Notas iniciais
Bom... Agora q eu mostrei q tb sou capaz de detonar um monte de espectros, vamos continuar o nosso caminho. Onde será q está o resto do pessoal??? É bom a gnt se encontrar logo p/ poder enfrentar c/ td o idiota do Hades! ò.ó
Então... Boa leitura, pessoal!

Reunidos novamente:


Shiryu, Hyoga e Kanon chegam à terceira prisão, atravessando-na pelo seu caminho principal. A cena dos mortos empurrando tão gigantescas pedras é horrível para Hyoga e Shiryu, como uma grande injustiça, mas Kanon não parece se abalar diante de nada, já estava acostumado com a maldade das pessoas, e mantêm sempre a seriedade. Comanda os dois para que sigam caminho, quando as pedras vêm em sua direção, com todo o seu peso, atiradas por alguém desconhecido. Um espectro se põe de pé sobre as rochas que jogara, cantando sua vitória, como se os tivesse soterrado, mas se surpreende e se enfurece ao ver que seus alvos corriam bem adiante, ignorando-o por completo.

- O que? Ora seus... Eu, Rock de Golem, guardião desta Terceira Prisão, não permitirei que saiam vivos daqui... \"AVALANCHE EXPLOSIVA!\".

As pedras voam novamente na direção dos três Cavaleiros, mas Shiryu simplesmente pára no caminho, dizendo aos outros que sigam. Vira-se sério para o espectro, elevando seu cosmo, com o punho direito no quadril, reunindo uma energia absurda.

- Desculpe, mas não temos tempo a perder por aqui...

- Como é?

- \"COLERA DO DRAGÃO!\".

Seu punho se eleva rapidamente, o Dragão surge em energia junto dele, gigante e brilhante, ascendendo junto com todas as rochas e o guardião. É impossível reagir a um golpe tão poderoso, e o homem cai derrotado. O Dragão se vira, e continua o caminho, alcançando os outros dois.

Estavam quase na saída da prisão, quando outro homem surge diante deles, com certeza outro guardião, alto e aparentando ter muita força física.

- Não os deixarei passar! Eu sou Iw...

- \"PÓ DE DIAMANTE!\".

Ele cai imediatamente, com a crosta de gelo brilhando em sua armadura. Nunca soubemos quem era, afinal...

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Dohko e eu corríamos em direção á Quarta Prisão, ao nosso lado havia um imenso abismo, e lá embaixo estava o caminho seguido normalmente pelos que andavam pelo Submundo. A terra acaba, lá embaixo, a uma altura de uns cem metros, estava o lago escuro, o Pântano das trevas da Quarta Prisão onde os mortos cheios de ódio afogam uns aos outros pela eternidade.

- Mestre Dohko, se cairmos estaremos mortos...

- Mas não há outro caminho, e não temos tempo para dar a volta. Vê as colunas de pedras que se erguem desde o lago até a nossa altura ou mais?

- Então teremos que...

- Você pode alcançá-los, não pode? É bastante ágil...

- Vamos ter que pular de um a outro até chegar do outro lado... Bom... É um bom exercício, né? – disse dando um pequeno sorriso de quem aceita um desafio – Estou pronta, Mestre...

Dei alguns passos atrás, coisa que o Cavaleiro de Libra, com sua força, com certeza não precisou... Corri, tomei o impulso, e vi toda a imensidão do lago da Quarta Prisão que passava sob mim, a uma altura gigantesca. De coluna em coluna, passei com o auxílio de minha agilidade e equilíbrio. As que se erguiam acima de mim foram cortadas com minhas garras, noutras cravava-as, dando impulso com as pernas diretamente da lateral para o próximo pico. Quando chegávamos ao lado oposto, tivemos de descer ao nível do lago, e enquanto a força do mestre o fazia descer mais lentamente pelas paredes rochosas das colunas, eu o conseguia também com as garras, e o impacto com o solo foi absorvido quando rolei, chegando ao lado de Dohko e pondo-me imediatamente de pé.

- Olha só, você não está nem ofegante...

- Correr e saltar para mim é diversão, Mestre Dohko, mas num perigo desses é ainda melhor...

- Os jovens gostam mesmo do perigo, heim...

- Acho que é porque só o enfrentando descobrimos nosso verdadeiro potencial. E alguém que não goste do perigo poderia ser um bom Cavaleiro?

- É, acho que não. – respondeu sorrindo – Agora, à Quinta Prisão!

- Vamos!

