Akai Ito
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Obrigada a todos que leem!
Boa leitura.
No capítulo anterior...
A festa do Gray foi muito boa e recheada de muitas surpresas.
Atualmente.
Depois da festa dois dias se passaram e hoje seria o ultimo dia que eu e Levy ficaríamos sozinhos.
Estávamos sentados no sofá quando Levy disse que queria doce, então fomos à confeitaria, compramos chocolate e sorvete e voltamos para a casa dela. Subimos direto para o quarto e sentamos no kotatsu.
- Gaj leia logo o livro – ela mordiscou o chocolate – você gostou do filme, não é?
- Gostei, mas eu não gosto de ficar sentado lendo e você sabe disso – peguei uma colherada de sorvete
Ficamos conversando e ela falando para eu ler uns livros até a hora do jantar. Depois disso ela tomou um banho e, em seguida, foi a minha vez.
Quando acabei de tomar banho ela estava deitada na cama balançando as pernas lendo um livro.
- O que minha baixinha está lendo? – sorri
- Enfynie – ela sorriu – acabou de ser lançado
Eu estava tendo pequenos problemas para secar o cabelo, quando ela viu isso riu e disse me ajudaria. Sentei na cama e ela pegou um secador, primeiramente ela passou os dedos no meu cabelo como se fosse um carinho e o ar quente do secador ia acompanhando seus dedos. Sorri e fechei os olhos.
Depois de 10 minutos ela disse – Prontinho — e eu a puxei pela cintura fazendo-a sentar no meu colo e a beijei.
Ela jogou seu peso sobre mim e me fez deitar na cama, me beijava cada vez mais e me mordia de vez em quando.
- Gaj... – sorriu e selou meus lábios com os delas
Seus dedos finos faziam leves carinhos no meu cabelo e eu apertei suas coxas beijando seu pescoço, acariciei seu corpo subindo até as costas e abrindo o fecho do sutiã da minha pequena por dentro da blusa, sentei-me com ela ainda no meu colo.
Ela retirou a minha blusa e eu tirei a blusa dela, Levy passava as unhas levemente na minha costa e isso me fazia arrepiar.
- Minha pequena... – sorri, mordi sua orelha e sussurrei – eu amo você
— Eu te amo, Gajeel – quando ela disse isso a deitei e fiquei por cima de seu corpo delicado
Desci mordendo de leve primeiramente seu pescoço, ombros e mamilos; depois beijei sua barriga e coxas.
Retirei o short e a calcinha de Levy, ela me puxou e beijou-me retirou minha bermuda e minha cueca.
- Menino mal fica me provocando... – ela fez um biquinho
Sorri e ajeitei meu membro na sua intimidade – Minha pequena apressadinha – a provoquei só roçando meu membro e ela suspirou.
- Não provoca tanto... – sorriu maliciosa
Enfiei meu membro aos poucos dentro da Levy e ela sorriu.
Aos poucos as estocadas ficavam mais rápidas, minha respiração estava acelerada e Levy apertava o lençol da cama tentando reprimir os gemidos que escapavam da sua boca avermelhada.
Beijei-a e continuei com o movimento de vai e vem na minha pequena mulher.
- G-Gajeel... – gemeu no meu ouvido
Invertemos as posições, eu fiquei deitado e a Levy em cima, ela corou por estar numa posição que dizia “reveladora e vergonhosa”. Sorri quando ela começou a se mexer em cima de mim.
- E-está gostoso? – perguntou arfando
- Muito... – gemi baixo
Levy ficou mais confortável depois daquilo e o sobe e desce que ela fazia ficou mais rápido, segurei na cintura dela e ela tombou a cabeça pra trás gemendo.
- E-eu vou... – Levy falou entrecortado
Prendi a respiração quando chegamos ao ápice, ela caiu em cima do meu corpo respirando acelerado e seu corpo estava suado, ou melhor, nossos corpos estavam suados.
Adormecemos vinte minutos depois.
Barulho de carro me acordou no outro dia, resmunguei.
Levy estava dormindo agarrada a mim e ainda nua, sorri e dei-lhe um beijo na testa.
