Aliança de Sangue
16 Capítulo 15
Notas iniciais
Obrigada pelo carinho, e boa leitura!!
Quando os lábios se separaram por breves momentos os olhos azuis repararam aonde se encontrava. O local era a meia luz, a pouca claridade que perdurava provinha das velas que estavam espalhadas pelo chão, alguns móveis. Havia em alguns lugares estratégicos, incensos que perfumavam o recinto.
A cama dossel era coberta por um lençol de seda preta, e sobre a mesma rosas e pétalas de rosas vermelha que a adornavam. Das pilastras da cama um tecido de renda caia como cortina que eram amarradas por faixas prateada.
Não tinha como não ficar encantado, realmente Afrodite havia caprichado na decoração do cenário que regaria o momento intimo entre os dois. Quando o humano se deu conta do que aconteceria ali, moveu se afastado do vampiro. Sua cabeça abaixara e seus olhos visualizam o chão. Sentiu suas bochechas esquentarem.
— Er... Esqueci de me despedir de meus amigos então... — Virou rápido em sentido a porta a fim de sair dali, porém antes que desse um passo decente o ruivo em uma velocidade que olhos normais jamais poderiam captar impedira seu caminho.
— Esqueça todos... Eu lhe disse que o faria meu. — Kamus disse em um sussurro de voz. Diminuiu a distância entre ele e o loiro, os corpos ficaram tão rentes que as respirações eram capazes de se chocarem.
Trêmulo Milo sentiu a mão gelada tocar em sua em seu rosto o erguendo, os seus olhos encontraram com os verdes, e as faces se aproximaram novamente. Kamus tomou os lábios do menor em um beijo sôfrego enquanto suas mãos envolveram a cintura do loiro. Os pés moveram e com cuidado Kamus o levou para a cama, e como se fosse uma jóia preciosa, o fez sentar...
— Por favor,... — Não sabia o que queria falar, mas ainda assim implorou talvez, gentileza do outro.
Kamus apenas deu um pequeno sorriso e se ajoelhou. Começou retirando os sapatos de Milo, depois se ergueu levando as mãos às vestimentas, abrindo o fraque, desfazendo a gravata e tirando alguns ornamentos dele até que Milo se achasse com a calça e blusa social, ambos brancos. Em seguida o ruivo levantou e suas mãos lentamente fizeram Milo se mover até que o fez sentar no meio da cama. O vampiro encontrava quase de quatro sobre o humano, enquanto seus olhos captavam cada detalhe.
Os fios loiros ondulados espalharam-se sobre o lençol negro, pétalas de rosas grudaram no mesmo. A face corada e a boca entreaberta era a junção pecaminosa para fazer o senescal perde todo o controle, porém não era um humano fraco, e aguentaria mais.
— Lindo... — Kamus sussurrou quando permitiu que seu peso caísse sobre o esposo, cobrindo todo o corpo dele. Para ambos era uma sensação nova, a proximidade era algo quase perigoso.
— Eu nunca... Que dizer... Somos homens e não sei... — Estava envergonhado. Claro que sabia o que poderia acontecer com duas pessoas entre quatro paredes, mas o sexo que tinha ciência era entre um homem e uma mulher... E o fato da igualdade de corpo entre eles o assustava, Ainda mais juntando o fato de que teria sua primeira vez com um estranho que agora era seu marido, era algo realmente assustado.
Kamus não disse nada, apenas permitiu mais uma vez saborear dos lábios que o viciara desde o primeiro beijo. Primeiro lambeu os lábios de Milo, e em seguida os massageando pediu espaço com a língua para se aprofundar.
Suas mãos tocavam os cabelos dourados, o pescoço, braço até segurar firme a cintura. Milo estava atordoado, o beijo que recebia parecia sugar tudo de si, e mais nada coerente apegava em sua mente. Por instinto suas mãos enlaçaram os ombros do ruivo.
Kamus apartou o beijo, porém dava sinal que mal havia começado, sua boca mordicara o queixo de Milo, lambera o maxilar até que passou a experimentar a pele do pescoço, perdendo-se no perfume, na veia que pulsava debaixo de sua boca pedindo para ser deflorada, e a pele macia e saborosa.
— Ahh... Devagar... — Milo pediu com medo de perder toda sua sanidade. Os toques simples daquele ser estava varrendo tudo de si, e isso podia ser assustador, no entanto queria mais e mais...
Kamus sorrira por dentro e continuou a experimentar a pele morena do pescoço do menor, ouvindo os gemidos de Milo que o faziam cada vez mais desejá-lo. Com habilidade enquanto provava o sabor doce de seu esposo, suas hábeis mãos passaram livrar-se das peças que ainda o impediam de ver tudo o que seu esposo escondia de si.