---ooo---

Meus amigos seguem caminho, cientes de ter de encontrar Hades o mais rápido possível. Eles aproximam-se agora da Quarta Prisão, detendo-se diante do lago negro e sinistro chamado de Pântano das Trevas. Uma jangada se aproxima, sobre a qual reconhecem a silhueta de um homem.

- Será que teremos de pagar, como no Aqueronte? – se pergunta Hyoga.

- Não... – responde o espectro – Vocês viajarão de graça, depois que estiverem mortos!

- Parece que ele não vai nos deixar embarcar tão facilmente. – diz Shiryu – Mas nó temos de passar de qualquer jeito.

Ele prepara o ataque, e eleva seu cosmo.

- \"COLERA DO DRAGÃO!\"

Seu golpe é parado apenas pela mão do homem, enquanto Hyoga, vendo o amigo em tal situação, se prepara também para atacar.

- \"PÓ DE DIAMANTE!\"

O outro punho detém o ataque gelado do Cisne, e o espectro sorri.

- Acharam que seus golpes funcionariam comigo, Cavaleiros de bronze? Eu sou o guardião da Quarta Prisão, Flégias de Lycaon, da estrela celeste do Crime! Agora é minha vez... \"UIVO INFERNAL!\"

Um soco rápido e extremamente poderoso lança os dois Cavaleiros desacordados sobre a jangada, enquanto Kanon calmamente assiste à cena, sem demonstrar nenhuma alteração de humor ou expressão. O espectro se volta para o Cavaleiro dourado, com expressão vitoriosa.

- Eu os levarei à prisão onde ficam os que cometeram o pior dos crimes, e você também irá para lá...

Kanon não se importa com o espectro, aproxima-se da jangada e, com o pé, a impulsiona, deixando-a a deriva no lago.

- O que está fazendo? Por acaso está com medo depois de ver a derrota deles? De um jeito ou de outro você subirá na jangada.

- Subirei, sim, tranqüilamente, depois de matar você...

- Como é? Idiota! Eu já disse que você só sobe morto. Sinta o meu poder. \"UIVO INFERNAL!\"

- Você é o idiota... Um golpe já visto por um Cavaleiro não funciona na segunda vez. \"EXPLOSÃO GALÁCTICA!\"

O espectro cai, destroçado, e Kanon salta perfeitamente sobre a jangada, tomando seu remo e guiando para o lado oposto do Pântano das Trevas.

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No palácio de Hades Shun, calmamente sentado no trono, têm os ferimentos da mão tratados por Pandora, que age com incrível subordinação.

- Me perdoe, majestade, eu o feri com a lança sem saber que estava no baú... Não sei o que aconteceria se eu o ferisse gravemente. Você deve ter se machucado protegendo Pégaso, como você é bom...

Pandora acredita ardentemente no coração puro de Hades, e que aquele corpo, apesar de não ter o sangue de sua família, seja, como ela mesma diz em seu coração \"Meu amado irmãozinho\".

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Estão à entrada da Quinta Prisão, Shiryu e Hyoga levantam-se, ainda um tanto atordoados. Kanon não está com eles, provavelmente seguira na frente. Os dois se põem a caminhar, mas se detêm com os olhos arregalados de pavor diante da cena assustadora que encontram.

Incontáveis corpos, nus e esqueléticos, apenas pele e ossos, de uma cor estranha e podre, tentavam sair de suas tumbas, arrastando-se, lamentando-se numa voz chorosa e profunda de dor, de angústia, com seus corpos queimados indefinidamente por não terem seguido a doutrina divina, um fogo que consumia impiedosamente suas almas desesperadas.

Venceram o tremor nas pernas e o nó na garganta ante tão horrível visão e correram para a próxima prisão o mais rápido que podiam. No topo de um morro pedregoso está Kanon, parado, como se olhasse o nada, correram até ele. Lá embaixo, há poucos metros de distância, estava eu, diante de um ser tão gigantesco que, mesmo se eu fosse três vezes maior, não o alcançaria. Stand de Besouro Mortal tentava barrar nosso caminho, e eu me oferecera para lutar, pois não acreditava que ele chegasse sequer aos pés de Dohko para que o mestre precisasse perder tempo.

Lá de cima, num impulso de me ajudar com um adversário enorme como este, Hyoga tenta avançar, mas Kanon o segura, ao mesmo tempo em que o adversário parte para cima de mim, como se fosse socar o chão. \"Lento\" – penso enquanto salto, para cima e para frente, invocando meu cosmo e atravessando sua Surplice e seu pescoço. Suavemente pouso atrás dele, virando-me de frente e vendo-o desabar pesadamente, como uma gigantesca rocha que caísse de um penhasco. Boquiaberto, Hyoga não sabe se esfrega os olhos para ter certeza, ou se sorri diante do que viu. Shiryu não se contem:

- Cuidado pra não babar, Hyoga...

