Além da Escuridão

2 Capítulo 2 - Em acordou. E a mensagem de "A".


Notas iniciais
Em comemoração aos meus primeiros favoritos e ao comentário, esse capítulo é dedicado a vocês.
Até lá embaixo gatas.
Só para comentar. O "Pov Narradora" Serve para contar um pouquinho do que irá acontecer no capítulo. Mas, em alguns não terá, só pra vocês ficarem curiosas.

Pov Narradora

Após dois meses depois do acidente, Emily continua em coma e inconsciente. Alison, abandona o seu trabalho durante um mês, mas percebe que precisa de dinheiro para pagar as contas etc.,e resolve voltar ao trabalho.

Maya resolve pedir licença por alguns meses até as coisas se resolverem para Alison. E fica cuidando de Emily por um bom tempo.

Spencer confessar ser gay aos pais e é expulsa de casa.

Pov Alison

Não estava mais aguentando chegar em casa, após o trabalho e saber que minha Em não melhorou nada. Preciso dela acordada, mas isso tá parecendo impossível.

Eram nove horas da manhã de domingo, hoje eu estou de folga, vou ficar o dia inteiro com Em, se bem que não durmo direito à dias, às vezes de noite eu reveso com a Maya para ficar de olho em Em.

Maya começou a dormir aqui com frequência, ela morava sozinha, não tinha namorado e quase não saía. Às vezes, ela ia pra casa dela pegar suas roupas, tomar banho, limpar a casa, etc.

- Oi Ali — disse Maya, enfrente a porta. — Posso entrar?

- Claro. Você já é de casa.

- Ela melhorou?

- Ainda não. — disse com uma cara de triste. Maya era a única de minhas amigas que sabia minha paixão por Em.

- Espera. — diz Maya, com os olhos arregalados parecendo assustada. — Ela está se mexendo. — apontando pra Em.

- Ai meu Deus. Em dá pra você me ouvir? Sou eu Alison.

Tirei o aparelho de oxigênio da boca dela, pra ver se ela fala alguma coisa.

- Quem são vocês? — perguntou Em

- Em, sou eu Ali e essa é a Maya, uma amiga do hospital.

- Ali? Maya? Não conheço ninguém com esse nome.

- Claro que conhece, só não está lembrando. — diz Maya. — Eu já volto ok? — Para Em. — Vem aqui rapidinho Ali.

- O que foi?

- Ela perdeu a memória, então pega leve com ela tá?

- Tá bom. — respondi. — Acho que vou morar em outro país com ela, o que acha?

- Perfeito. Mas, antes temos que examiná-las direito.

- Correto.

Maya e eu ficamos alguns minutos examinando Em, logo ela poderia sair daquela maca.

Após terminar o que estávamos fazendo, fui para a cozinha preparar algo saudável e gostoso para Em. Preparei uma salada de frutas com caldo de laranja e um copo de suco de laranja natural, o suco preferido dela. Pelo menos era isso que eu achava até ela recusar e dizer que ela odeia suco de laranja natural, e que seu suco preferido é o de abacaxi com hortelã.

- Mas, você sempre pedia suco de laranja na lanchonete perto de casa. — comentei.

- Eu nunca pedi suco de laranja na minha vida.

- Verdade. Ela sempre pedia suco de abacaxi com hortelã. Eu lembro, eu que levava pra ela, enquanto eu fazia a faculdade e trabalhava na lanchonete. — disse Maya, batendo no meu ombro e arregalando os olhos, pedindo que eu concordasse, já que Em perdeu a memória e digamos que eu não estava querendo aceitar isso.

- Ah verdade! Lembrei-me, vou fazer o suco, desculpe-me. Com licença.

[...]

Mais tarde, Ali e Em começam a conversar. Maya havia ido fazer compras, foi comprar todas coisas que Em gostava a partir de agora.

- Você sabe qual é o meu nome? — pergunta Em. — E sabe algo sobre mim?

- Seu nome é Samantha — disse mentindo. — Você é gay e gosta de mulher.

- Como? Não me lembro disso. — comentou assustada e rindo ao mesmo tempo. — E qual o seu nome?

- Me chamo Alison DiLaurentis. Sou uma médica muito conhecida aqui em Rosewood, na Pensilvânia.

- E esse lugar é um hospital?

- Não Em... Samantha. Aqui é minha casa. Eu cuido de alguns pacientes aqui as vezes.

- E uma outra pergunta. O que eu faço em uma maca?

- Você sofreu um acidente de carro. E ficou durante dois meses em coma.

- Estranho. Não lembro de acidente nenhum. — disse Em. — Você sabe aonde eu moro?

- Não. Quando você foi levada ao hospital. Não havia documento nenhum sobre você. E nem o endereço, então eu trouxe você para cá. — respondi, mentindo novamente.

- Então, eu meio que moro com você agora?

- Exatamente.

Pov Spencer

Já faz dois meses que Emily morreu, e eu ainda não me recuperei. — pensou Spencer — Queria poder senti-la novamente.

Eu tinha uma relação escondida com Em, mas meus pais começaram a desconfiar depois do velório e da forma como eu agi naquele dia. E começaram a fazer um monte de perguntas como, "Spencer, você é gay?" "Que modos foram aqueles no velório de Emily?" "Tava apaixonada por ela?" e depois de tantas perguntas como essas eu acabei me confessando que eu havia uma relação escondida deles com ela, onde apenas a tia Pam Fields sabia. Meus pais me expulsaram de casa depois da confissão, Apenas me deixando com a roupa do corpo. Tive que ir pra casa da tia Pam.

Estava chovendo muito forte e a casa dela era perto, dava para chegar rapidinho.

Quando estava quase chegando, recebi uma ligação de Aria, pedindo que eu fosse pra casa dela, pra conversarmos. Eu rapidamente contei o que aconteceu e então ela veio me buscar e me levou pra casa dela. Fomos até o quarto e pedi uma roupa seca para Aria, além de uma toalha. Fui ao banheiro e me troquei. Quando voltei Aria estava falando com Hanna no telefone pelo viva-voz.

- Vem aqui em casa, a Spen está aqui precisando desabafar.

- Ok! To indo. — respondeu ela.

[...]

Dez minutos depois Hanna chegou e subiu para o quarto. Aria estava na casa do seu pai. O tio Byron Montgomery, que não estava em casa.

Eu comecei a contar a Hanna, tudo o que havia acontecido agora a pouco em casa. As duas estavam de boque aberta depois de me confessar que eu era gay. Mas, elas não deram a miníma, pois sabia que Em também era e sempre agiam como se ela fosse uma pessoa normal.

De repente, recebo uma mensagem. Depois Hanna e depois Aria.

- SMS! — diz Hanna.

- Lê pra gente. — diz Aria.

"Ela não está morta -A"

- Eu recebi essa mensagem. — comenta Hanna, olhando para o visor do celular

- Eu também. — disse fazendo o mesmo que Hanna

As três ficam assustadas e ouvem um barulho vindo do quarto do tio Byron.

Notas finais
As mentiras de Ali vocês vão entender no decorrer da história espero que tenham gostado até a próxima vez. Que provavelmente será depois da quarta, pois tenho prova ):
Até loguinho gatas.