Milo sentiu a camisa ser aberta lentamente, deixando seu peito nu, por vergonha tentou fechar a camisa, porém o ruivo o impediu, sentiu o braço forte dele passar suavemente por dentro do tecido aberto e erguê-lo levando seu corpo moreno para junto de si e tomando novamente seus lábios em um beijo cheio de luxuria, Kamus retirou a camisa totalmente.
Apartando o beijo os olhos verdes do vampiro olharam para Milo de forma ainda mais faminta. E de forma torturante foi depositando beijos molhados pelo rosto, descendo novamente pelo pescoço e agora suas unhas compridas arranhavam lentamente o peito do rapaz,
À Milo cada sensação era nova, sua pele queimava sob os toques de Kamus, sua respiração estava difícil e seu baixo ventre começava a incomodar. Seu corpo estava quente, seu rosto ainda sentia arder por não conseguir esconder seus gemidos.
— Ahhh... Hun... — Milo mordia os lábios tentando conter-se. Era maravilho o prazer que o outro lhe proporcionava. Kamus havia descido até o peito do menino deixando por onde havia passado um rastro de saliva. Deteve-se no mamilo durinho do loiro, deixou que primeiro sua língua vacilante provasse daquele botão, mas em seguida Milo pode sentir leves mordidos que o ruivo ali depositara.
O loiro ainda tinha seu corpo suspenso pelos braços firmes do ruivo e instintivamente arqueou as costas para trás deixando seus mamilos ainda mais a mercê do ruivo. Kamus levou a mão livre até a boca, molhando os dedos e levando-os ao outro mamilo ousou beliscá-lo levemente.
O mais novo pode sentir um espécie de choque percorrer todo o seu corpo e num ato um tanto desesperado arqueou o corpo para frente e repousou a cabeça nos ombros do mais velho.
— Ahh... Não... Huuun... — Milo não conseguia dizer absolutamente nada, de seus lábios macios apenas gemidos conseguiam escapar.
Somente aquela cena era suficiente para que Kamus pudesse alcançar o clímax, mas seu esposo experimentava tudo pela primeira vez e ele estava adorando saber-se o primeiro, podia sim negligenciar-se um pouco para dar prazer ao loiro.
Com certo carinho e um olhar de devoção Kamus depositou Milo no colchão e colocando-se sobre ele com uma perna de cada lado dos quadris do humano. O ruivo começou a abrir a calça e sentiu os dedos quentes do menino tentado lhe impedir
— Não tenha medo meu anjo! — Disse Kamus com a voz ainda mais rouca, tomado pelo desejo. — Não irei lhe machucar...
O menino soltou então as mãos do esposo e direcionou-as ao rosto, nunca ficara nu na frente de outro homem! Nem mesmo no vestiário do ginásio de esportes na escola, ainda mais para um completo estranho.
Kamus abriu o botão da calça e à medida que ia puxando a peça para baixo e ia deixando a mostra a boxer vermelha, que acentuava a cor morena de pele, ia inconscientemente passando a língua sedenta pelos lábios finos.
Kamus quase perdeu a sanidade diante daquela visão, Milo estava mais perfeito agora do que quando adentrara no salão. Seus cachos loiros espalhados pelo lençol, seu corpo belo quase que totalmente despido, seu membro rijo quase saltando para fora da Box, Kamus já não estava conseguindo mais se conter. Milo era tentador e Kamus ainda não estava satisfeito.
Abaixou-se sobre o loiro mais uma vez e foi depositando beijos leves em seu abdômen bem trabalhado, suas unhas agora arranhavam as cochas roliças de Milo.
— Huuum... Aah... Isso é bom!! — Gemia Milo
— Você é tão perfeito meu pequeno! Como eu o desejo! — Kamus sussurrou.
O ruivo alcançou o umbigo do loiro e deixou que sua língua molhada explorasse aquela gruta nem tão profunda, Milo, porém teve a nítida sensação de estar sentindo o ruivo dentro de si, porém dessa vez mordeu o lábio inferior na tentativa de suprimir o gemido.
Traçando uma trilha de saliva Kamus permitiu-se abandonar o umbigo do loiro e descer até o cós da Box, ali foi passeando devagar pelo corpo do humano. Milo sentia-se aquecer, as mãos do marido apertavam suas carnes e em cada lugar que tocava parecia ao menino que seu esposo, demarcava que ali era propriedade sua.
Kamus estava entorpecido, pelo cheiro, o gemido, o corpo e tudo o mais que viesse do loiro naquele momento. Como para provocar passou levemente a ponta do nariz sobre o falo sensível do loiro, que não pode conter o gemido. O ruivo então abriu a boca e deu uma leve mordida no pênis do esposo ainda que por cima da boxer.
Milo contorceu-se era difícil pensar ou falar alguma coisa diante daquelas sensações todas. Já não suportava o tecido embora fino da cueca a prender-lhe o membro.
