Além dos Miraculous
7 7°Capítulo: Nova irmã, novas rotinas.
Notas iniciais
Acordei encarando o teto, mais um dia de mais de 3000 anos, tentei me levantar e fiquei sentada na cama por alguns segundos, olhei o relógio, curiosa sobre a hora:
—AI MEU MIRACULOUS, JÁ SÃO 07:30? VOU ME ATRASAR. -Pulei de cama e corri para o banheiro tinha que chegar na escola pelo menos as 08:00h. Tomei um banho rápido com o cabelo amarrado num coque, e logo depois fui escovar os dentes, passei desodorante e fui até meu guarda-roupa, peguei as primeiras roupas que vi, que no caso era uma blusa do Jagged Stone, um shorts qualquer e coincidentemente, meus tênis com estampa galáxia que combinava com a blusa que por acaso era a capa do album de Jagged Stone que a Marinette fez.
Cheguei na cozinha, olhei para o relógio marcava 7:40, que recorde me arrumei em 10 minutos, mal sentei na cadeira e Adrien veio com sua mochila, ele estava sem o casaco branco que geralmente usa, revelando a camiseta de manga curta preta.
—Acordou tarde por causa da patrulha?- Ele fez que sim com a cabeça.-Bate aqui. Eu estou exausta como se tivesse cochilado em vez de dormido. -Levantei meu punho pegando um copo de café, Adrien se sentou e bateu no meu punho.
—Fez tarefa de história? — Ele disse comendo rapidamente.
—Se fiz a tarefa da matéria onde tenho vontade de dizer: não foi assim não, eu vivi a experiência e não foi assim.- Disse indiferente comendo os ovos mexidos.- Não, não tava nem sabendo dessa tarefa. -Soltei meu garfo no prato. — ME DEIXA COPIAR DE VOCÊ? -Implorei apertando as duas mãos em sinal de imploração.
—Nem tem tarefa nenhuma, ele ta querendo te enganar. — Disse Plagg saindo da mochila de Adrien e voando até bem próximo do meu rosto.
—PLAGG!Assim perde a graça!- Ele disse frustrado, aposto que seria capaz de jogar Plagg na mochila com tudo.
—HAHAHA! Não creio, sério mesmo Adrien? Tenho que admitir que enganou a mestra dos Chat Noir's que já viveu anos e anos de pegadinhas. — Disse me apressando para comer. -Vamos logo ou vamos nos atrasar demais para a aula. -Eu disse pegando minha mochila, e Adrien fez o mesmo.
Fomos para a limousine e o Gorila (nosso motorista) já estava nos esperando lendo alguma revista ou jornal no banco da frente, antes dele dar a partida, Nataliê nos deu nossos horários, meu primeiro horário:
—Aulas de chinês? Não posso ter de... Inglês Britânico? Eu sou fluente em chinês. -Eu disse encarando Nataliê. — E eu também já falo inglês fluentemente também.
—Prove, no seu orfanato não tem nenhum diploma. — Ela disse cruzando os braços.
—Primeiro: 我在四歲的時候與中國的家人住 (Eu já morei com uma família chinesa aos 4 anos de idade), segundo: I studied a lot of English over the internet at the orphanage (Eu estudei muito inglês através da internet no orfanato). — Disse tentando falar rapidamente para irmos logo.
—Ela falou certo, na primeira frase ela falou que morou com uma familia chinesa aos 4 anos, e na segunda ela falou que estudou muito inglês no orfanato. -Adrien me defendeu encarando Nataliê que continuava séria.
—Está bem, marcarei aulas de inglês britânico.
—Muito obrigada, agora temos que ir para a aula. -Disse fechando a porta do carro. E o carro deu partida, eu e Adrien conversamos muito durante o percurso até a escola, sobre assuntos aleatórios, como por exemplo: qual século é mais legal.
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— Como você realmente aprendeu chinês? — Ele perguntou enquanto íamos até a sala de aula.
