Notas iniciais
Bem, agora eu já ajeitei tudo e estou postando tudo o que eu já tenho de uma vez. XD'

Luka lia um livro, já está na carruagem de seus pais, ela si sentia feliz iria ser um pouco indepedente, não teria seus pais falando o que ela deveria fazer ou ser, não teria que sair escondida para as festas que era convidada, ela simplesmente seria livre para fazer o que ela bem entendesse, até mesmo arranjar um namorado, apesar de sua mãe querer que ela seja uma freira.

Sentiu a carruagem parar de repente e logo a porta da mesma foi aberta pelo cocheiro.

- Senhorita Megurine, chegamos a mansão Hastune.

Luka: Que bom, bem avise que eu cheguei.

Miku havia acabado de tomar seu cafe da manhã estava vestindo um vestido lilás com fitas brancas em seus cabelos sempre amarrados em duas chiquinhas, e lia um livro calmamente.

Luka: Prima Miku, como vai? — disse a garota correndo com o seu livro na mão até chegar a prima -

Miku: Luka que bom vê-la — as duas si abraçam — Você ainda continua a mesma mau humorada de sempre?

Luka: E você ainda continua o bebê chorão de sempre?

Após os insutos, ambas começaram a rir.

Miku: Mas me fale prima, o que fazes aqui?

Luka: Bem tive uma discução com a minha mãe, ela quer que eu seja freira, logo freira, e também porque estamos na época de salmão e aqui é bem fácil de conseguir comprar os melhores.

Miku: Tem lógica, mas por que não queres se tornar uma freira prima?

Luka: Bem Miku. — Luka andou um pouco e rodopio no próprio eixo. — Porque não combina comigo e eu quero ter uma ventura romântica onde terá lutas, paixão e onde o meu amado irá me encinar os prazeres da vida.

Miku: Tão cedo e já é pervertida? — a garota suspira rindo um pouco -

Luka: Vai me dizer que não anda lendo aqueles livros roxos lá da biblioteca. — falou Luka lembrando de que os livros eram proibidos, e que os pais de Miku escondião até o fim.

Miku: Quem sabe, eu posso ter lido sim ou não — disse tentando fazer um certo mistério, deixando assim a prima com mais interesse -

Luka: Si leu, eu quero sabe, conta prima. — Luka pareceu uma criança que espera o natal. -

Miku: Ora, eu não sou narrador de história, leia você mesma.

Luka: Você em, mas e então como estão os gêmeos, faz tempos que não os vê?

Miku: Sim.. faz um certo tempo.. — dizia se lembrando dos dois Kagamine, até que estremeceu — Já estou preocupada, eu quero saber como eles estão, mas não tem como saber, não mandam cartas e nada.

Luka: hum a gente pode ir visitá-los para matar as saudades, não acha minha prima?

Miku: Sim, vou mandar uma carta para avisar. Queres fazê-la junta comigo, Luka?

Luka: Será um prazer Miku.

Enquanto isso na mansão Kagamine

Len andava desprecuopado pelo jardim, os empregados da casa estavam em seu inúmeros afazeres, após a perda de parte da fortuna muitos empregados foram despididos, até que ele sentiu ser abraçado por trás, era cabelos loiros, corpo pequeno e estava usando aquele vestido que a deixava mais angelical possível.

Len: Rin podemos ser vistos aqui...

Rin: Não importa estar aqui com você, é o que eu preciso.

Len: Er.. — o garoto cora com o comentário — Mas Rin..

Rin: Len, isso é só um abraço, quer dizer que agora irmãos não podem se abraçar? — a loira perguntou fazendo bico e uma careta, parando de abraçar o irmão e cruzando os braços -

Len: É que , eu fico com medo de tirarem você de perto de mim. — ele falou corado e depois a olhou nos olhos -

Rin: Mas sim Len, isso foi só um abraço, não vai ser hoje que o noivo arranjado que a nossa mãe achou vai aparecer aqui em casa arrebentando a porta. — a loira suspirou, um pouco corada, olhando nos olhos do irmão -

Len: Falando em noivo, não sabemos quando ele vai chegar não é? — Len falou preocupado -

Rin: É.. — respondeu um pouco cabis baixa -

Len: Mas isso não importa. Enquanto nós estivermos juntos, tudo vai dar certo. — ele falou abraçando e dando um beijo da testa — Afinal sou o seu irmão, eles não podem privar um irmão de ver o outro.

Rin: Não quando se tem a nossa mãe... — a garota sussurrou para ela mesma, sendo abraçada pelo o irmão -

Len: Bem, mas ela dá para se driblar, este tempos ela esta mais ocupada com vestidos do que ti vigiar. — Len falou dando uma risada depois como a mãe deles conseguia ser tão paranoica com roupas e aparência — E por hora eu posso continuar a ti visitar a noite. — ele abraço mais forte e colocou a mão na cintura da garota -

Rin: — a loira cora com a última frase do irmão, afinal, ainda era a toda tímida com relação a eles dois juntos -

Len:- a rapaz sente o quanto arrepiada a garota ficou, era gentil mas a cada dia que via Rin perto dele mais louco por ela ficava, talvez fosse pelos hormonios ou coisas do genero, ele analisou o jardim e ninguém iria lá, então levantou de leve o rosto de Rin encostando a mão no queixo dela e levando, a beijou foi rápido mais carinhoso -

Rin: Len! — a loira falou muito corada, afinal, estavam no jardim, não no quarto — Você sabe o quanto é perigoso fazer isso fora do quarto.

Len: Ah agora entende como eu me sintido sobre isso. — ele falou e depois deu língua para a irmã que ficou uma fera -

Rin: KAGAMINE LEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEN!!!!!!!!! — a garota gritou extressada -

Len: Ahhh venha me pegar pulguinha. — Len a soltou rapidamnete e saiu correndo pelo jardim — Pulguinha pequena mal consegue corre.

Rin: AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! — a garota foi correndo atrás do gêmeo que ria com a situação que estava -

Notas finais
Pulguinha Rin
Agradeço a todos que levem, nossas fontes de imaginação.