Como se entendesse a agonia do menor, Kamus levando as mãos ao cós da boxer foi retirando-a devagar, era a ultima peça, aquela que estava a atrapalhar o seu caminho, libertando o falo turgido do rapaz. Foi descendo junto com a peça de roupa, chegando até os pés do menor, olhou-o com intensidade lambendo os lábios de forma despudorada.
Kamus sentiu sua boca salivar, não suportaria por muito tempo, o loirinho era como o mais precioso presente para si. Como uma jóia que não queria quebrar ou machucar.
Mordendo os lábios de forma sensual Kamus permitiu-se gemer diante daquela visão.
— Aaanjo! Hunnn... Aaah, você é realmente belo... — O vampiro tentava concentrar-se mais era inegável o quanto desejava o humano.
O senescal foi fazendo então o caminho inverso e a partir dos pés do loiro foi depositando beijos, chupando os dedos, escalando o corpo moreno e deixando por onde passava marcas de seus dentes ou unhas.
Ao alcançar novamente o membro de Milo, Kamus envolveu-o com a mão e começou a fazer movimentos ritmados, porém de forma muito lenta enquanto começava a depositar beijos quentes na glande.
Ao sentir as mãos de seu esposo envolver seu falo Milo fechou os olhos e apoiando-se nos cotovelos jogou a cabeça para trás, porém ao sentir os beijos do vampiro no mesmo, abriu os olhos e encarou os verdes de Kamus, que já o observavam.
Seus lábios carnudos abriram-se mais palavra alguma saiu de seus lábios. Seus azuis agora estavam nublados com o desejo.
Kamus então começou a passar a língua em toda a extensão do órgão, parecendo estar a lamber um delicioso picolé. Ia da base a glande deixando-o todo molhado, embora o membro de Milo já expelisse o pré-gozo.
— Nãããooo... Paaara... — Milo pediu entre gemidos. E jogava os quadris para frente.
Desobedecendo-o, porém, Kamus parou o que fazia e olhou nos olhos de Milo e assim sem quebrar o contato visual, tornou a encostar o rosto no falo turgido do rapaz e sem delongas coloco-o totalmente na boca.
Milo quase gritou e deixou-se levar pelas sensações que aquele ruivo o proporcionava. Deixou-se deitar na cama e sentia-se ser sugado com volúpia, já não queria pensar, já não queria falar...
— Aaaahhh... Huuun... Boooom!! — Era tudo que conseguia proferir. Levou as mãos aos fios ruivos depositando-a entre eles, permitindo-se forçar a cabeça do ruivo de encontro ao seu membro, enquanto instintivamente jogava os quadris para frente, querendo mais daquela boca
Milo já não pensava, agora se sentia todo envolvido pelo calor daquela boca que o tomava. Quanto mais os movimentos do ruivo aumentavam, menos o loiro raciocinava. Gemia perdido em devaneios.
Kamus por sua vez estava adorando o sabor daquele garoto. Era um sabor inigualável. Levaram suas mãos as nádegas redondas de Milo e apertando-as e suspendendo seu quadril engolindo ainda mais daquele falo.
Foi intensificando a felação e quanto mais aumentava o ritmo, mais ouvia os gemidos de Milo.
Sua boca descia até a base e voltava até a glande sugando-a com vontade. Milo nem conseguia raciocinar, sentia seu corpo ferver e sacudir-se em pequenos espasmos, sentiu que não conseguiria mais se conter e tentou avisar o ruivo, mas as palavras eram confusas.
— Ka-kaaa... Ahaah... Paaaa... E-eeeuu... Voou... Aaahaha...
E em um último movimento o ruivo ouviu um gemido alto vindo de seu esposo e sentiu sua boca ser preenchida pelo líquido quente mostra do prazer de seu esposo humano. Kamus soltou-o devagar tendo o cuidado de engolir tudo, deliciando-se com o sabor de seu loiro.
Kamus sendo um vampiro secular já tivera vários em sua cama, homens e mulheres, todos dispostos a saciar seus desejos carnais, muito experientes... Mas ali, cedendo prazer ao humano, sentira algo nunca experimentado antes... Seus olhos verdes tomaram a cor carmim, vermelhos e predadores... Seus caninos cresceram, mostrando-se perigosos.
Desvendar cada detalhe no loiro, que estava relaxado na cama totalmente entregue... A pele bronzeada e perfeita, com pequenas gotículas de suor que começava a ser formar... A face rubra, a boca inchada e entreaberta de onde a respiração soltava... O corpo toda a sua mercê... Lindo... Perfeito.
Kamus voltou a lamber os lábios, e aproveitando que o menor estava aéreo passou a retirar suas próprias roupas. A pele alva como a mais pura lã ficara a mostra, não havia nenhuma imperfeição nela.
Os braços fortes, o abdômen com os gomos, as coxas torneadas, e as nádegas empinadas...