—Com 3000 anos, eu sei mais do que só chinês, sei falar :francês, chinês, japonês, inglês, russo, polonês, alemão, português brasileiro e de Portugal, coreano, espanhol, grego, e... sempre esqueço o último. Ah! Zulu, sou fluente em zulu também. -Resultado de uma princesa que teve que aprender vários idiomas graças ao comércio, quis acrescentar.
—Esse último é realmente uma língua?- Ele indagou, nessa altura estávamos nas escadas.
—Pois é, não lembro o país onde se fala zulu, mas eu sei, também sei tocar vários instrumentos. — Disse correndo até a porta da sala de aula, a nossa professora, Sra.Bustier, ainda não estava lá.
—Depois você me conta. — Adrien sussurou se sentando na carteira da frente e eu corri para o fundo.
—Hey! Nath! -Cumprimentei Natanael com um aceno e sorriso, como fazia todos os dias.
—Oi! Então o que você escreveu hoje? Eu fiz alguns quadrinhos e a primeira edição está quase pronta. -Natanael me deu um gibi.
—Sério você desenha muito bem, está incrível! Tem certeza que quer lançar o seu gibi da Ladybug aqui no colégio? — Perguntei passando as páginas sem muitas cores fora vermelho, azul e preto.
—Claro, não teria me dedicado tanto para nada, você já fez o roteiro da segunda edição? -Ele me encarou como se disse com o olhar, "vou te matar se você não tiver feito".
—Sim, ta aqui. -Abri a mochila, procurei por algumas folhas e entreguei para ele.
—Obrigado. -Ele pegou e guardou em baixo da mesa.
—Dupla de ruivos? — Estendi a palma da mão para ele, num sinal de hi-5.
—Dupla de ruivos! — Ele bateu na minha mão.
A aula foi muito demorada para meu gosto, acho que foi por não ter uma Marinette atrasada para me acordar com a porta, quase dormi durante a aula pelo cansaço que a patrulha me trouxe, acho que foi o mesmo que aconteceu com Adrien e Marinette.
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Quando finalmente o sinal batera eu estava lendo um dos meus mangás (HQs japoneses)durante a aula e não havia terminado , e o mangá tinha um assunto, como posso dizer... meio... de adultos... Algo que alguém de 14 supostamente não deveria ler.
—O que você está lendo? — Adrien chamou minha atenção, dei um pulo e guardei o mangá rapidamente na mochila.
—N-NADA NÃO, É- É NADA! — Disse no desespero sem realmente saber o que dizer, aquela altura eu já estava vermelha, não é de se esperar que encontrei uma menina de supostamente 14 anos lendo algo para +18. Meu santo Kwami, que constrangedor.
—Só pelo modo que você respondeu já prova que é algo. — Ele disse abrindo minha mochila procurando o mangá que escondi bem rapidamente. E pois a mão por cima impedindo-o de olhar.
—T-TA BOM EU FALO. -Gritei não intencionalmente, e ele imediatamente tirou a mão da mochila. Olhei para os lados verificando se não tinha ninguém. — Bem, como você sabe tenho mais de 3000 anos e tal, então supostamente, posso ler qualquer coisa e... bem, esse mangá... quer dizer, HQ, é para +18 então... Você não pode ver, sabe. Não é recomendado para menores de 18 anos, e tal,
—Ta brincando comigo né? -Ele disse chocado.
—Não. Hehe! -Falei numa risada nervosa.
—Quer saber preciso saber sobre esse assunto não, só vamos para casa almoçar. — Ele disse se virando e indo até a porta, peguei minha mochila e fomos até em casa.
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Em casa, fomos até a sala de jantar, esperando nosso almoço, tínhamos uma hora aproximadamente para almoçar antes de ir para o turno da tarde na escola, enquanto a comida chegava ficamos conversando, até que conversávamos bastante comparando Adrien com outros irmãos que já tive.
— Ei! Você falou que sabia tocar instrumentos, quais você sabe tocar? -Ele me perguntou bebendo suco de uva.
