Notas iniciais
Bom... Depois da minha batalha, acho q tô meio caidinha lah em Escorpião... Mas ainda bem q, pelo menos, meu aniki voltou!!! / Agoravamos seguir nossos amigos nas casas adiante!

A casa de Sagitário:


Seiya e Shiryu sobem as escadas rumo à nona casa. Lá embaixo, onde se encontra Saori, os outros cinco Cavaleiros de bronze que também participaram da Guerra Galáctica, vieram para ajudar a protegê-la. Tatsumi, seu mordomo e protetor, pergunta por um dos rapazes, que ele havia mandado para o jato com o qual Saori viera ao Santuário. Logo o homem esperado chega, trazendo o báculo de Saori, Tatsumi o põe nas mãos da jovem. Como que se comunicando, o cetro brilha, e atrai para perto a armadura dourada de Sagitário, mas ela não fica por muito tempo, desaparece logo depois como uma estrela subindo ao céu.

Das escadarias entre Escorpião e Sagitário, Seiya e Shiryu vêem um brilho no céu, que desaparece na casa zodiacal à frente.

- Veja Shiryu! O que é aquilo?

- Parece uma estrela cadente, e desapareceu na casa de Sagitário!

Chegando à nona casa eles encontram, no pátio central, a armadura de Sagitário. \"Então foi ela que vimos descer aqui como um raio!\" pensam. Mas há algo estranho neste lugar: a casa não tem saída em lado nenhum. Seiya está passando pela frente da armadura quando algo ainda mais estranho acontece: ela segue os passos do Cavaleiro, de modo a manter a flecha dourada sempre apontada para ele. O garoto está espantado, tanto quanto Shiryu e, de repente, a flecha é liberada. Quase atinge o coração do Pégaso, mas fica cravada na parede, entre o seu peito e o braço esquerdo.

- Mas o que aconteceu? Até hoje esta armadura só quis me proteger! Porque agora ela me ataca?

- Não fique aí parado Seiya! – grita Shiryu, ao mesmo tempo em que um brilho dourado surge da parede onde a flecha estava.

Numa fração de segundo, Seiya salta para o lado e um pedaço da camada superficial da parede se desprende numa pequena explosão. Sob ela estão palavras escritas em grego, as quais Seiya traduz: \"Aos Cavaleiros que aqui chegarem, eu lhes confio Atena. Aiolos\".

- É o testamento de Aiolos! – afirma uma voz, na entrada do salão.

Hyoga, que acabara de chegar da casa anterior, ouvira a tradução de seu amigo. Shun havia acordado, com o barulho das pedras desprendendo-se da parede. Shiryu se lembra de um provérbio chinês, dito a ele por seu mestre: \"Confiar o filho a um estranho antes de partir\". Ele explica:

- Um homem prestes a morrer é capaz de deixar aquilo que lhe é mais valioso a um homem em quem deposita sua confiança.

- Então Aiolos está nos confiando o que tinha de mais importante, Atena! – diz Seiya.

- E ele nem sabia quando viríamos... Ou mesmo se viríamos. – diz Hyoga. – Ele nos esperou por todos esses anos.

- Aiolos nos reconheceu como homens de verdade! – conclui Shun.

Lágrimas escorriam pelos rostos dos quatro rapazes. Era uma emoção que eles não conseguiam controlar, e que renovava suas forças para continuar a jornada das Doze Casas. Outra pequena explosão abriu caminho para as escadarias que levariam ao próximo templo. Naquele momento, fitando o horizonte onde o sol se punha, eles todos juraram ao espírito de Aiolos que protegeriam Atena com suas vidas.

Antes de continuarem o caminho, porém, havia algo mais que os preocupava. Seiya se vira para Hyoga, perguntando:

- E a Amazona? Ela estava lutando contra Milo, em Escorpião.

- Sim. Parece que a luta foi terrível e, de acordo com o Cavaleiro de Escorpião, ele foi vencido, que sobreviveu graças à armadura de ouro. Mas a garota foi gravemente ferida. Ao que parece, ela conseguiu fazê-lo acreditar em nós, e ele tentará salvá-la, mas acho que ela não poderá continuar lutando ao nosso lado.

- É realmente uma garota de muita coragem. – diz Shiryu. – De onde será que vem toda essa força e coragem...?

Eles seguem para a casa seguinte, Capricórnio, mas Hyoga se detém, olhando para o pulso e, só então, percebendo o amuleto deixado por mim. Ele olha para traz por um momento, com olhar preocupado, e continua o caminho.

Continua...

Notas finais
Bom... Eu acho q nesse capítulo é só de mais importante a se lembrar. Bem, eu coloquei tb um pouco das emoções de Hyoga, ele tb é um q tenta parecer frio, mas é péssimo nisso, acho q a única coisa q ñ aprendeu direito c/ mestre Camus XD Por isso q, apesar de falar de Nala como se ñ a conhecesse, ele aidna olha p/ trás, mostrando q está preocupado. Pelo menos os amigos naum perceberam... Ainda... =P