Tudo naquele ser noturno era algo descomunal e perfeito, mas superava até mesmo uma pintura. Seu falo encontrava carente, túrgido e avantajado, porém Kamus não era um humano fraco — como ele julgava tal raça — Era um ser superior, que saberia controlar seus instintos mais primitivos, mesmo que aquele menino faça-se os mais profundos desejos surgirem em si.
— O levarei ao mar de sensação única... O possuirei a noite toda... — O vampiro ditou quando deitou seu corpo novamente por sobre o loiro e acariciou a face do menor descendo pelo pescoço, tórax... Apertou a virilha para assim abrir as pernas dele e se alojando entre eles. Cada mão fora para uma das pernas as abrindo para si.
Diante do ato, Milo pareceu acordar, ao ser ver ainda mais exposto, e o alarmante medo do que iria acontece dali em diante movera o corpo tentando ir para trás, porém as mãos de Kamus o mantiveram firme no local.
— Aonde pensa que vai? Avisei que não fugiria de mim... — O vampiro disse arranhando as coxas roliças de Milo e as abrindo mais o deixando totalmente exposto aos seus olhos.
— Espere... É que... Talvez... — Milo tentou contesta, mas em vão.
Em um movimento rápido Kamus o virou de bruços, e as mãos segurando os quadris os empinando.
Milo recebeu o que poderia ser um tapa em uma das bandas de sua bunda, uma tapa que ardera e o fizera gemer.
— O que? Pare... — Um receio imenso tomou conta de si. Todos falavam que o ruivo era cruel, mal... E o juramento? Não poderia deixar de temer o que ele faria consigo. Claro que fora sublime a felação, porém as coisas pareciam ficar mais serias agora.
— Deixarei minha marca em você... Saberá a quem pertence. — O senescal ditou sentado sobre as pernas atrás do menor. Ambas as mãos apertaram a dura e bela nádega, massageando a carne ali, no processo apartou as bandas visualizado o casulo ali escondido — rosado — que parecia chamar por ele... Mas não iria com tanta cede ao ponto, iria querer aproveitar cada pedacinho dele antes.
Colocou-se de joelho inclinado sobre o loiro, que segurava com força o lençol e afundara a face no travesseiro. Sugou à pele da nuca, seus caninos arranharam a pele, causando pequenas feridas, porem a língua de Kamus tratava de recolher o sangue, e sara o corte.
Milo sentiu um arrepio em seu corpo. As pegadas fortes, as mordidas ou até quando feria sua pele causava certa ardência e dor, porém não era algo ruim... Era estranho, pois juntando os toques e beijos. Causavam uma sensação sobrenatural que fazia seu corpo todo arrepiar, e desejar por mais.
— Hunm... Isso... Não faz isso, é estranho... Meu corpo... — Não sabia definir nada, e nada coerente saia de seus lábios.
— Pele deliciosa... Sangue divino... — Kamus ditou. Suas mãos apertavam o corpo menor, sentia a maciez da pele e sua boca degustava cada pedacinho. — Gosta? — Indagou descendo os beijos, intercalados em lambidas e arranhões pela espinha dorsal de Milo... Até que finalmente chegava em seu objetivo principal. Deu um pequeno risinho, quando seus dedos abriram caminho novamente e algum deles tocou aquele local, acariciando.
Milo estremeceu. Nem ele mesmo antes tocara ali, e agora os dedos de um quase estranho o acariciava tão intimamente.
— Precisa mesmo toca ai? Não entendo. — Disse na sua ingenuidade. Realmente não entendia por que o outro parecia obcecado por aquele local que para si sempre fora sujo.
— Não sabe? É tão inocente assim ou se faz de bobo? — Kamus ditou ironicamente.
— Ahahh... — Milo gemeu alto quando algo morno se fez presente atrás de si. — Não... Para... É sujo... Hunmmm
A atrevida língua do vampiro serpenteava pela entrada do menor, deslizando pela pregas e encharcando com sua saliva. A mesma atrevia força a entrada, nada muito grande.
Uma corrente percorria seu corpo que se contorcia e gemidos saiam desenfreados de sua boca. Considerava que surtaria diante de cada sensação.
Kamus cunhetava com gosto o esposo, e intercalava em resvalar a língua no períneo por igual... Ou quando lambia os testículos do humano que se encontrava quase de quatro na cama, com as nádegas empinadas e a cabeça rende ao colchão
Milo gemia diante das investidas de Kamus, queria fugir, mas seu corpo o traia visivelmente. As sensações da língua quente do vampiro o estavam enlouquecendo.
Kamus voltou a lamber a entrada do esposo e sem que o loirinho esperasse, começou a invadi-lo com a mesma, Milo sentiu o corpo estremecer, era impossível não se render ao ruivo.
