que ele é mal não funcionará. – Desafiou o irmão sem medo, esperando uma resposta.


Kanon sentiu um calafrio. Um vampiro perigoso não era capaz de causar tal tremor como seu irmão era. Respeitava e amava o gêmeo, e desejava que ele ficasse fora do que envolvia aqueles seres, mas parecia que as coisas não pretendiam ser assim.


— Ele é um ser noturno, nefasto, sem alma, que usa os humanos somente como comida. – Aquele era o ponto que não poderia mais esconder a verdade do irmão. O semblante do mais novo era sério, ele acompanhava cada pequena reação do outro.


Alheio aos olhares dos dois humanos idênticos ao menos em aparência, no topo de um prédio que ficava de frente para aquele, aonde dava uma ampla visão da sala da casa do Calliet mais velho, um par de olhos sagaz acompanhava tudo. Poderia estar a metros de distância, mas ouvia tudo perfeitamente.


Agora sabia por que o conhecia de algum lugar, ou o fazia lembrar, o fato era que o loiro gostoso que lhe atiçara, era justamente o irmão gêmeo de um dos caçadores mais temidos pelos vampiros, porém sabia perfeitamente que Kanon não era um radicalista, e que somente caçava aqueles que quebrassem o acordo entre as raças. Mas não queria dizer que permitiria que o irmão se envolvesse com um ser noturno.


— Do que está falando Kanon?! – Perguntou Saga, afinal há muito havia esperado por aquilo, mas agora lhe pareceu que o irmão queria usar uma desculpa qualquer para afastá-lo do moreno.


— Saga... — Começou o outro com muita calma, não queria assustá-lo e muito menos iria-lo, pois sabia que ai o gêmeo mais velho não o ouviria mais. — Aquele... Aquela criatura... Por que é isso que ele é, uma criatura, um sugador de sangue!


Saga ouvia aquilo incrédulo, mas conhecia o irmão muito bem a ponto de saber que ele não estava mentindo e quanto mais Kanon falava mais o professor via o nojo e o ódio que ele parecia nutrir por aqueles seres.


— Ele não serve pra você, meu irmão! Ele só irá se alimentar de você e depois quando ele cansar... O matará. – Essa última palavra Kanon pronunciou tremendo.


O professor não sabia se ria ou chorava, aquilo era surreal demais para ele.


— Agora você vem com essa conversa de seres da noite, não é?! – Replicou o professor com sarcasmo. O fato não era que não acreditasse no irmão, só queria usar a situação para tirar dele mais informações que há muito procurava.


— Não... Porra Saga!! É verdade o que estou falando. Seu idiota – Bradou o caçador entre dentes, precisava convencê-lo de que aquele ser era nocivo a vida do gêmeo.


— Tudo bem... Se for verdade então, me prove! – Ditou Saga na tentativa de ter o que queria. Kanon deu-se por vencido, sabia muito bem que a criatura estava ali perto, mas o queria longe do seu irmão.


— É isso que quer?! – Indagou vendo o outro fazer uma expressão de interrogação. – Uma prova? — O Caillet mais velho apenas balançou a cabeça afirmativamente. — Ele está lá fora agora, nos vendo conversar.


Diante da resposta o mais velho gargalhou da afirmação do outro. — E você espera que eu acredite nisso?! – Falou sarcástico. — Por favor, Kan, você já foi mais criativo. Além disso, não me trate como um doente ou uma criança.


Kanon olhou-o magoado, ele jamais o trataria daquele jeito. Amava-o demais e o admirava tanto que em sabia dizer. Preferia tudo menos vê-lo nas mãos do vampiro.


— Eu jamais o trataria assim meu irmão! – O Hunter ditou com tristeza na voz. — Você tem todo o direito de não acreditar em mim, mas vou lhe dizer uma coisa. Se aquela criatura se aproximar de você novamente, vou matá-lo.


Após dizer tais palavras Kanon deu as costas a Saga e saiu de sua residência indo em direção ao vampiro. Aproximando-se do local onde ele estava.


