Além da Eternidade - 1° temporada

9 Procurando ela em outras - parte 2


Desci da cabine, fui até o balcão, tomei outra caipirinha e fui ao encontro daquela ruiva. Lá estava ela encostada na parede, com um sorriso bem malicioso me esperando. Sem me dar chance de falar uma só palavra, assim que eu cheguei ela já me puxou contra seu corpo e me beijou. Encostei meu corpo no dela e a beijei na mesma vontade. Sua mão acariciava minha nuca e bagunçava meu cabelo. Apoiei minhas duas mãos na parede ao lado de sua cabeça – uma de cada lado – enquanto uma das mãos dela apertava minhas costas. Sua língua procurava a minha insistentemente cada vez que eu a tirava de sua boca. Logo levei uma de minhas mãos até seu ombro e a deslizei passando pelo seu seio, indo em direção a lateral do seu corpo, passando pela sua cintura até chegar em seu bumbum e o apertei com vontade enquanto levava minha outra mão até seu bumbum e também o apertava. Levantei um pouco sua saia e pude perceber que ela usava uma calcinha extremamente pequena. Pela forma com que ela pressionava meu corpo contra o dela, dava pra perceber que ela já estava excitada assim como eu. Já não dava pra fazer mais nada, além disso onde estávamos, então sem parar o beijo comecei a andar e a fazer ela andar de costas em direção a porta do banheiro. Se alguém estava nos vendo ou não, não me interessava.

Abri a porta do banheiro e entrei com ela, ainda sem parar o beijo. A guiei até a última cabine e a encostei na porta que estava fechada, logo a encostei na parede ao lado da porta e pressionei meu corpo contra o dela. Cada vez mais ela me puxava para o beijo até que senti ela apoiar seu pé em um degrauzinho da pia que havia ao nosso lado ficando com as pernas um pouco afastadas. – Que convite! – Imediatamente afastei um pouco meu corpo e levei uma mão minha até a parte interna da sua coxa e a deslizei até sua calcinha. Ela estava bem molhada. Deslizei minhas mãos pro seu bumbum e novamente o apertei pressionando seu quadril contra o meu. Logo levei uma mão até sua barriga e deslizei por um seio seu e comecei a massageá-lo com vontade, com muita vontade. Ambas já estávamos sem ar e paramos o beijo. Ela ofegava próxima aos meus lábios e me apertava cada vez mais contra ela.

Voltei a beijá-la ao sentir ela ofegar, enquanto continuava massageando seu seio. Logo não resisti e puxei seu decote pra baixo, deixando um seio seu exposto. Levei minha mão agora até seu bumbum e continuei apertando ele. Ela apertava meu bumbum também, me puxando mais contra ela fazendo a minha perna que estava entre as dela, roçar em sua intimidade. Parei o beijo e cai de boca em seu seio! O chupei, o lambi, mamei com vontade nela enquanto ela pressionava mais minha cabeça contra seu seio. Em um movimento rápido, ela me encostou na porta da cabine e puxou meu decote pra baixo, e logo começou a chupar meu biquinho com vontade. Forcei meu corpo contra o dela e a encostei novamente na parede, iniciando o beijo de novo. Levei minha mão até sua calcinha e fiquei passando a palma dela em seu clitóris, o estimulando. Ela levou sua mão até a minha e acompanhou meu ritmo forçando mais minha mão contra seu clitóris. Ela novamente me pressionava contra ela pelo meu bumbum até que subiu uma perna sua até minha cintura, estava arriscado demais, alguém poderia entrar e ver aquela cena, seria um tanto chato, então abri a porta da cabine, parei o beijo, olhei pra dentro vendo que não tinha ninguém ali e a puxei pra dentro comigo.

Encostei ela na porta da cabine, abaixei de novo seu decote e chupei com muita vontade seu biquinho enquanto ela gemia. Logo me abaixei em sua frente, subi sua saia acima de sua bexiga e chupei sua intimidade por cima da calcinha. Pra facilitar pra mim, ela apoiou seu pé no vaso sanitário e puxou sua calcinha pro lado, a segurando. Voltei a chupá-la, agora em contato direto com o seu sexo. Levei uma mão até seu seio e comecei a massageá-lo com força. Passei algumas vezes minha língua entre seus lábios pequenos e voltei a chupar sua intimidade com muita fome. Ela gemia, até alto demais. Parei de chupá-la e subi meus lábios distribuindo chupadas por seu corpo até chegar em seus lábios. Voltei a beijá-la com desejo, enquanto levei minha mão até sua intimidade e penetrei um dedo nela. Seus gemidos eram abafados no beijo.