O vampiro por sua vez enterrava a língua sentindo o gosto único do humano e achando-o suficiente o trabalho de sua língua e deixando aquele ponto rosado e pequeno bem molhado, começou a invadi-lo com algo um tanto maior e mais rijo, ouviu-o gemer pela invasão de seu dedo em seu interior. O loiro era bem apertado e Kamus ofegou ao imaginar-se dentro dele.
— Hunn... Isso... Do-dóoi... Aaaaaaaaaa... — Gemeu Milo sentindo o dedo do vampiro dentro de si.
— Calma... Meu anjo... Logo passa... — Kamus ditava com dificuldades, fazia certo esforço para conseguir controlar-se.
— Pa-pare... Aaaaaaah... Huuun... — Milo começou a sentir seu próprio membro dar sinais de vida novamente, mais uma vez pensar tornava-se indispensável.
Quando sentiu que o garoto estava acostumado, inseriu outro digito levando Milo a gemer num misto de dor e prazer. Os dedos do ruivo eram hábeis e alcançaram rápido aquele ponto mágico dentro do loirinho o fazendo ofegar e enfiar a cabeça no travesseiro reprimindo assim um gemido.
Logo o vampiro adicionou mais um dedo e começou a mover agora os três dígitos devagar. Milo sentia-se invadido era incomodo demais, porém logo o desconforto foi dando lugar ao prazer e seu corpo respondia cada vez mais.
Kamus achou que seu pequeno esposo já estava bem preparado e retirando os dedos de dentro do rapaz, ouviu um muxoxo de frustração por parte de loiro. O vampiro riu daquilo, mas em seguida colocando-se sobre o humano ditou baixo em seu ouvido.
— Agora meu anjo, o farei meu!!!!
Milo sentiu um arrepio tomar conta de si, tentou mais uma vez fugir das mãos do ruivo, mas sem sucesso, pois ao tentar mover-se, ele sentiu a mão forte do esposo segura-lo pelo quadril e elevá-lo.
— N-não... Por favor, não estou pronto... — Milo choramingou tentando em vão mover o corpo e sair das garras do ruivo.
— O farei meu, nem que seja a força... — Kamus disse autoritário. Colocou-se de joelhos na cama atrás do menor, fazendo questão de esfregar sua masculinidade entre as nádegas empinadas.
Milo agarrou com força o lençol, afundando sua face no travesseiro.
Desejoso o senescal afastou centímetros do esposo o suficiente para que sua ereção túrgida se posicionasse no latente casulo. Vagarosamente o vampiro estocou para frente. Seu quente órgão forçou entrada nas pregas, e com certa dificuldade fora abrindo espaço na cavidade quente e macia, sentindo um prazer alucinante tocar cada pedaço de si, somente por aquele ato.
Milo arfava, e seus olhos cerravam. A dor que sentia era horrenda. Mesmo que havia sido preparado, sentia sendo partido ao meio diante da violação.
— N-não... Ahahha... Do-dói... Para... Por favor... — Suplicava que o outro parasse. Fora impossível deter as pequenas lágrimas que surgiam no canto de seus olhos, e seus lábios chegavam a ferir devido morder os lábios inferiores.
— Logo ficara gostoso... Hunmn... Que apertadinho... — Kamus falava entre gemidos. Sua frieza era colocada de lado a medida quem sentia ser prensado por aquelas paredes, e correntes elétricas percorrerem seu corpo.
Quando por fim se alojou completamente dentro do canal saboroso, ambos gemeram. Um de prazer sublime, outro de uma dor descomunal.
Kamus manteve-se parado, e em seguida inclinou seu tronco para frente, e passou a desferir lambidas, e beijos por toda espinha dorsal do loiro. Até que suas mãos moveram, e puxou o outro pelos ombros o fazendo se coloca igualmente de joelhos. Os corpos ficaram rentes, e Milo gemeu ao sentir o outro aprofunda mais em si.
As mãos de Kamus passaram a acariciar o tórax, abdômen e cintura do loiro, a sua boca passou a degustar sofregamente a pele do pescoço. Para o senescal sentir aquela veia pulsar debaixo de seus lábios era roubar toda sua sanidade, e qualquer outra coisa que não fosse aquele humano, deixara de existir.
Os olhos de Kamus tornaram-se mais vermelhos, e seus caninos ficaram pontiagudos. Arranhou a pele a ferindo, fazendo filetes de sangue.
— Aaahah... Não seja mal... — Milo pediu jogando sua cabeça para trás apoiando no ombro do marido, enquanto este tinha os lábios em seu pescoço, os caninos roçando ali davam uma sensação única.
— Daqui em diante, pertence somente a mim. — Kamus disse baixo e rouco para em seguida abrir sua boca e permitir que seus caninos aprofundassem, e rasgasse a carne.
— Ahhaha... O-o que... Hunmm... — Milo gemeu arrastado.