— Você ouviu criatura... Se voltar a se aproximar dele, eu, Kanon Caillet, o matarei com muito prazer. – Antes que Kanon se afastasse Shura se fez mostrar e com sarcasmo o desafiou.


— Não cabe a você decidir se me quer longe, caçador. – Falou com desdém. — Mas por ele, luto com você!


O loiro não gostou nada daquilo. De bom agrado o mataria ali mesmo. Entretanto esperaria um pouco mais. No final acabou montando guarda na porta de Saga, afastando o vampiro, pelo menos aquela noite.


–oo0oo-


Não tinha conseguido dormir muito a noite, sua mente repassara diversas vezes aquele momento, o olhar gélido sobre si, que parecia queimar a sua pele. A beleza de mármore, e a imponência perfeita.


Ainda não podia acreditar que realmente iria se casar, e ainda com outro homem. Nunca duvidara de sua opção sexual, tanto que há algum tempo seu coração julgara ocupado. Contudo, o que sentia por sua mãe vinha em primeiro lugar, e por ela faria qualquer sacrifício.


Arrumara-se com calma, e sem pressa tomara seu café, e seguiu para o carro aonde o motorista, um servo marcado, que nada mais eram que humanos selecionados, e que bebia sangue de seus mestres, e era marcado com o símbolo do clã. Não se tornavam vampiros, e podia muito bem andar a luz do sol, o que era muito conveniente para os seres noturnos.


Não demorou muito para que o adolescente chegasse à escola. Aquele dia iria na parte da manhã, pois teria treino do clube de esgrima, e depois aula de alemão, e por fim iria almoçar com seus amigos.


Aquele dia não possuía muita concentração. Acabara perdendo em todas as lutas amistosas que fizera, e por consequência teve a atenção chamada pelo professor.


Sua mente estava tão vaga com tudo, que Milo acabara por matar a aula de alemão, se escondendo na sala de música. Ficara ali tranquilo até que Aioria entrou. Havia mandado um torpedo para ele, chamando.


— Sua mãe te pega por matar aula. – O jovem de pele morena e cabelos castanhos ditaram. Ambos sentaram no palanque da sala de música, em frente da bateria.


— Depois me vejo com ela, não estou muito a fim. Preciso de um conselho. – Disse Milo. Parecia incerto, e não sabia até aonde poderia contar para Aioria sem perder a amizade dele.


— Conselho? Fala. É sobre meninas, sexo, games, sexo... – Falou com um sorriso nada casto nos lábios.


— Só sabe pensar nisso? Não é isso... Quer dizer em parte. É sobre Esmeralda. – O loiro parecia incerto, medo. Aquilo era inevitável não esperava fazer, mas se via sem muita opção.


— O que tem ela? Não estão bem? Ah Já sei! Finalmente vão dar o passo importante? Meu amiguinho deixará de ser virgem! – Aioria deu um largo sorriso e abraçou o loiro pelos ombros.


— NÃO... – Milo acabou gritando, e ficara sem jeito. — É que... Preciso terminar. – O fato era que era apaixonado por tal jovem desde seus treze anos, e há seis meses havia pedido ela em namorado. Pretendia apresentá-la a seu avô e mãe dali algumas semanas, mas pelo visto isso não iria acontecer.


— Como? – Perguntou o outro espantado. — Você está ficando louco, é? Por que vai fazer isso, Milo?


O menor abaixou a cabeça e deixou que lágrimas quentes molhassem seu rosto. Aioria por sua vez viu que o amigo não estava bem e então o abraçou. O loirinho deixou-se embalar pelo abraço, do companheiro e depois que se acalmou, decidiu-se por contar a ele o que estava para acontecer em sua vida.


— Oria, eu vou me casar... – Milo falou sem olhar nos olhos do amigo.


— Co-Como? Milo, você não é muito novo pra casar?! – Aioria quase gritava ao proferir suas palavras, não podia acreditar no que ouvia, preferia acreditar que aquilo era uma brincadeira de mau gosto do outro, mas como o conhecia há tempos e vendo seu estado, sabia que era verdade. — Sua mãe perdeu o juízo foi? E o seu avô o que ele diz disso?!