- Baixinha... – sussurrei
Ela acordou depois que a chamei três vezes.
- Gaj? Que horas são... – pegou o relógio
— Ainda são 10 horas?! – fiz bico
Ela riu e me puxou para ir com ela tomar banho, depois do banho tomamos um bom café da manhã e a pequena Levy voltou a ler o livro da noite passada.
O dia passou bem rápido com a minha baixinha e seus pais chegaram depois das 16 horas.
O pai da Levy nos olhou desconfiado assim que entrou na casa, mas a mãe da Levy estava tão feliz e nos contou sobre a viagem toda.
- Então, - o pai da Levy disse – não escondam nada.
— Etto... – Levy começou- Juvia deu uma festa para o Gray e eles finalmente começaram a namorar – Levy e sua mãe fizeram uma festa – e...
O pai dela ergue uma sobrancelha – E...?
Engoli em seco – Levy e eu... – falei nervoso – nós...
— Crianças, o que vocês fizeram? – a mãe da Levy disse preocupada
- Nós fizemos amor... – nós dois falamos juntos
- O QUE?! – o pai da Levy levantou do sofá – EU DISSE QUE ELE NÃO ERA CONFIÁVEL! E AGORA? E SE MINHA MOCINHA FICAR GRÁVIDA? VOCÊS PENSARAM NAS RESPONSABILIDADES? EU NÃO ACREDITO NISSO! LEVY, VOCÊ É UMA CRIANÇA! NÃO TEM NEM TAMANHO PARA PENSAR NESSAS COISAS. ONDE ESSE MUNDO VAI PARAR?! – ele gritava tanto que meus ouvidos latejaram
- Eu não sou criança, eu amo o Gajeel e eu não estou grávida! – Levy se levantou retrucando
- Eu usei proteção, não sou louco de engravidar a Levy agora e eu amo muito a sua filha – respondi
- Mas Levy, vocês disseram que não iriam fazer nada. Confiamos em vocês. - a mãe da Levy disse
- Mãe, você é testemunha do quanto eu amo o Gajeel e você sabia que não iríamos resistir até me disse para ter cuidado se fosse acontecer e eu tive cuidado! – Levy disse mais alto
- EU NÃO QUERO SABER, VOCÊS SÃO IRRESPONSÁVEIS E DUAS CRIANÇAS! – o pai da Levy quase me deu um soco – ELA É UM BEBÊ, GAJEEL!
— Desculpe, mas nós não somos crianças. Levy já tem 18 anos e eu tenho 20 anos, nós já sabemos nos cuidar – falei firme
Ele suspirou – A pureza da minha princesinha – sentou e colocou as mãos do rosto balançando a cabeça – ela é só uma criança.
— Papai, não sou uma criança e você sabia que um dia iria acontecer. Desculpa pai, mas eu não me arrependo disso – Levy sorriu para o seu pai o confortando
- Querida, você não se arrepende nenhum pouco? – a mãe da Levy perguntou
- Não mamãe, o Gajeel foi bom comigo e foi à coisa mais linda que já fiz – ela sorriu
Corei – Me desculpem, mas eu também não me arrependo nenhum pouco- respondi
A mãe da Levy sorriu e pousou gentilmente a mão no ombro do marido – Querido, esses dois se amam. Eu sei que foi irresponsabilidade da parte deles, mas... Eu não acho que você precisa ser tão duro com eles.
— Mas querida, eles são crianças... – balançou a cabeça novamente – minha menininha, não quero que ela cresça tão rápido... — suspirou
— Querido, você não pode protegê-la de tudo – ela sorriu – ela sabe se cuidar e já é uma mulher
- Mas... – ele apertou as mãos no rosto – se não fosse esse Gajeel ela ainda seria pura!
- Não pode culpar o Gajeel por isso – ela disse áspera – a responsabilidade é dos dois, eles quiseram e ele nunca a forçaria!
— Tudo bem – fungou e me fuzilou com o olhar
Abracei a Levy o pesadelo tinha passado, mas será que eu vou me livrar de uma punição?
Notas finais
Aaaahhh, não consigo ser má com eles! ç.ç
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