Deveria sentir um dor alucinante ao ser ferido, mas ao contrario disso sentia umas sensações desconhecidas, que fazia algo tomar posse de seu corpo, e ser elevado ao nirvana.
Kamus poderia dizer que nunca antes saboreara um sangue tão perfeito e delicioso. Enquanto aquele líquido adentrava em sua cavidade bucal, seu corpo tomou vida própria, como se desejasse duplicar o prazer, fazendo assim começar a estocar o loirinho.
O vampiro movia-se num ritmo cada vez mais rápido, entrava e saia do corpo do esposo de forma um tanto gentil. Passado o primeiro momento o senescal procurava controlar-se a fim de não machucar mais o rapaz.
Milo sentia seu corpo todo estremecer, os dentes de Kamus em seu pescoço o tiraram da realidade, sentia-se leve e vivo, e ao sentir o seu esposo estocá-lo firme sequer pensou em pedir novamente para parar, um prazer imenso o invadiu e ele pode então provar do melhor daquele momento.
Kamus estava sendo o mais carinhoso que conseguia e quando seu falo conseguiu acertar a próstata do menor, sentiu o pequeno estremecer e se entregar totalmente. Como ansiava esse momento, não desejava que acabasse, mas sabia não podia continuar a sugá-lo daquela forma ou ele morreria. Retirou as presas do pescoço do loiro e passou a língua fazendo que o ferimento cicatrizasse.
Milo sentia a luxuria tomar conta de si e ele desejava mais daquele ato.
— Aaaaah... Mais... Aaah... Kamus... Isso é bom... Aaaaah... — Era tudo que conseguia dizer naquele momento.
— Eu sei mon petti... Agora vem!!! — Ao ditar isso o vampiro passou os braços sob as pernas do loiro e sem se retirar de dentro dele, levantou e com passos rápidos. Depositou o rapaz sobre uma mesa que se encontrava ali, deixando com a barriga sobre o móvel e tornou então a estocá-lo.
Tentava não colocar muita força a fim de não machucar, mas o desejo já o consumia, foi ai que ouviu do garoto tudo que precisava para continuar sem receio.
— Kamus... Mas... Rápido — Milo tentava ditar, mas as palavras eram apenas sussurros e gemidos. — Mais forte!! Aaaaaaaaaah.
Kamus não pode negar tal coisa e moveu-se mais rápido e mais forte, o barulho de seu quadril chocando-se ao de Milo era maravilhoso para si. Os gemidos do ruivo começaram a escapar de seus lábios e uniram-se ao do loirinho tornando-se um só.
— Aaaaaahh... Huuuun... — Gemiam ambos tomados pela luxuria e pelo prazer.
Kamus aumentou ainda mais o ritmo das estocadas e levando uma das mãos ao falo do rapaz, quase surpreendeu-se ao encontrar as mãos quentes dele naquele local.
Não a tirou de lá, pelo contrario, juntou a sua a dele e por entre os dedos morenos os brancos de Kamus envolveram o membro túrgido de Milo e juntos passaram a masturbá-lo, no início devagar, porém logo seguiram o ritmo das estocadas, seus corpos dançavam no mesmo ritmo, suas vozes encontravam-se no mesmo timbre.
Cada vez mais não conseguiam se conter e puderam sentir seus corpos no mesmo momento entregar-se ao prazer e Milo num gemido rouco derramou-se nas mãos dele e do ruivo. Kamus sentindo-se apertado por aquele canal estreito num grito gutural derramou-se dentro do loiro.
Milo respirava ruidosamente, enquanto sentia todo seu corpo entorpecido, e sua mente não se pegava a nada. Deixou-se debruçar sobre o móvel, sentido seu coração disparado.
Jamais imaginara que intimidade com alguém seria tão avassalador, que lhe roubaria tudo. Ali teve muitas das suas primeiras vezes, desde sexo, mordida e coma do prazer, pois assim que estava em um mundo à parte aéreo a tudo.
Se toda vez com seu agora "marido" fosse assim, não se arrependia de ter se casado com ele, pois nunca antes se sentira tão vivo, completo.
Somente deu ciência da realidade quando sentira uma mão acariciar sua face, e algo macio debaixo de suas costas. Encontrava-se novamente deitado na cama dossel. Sua pele bronzeada era coberta por pequenas gotículas de suor, e a respiração um pouco mais amena. Não tinha consciência de quanto tempo havia passado, só tomara conhecimento quando recebia novos toques.
— Isso foi... Surreal... —Disse ofegante encarando a face do vampiro. — Você é...
— Eu sei. — O senescal soberbo no que apossou da boca do loiro. Por ser um vampiro não se cansava, e detinha uma libido insaciável, e tornava mais ainda após ser experimentado toda a doçura do loiro.