— Eu vou me casar em dois meses Oria, e não quero enganar a Esmeralda! – Ditou o loiro entre soluços. — Me ajude!


Aioria estava perplexo com aquilo.


— Tudo bem Mi! Estou aqui. – Ditou tentando não piorar as coisas. — Mas você vai ter que me explicar por que isso está acontecendo!


— É melhor não, Oria! – Falou incerto disso. Precisava desabafar, contar, falar, gritar, qualquer coisa que diminuísse a dor em seu peito.


— Não confia em mim, Mi?! – Aioria perguntou magoado.


— Confio. – Apressou-se em dizer. — É que acho que depois que você souber a verdade, não vai mais querer ser meu amigo.


Aioria agora ficara irritado.


— Então você não confia em mim! Você acha que me dizer a verdade vai me fazer afastar de você por quê?


— Por causa do seu irmão. – Pronunciou Milo virando o rosto para não encarar o amigo. Sabia o quanto doía lembrá-lo que seu irmão estava morto. O problema estava em assumir para ele que aqueles que ele considerava como família são iguais aos assassinos que mataram seu irmão.


Aioria o olhou magoado, aquilo era uma ferida aberta em seu ser. Seu irmão fora morto por uma criatura horrenda e má. Os outros achavam que era mentira de sua parte, invenção da mente infantil. Mas ele havia visto aquela mulher aproximar-se e depois atacá-los, e para defendê-lo seu irmão acabou morrendo, lembrava-se bem de seu rosto e da sua clara satisfação em sugá-lo até a morte.


— Do que esta falando Milo?! – Perguntou sem conseguir conter as emoções que tomavam conta de si sempre que se lembrava do ocorrido.


— Minha mãe e meu avô... — O loiro começou sem muita certeza, mas decidiu que devia isso ao amigo e que se ele se afastasse não tinha o direito de julgá-lo. — Eles...


— O que têm eles? – Voltou o rapaz a perguntar.


— Eles são vampiros. — Após contar a verdade viu com tristeza à expressão de dor e magoa que tomou conta do rosto do amigo.


— Achei que era meu amigo, Milo. – Falou ainda mais magoado. — Nunca pensei que você fosse brincar com algo tão sério pra mim.


Antes que Aioria dissesse qualquer coisa a mais Milo pronunciou nervoso:


— Eu não estou brincando Oria! Será que não vê?! – Falava rápido, seu amigo podia até se afastar dele por causa de sua família, mas não achando que ele estava brincando com seus sentimentos. — Mamãe sempre vem me buscar a noite. Você já a viu em qualquer reunião ou festa da escola durante o dia? Já foi lá a minha casa, quantas vezes você viu minha mãe na sala durante o dia? Você já jantou no Asmitha, você já a viu comer?!


— Não! – Aioria ditava assustado vendo os fatos serem lançados assim de forma tão abrupta em sua cara.


— Então. Ela é um ser da noite, é um vampiro. — Após ditar tudo essa verdade aproximou-se do outro e para desespero do loiro viu o amigo olhá-lo com verdadeiro nojo.


— NÃO TOQUE EM MIM! – Gritou com ódio e confusão. — Você é tão nojento quanto eles. Eu tenho ódio de você, Milo! DE VOCÊ E DE TODA SUA RAÇA!


Após essas duras palavras, o rapaz saiu deixando para trás, um Milo ainda mais perdido e perturbado. Não conseguido mais estar ali, ia para casa inventaria qualquer desculpa.


Ao sair da sala de música, deparou-se com uma bela jovem, loira de olhos azuis e pele clara, muito meiga e carinhosa. Que lhe sorriu com muito amor.


— Es-Es-Esmeralda! – Exclamou Milo com espanto. Não estava pronto para falar com ela, não ainda.


— O que houve meu amor?! – Perguntou com preocupação a moça, percebendo que ele não estava bem.


Continua...