- Sua donzela não é tão indefesa quanto parece.

O garoto sorri, aproximando-se do campo de batalha, Shiryu encontra novamente seu mestre, e meus olhos brilham uma vez mais ao ouvir a voz do Siberiano: \"Impressionante...\"

- Hyoga!

Corri para abraçá-lo, ser pensar duas vezes, e suas faces se coraram fortemente. Sorriu, e retribuiu o abraço.

- Estava preocupada com você.

- E eu com você, nem imagina o quanto...

- Porque ele não a beija de uma vez? – cochicha Kanon, impaciente, com os outros dois.

- Boa pergunta... – responde Shiryu num suspiro.

- Olha só quem fala... – ironiza Dohko, fazendo o discípulo corar como o fogo. Mas logo volta a ficar sério, um poderoso cosmo se aproximava.

- Parece que acabou a hora do recreio... – afirma Kanon.

- Esse cosmo... – resmungo já rangendo os dentes.

Hyoga segura meu pulso, apreensivo pelo que eu fosse fazer, mas eu me solto ao vê-lo chegar, imponente como se fosse alguém importante... Juiz do Mundo dos Mortos, Radamanthys de Wyvern...

- Então aqui estão os outros que serão mandados para o Cocyto, o inferno congelado para onde vão os que, como vocês, tramaram contra os Deuses. Se encontrarão com seu amigo, Pégaso.

- O que? – surpreende-se Shiryu – Seiya está morto? E Shun, o que fizeram com ele?

- Nada, Shun está em seu trono. Ele é o imperador, Hades.

- O QUE? – nenhum de nós podia acreditar em tamanho absurdo.

- Aliás... Você não é a irmã de um daqueles perdedores? – diz com um irritante sorriso irônico, apontando para mim.

- Maldito seja...! Usando-se da barreira de Hades para vencer numa luta injusta, e ainda ter a coragem de se achar mais forte que os Cavaleiros dourados... E ainda por cima vem me dizer que meu amigo é o Deus contra o qual estamos lutando? Você ultrapassou todos os limites suportáveis. Eu vou acabar com você!

- Não tenho tempo pra ficar brincando com você, menina! – disse, tomando posição de combate.

Mas Kanon se pôs entre nós, querendo lutar com ele, querendo decidir a luta que haviam começado antes.

- Kanon! Por que? É a mim quem ele está insultando!

- E você está fazendo exatamente o que ele quer. Você não sabe a força desse homem. Eu o enfrentarei sozinho, e vocês vão na frente.

-Está me dizendo que eu não sou capaz?

- Sim.

Tremia de raiva, querendo mostrar a ele que eu podia enfrentá-lo, querendo provar meu verdadeiro potencial. Mas Dohko pousa a mão sobre meu ombro, censurando-me mais uma vez.

- Sua missão não é chegar a Atena? Vocês precisam ser rápidos. Vamos, para Giudecca.

- Sim... – concordei, de cabeça baixa, e voltando-me para Kanon – Eu não vou te perdoar se você perder pra esse maldito... Está bem?

- Não se preocupe, eu o matarei com certeza.

Seguimos para Giudecca, deixando que Kanon o enfrentasse. \"Alguém tão poderoso como Kanon não perderá\" – pensava, enquanto ele mantinha seus pensamentos: \"Milo, você me aceitou como Cavaleiro de Atena, e me livrou do peso de meus pecados... Em agradecimento, não deixei que sua irmã enfrentasse o poder desse homem, que é o mais poderoso dos 108 espectros de Hades.\"

Notas finais
Grrrrr... Radamathys no BAKA! Pq ñ posso acabar c/ ele? ò.ó

Hyoga: Calma, Nala... O Kanon vai derrotá-lo

Mas EU queria fazer isso... ò.ó

Hyoga: Acho q foi melhor ele ñ te deixar...

Até vc? Pq?

Hyoga: Radamanthys é o mais forte dos espectros... Ñ quero pensar o q poderia acontecer se vc o enfrentasse...

Eu acabava c/ ele nem q isso me custasse a vida!

Hyoga: Esse é o problema!

Heim...?

Hyoga: ... Esquece...

Shiryu: Calma, vcs dois... Vai ficar tudo bem...

Dohko: Isso mesmo... Agora nós temos que encontrar Hades e derrotá-lo

Shiryu: E tirar ele de dentro do Shun...

Dohko: Isso mesmo...

Q seja... Próximo capítulo, povo.