Enfurecido pelas palavras do ruivo, Milo tentou empurrar o mesmo não tento algum sucesso. E em meio ao beijo veraz desviou os lábios.
— Pare... Sua besta idiota... Não quero... —Não havia gostado do tom do vampiro, dava um ar de arrogância, e se sentiu mero objeto de desejo dele. Não que esperasse palavras de amor, apenas algo mais sutil.
Kamus ignorou a revolto do adolescente, e abandonando a boca voltou a saborear o pescoço dele, e agora de maneira mais presente suas mãos tocavam cada parte do corpo dele, com certa força.
— Ahhah... — Gemeu alto quando uns dos seus mamilos foram mordidos, e suas pernas erguidas sendo postas nos ombros do vampiro. Sentiram um arrepio ao sentir o líquido viscoso sair de si, e a ardência por ter sido outrora deflorado. — Me da um tempo... Eu... — Mal havia se recuperando da intimidade que tiveram, e se via sendo atacado novamente, e talvez o que mais o desesperava era por que seu corpo reagia.
— Irei tê-lo quantas vezes desejar. — O vampiro replicou, colocando em posição certeira, e tomando a boca do esposo novamente, parecia viciado nele.
Milo deixou-se ser levado pelo beijo do vampiro era simplesmente enlouquecedor, e o fazia desejá-lo.
Porém quando Kamus apartou o beijo para que o menor pudesse respirar, Milo o olhou nos olhos e com o olhar altivo e a voz um pouco rouca pelo desejo ditou para o marido.
— Você vai me ter, então deite ai e me deixe fazer do meu jeito!
Kamus desconheceu o garoto, jamais alguém havia lhe dado ordens daquele jeito, porém, preferiu pagar pra ver o que aquele rapaz iria fazer! Deitou-se na cama e surpreendeu-se ao ver o esposo sentar em seu quadril, ambos gemeram com aquilo.
Milo não sabia exatamente o que fazer, mas não se daria por vencido. Tinha feito uma promessa e costumava manter sua palavra, afora isso Kamus fora em partes carinhoso, e havia mexido com o seu orgulho, achando que era perfeito, ele queria mostrar aquele metido que ele também poderia levá-lo a loucura.
A partir daí o lorinho deixou-se levar pelos próprios instintos e pelas lembranças de tudo que Kamus havia feito consigo. Deitou seu corpo por sobre o do esposo e retomou o beijo que havia sido iniciado pelo vampiro.
No início ainda meio sem jeito acabou machucando-se na presa do ruivo, que suspirou ao sentir o sabor daquele sangue novamente em seus lábios. Logo tomou jeito e então sua língua explorou a boca de Kamus de forma quente e sensual, fazendo o mais velho gemer em meio ao beijo.
Abandonou os lábios do esposo e foi descendo devagar os beijos pela pele fria do ruivo, Kamus tentava controlar-se, com certeza aquele garoto não tinha idéia do que podia provocar nas pessoas com aquela boca carnuda e a língua molhada.
Milo mordiscou levemente o lóbulo da orelha do vampiro e foi deixando marcas no pele alva, à medida que ia deixando-se explorar o corpo belo do mais velho.
Foi descendo ainda mais deixando um rastro de saliva por onde passava, mas ao contrario do que achava, estava gostando do que fazia, seu baixo ventre começava a dar sinais de vida, seu corpo esquentara deliberadamente e ele agora sentia um calor imenso.
Desceu seus lábios ao tórax bem definido de Kamus, admirando a pele de alabastro do ruivo. Passou a língua em um dos mamilos rijos de seu esposo.
Kamus mordeu os próprios lábios, para quem nunca havia feito aquilo, Milo sabia usar muito bem sua boca e o vampiro não estava conseguindo esconder o que sentia. Sua pele sempre tão fria parecia esquentar! Apesar da inexperiência, o garoto estava se saindo muito bem.
Depois de lamber, sugar e morder os mamilos do senhor dos Ventrue, Milo foi descendo, mordendo a pele, seu desejo ia aumentado, sua vontade era provar cada pedacinho daquele homem. Foi descendo e alcançou o umbigo do marido e deixou a língua afundar-se naquela cavidade, devagar e sensualmente.
Levantou o olhar e o que viu o fez sentir-se bem, Kamus exalava luxuria, ainda que o loirinho não entendesse, sabia que pelo olhar nublado do outro que estava no caminho certo. Abandonou o umbigo e quando seus olhos avistaram o membro de Kamus, involuntariamente lambeu os lábios. Aquilo fez o membro do ruivo pulsar, estava louco para possuí-lo novamente.
— Huuun... — Foi inevitável prender aquele gemido.
Milo levantou o olhar e de forma extremamente sensual pareceu comer o ruivo com os olhos. Ele então abaixou-se e sem desviar o olhar do de Kamus foi descendo a língua até o umbigo e foi escorregando devagar até a virilha do vampiro e deixou os dentes arranharem a pele.