—Ordem alfabética ou ordem de aprendizagem? -Brinquei.
—Sério que são tantos assim? -Ele arqueou a sobrancelha.
—Sei o suficiente para fazer uma palestra. -Eu ri.- Com 3016 anos você esperava o que? Mas quer saber vou falar de uma vez: eu toco piano, violão, guitarra, bateria, flauta, violino, harpa, baixo, saxofone, clarinete, e já até fiz aulas de canto.
—Poliglota e musicista, você passou esses 3016 anos só aprendendo coisas ou o que? — Ele disse comendo um pedaço de peixe (coincidência?Acho que não).
—É nem parece com o modelo Adrien Agreste que fala chinês e toca piano...Ei espera, você podia fazer isso!
—Fazer o que? — Ele perguntou me encarando com uma óbvia cara de dúvida.
—Tocar piano, você podia tocar piano para Ladybug! — Eu disse muito animada. — Com meu conhecimento sobre ela até mesmo sem a máscara, tenho certeza que ela amaria uma música composta para ela.
—Até que não é má ideia. Mas como íamos fazer ela ouvir?
—Patrulha no Louvre, posso "levar" o piano até lá, entre aspas. E você pode tocar para ela. Depois da aula te ajudo com a composição da música.
—Ta bem, mas temos que fazer algo que condiz a personalidade dela, ou seja, algo perfeito. — Ele disse começando a viajar em um universo paralelo de joaninhas, lucky charm's, Chat flertando com Ladybug, onde eles são casados e tem 3 filhos, um gato e uma fazenda de joaninhas.
—Não exagere, ninguém é perfeito. -Eu disse chacoalhando ele pelos ombros, acordando-o do universo My Lady.
—Ela é sim. -Adrien retrucou.
—É só uma garota como qualquer outra, tem braços, pernas, nariz, etc. -Retrucou Plagg saindo da mochila de Adrien.
—Dois contra um. — Eu disse. Logo depois a porta foi aberta por ninguém menos que Nataliê, Plagg se escondeu na hora.
—Adrien, Mariana, me sigam. -Ela disse seriamente. Subimos algumas escadas e paramos em frente a uma porta. — Entrem. -Ela mandou, e o fizemos.
Era um quarto escuro onde tinha uma mesa de escritório, duas cadeiras na frente da mesma, e uma cadeira de escritório, onde se encontrava Gabriel Agreste.
—Pai.- Adrien disse.
—Senhor Agreste. -Falei
—Sentem-se. -Ele falou friamente, ao falar com ele, eu sentia que ele não tinha alma ou sentimentos, me dava calafrios. — Tenho algumas coisas a tratar com vocês e não através de Nataliê, como modelos das Companhias Agreste, tem algumas responsabilidades a mais do que vocês, para começar, a notícia sobre Mariana se espalhou rapidamente, ou seja, sua nova rotina vai começar logo amanhã. -Ele disse apontando para mim, ele dizia profissionalmente, como se fossemos seus funcionários e não filhos. — Terá dias cheios, e com as pessoas falando sobre Mariana as pessoas ficaram mais agitadas e curiosas sobre isso, tanto que já foi marcada um entrevista para ambos fazerem no sábado, pela tv, se quiserem podem convidar cada um, duas pessoas. Adrien, é bom se manter mais focado em suas sessões de fotos, queremos atingir a perfeição. — Ele disse queremos, mas tinha mais soado como um: quero. — É apenas isso, agora podem ir para aquela escola pública. -Ele disse pública como se fosse algo agoniante. Aos sairmos da sala ficamos parados na entrada mesmo. Nataliê já havia saido dali.
—Não sei o que é pior, ter um pai desde que nasceu e que te trata como um objeto de demonstração, ou não ter conhecido o pai e saber que ele é um super vilão querendo as miraculous do meu irmão e da minha amiga. — Eu disse tentando soar uma piada.