Ela rebolava em meu dedo enquanto eu fazia vai e vem com ele. Eu já estava sem ar novamente, levei meus lábios até seu pescoço e comecei a chupá-lo, mas com cuidado pra não deixar marcas. Ela voltou a acariciar minha nuca e a pressionar mais minha cabeça contra seu pescoço. Novamente ela começou a gemer alto e eu tive a impressão de que havia entrado alguém no banheiro, então voltei a beijá-la e a abafar seus gemidos em minha boca. Não demorou muito e eu senti seu líquido quente umedecer mais meu dedo e o beijo ficou mais lento. Aos poucos fui tirando meu dedo de dentro dela e diminuindo o ritmo do beijo até pará-lo de vez. Ela estava um pouco suada e bastante cansada. Voltei sua calcinha no lugar e abaixei sua saia. Ela me olhou e sorriu.

Roberta: Desculpa sair assim, mas preciso voltar pra cabine. – Coloquei uma mexa do seu cabelo atrás de sua orelha.

Xxx: Tudo bem, pode ir que eu vou ficar mais um pouco aqui me recuperando. – Sorriu. Sorri junto.

Roberta: Foi um prazer viu? – Dei um último selinho nela.

Xxx: O prazer foi todo meu, garanto. – Sorriu ainda ofegante.

Logo saí da cabine, fui até o espelho, ajeitei minha roupa e meus cabelos e voltei pra pista, antes de chegar à cabine, Chris me segurou.

Christian: Aí, pensei que iam se comer na cabine mesmo. – Sorriu safado e um tanto bêbado.

Roberta: Eu também achei isso. – Gargalhei – Mas deu tempo.

Christian: Se você queria deixar a Thay mordida, conseguiu! – Tomo um gole do seu uísque enquanto eu o fitei.

Roberta: Ela viu o que?

Christian: O que todo mundo viu, vocês duas se pegando na cabine de DJ e você saindo atrás da garota. – Merda, pensei.

Roberta: E ela está aonde?

Christian: Já foi embora. Vocês estavam no banheiro?

Roberta: Sim, por quê?

Christian: Porque a Thay voltou do banheiro bastante alterada e quis ir embora, agora sei o motivo. – Será ciúme? Bobagem minha!

Roberta: E a Fernanda, viu ela por aí?

Christian: Ta feito uma doida te caçando pela boate, você vai apanhar hoje. – Gargalhou. Sorri com ele.

Roberta: Tudo bem, invento algo depois. Preciso voltar à cabine agora.

Christian: Ae Beta, tu é o meu orgulho! – Me deu alguns leves tapas no braço.

Roberta: E eu acho que você já bebeu além da conta! Me espera que eu vou embora com você viu?

Christian: Ta falado patroa!

O deixei pela boate e voltei pra cabine, toquei mais algumas músicas e logo já estava amanhecendo o dia. Fernanda ficou comigo na cabine e novamente ficamos – Nada além de beijos. – Logo guardei meu equipamento e fui procurar o Chris pra irmos embora, mas ele estava se pegando com uma menina, resolvi esperá-lo um pouco.

Fernanda: Vem pra casa comigo.

Roberta: Não posso, Chris bebeu demais e vou levá-lo pra casa.

Fernanda: Larga ele na casa dele e vai pra minha. – Acariciou meu rosto. Sorri.

Roberta: Deixa pra outro dia. – Ela me deu um selinho.

Fernanda: Vou indo então, boa noite. – Me despedi dela e ela foi embora.

Chris olhou em minha direção e eu fiz sinal pra ele pra irmos embora, graças a Deus ele entendeu e veio até mim.

Christian: Vamos pro meu apartamento?

Roberta: Vamos. Eu dirijo.

Christian: Beleza. – Jogou a chave pra mim. Entramos no carro e eu dei a partida.

Roberta: Não inventa de dormir antes de chegar lá porque não vou te carregar hein. – Ele gargalhou.

Christian: Relaxa. – Fomos o trajeto todo conversando sobre os pegas da noite. Chegamos ao apartamento dele, deixei meu equipamento dentro do carro e subi com ele. — Dorme aqui hoje, Beta. – Eu o olhei.

Roberta: Já é dia, não tem problema, posso ir pra casa. – Entramos em seu apartamento.

Christian: Ah corta essa, dorme aqui e amanhã a gente almoça juntos, vai! – Depois de um pouco de insistência, concordei.

Chris caiu na cama direto, eu tomei um banho, fiz um lanche e logo cai na cama também. A todo o momento vinha a imagem da Thay com aquela menina em minha cabeça, isso me irritava, mas eu não sabia o motivo, afinal, só havia rolado um beijo entre a gente. Fui pensando no que não devia até o sono chegar. Dormi até as onze horas da manhã quando acordei com a campainha tocando insistentemente. Com certeza Chris estaria em um sono profundo por consequência do porre da noite passada, poderia ser algo urgente, então resolvi abrir a porta.