Akuma Love
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Era final de tarde, o sol se punha entre o horizonte dos prédios pela vista do dormitório de Rin. Eu vestia uma camiseta dele, que quase chegava aos meus joelhos e um short preto (curto demais) por baixo. Eu estava esperando Rin voltar de sua ultima missão com seu irmão, Yukio.
Passou-se um tempo e eu me deitei na cama. Dês de que eu me mudei para o dormitório deles, Rin tinha me visitado todas as noites, pra conversarmos e ele sempre me dava boa noite.
Estendi minha mão pra frente e conjurei um pirulito, abri e comecei a chupar lentamente, tentando afastar o tédio. Pensava em tudo e em nada até que alguém bate na porta.
– Rin-san? –Perguntei ansiosa.
– Sim! Sou eu, Koneko-chan. –Ele responde. Sua voz me tranquilizava.
– Entra! Como foi a missão de hoje? –Dizia em quanto abria a porta lentamente com uma mão, segurando o palito do pirulito na minha boca com a outra.
– Um completo tédio. Alunos de outros cursos de exorcismo me zoaram por ser um Akuma e querer me tornar um exorcista... –Ele me olhava de pé a cabeça e sorria – Graciosa como sempre, Koneko-chan. –Os dois riram.
O deixava entrar e logo fechava a porta, trancando e sentando em minha cama. Ele sentava do meu lado.
– Mas, e você? –Ele pergunta – O que fez hoje?
– Fiquei no quarto o dia inteiro... Hoje é sábado, não teve aula. –Soltei uma pequena risada. Ele riu também
– Ah! Como sou estúpido... –Ele batia com a palma da mão na testa
Ficamos um tempo em silencio, ele me observava sentada chupando o pirulito calmamente, ele parecia gostar de ver aquilo. Eu ficava corada, mas ele continuava a observar.
– Koneko-chan... –Ele diz.
– Hai? –Respondo, em tom de duvida, olhando nos olhos dele.
Ele abria a boca pra dizer algo, mais quando eu tiro o pirulito da boca, ele segura minha nuca e começa a me beijar. Eu, com os olhos arregalados sem entender muito o que se passa, me acostumo e passo a retribuir o beijo na mesma intensidade. O beijo dele era quente, envolvente, me fazia derreter. Ainda com uma de suas mãos em minha nuca, ele põe a outra em minha cintura, me puxando mais pra perto, se encostando à cabeceira da cama e me deitando sobre ele. Coloco uma de minhas mãos em seu ombro e a outra me apoio na cama, para me aproximar mais dele. Sua mão, que antes estava na minha cintura começava a descer e agora já apertava minha bunda com um pouco de força. Mas eu estava gostando. Ele para de me beijar um tanto ofegante e começava a rir baixinho. Eu, parada com o rosto quase colado no dele sem me mover um centímetro fazia cara de duvida.
– Eu já imaginava... Koneko-chan. –Ele sorri e me da um selinho.
– O-o q-que? –Pergunto, sem entender.
– Que você fosse corresponder. Todo o dia quando eu venho aqui, pelo menos por uns 10 minutos antes de todo assunto ficamos em uma troca de olhares suspeita... –Ele ria.
– E-etto.... –Fiquei vermelha, não sabia o que dizer. Olhava pra tudo, menos para seus olhos.
Ele apertava minha bunda novamente e me beijava mais rápido, suas mãos quentes me davam uma sensação de prazer, e a cada vez que ele as mexia eu sentia um breve arrepio.
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