—Humpf! -Ele disse desviando o olhar para o chão e se apoiando na parede, cruzando os braços.- As vezes nem sei diferencia-lo de um chefe para pai.
—Pois é, temos um enorme azar para pais. — Disse me apoiando na parede ao lado dele, não resistimos e demos uma boa risada.
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Durante o turno da tarde não foi nada demais, ajudei Nath com os quadrinhos e fiquei lendo meus mangás durante a aula de novo.
Eu estava é realmente ansiosa para ir embora e fazer a música para Ladybug, ou melhor Marinette, pensei em vários conjuntos de notas que Marinette adoraria, e comecei a escrever no meu caderno.
—Compondo a música da minha amada sem mim? -Ele disse fazendo um drama bem falso, para eu dar risada. Foi o que fiz.
—Só adiantei, o que acha. -Mostrei a partitura para ele, e o mesmo se sentou do meu lado e começou a tocar.
—Ficou incrível, tem certeza que ela vai gostar? -Ele me encarou com a sobrancelha arqueada.
—Não por que nem terminamos ainda. -Peguei meu caderno e escrevi mais. Ficamos o resto da tarde toda escrevendo a música, não tínhamos notado o tempo passar, estava começando a escurecer.
—Ficou perfeito, como my Lady. -Ele disse admirando a partitura como se fosse um diamante.
—Eu sei que sou ótima compositora, mas de novo, não existe perfeição.
—Isso é questão de opinião. -Ele retrucou.
—Não vou brigar, só vamos tomar banho e nos prepararmos para ir ao Louvre. — Me levantei e Adrien fez o mesmo, tenho certeza que ele tomou um banho bem caprichado para estar "perfeito" para sua Lady. Me transformei e guardei o caderno num bolso que supostamente não existe na minha saia, mas magia é magia.
—Adrien? Temos que ir. -Bati na porta e ele abriu.
—Me chama de Chat Noir quando estiver transformado, menos se my Lady estiver ouvindo. -Ele disse num sorriso bem felino, típico Chat Noir.
—Muito engraçado gatinho, vamos logo. -Disse entrando e fechando a porta, andei em direção a janela e voei até fora de casa. -Não quer que eu te leve segurando seu bastão? Tipo, você se segura no seu bastão e eu te levo.
—Não, vou no clássico. -Chegamos relativamente rápido no Louvre, também com o empenho do Chat. Ao chegarmos num prédio exatamente do lado do Louvre, magicamente fiz aparecer um piano e coloquei a partitura no lugar.
—Espera... — Fiz surgir flores vermelhas e rosas e coloquei sobre o piano. — Agora sim! Purrfeito como diria um certo gatinho preto aqui.
—Muito obrigado pela ajuda. -Ele disse se sentando no banco, vi Ladybug chegando de em nossa direção.
—Pessoal o que é tudo isso? — Indagou-a se referindo ao piano e as flores.
—Apenas escute. — Falei a Ladybug. — Chat, começa.
Chat se concentrou no piano e na partitura, começou a passar os dedos habilidosamente entre as teclas, a música de certa forma combinava com Marinette, apesar dela adorar Jagged Stone, não daria muito certo uma música romântica com aquele estilo, (deixando claro que sou muito fã dele também). Dei intervalos entre olhar para Chat e Ladybug, olhei a reação dela, ela estava admirando, era óbvio no rosto dela, estava com os olhos fixados em Chat e estava até com a boca entreaberta com as mãos sobre o peito, conforme a música ia tocando, dava para ver por de baixo da máscara a bochecha dela ficando avermelhada, estava transparecendo através daquela máscara, a Marinette, a garota na qual ela é a maior parte do tempo, uma garota como qualquer outra, filha de um casal de padeiros, uma garota gentil com uma vida cheia de aventuras. Quando a música acabou os olhos dela brilharam, como nunca brilharam quando ela usava a máscara.
—Isso foi, l-lindo, não sabia que você tocava piano, e toca muito bem. -Ela disse admirada. -Hum! E essas flores?
