Akuma No Riddle: Hitto to Sutan
13 O Ataque.
Notas iniciais
Começando a entardecer, Peri olhava o céu do alto do prédio da academia. Uma tempestade estava por vir, assim como Kaiba havia dito, mas será que ele realmente se referia a isso? Peri continuava olhando para o céu até escutar grandes barulhos de vários veículos correndo ao mesmo tempo, e assim olhou para baixo enfim. Várias vans pretas pararam na entrada da academia e um monte de pessoas vestidas de padres saíram delas encaminhando-se para dentro. Peri sentiu uma sensação ruim e resolveu descer porém ao chegar no pátio tudo estava em caos.
No quarto de Azuma e Haru
–Tokaku-san, que barulho é esse? Perguntou Haru intrigada com os sons que ouvia de fora.
Azuma olhou pela janela e nem a respondeu, apenas segurou sua mão e correu com ela para fora do quarto afastando-se do barulho, mas pararam quando uma pessoa vestida de padre voou batendo na parede, olhando para o lado Azuma percebeu que tratava-se de Peri quem arremessou o estranho
–O que está fazendo, Cascalho? Perguntou Azuma.
–Era disso que o diretor estava falando, eu preciso derrotar todos esses caras sem deixar nenhum deles matar alguém e nem morrer. Respondeu Peri.
–Isso não explica quase nada! Seja mais claro! Exclamou Azuma querendo uma resposta mais informativa.
–Não sei por que eles invadiram a academia Myoujou ou o por que estão destruindo tudo sem mais nem menos, mas sei que eu devo derrotar todos sem mortes, essa é a minha luta.
–Sua luta?! Entendo, não vou interferir, mas Preciso de um lugar seguro para a Ichinose. Disse Azuma.
Haru ainda confusa resolveu dar sua opinião -Bem Tem o subterrâneo, Não deve ter nenhum invasor por lá.
–Gostei dessa ideia, reúna todas as outras alunas lá, deixe-me proteger os alunos e derrotar os invasores. Falou Peri.
–Já disse que não interferirei e até ajudo a reunir as outras, mas não será fácil, ainda mais com a Ichinose. Esclareceu Azuma.
–Você está certa, então vá, eu vou mandar as outras para o subterrâneo. Disse Peri.
Azuma concordou e partiu com Haru enquanto Peri foi para um lugar com mais inimigos derrubando todos com um longo movimento de sua espada, depois de limpar o caminho ele avistou Takechi cortando um deles
–Por algum motivo isso não dá prazer algum, não vale nem a pena te matar. Disse Takechi para sua vítima.
–Ei Otoya. Não mata, vá para o subterrâneo com a Azuma e a Haru, lá é seguro! Berrou Peri de longe.
–Ah, então era isso. Agora só sinto prazer se for com você. Você é realmente o meu par Peri.
–Depois me corta a vontade, mas agora vá para o subterrâneo. Disse Peri novamente.
E como havia surgido uma ótima oportunidade de cortar Peri até dizer chega, Takechi partiu. Muitos estavam atordoados e alguns gravemente feridos, mas nenhum morto. Peri prosseguiu até o jardim da academia onde Isuke e Haruki espancavam alguns invasores, então Peri acabou com os pucos que retavam
–Algum problema Perizinho? Perguntou Isuke.
–Você está agindo desnecessariamente, sabe que não precisamos de ajuda, ainda mais nós duas juntas. Disse Haruki.
–Não posso deixar ninguém morrer hoje ou vou ser expulso, apenas vão para o subterrâneo onde é seguro e menos mortal para todos. Respondeu Peri.
As duas entenderam o problema dele e foram levando logo Hanabusa que estava no caminho. Ninguém mais por ali, Peri escutou gritos de dentro dos edifícios e foi correndo pelos corredores batendo e atordoando todos os inimigos que via pela frente e assim salvou alguns alunos inocentes e de longe avistou Kouko porém ela fugiu e ele foi atrás até que a encurralou
– Por que está fugindo? Perguntou Peri.
–Por que isso é tudo culpa minha, sou eu quem deve resolver essa confusão. Respondeu Kouko arrependida.
–Como assim? Eu ainda não entendi como isso pode ser sua culpa. Falou Peri.
–Eu mandei uma carta para a instituição de assassinos hoje de manhã, pensei que apenas me jogariam fora como muitos dos outros alunos de lá. Explicou Kouko.
–Espera só um segundo. Você mandou uma carta hoje e eles vieram no mesmo dia? Perguntou Peri.
–Sério mesmo que foi isso o que te surpreendeu?!
–Isso não é sua culpa nem de longe, você não quer mais ser uma assassina é tem o direito de esclarecer isso, essa reação deles é inadmissível! Falou Peri e segurou a mão dela levando-a para em direção as escadas para o subterrâneo.
–Vá lá para baixo, se eu não conseguir derrotar todos sozinhos serei expulso da academia.
–Tudo bem, mas tome cuidado, ainda mais com a Nio. Disse Kouko enquanto descia as escadas.
Continuando a procura, Peri avistou muitos atiradores no telhado o que, com certeza, resultaria em alguma morte, sem perder tempo ele pulou de um objeto em outro chegando em cima a tempo, o atirador foi surpreendido quando acertado pela espada de madeira no pescoço e caiu atordoado porém os outros focaram em Peri, ele sorriu e antecipando a mira de cada um, pode desviar dos tiros até se aproximar e derrubar todos do telhado. Não sobrou nenhum atirador e para a sua vantagem de Peri, Shiena
–Vá para o subterrâneo! Berrou Peri de longe nem lugando para os inimigos que pudessem escutar.
–Você não manda em mim! Berrou Shiena de volta na mesma situação.
Como consequência dos gritos, um monte de invasores cercaram Shiena e Peri pulou em direção e derrubou metade deles com uma única batida, os outros não fugiram e puxaram suas armas porém Shiena derrubou chutou derrubando um e agarrou a mão de outro imobilizando-o, Peri golpeou e atordoou os que restaram
–Não creio que isso conte como ajuda e sim como autodefesa, de qualquer jeito vá para o subterrâneo, lá é seguro. Falou Peri.
–Eu não tenho medo deles, posso me cuidar sozinha. Respondeu Shiena.
–Esse é o problema, desse jeito você vai matá-los e assim eu vou ser expulso. esclareceu Peri.
–Se esse for realmente o problema então eu vou. Não quero te causar um problema a mais e depois ficar te devendo. Disse Shiena enquanto fugia.
Já haviam se passado horas desdo início da invasão. Mais e mais inimigos chegavam a cada minuto. Peri já estava começando a ceder a exaustão pois lutava por horas sem parar dando tudo de si, ele não sabia mais se poderia encontrar outra de suas colegas, mas engoliu o cansaço e continuou
Abrindo caminho batendo várias vezes na maciça quadrilha de invasores, continuou e continuou até não aguentar mais porém em vez de cair no chão ele utilizou suas últimas forças e deu no pé.
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