— Harold...

As palavras escorriam de minha mente, assim como o sangue na cerâmica. Meu coração implorava por descanso, as lágrimas que desciam pela minha face aprovavam este pedido desesperado. Minha alma contorcia-se na agonia escarlate e lamentava o fim, ao mesmo tempo desejando-o.

Os segundos se esgotavam, e o silêncio caminhava nas vestes negras da figura imponente, que carregava a foice e outrora fora alvo de meu pavor, e no presente, apenas uma amiga querida estendendo a sua mão para ajudar-me.

Diria minhas últimas palavras, para o meu amigo, assassino e amante. Meu portador de armas.

— Harry, eu te amava.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!