—São para você, My Lady. -Chat respondeu com um grande brilho nos olhos.
—S-Sério?! São lindas. Ahn, obrigada... -Ela logo depois chacoalhou a cabeça. — M-Mas de qualquer forma, temos patrulha para fazer, e de novo, obrigada pela música.
—Eu que agradeço. -Consegui ouvir Chat murmurando.
Peguei meu caderno e puis em meu bolso "imaginário", desfiz o piano magicamente e peguei as flores, "Empresta seu yoyo Ladybug?" eu disse, ela fez que sim com a cabeça e deu, o abri e comecei a digitar códigos, uma luz fraca se emitiu sobre o yoyo e coloquei as flores por cima, elas foram digitalizadas pelo yoyo.
—Pronto, agora é só apertar todas as bolinhas pretas do yoyo em qualquer sequência e ele voltará para suas mãos, pra sabe, ficar mais fácil de você levar. — Disse estendendo o yoyo para Ladybug.
—Oh! Obrigada. -Ela pegou delicadamente, como se fosse estragar a flores.
Ficamos andando em volta do Louvre, de turnos em turnos íamos trocando quem ia dar uma volta por Paris para verificar se nenhum akuma estava a vista. Ladybug havia acabado de voltar, sem nenhuma novidade.
—Estou com fome e começando a ficar cansada. -Disse me deitando onde estava mesmo, estava começando a ficar exausta, vida de herói não é para qualquer um, haja energia 24h por dia.
—Acho que já está tudo seguro, já são quase 2 da manhã, e ficamos bem desgastados ontem, até que merecemos um descanso. Afinal até vilões precisam dormir. — Ela disse checando seu yoyo
-Concordo, meu pai vai me matar amanhã com a quantidade de olheiras que vou ter. -Chat disse encostado numa parede olhando as estrelas.
—Ai meu deus, amanhã é minha primeira sessão de fotos, Gabriel Agreste vai me matar. -Eu me levantei bruscamente, no desespero, tirei minha máscara e fiz um espelho magicamente. — Acho que maquiagem dá conta dessas olheiras. -Disse encarando as pequenas bolsas embaixo dos meus olhos.
—Parabéns Mariana! Tomara que você se saia bem. Espera você chama seu pai adotivo de Gabriel Agreste?
—Obrigada, mas nossa vou precisar de uma grande ajuda do Adrien, não sei como funcionam as sessões de foto hoje em dia. Na realidade chamo de Senhor Agreste, não consigo chama-lo de pai.
—Oh! -Ela disse num meio triste.- Mas de qualquer forma, melhor irmos, ou estaremos acabados amanhã se vier algum akuma. — Disse Ladybug se levantando. -Até próxima patrulha, amanhã vai ser em Notre Dame.
—Ok. Até amanhã -Eu e Chat dissemos em uníssono, e depois nos encaramos assustados, Ladybug deu uma risada e acenou antes de sumir na escuridão.
—Não acredito que deu cerrto! Isso é Miauvilhoso, acho que nem vou conseguir dormir direito hoje, talvez amanhã também, ou talvez o mês inteiro. -Chat disse animado, como uma criança que acaba de ganhar um doce que a mãe falou que ele não podia comer. Eu apenas ri da dança que ele fez.
—Ainda temos muito progresso pela frente para fazer, então é bom estar bem descansado, pensando bem, acho que não vou vir na patrulha amanhã, daí vocês podem conversar, e eu posso te ajudar com o que falar.
—To dentro. -Disse Chat estendendo a mão e apertei forte-Mas nada de me atrapalhar de propósito.
—Não prometo nada. -Disse numa piada. Logo depois disso, começamos a ir até em casa, desta vez eu carregava um gato preguiçoso pelo bastão, por que ele estava cansado. Ao chegar no meu quarto, apenas me joguei na cama e apaguei feito uma lanterna que perdeu a pilha.
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