Tomou o membro do esposo nas mãos e um pouco sem jeito começou a masturbá-lo, até sentir a mão do ruivo sobre a sua e mostrando de forma silenciosa como fazer. Não demorou a pegar o jeito e pode ouvir o ruivo gemer abertamente.
— Aaah... Huuuun... — Kamus nada ditou, apenas gemia.
Kamus fechou os olhos e sentiu Milo soltar seu falo, porém aquela sensação de abandono durou pouco, e sem que conseguisse conter, um gemido alto escapou de seus lábios.
— Ahaaah ... Mi... O-o que... Huuunn
Milo havia colocado o membro do ruivo em sua baça, a maciez daquela cavidade e o calor ali presente quase se assemelhavam ao interior do rapaz. Milo começou devagar.
Kamus movia o quadril para frente tentado entrar mais fundo naquela boca, já não conseguia raciocinar.
Sugou o ruivo com vontade e logo pode sentir as mãos do ruivo por entre seus cachos a controlar o ritmo daquela felação, logo Kamus literalmente fodia a boca de Milo, porém sem grosseria, sem maldade, podia sentir o membro vibrar dentro da boca do loiro e a cada vez que o rapaz gemia.
Kamus não soube o que pensar, aquela boca o estava levando mesmo a loucura, porém à medida que os gemidos do ruivo iam aumentando e Milo percebeu que ele chegaria ao limite, parou bruscamente o que fazia e viu o ruivo urrar em desespero e frustração.
O membro de Kamus estava totalmente molhado com uma mistura de saliva e pré-gozo, então sem esperar muito, Milo colocou-se sobre o quadril do ruivo novamente, sabia que aquilo nãos seria fácil, mas desejava senti-lo dentro de si novamente.
O Senescal o olhou intensamente, pode ver o medo e a hesitação nos olhos do marido, e num ato quase desesperado e possessivo o vampiro segurou o quadril do loiro.
Milo contorcera todo o corpo quando sentiu aquele pulsante órgão abrir novamente caminho em si, porém não havia dor em si, incômodo sim, mas não a dor que sentira na primeira vez.
— Ahahahh... — Gemera arrastado e fechara os olhos com força jogando a cabeça para trás quando sentara completamente no marido, o sentido lhe alargar.
O tronco de Milo inclinou para frente e seus lábios se uniram ao do ruivo, um beijo ardente e molhado. Ficaram naquelas carícias até que o vampiro julgara que não poderia esperar mais.
— Milo...
O humano ergueu-se olhando com uma expressão luxuosa para o outro abaixo de si. Naquela posição ele que comandava e deixaria claro para aquele ser que era pura sedução. Apoiando suas mãos do tórax de pele extremamente alva o loiro começou a mover seus quadris em um rebolado lento. Seus olhos mantinham fixo no outro abaixo, enquanto ele ditava a velocidade.
— Hunmm... Como pode ser tão gostoso? Mexe mais vai... Delícia... — Kamus disse arrastado. Naquele quarto, entre aquelas paredes e sobre a cama o frio e calculista vampiro parecia sumir dando espaço a um ardente amante.
— Ahha... Move... Junto... — Milo praticamente ordenou sendo prontamente atendido. Agora o ruivo arremetia para cima, enquanto o loiro ia em seu sentido, ambos em uma dança frenética e erótica.
Os corpos pareciam ganhar vida própria, movendo ininterruptamente ansiando pelo prazer supremo, que parecia realizável somente um com o outro. Ambos estavam muito excitados, e cada vez mais necessitados por mais.
Kamus sentiu o anel do menor contrair em volta de seu falo, e sabia que isso indicava somente uma coisa. Levou uma de suas mãos ao duro falo de Milo começando uma árdua massagem. Ah! Ele era lindo, e cada pedacinho dele fazia algo desconhecido tomar posse de si, porém naquele momento não desejava descobrir o que era.
Milo ao sentir a mão do outro, diante da dupla massagem não demorou para alcança seu terceiro orgasmo aquela noite.
— Ahahhahaha... Kamusssss... — Gemera alto, sem importar se todo no castelo ouviria ou não seus urros de prazer. Uma eletricidade percorreu cada parte de si, e seus quadris com vida própria ainda cedeu em mais algumas estocadas até que sentara com tudo no marido permitindo que ele fosse fundo.
Ao sentir aquelas paredes aveludadas o rodear, apertando em uma alucinante massagem, mais uma vez o vampiro ejaculou potente dentro do pequeno, sentido um prazer descomunal... Parecia que cada vez mais ele ficava melhor. Kamus jogou a cabeça para trás gemendo rouco, e segurando com firmeza os quadris do esposo.
Ambos estavam agora de todas as formas conectados, de uma maneira antes desconhecida para ambos.
Continua...
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