Alex Wake, o Filho Do Sol
1 O meu diferente modo de começar uma história
“Era uma vez”, nem sei se esta é uma boa forma de começar a minha história, para falar a verdade, se eu soubesse como seria a minha história eu nunca desejaria ter nascido.
Você pode achar paranóia minha, em falar isso, mas não, não é, quase nenhum meio-sangue gostaria de ter nascido. Derepente parece que todas as histórias de mitologia entraram de algum jeito na minha vida real. Você deve estar lendo isso e achando um absurdo, mas eu vi, eu senti, eu vivi tudo aquilo.
Se você leu todos aqueles livros idiotas sobre mitologia e ter pensado “Onde e quando eu vou usar isso na minha vida!? NUNCA! Esse negocios de mitologia nunca existiram de verdade.” Mas para mim, isso me ajudou a sobreviver e contar minha história hoje para você que está lendo.
Meu nome é Alex Wake.
Tenho quinze anos de idade. Atualmente moro nos Estados Unidos da América, no estado da Flórida, Miami. Moro com minha mãe, por que meu pai, bem, não sei explicar direito, ele me abandonou. Tenho transtorno déficit de atenção — eu não consigo prestar atenção nas coisas como as outras pessoas — e dislexia — as letras embaralhão na minha mente na hora de ler alguma coisa, é como se a palavra "Carro" se transformasse em "raoCr". E por isso, bom, sou um pouquinho desligado nas aulas, principalmente nas aulas de história (Um grande erro meu.) Bom a unica aula que eu vou até bem é educação fisica. Eu sou otimo em mirar, arco e flechas, dardos, coisas do tipo.
Sou pessimo para me descrever fisicamente, mas vou tentar, tenho olhos azuis. Cabelo loiro liso, como as pessoas chamam “topete”. Tenho 1,73 de altura. Musculosos definidos por causa dos exercícios que faço diariamente. Para a maioria das meninas, sou um exemplo de perfeição (risos).
Tenho sonhos estranhos. De uma coisa com pernas peludas e chifres na cabeça precisando me salvar de alguma coisa ou de alguem. Algumas vezes eu sonho com um homem com um arco e flecha na mão, com aparecias idênticas as minhas, saia uma luz divina – muito parecido com o sol, mas não era de ser deixar cego ao olhar. Ele me dissera “Em breve você estará em seu lar, filho.”
E é claro eu não entendi absolutamente NADA!
O que ele queria dizer meu lar?
E como assim filho?
Bem, não queria entrar no assunto com minha mãe, porque ela sempre ficava estranha quando eu tocava nesse assunto – meu pai – com ela, então decidi ficar calado. Também tentei pensar que era só mais um sonho sem sentido. Logo depois que estava pronto para mais um dia de tortura na escola eu desci para tomar meu café da manhã e me preparar para a tortura começar.
Então me sentei na mesa, recheada de coisas gostosas, bolo de chocolate, cookies, suco, cereal matinal e muitas outras coisas. Minha mãe era daquele tipo, liberal, a mãe mais perfeita do mundo. Ela tem olhos castalhos claros. Cabelo castanhos cacheados. Minha mãe era e é a melhor mãe do mundo.
Sentei-me e logo ela falou
– Bom dia meu amor, dormiu bem?
Fiz que sim com a cabeça, porque ela não gostava que falasse com boca cheia.
– Preparado para a escola hoje? – perguntou ela, sabendo que minha resposta seria não.
– Ah, quem sabe esse dia seja, sei lá “legal”.
– É – disse ela, com um sorriso lindo no rosto. – Quem sabe.
– Filho, — ela me chamou olhando para o relogio – está quase na hora! Melhor você ir!
– Tudo bem mãe, vou pegar minhas coisas lá encima.
Então peguei meu onibus para ir pra escola, só que havia uma coisa muito estranha, um homem com barba grande, parecida com a do papai noel olhava fixamente, era como se ele queria me comer vivo ou algo do tipo, tentei sorrir e fingir que estava tudo bem.
Fale com o autor